English School (19th-20th centuries) - Cliffs At Dusk





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Cliffs At Dusk é uma pintura a óleo original de 1900–1910 da Escola Inglesa, assinada à mão, produzida na França e vendida com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
PAISAGEM ROCHOSA AO ATARDECER
Escola inglesa / britânica
Finais do século XIX – início do século XX
Óleo sobre cartonete (36x42 cm)
Dimensões totais 48x45 cm
Assinado no canto inferior direito
Assinatura de leitura difícil
Paisagem costeira / falésia rochosa
A moldura apresenta sinais de idade, desgaste e pequenas faltas. Inclui-se como presente. Não serão aceadas reclamações quanto ao estado da moldura.
O cartonete está ligeiramente protendido pelo passar do tempo e apresenta leves restaurações
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1. Obra
Interessante óleo sobre cartonete representando uma paisagem rochosa, possivelmente costeira, com falésias, céu dourado e uma atmosfera de pouca luz.
A composição concentra-se numa formação rochosa situada à direita, tratada com tons ocre, violetas, terras e sombras profundas.
À esquerda, a cena parece abrir-se para uma zona de água ou horizonte baixo, criando uma sensação de distância e amplitude.
O céu, trabalhado em tons amarelos, ocre e cinzas suaves, envolve a cena com uma luz crepuscular.
A obra aparece assinada no canto inferior direito, embora a leitura da assinatura não seja conclusiva.
1.2. Catalogação
A obra apresenta-se como:
Escola inglesa / britânica do final do século XIX – início do século XX
Pelo suporte, pela tonalidade, pelo tratamento atmosférico e pela sensibilidade para a paisagem rochosa, pode situar-se no âmbito da pintura britânica ou anglosaxona de transição de século.
A obra não é atribuída a um autor concreto.
A assinatura é de difícil leitura e pode corresponder a um artista regional ou pouco documentado.
Portanto, é catalogada de forma prudente como obra de escola inglesa / britânica, datável entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX.
2. DESCRIÇÃO ARTÍSTICA
A pintura mostra uma paisagem de falésias ou formações rochosas sob um céu quente e apagado. A pincelada é solta, direta e sintética, com uma paleta dominada por ocre, terrosos, verdes escuros, violetas e amarelos.
A cena não busca uma descrição minuciosa do lugar, mas sim uma impressão atmosférica da paisagem. Destaca-se especialmente o contraste entre a massa rochosa, o primeiro plano escuro e a luz dourada do céu.
O conjunto transmite uma sensação de paisagem observada a partir da emoção, com uma execução livre e de caráter íntimo.
3. ESTILO, ESCOLA E CONTEXTO
A obra pode relacionar-se com a tradição paisagística britânica do final do século XIX e início do XX, especialmente com aquelas pinturas de pequeno formato realizadas sobre cartonete ou suporte leve.
Durante esse período, muitos pintores trabalharam paisagens de costa, rochas, céus mutáveis e efeitos atmosféricos através de uma técnica rápida e expressiva.
O uso do cartonete como suporte reforça a ideia de obra de estudo, apontamento pictórico ou paisagem tomada com uma intenção direta e espontânea.
A peça situa-se num contexto próximo da paisagem pós-romântica, tonalista ou pós-impressionista, onde a atmosfera e a sensação do lugar têm mais importância que o detalhe descritivo.
4. INTERESSE ARTÍSTICO E DOCUMENTAL
A obra é interessante pela sua natureza atmosférica, seu suporte antigo e seu tratamento livre da paisagem.
A assinatura, embora não identificada com segurança, acrescenta um elemento documental que permite prosseguir com a investigação de uma possível autoria.
O verso conserva um montagem antiga com papel da época, o que informa sobre seu percurso material e reforça sua idade.
A pintura pode ser atraente para colecionadores de paisagem europeia, cenas costeiras, pintura inglesa de pequeno formato, obras sobre cartonete e estudos atmosféricos do final do século XIX ou início do XX.
5. ESTADO DE CONSERVAÇÃO
A obra encontra-se em estado aceitável, com sinais próprios de sua antiguidade e percurso material.
Observam-se desgastes, pequenas marcas superficiais, perdas pontuais, esfoliações, variações de textura e alterações visíveis na superfície pictórica.
O suporte é cartonete e apresenta uma leve ondulação, provavelmente causada pelo passar do tempo, pela natureza do material e pelas condições de montagem antigas.
Estas características devem ser consideradas ao avaliar a obra.
O verso conserva papel antigo aderido e sinais próprios de manipulação, montagem e conservação.
A moldura apresenta sinais de uso, fricções, desgastes, pequenas faltas e envelhecimento geral.
A moldura está incluída como presente. Não serão aceitas reclamações quanto ao estado da moldura.
As fotografias fazem parte essencial da descrição e permitem avaliar a superfície pictórica, a assinatura, o suporte, o verso, a moldura e o estado geral de conservação.
6. CONTEMPLAÇÃO
Esta obra tem uma beleza áspera e silenciosa.
Não busca agradar pela clareza imediata.
O seu encanto está noutro lugar:
na rocha,
na sombra,
no céu amarelado,
na matéria antiga,
naquela luz baixa que parece ficar suspendida sobre a paisagem.
Os falésias erguem-se como uma presença quieta.
O horizonte abre-se discretamente.
A terra escura acolhe o peso da cena.
Há algo de memória nesta pequena pintura.
Algo de lugar visto ao final do dia,
quando a luz já não descreve,
mas envolve.
