Antonio Lavorgna - Il Volo Negato





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Antonio Lavorgna, Il Volo Negato, escultura contemporânea em ferro da edição Linea Plasma (2010), técnica ferro cortado a plasma com oxidação controlada, dimensões 39 × 50 × 18 cm, cor marrom e bronze, sem assinatura e em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
🜂 TÍTULO
Fragmento 04 — O Vôo Negado
🜃 DADOS TÉCNICOS
Artista: Antonio Lavorgna
Título: Il Volo Negato
Técnica: Ferro tagliato al plasma, ossidazione controllata (acqua ossigenata), fissaggio a cera
Ano: 2010
Dimensões:
Base: 20 × 10,5 cm
Altura: 50 cm
Largura: 39 cm
Condições: Ótimas
Firma: sem assinatura com certificado autenticidade
🜁 DESCRIÇÃO
Esta escultura não representa simplesmente um galo.
É a forma de uma tensão.
Realizada em ferro cortado a plasma e oxidado, a obra traz na superfície os sinais do tempo e da transformação. A oxidação, obtida com água oxigenada e fixada com cera, não é decoração, mas processo: uma matéria que evolui e é interrompida em seu trajeto.
O galo, símbolo de energia e impulso, aqui se confronta com o limite.
As asas sugerem o voo, mas a estrutura o prende.
O peso na base torna-se metáfora: a condição humana suspensa entre possibilidade e incapacidade de agir.
A obra insere-se na linguagem da transavanguardia, onde o gesto e o símbolo voltam a dialogar com a matéria, mas numa chave contemporânea e conceitual.
Não é um objeto decorativo.
É um fragmento de tensão existencial que tomou forma.
🜂 TÍTULO
Fragmento 04 — O Vôo Negado
🜃 DADOS TÉCNICOS
Artista: Antonio Lavorgna
Título: Il Volo Negato
Técnica: Ferro tagliato al plasma, ossidazione controllata (acqua ossigenata), fissaggio a cera
Ano: 2010
Dimensões:
Base: 20 × 10,5 cm
Altura: 50 cm
Largura: 39 cm
Condições: Ótimas
Firma: sem assinatura com certificado autenticidade
🜁 DESCRIÇÃO
Esta escultura não representa simplesmente um galo.
É a forma de uma tensão.
Realizada em ferro cortado a plasma e oxidado, a obra traz na superfície os sinais do tempo e da transformação. A oxidação, obtida com água oxigenada e fixada com cera, não é decoração, mas processo: uma matéria que evolui e é interrompida em seu trajeto.
O galo, símbolo de energia e impulso, aqui se confronta com o limite.
As asas sugerem o voo, mas a estrutura o prende.
O peso na base torna-se metáfora: a condição humana suspensa entre possibilidade e incapacidade de agir.
A obra insere-se na linguagem da transavanguardia, onde o gesto e o símbolo voltam a dialogar com a matéria, mas numa chave contemporânea e conceitual.
Não é um objeto decorativo.
É um fragmento de tensão existencial que tomou forma.

