Giovanni Greco (1953) - Solo intro - cod, 250922






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 133527 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Giovanni Greco (1953) apresenta Solo intro - cod, 250922, uma pintura acrílica em tela (50 x 50 cm), edição original, de 2024, assinada à mão, em excelente estado, Itália.
Descrição fornecida pelo vendedor
Giovanni Greco (1953, Catania) [Itália]
Esmalte Acrílico, sobre Tela
assinatura do artista na frente e no verso;
Certificado de autenticidade do artista
CONVIDAMOS a visitar as Leilões com oferta livre no site "delauretisart"
Giovanni Greco nasce em Catania, cidade na qual vive e trabalha. Após os estudos inacabados de biologia e o aprofundamento dos estudos artísticos, inscreve-se na Scuola del Nudi de Catania e em 1980 inicia sua atividade pictórica partindo simultaneamente do exemplo magrittiano e, posteriormente, dechirichiano, onde era possível resolver dois estratos, aparentemente contraditórios, o sonho e a realidade objetiva, em uma espécie de realidade absoluta.
À Base de sua pesquisa, uma forte pulsão voltada para resolver os grandes dilemas da existência e a relação entre o eu e o mundo, buscando interpretar o “pensamento” às vezes Passagens inquestionáveis — obra do artista Giovanni Greco, inefável como meio de trazer a lume novo os problemas fundamentais de que nossa mente não cessa de libertar, colocando em cena chantagens visuais, chantagens da alma; mais adiante é atraído pela pintura metafísica e principalmente pelas obras de G. De Chirico, não tanto pelas escolhas estilísticas, mas pelo entendimento que se expressa em uma firmeza compositiva; os objetos, as figuras e o próprio espaço que se tornam massas poderosas dadas pelos volumes cromáticos sombrios e pastosos em um contexto em que o tempo parece parado e os sujeitos suspensos entre a influência metafísica e referências neoclássicas extraídas de obras do passado, balançando-se no tempo, em um mundo desconhecido.
É o mundo do “éndonèxò”, termo cunhado pelo artista — (éndon-éxò) onde o olhar está claramente direcionado para si mesmo e para dentro das coisas, mas ao mesmo tempo faz pressentir o seu desejo de fazer sua pintura mais próxima da vivência do observador, fazendo emergir, das profundezas da alma, aos poucos, para substituir-se, com forças novas escuras, aos espaços claros e simples da razão.
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorGiovanni Greco (1953, Catania) [Itália]
Esmalte Acrílico, sobre Tela
assinatura do artista na frente e no verso;
Certificado de autenticidade do artista
CONVIDAMOS a visitar as Leilões com oferta livre no site "delauretisart"
Giovanni Greco nasce em Catania, cidade na qual vive e trabalha. Após os estudos inacabados de biologia e o aprofundamento dos estudos artísticos, inscreve-se na Scuola del Nudi de Catania e em 1980 inicia sua atividade pictórica partindo simultaneamente do exemplo magrittiano e, posteriormente, dechirichiano, onde era possível resolver dois estratos, aparentemente contraditórios, o sonho e a realidade objetiva, em uma espécie de realidade absoluta.
À Base de sua pesquisa, uma forte pulsão voltada para resolver os grandes dilemas da existência e a relação entre o eu e o mundo, buscando interpretar o “pensamento” às vezes Passagens inquestionáveis — obra do artista Giovanni Greco, inefável como meio de trazer a lume novo os problemas fundamentais de que nossa mente não cessa de libertar, colocando em cena chantagens visuais, chantagens da alma; mais adiante é atraído pela pintura metafísica e principalmente pelas obras de G. De Chirico, não tanto pelas escolhas estilísticas, mas pelo entendimento que se expressa em uma firmeza compositiva; os objetos, as figuras e o próprio espaço que se tornam massas poderosas dadas pelos volumes cromáticos sombrios e pastosos em um contexto em que o tempo parece parado e os sujeitos suspensos entre a influência metafísica e referências neoclássicas extraídas de obras do passado, balançando-se no tempo, em um mundo desconhecido.
É o mundo do “éndonèxò”, termo cunhado pelo artista — (éndon-éxò) onde o olhar está claramente direcionado para si mesmo e para dentro das coisas, mas ao mesmo tempo faz pressentir o seu desejo de fazer sua pintura mais próxima da vivência do observador, fazendo emergir, das profundezas da alma, aos poucos, para substituir-se, com forças novas escuras, aos espaços claros e simples da razão.
