Jacques Villon (1875-1963) - Marchands Quatre Saisons






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Jacques Villon, Marchands Quatre Saisons, 1962, litografia em edição limitada, assinada à mão, 61 × 39 cm, França; vendido por proprietário ou revendedor; em bom estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
litografia de Jacques Villon (1875–1963), intitulada Marchands Quatre Saisons, origina-se do renomado portfólio de 1962 Regards sur Paris, publicado por André Sauret e impresso pela Mourlot Frères. Impressa em papel japonês perlado de boa qualidade e autografada à mão a lápis.
Villon, pioneiro do Cubismo e figura central da arte francesa moderna, combina abstração lírica com traço agudo nesta composição. A cena retrata duas figuras com uma carroça repleta de mercadorias, realizada numa fusão expressiva de cores pastéis e linhas dinâmicas. A paleta vívida, porém delicada, e as sobreposições lineares refletem a influência de seus contemporâneos, como Marcel Duchamp (irmão dele), Fernand Léger, Jean Metzinger, Albert Gleizes e Georges Braque, ao mesmo tempo em que ressoam com as sensibilidades de artistas como Raoul Dufy, André Derain e Sonia Delaunay.
Esta litografia pertence a uma edição limitada, marcada em algarismos romanos como VII/X, sugerindo que pode ser uma de apenas 10 provas de artista além da edição principal. Mantém a dobra central, como originalmente emitida no folio. O papel japonês confere à obra uma textura refinada, quase translúcida, realçando sua sutileza visual.
litografia de Jacques Villon (1875–1963), intitulada Marchands Quatre Saisons, origina-se do renomado portfólio de 1962 Regards sur Paris, publicado por André Sauret e impresso pela Mourlot Frères. Impressa em papel japonês perlado de boa qualidade e autografada à mão a lápis.
Villon, pioneiro do Cubismo e figura central da arte francesa moderna, combina abstração lírica com traço agudo nesta composição. A cena retrata duas figuras com uma carroça repleta de mercadorias, realizada numa fusão expressiva de cores pastéis e linhas dinâmicas. A paleta vívida, porém delicada, e as sobreposições lineares refletem a influência de seus contemporâneos, como Marcel Duchamp (irmão dele), Fernand Léger, Jean Metzinger, Albert Gleizes e Georges Braque, ao mesmo tempo em que ressoam com as sensibilidades de artistas como Raoul Dufy, André Derain e Sonia Delaunay.
Esta litografia pertence a uma edição limitada, marcada em algarismos romanos como VII/X, sugerindo que pode ser uma de apenas 10 provas de artista além da edição principal. Mantém a dobra central, como originalmente emitida no folio. O papel japonês confere à obra uma textura refinada, quase translúcida, realçando sua sutileza visual.
