Agustí Sargatal (1935) - Campos de verano

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Antonio Yera
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Pintura a óleo sobre painel de Agustí Sargatal (1935), intitulada Campos de verano, edição original dos anos 2000–2010, dimensões 73 × 60 × 1 cm, assinada à mão no canto superior direito, produzida na Espanha e vendida pela Galería, em bom estado.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Agustí Sargatal, que representa uma cena rural que mostra vários camponeses trabalhando durante a colheita, refletindo o esforço coletivo e a ligação tradicional com a terra. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.

· Dimensões da obra: 73x60x1 cm.
· Óleo sobre táboa assinado à mão pelo artista no canto direito da obra, A. Sargatal.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.

A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.

Nota importante: as fotografias incluídas integram a descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.

A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com acompanhamento. Envio disponível a nível internacional.

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Este quadro retrata com enorme força expressiva uma cena camponesa ligada ao trabalho da colheita, transmitindo a dureza, a dignidade e a beleza simples da vida rural. A composição gira em torno de três figuras que trabalham num campo dourado sob uma atmosfera quente e silenciosa, rodeadas por feixes de trigo e uma grande acumulação de palha que domina parte da cena. A imagem consegue capturar um instante cotidiano cheio de autenticidade, onde cada gesto e cada postura refletem esforço físico, coordenação e experiência adquirida ao longo do tempo. A paisagem aberta e luminosa confere amplitude à obra, enquanto os tons ocre e terrosos envolvem toda a composição numa sensação de calor e tradição agrícola profundamente evocadora.
As figuras humanas aparecem integradas completamente no ambiente, como se fossem parte natural do próprio cenário. Os rostos mal definidos não retiram humanidade à cena; pelo contrário, universalizam a representação do camponês e convertem os personagens em símbolos do trabalho coletivo e do vínculo ancestral com a terra. Os chapéus de aba larga protegem do sol e trazem personalidade visual a cada figura, criando também interessantes jogos de volume e contraste. Um dos personagens segura um grande manojo de espigas, outro se inclina para colher a colheita, enquanto a figura situada na parte superior parece coordenar ou estender o material para a enorme pilha de palha. A disposição dos corpos transmite movimento contínuo e uma dinâmica perfeitamente equilibrada.
O campo aparece dominado por tonalidades douradas e marrons que evocam o final do verão ou o momento culminante da ceifa. As texturas do trigo cortado, os feixes dispersos e a grande montanha de palha acrescentam riqueza visual e transformam a paisagem num cenário cheio de vida e matéria. A luz parece filtrarse suavemente sobre as superfícies secas do campo, iluminando as espigas e realçando as zonas mais claras das vestimentas. Existe um contraste muito atractivo entre as áreas luminosas e as sombras mais profundas, especialmente na grande massa de palha, que confere volume e uma poderosa sensação de peso físico. O horizonte distante e as suaves montanhas ao fundo contribuem para criar profundidade e uma atmosfera serena.
A cena possui também uma dimensão emocional muito marcada. Além de representar uma simples atividade agrícola, o quadro transmite valores como o esforço partilhado, a colaboração e a relação íntima entre o ser humano e o ciclo natural da terra. Há uma sensação de tradição herdada, de tarefas repetidas geração após geração, onde o trabalho manual adquire um caráter quase ritual. A composição não busca dramatismo, mas uma beleza honesta nascida da cotidianidade rural. O espetador pode imaginar o som seco das espigas, o calor do campo e o cansaço pausado de uma jornada de colheita sob o sol.
No conjunto, a obra é uma representação quente e profundamente humana do trabalho campesino tradicional, onde a colheita se torna símbolo de esforço, união e ligação com a natureza. Os tons dourados, as figuras em movimento e a serenidade da paisagem criam uma cena carregada de autenticidade e nostalgia, capaz de transportar o espetador a um mundo rural simples, silencioso e cheio de dignidade.

Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Agustí Sargatal, que representa uma cena rural que mostra vários camponeses trabalhando durante a colheita, refletindo o esforço coletivo e a ligação tradicional com a terra. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.

· Dimensões da obra: 73x60x1 cm.
· Óleo sobre táboa assinado à mão pelo artista no canto direito da obra, A. Sargatal.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.

A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.

Nota importante: as fotografias incluídas integram a descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.

A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com acompanhamento. Envio disponível a nível internacional.

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Este quadro retrata com enorme força expressiva uma cena camponesa ligada ao trabalho da colheita, transmitindo a dureza, a dignidade e a beleza simples da vida rural. A composição gira em torno de três figuras que trabalham num campo dourado sob uma atmosfera quente e silenciosa, rodeadas por feixes de trigo e uma grande acumulação de palha que domina parte da cena. A imagem consegue capturar um instante cotidiano cheio de autenticidade, onde cada gesto e cada postura refletem esforço físico, coordenação e experiência adquirida ao longo do tempo. A paisagem aberta e luminosa confere amplitude à obra, enquanto os tons ocre e terrosos envolvem toda a composição numa sensação de calor e tradição agrícola profundamente evocadora.
As figuras humanas aparecem integradas completamente no ambiente, como se fossem parte natural do próprio cenário. Os rostos mal definidos não retiram humanidade à cena; pelo contrário, universalizam a representação do camponês e convertem os personagens em símbolos do trabalho coletivo e do vínculo ancestral com a terra. Os chapéus de aba larga protegem do sol e trazem personalidade visual a cada figura, criando também interessantes jogos de volume e contraste. Um dos personagens segura um grande manojo de espigas, outro se inclina para colher a colheita, enquanto a figura situada na parte superior parece coordenar ou estender o material para a enorme pilha de palha. A disposição dos corpos transmite movimento contínuo e uma dinâmica perfeitamente equilibrada.
O campo aparece dominado por tonalidades douradas e marrons que evocam o final do verão ou o momento culminante da ceifa. As texturas do trigo cortado, os feixes dispersos e a grande montanha de palha acrescentam riqueza visual e transformam a paisagem num cenário cheio de vida e matéria. A luz parece filtrarse suavemente sobre as superfícies secas do campo, iluminando as espigas e realçando as zonas mais claras das vestimentas. Existe um contraste muito atractivo entre as áreas luminosas e as sombras mais profundas, especialmente na grande massa de palha, que confere volume e uma poderosa sensação de peso físico. O horizonte distante e as suaves montanhas ao fundo contribuem para criar profundidade e uma atmosfera serena.
A cena possui também uma dimensão emocional muito marcada. Além de representar uma simples atividade agrícola, o quadro transmite valores como o esforço partilhado, a colaboração e a relação íntima entre o ser humano e o ciclo natural da terra. Há uma sensação de tradição herdada, de tarefas repetidas geração após geração, onde o trabalho manual adquire um caráter quase ritual. A composição não busca dramatismo, mas uma beleza honesta nascida da cotidianidade rural. O espetador pode imaginar o som seco das espigas, o calor do campo e o cansaço pausado de uma jornada de colheita sob o sol.
No conjunto, a obra é uma representação quente e profundamente humana do trabalho campesino tradicional, onde a colheita se torna símbolo de esforço, união e ligação com a natureza. Os tons dourados, as figuras em movimento e a serenidade da paisagem criam uma cena carregada de autenticidade e nostalgia, capaz de transportar o espetador a um mundo rural simples, silencioso e cheio de dignidade.

Dados

Artista
Agustí Sargatal (1935)
Vendido com moldura
Não
Vendido por
Galeria
Edição
Original
Título da obra de arte
Campos de verano
Técnica
Pintura a óleo
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Espanha
Estado
Bom estado
Altura
73 cm
Largura
60 cm
Estilo
Pós-impressionista
Período
2000-2010
Vendido por
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