Roberto Mauri (1977) - Sinfonia di Giallo e Lavanda





Adicione aos seus favoritos para receber um alerta quando o leilão começar.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 133284 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Título da Obra: Sinfonia de Amarelo e Lavanda
Artista: Roberto Mauri
Técnica: Óleo sobre tela
Dimensões: 30 x 30 cm
Artista: Roberto Mauri
Técnica: Óleo sobre tela
Dimensões: 30 x 30 cm
Esta obra quadrada, uma acrílico/óleo sobre tela de dimensões contidas, é um exemplo maduro da exploração do color e da forma por Roberto Mauri. Em Sinfonia de Amarelo e Lavanda, o artista nos transporta para uma paisagem rural vibrante e quase onírica, onde a realidade se funde com uma visão poética e audaz na cor.
A composição é dominada por um vasto campo de colza em flor, uma explosão de amarelo puro que preenche quase dois terços inferiores da tela. As pinceladas são matérico e tangíveis, especialmente em primeiro plano, onde as flores amarelas e laranjas se distinguem nitidamente, quase como formando uma sebe floral. Este mar amarelo estende-se sobre uma colina ondulada, definida por finos traços laranjas e vermelhos que marcam sulcos ou caminhos, acrescentando uma dimensão perspectiva e de movimento à extensão cromática. No cume da colina, uma pequena e modesta fazenda com um telhado cor verde água funciona como centro perspectivo, um discreto sinal de presença humana numa natureza poderosa.
Estilo e Cor
O estilo de Mauri é um híbrido entre um Pós-Impressionismo matérico e um Fauvismo suavizado. O uso das cores é audacioso, não naturalista, mas profundamente expresivo. As árvores, quatro no total, são a chave de leitura cromática: apresentam uma floração bicolor branca e lavanda/azul pastel, que se contrasta energicamente com o amarelo predominante do campo. Esta escolha de combinar cores complementares (amarelo e violeta-lavanda) cria uma vibração visual intensa e uma sensação de floração extra-real. A tela em si tem uma textura visível que o artista aproveita ao máximo, especialmente no céu cinzento e plano que domina o conjunto, criando um contraste silencioso e melancólico com a energia cromática subjacente.
A obra tem uma forte presença matérica. A massa de cor é espessa, tangível, especialmente no campo amarelo e na área de relva cinzenta na parte inferior esquerda, onde as flores individuais parecem quase “levantar-se” da superfície. As pinceladas são direcional, seguindo a curvatura da colina e a forma das árvores. Na parte inferior esquerda, a área cinzenta e branca texturizada cria uma transição visual interessante, com flores amarelas individuais e laranjas que parecem cair além da borda.
A assinatura do artista, "MAURI", é traçada no canto inferior esquerdo com uma caligrafia simples e marcada.
Sinfonia de Amarelo e Lavanda emana uma vitalidade silenciosa e uma poesia isolada. A imensa extensão amarela é otimista e penetrante, mas o céu cinzento e o isolamento da fazenda adicionam uma nota de mistério e contemplação. É uma visão íntima e quase secreta da natureza, realizada com uma sensibilidade cromática extraordinária que transforma uma paisagem agrícola numa partitura de emoções cromáticas.
Título da Obra: Sinfonia de Amarelo e Lavanda
Artista: Roberto Mauri
Técnica: Óleo sobre tela
Dimensões: 30 x 30 cm
Artista: Roberto Mauri
Técnica: Óleo sobre tela
Dimensões: 30 x 30 cm
Esta obra quadrada, uma acrílico/óleo sobre tela de dimensões contidas, é um exemplo maduro da exploração do color e da forma por Roberto Mauri. Em Sinfonia de Amarelo e Lavanda, o artista nos transporta para uma paisagem rural vibrante e quase onírica, onde a realidade se funde com uma visão poética e audaz na cor.
A composição é dominada por um vasto campo de colza em flor, uma explosão de amarelo puro que preenche quase dois terços inferiores da tela. As pinceladas são matérico e tangíveis, especialmente em primeiro plano, onde as flores amarelas e laranjas se distinguem nitidamente, quase como formando uma sebe floral. Este mar amarelo estende-se sobre uma colina ondulada, definida por finos traços laranjas e vermelhos que marcam sulcos ou caminhos, acrescentando uma dimensão perspectiva e de movimento à extensão cromática. No cume da colina, uma pequena e modesta fazenda com um telhado cor verde água funciona como centro perspectivo, um discreto sinal de presença humana numa natureza poderosa.
Estilo e Cor
O estilo de Mauri é um híbrido entre um Pós-Impressionismo matérico e um Fauvismo suavizado. O uso das cores é audacioso, não naturalista, mas profundamente expresivo. As árvores, quatro no total, são a chave de leitura cromática: apresentam uma floração bicolor branca e lavanda/azul pastel, que se contrasta energicamente com o amarelo predominante do campo. Esta escolha de combinar cores complementares (amarelo e violeta-lavanda) cria uma vibração visual intensa e uma sensação de floração extra-real. A tela em si tem uma textura visível que o artista aproveita ao máximo, especialmente no céu cinzento e plano que domina o conjunto, criando um contraste silencioso e melancólico com a energia cromática subjacente.
A obra tem uma forte presença matérica. A massa de cor é espessa, tangível, especialmente no campo amarelo e na área de relva cinzenta na parte inferior esquerda, onde as flores individuais parecem quase “levantar-se” da superfície. As pinceladas são direcional, seguindo a curvatura da colina e a forma das árvores. Na parte inferior esquerda, a área cinzenta e branca texturizada cria uma transição visual interessante, com flores amarelas individuais e laranjas que parecem cair além da borda.
A assinatura do artista, "MAURI", é traçada no canto inferior esquerdo com uma caligrafia simples e marcada.
Sinfonia de Amarelo e Lavanda emana uma vitalidade silenciosa e uma poesia isolada. A imensa extensão amarela é otimista e penetrante, mas o céu cinzento e o isolamento da fazenda adicionam uma nota de mistério e contemplação. É uma visão íntima e quase secreta da natureza, realizada com uma sensibilidade cromática extraordinária que transforma uma paisagem agrícola numa partitura de emoções cromáticas.