Uma obra íntima, sóbria e atmosférica, especialmente atraente para quem aprecia paisagens antigas, estudos sobre cartonete e pinturas que conservam o mistério do tempo.
Mais sobre o vendedor
PAISAGEM ROCHOSA AO ATARDECER
Escola inglesa / britânica
Finais do século XIX – início do século XX
Óleo sobre cartonete (36x42 cm)
Dimensões totais 48x45 cm
Assinado no canto inferior direito
Assinatura de leitura difícil
Paisagem costeira / falésia rochosa
A moldura apresenta sinais de idade, desgaste e pequenas faltas. Inclui-se como presente. Não serão aceadas reclamações quanto ao estado da moldura.
O cartonete está ligeiramente protendido pelo passar do tempo e apresenta leves restaurações
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1. Obra
Interessante óleo sobre cartonete representando uma paisagem rochosa, possivelmente costeira, com falésias, céu dourado e uma atmosfera de pouca luz.
A composição concentra-se numa formação rochosa situada à direita, tratada com tons ocre, violetas, terras e sombras profundas.
À esquerda, a cena parece abrir-se para uma zona de água ou horizonte baixo, criando uma sensação de distância e amplitude.
O céu, trabalhado em tons amarelos, ocre e cinzas suaves, envolve a cena com uma luz crepuscular.
A obra aparece assinada no canto inferior direito, embora a leitura da assinatura não seja conclusiva.
1.2. Catalogação
A obra apresenta-se como:
Escola inglesa / britânica do final do século XIX – início do século XX
Pelo suporte, pela tonalidade, pelo tratamento atmosférico e pela sensibilidade para a paisagem rochosa, pode situar-se no âmbito da pintura britânica ou anglosaxona de transição de século.
A obra não é atribuída a um autor concreto.
A assinatura é de difícil leitura e pode corresponder a um artista regional ou pouco documentado.
Portanto, é catalogada de forma prudente como obra de escola inglesa / britânica, datável entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX.
2. DESCRIÇÃO ARTÍSTICA
A pintura mostra uma paisagem de falésias ou formações rochosas sob um céu quente e apagado. A pincelada é solta, direta e sintética, com uma paleta dominada por ocre, terrosos, verdes escuros, violetas e amarelos.
A cena não busca uma descrição minuciosa do lugar, mas sim uma impressão atmosférica da paisagem. Destaca-se especialmente o contraste entre a massa rochosa, o primeiro plano escuro e a luz dourada do céu.
O conjunto transmite uma sensação de paisagem observada a partir da emoção, com uma execução livre e de caráter íntimo.
3. ESTILO, ESCOLA E CONTEXTO
A obra pode relacionar-se com a tradição paisagística britânica do final do século XIX e início do XX, especialmente com aquelas pinturas de pequeno formato realizadas sobre cartonete ou suporte leve.
Durante esse período, muitos pintores trabalharam paisagens de costa, rochas, céus mutáveis e efeitos atmosféricos através de uma técnica rápida e expressiva.
O uso do cartonete como suporte reforça a ideia de obra de estudo, apontamento pictórico ou paisagem tomada com uma intenção direta e espontânea.
A peça situa-se num contexto próximo da paisagem pós-romântica, tonalista ou pós-impressionista, onde a atmosfera e a sensação do lugar têm mais importância que o detalhe descritivo.
4. INTERESSE ARTÍSTICO E DOCUMENTAL
A obra é interessante pela sua natureza atmosférica, seu suporte antigo e seu tratamento livre da paisagem.
A assinatura, embora não identificada com segurança, acrescenta um elemento documental que permite prosseguir com a investigação de uma possível autoria.
O verso conserva um montagem antiga com papel da época, o que informa sobre seu percurso material e reforça sua idade.
A pintura pode ser atraente para colecionadores de paisagem europeia, cenas costeiras, pintura inglesa de pequeno formato, obras sobre cartonete e estudos atmosféricos do final do século XIX ou início do XX.
5. ESTADO DE CONSERVAÇÃO
A obra encontra-se em estado aceitável, com sinais próprios de sua antiguidade e percurso material.
Observam-se desgastes, pequenas marcas superficiais, perdas pontuais, esfoliações, variações de textura e alterações visíveis na superfície pictórica.
O suporte é cartonete e apresenta uma leve ondulação, provavelmente causada pelo passar do tempo, pela natureza do material e pelas condições de montagem antigas.
Estas características devem ser consideradas ao avaliar a obra.
O verso conserva papel antigo aderido e sinais próprios de manipulação, montagem e conservação.
A moldura apresenta sinais de uso, fricções, desgastes, pequenas faltas e envelhecimento geral.
A moldura está incluída como presente. Não serão aceitas reclamações quanto ao estado da moldura.
As fotografias fazem parte essencial da descrição e permitem avaliar a superfície pictórica, a assinatura, o suporte, o verso, a moldura e o estado geral de conservação.
6. CONTEMPLAÇÃO
Esta obra tem uma beleza áspera e silenciosa.
Não busca agradar pela clareza imediata.
O seu encanto está noutro lugar:
na rocha,
na sombra,
no céu amarelado,
na matéria antiga,
naquela luz baixa que parece ficar suspendida sobre a paisagem.
Os falésias erguem-se como uma presença quieta.
O horizonte abre-se discretamente.
A terra escura acolhe o peso da cena.
Há algo de memória nesta pequena pintura.
Algo de lugar visto ao final do dia,
quando a luz já não descreve,
mas envolve.
Uma obra íntima, sóbria e atmosférica, especialmente atraente para quem aprecia paisagens antigas, estudos sobre cartonete e pinturas que conservam o mistério do tempo.

