Antoni Tapies (1923-2012) - Nocturn Matinal





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Descrição fornecida pelo vendedor
SOBRE A IMPRESSÃO
- Litografia em papel.
- Assinada e numerada à mão.
- O número da série pode não corresponder ao mostrado na imagem.
- Bibliografia: Galfetti, M. (1984). Tàpies – Das graphische werk Loeuvre gravé 1973 – 1978. Erker-Verlag St. Gallen, p. 25. Nr. 346.
SOBRE A OBRA
Esta obra faz parte da edição do livro *Nocturn Matinal*, produzida em conjunto por Antoni Tàpies e o poeta Joan Brossa (1919–1998) e publicada pela Polígrafa.
SOBRE O ARTISTA
Antonio Tapies (Barcelona, 1923-2012)
era um artista catalão e uma das figuras mais influentes do informalismo europeu do século XX. Em grande parte autodidata, ele combinou inspiração vanguardista e tradição oriental para criar sua própria linguagem, onde a matéria e o espírito se entrelaçam. Ele utilizou materiais como terra, areia, pó de mármore e objetos do cotidiano, criando superfícies densas com símbolos que evocam memória, fragilidade e transcendência. Em 1984, criou a Fundação Antoni Tàpies, consolidando um legado artístico e intelectual que combina experimentação e reflexão crítica.
Na década de 1950, alcançou reconhecimento internacional ao participar da Bienal de Veneza e da Documenta em Kassel. Foi premiado com o Grande Prêmio de Pintura em Veneza (1958) e, mais tarde, com o Prêmio Princesa de Astúrias de Artes (1990). Também foi nomeado conde pelo Rei Juan Carlos I em 2010.
SOBRE A IMPRESSÃO
- Litografia em papel.
- Assinada e numerada à mão.
- O número da série pode não corresponder ao mostrado na imagem.
- Bibliografia: Galfetti, M. (1984). Tàpies – Das graphische werk Loeuvre gravé 1973 – 1978. Erker-Verlag St. Gallen, p. 25. Nr. 346.
SOBRE A OBRA
Esta obra faz parte da edição do livro *Nocturn Matinal*, produzida em conjunto por Antoni Tàpies e o poeta Joan Brossa (1919–1998) e publicada pela Polígrafa.
SOBRE O ARTISTA
Antonio Tapies (Barcelona, 1923-2012)
era um artista catalão e uma das figuras mais influentes do informalismo europeu do século XX. Em grande parte autodidata, ele combinou inspiração vanguardista e tradição oriental para criar sua própria linguagem, onde a matéria e o espírito se entrelaçam. Ele utilizou materiais como terra, areia, pó de mármore e objetos do cotidiano, criando superfícies densas com símbolos que evocam memória, fragilidade e transcendência. Em 1984, criou a Fundação Antoni Tàpies, consolidando um legado artístico e intelectual que combina experimentação e reflexão crítica.
Na década de 1950, alcançou reconhecimento internacional ao participar da Bienal de Veneza e da Documenta em Kassel. Foi premiado com o Grande Prêmio de Pintura em Veneza (1958) e, mais tarde, com o Prêmio Princesa de Astúrias de Artes (1990). Também foi nomeado conde pelo Rei Juan Carlos I em 2010.

