Juan Gris (1887-1927) - Le compotier






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Descrição fornecida pelo vendedor
Juan Gris (1887 - 1927)
O compotier, 1953
Sérigraphia em 4 cores sobre papel vélin
Prancha impressa em 1953, a partir da pintura original « Le compotier », 1923, — pelo Atelier Arcay com a colaboração de Pierre Lacombe em Paris
Publicado pelas Éditions Art d'Aujourd'hui, Boulogne-sur-Seine
Formato de papel: 23,5 x 28,6 cm
Tamanho da imagem: 16,5 x 25,0 cm
Muito boa condição.
Figura de destaque do cubismo ao lado de Picasso e Braque, Juan Gris distingue-se por uma abordagem mais estruturada, luminosa e harmoniosa deste movimento revolucionário. Onde outros desconstróem, Gris compõe: suas obras revelam um equilíbrio sutil entre rigor geométrico e sensibilidade cromática, tornando-o um dos artistas mais elegantes da arte moderna.
O tema do compotier é central em sua obra. Verdadeiro laboratório formal, ele lhe permite explorar os volumes, as transparências e as interações entre objetos do cotidiano. Podemos encontrar esse motivo em várias telas emblemáticas, hoje conservadas em grandes instituições internacionais, como Le compotier et la nappe à carreaux (Musée national d’art moderne, Centre Pompidou, Paris), ou ainda Nature morte au compotier (coleção privada). Estas composições testemunham sua capacidade única de transformar objetos simples em arquiteturas pictóricas sofisticadas.
Juan Gris (1887 - 1927)
O compotier, 1953
Sérigraphia em 4 cores sobre papel vélin
Prancha impressa em 1953, a partir da pintura original « Le compotier », 1923, — pelo Atelier Arcay com a colaboração de Pierre Lacombe em Paris
Publicado pelas Éditions Art d'Aujourd'hui, Boulogne-sur-Seine
Formato de papel: 23,5 x 28,6 cm
Tamanho da imagem: 16,5 x 25,0 cm
Muito boa condição.
Figura de destaque do cubismo ao lado de Picasso e Braque, Juan Gris distingue-se por uma abordagem mais estruturada, luminosa e harmoniosa deste movimento revolucionário. Onde outros desconstróem, Gris compõe: suas obras revelam um equilíbrio sutil entre rigor geométrico e sensibilidade cromática, tornando-o um dos artistas mais elegantes da arte moderna.
O tema do compotier é central em sua obra. Verdadeiro laboratório formal, ele lhe permite explorar os volumes, as transparências e as interações entre objetos do cotidiano. Podemos encontrar esse motivo em várias telas emblemáticas, hoje conservadas em grandes instituições internacionais, como Le compotier et la nappe à carreaux (Musée national d’art moderne, Centre Pompidou, Paris), ou ainda Nature morte au compotier (coleção privada). Estas composições testemunham sua capacidade única de transformar objetos simples em arquiteturas pictóricas sofisticadas.
