Suprema - Sobremesa Gramofone






Possui licenciaturas em eletrónica e física, com 20 anos de experiência em áudio.
€203 | ||
|---|---|---|
€100 |
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 134050 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
É uma Suprema de madeira de mogno que respira aquele encanto sólido e quase cerimonial das gramofones da primeira metade do século XX. A tampa, elevada como se convidasse a aproximar-se, permite ver o prato com seu disco de ardósia já colocado, escuro, pesado, com esse brilho fosco tão característico do material. O braço metálico, robusto e levemente arqueado, descansa de um lado à espera da agulha, enquanto a manivela lateral — peça-chave do mecanismo de corda — surge com aquele ar prático e elegante ao mesmo tempo, lembrando que aqui não há eletricidade: tudo depende do gesto humano, do ritual de dar corda e deixar que a mola libere sua energia.
A mogno, com seu tom quente e profundo, envolve todo o corpo do móvel. Não é uma madeira qualquer: tem aquela presença nobre, quase avermelhada, que envelhece com dignidade. Na frente, as portas decoradas com marchetaria geométrica trazem um toque de refinamento artesanal, como se a gramola não fosse apenas um aparelho, mas sim um pequeno móvel de sala pensado para brilhar. Cada linha, cada contraste de veios, fala de um tempo em que a estética e a função caminhavam juntas.
Visto assim, aberto e preparado, a peça transmite uma mistura de nostalgia e solenidade: um objeto que não somente reproduzia música, mas marcava um momento, um ambiente, uma forma de reunir-se. Uma gramola Suprema que conserva intacto esse magnetismo das coisas bem feitas, com seu disco de ardósia pronto para girar e encher a sala de um som que hoje já é quase arqueologia sonora.
Envio certificado e bom embalo.
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorÉ uma Suprema de madeira de mogno que respira aquele encanto sólido e quase cerimonial das gramofones da primeira metade do século XX. A tampa, elevada como se convidasse a aproximar-se, permite ver o prato com seu disco de ardósia já colocado, escuro, pesado, com esse brilho fosco tão característico do material. O braço metálico, robusto e levemente arqueado, descansa de um lado à espera da agulha, enquanto a manivela lateral — peça-chave do mecanismo de corda — surge com aquele ar prático e elegante ao mesmo tempo, lembrando que aqui não há eletricidade: tudo depende do gesto humano, do ritual de dar corda e deixar que a mola libere sua energia.
A mogno, com seu tom quente e profundo, envolve todo o corpo do móvel. Não é uma madeira qualquer: tem aquela presença nobre, quase avermelhada, que envelhece com dignidade. Na frente, as portas decoradas com marchetaria geométrica trazem um toque de refinamento artesanal, como se a gramola não fosse apenas um aparelho, mas sim um pequeno móvel de sala pensado para brilhar. Cada linha, cada contraste de veios, fala de um tempo em que a estética e a função caminhavam juntas.
Visto assim, aberto e preparado, a peça transmite uma mistura de nostalgia e solenidade: um objeto que não somente reproduzia música, mas marcava um momento, um ambiente, uma forma de reunir-se. Uma gramola Suprema que conserva intacto esse magnetismo das coisas bem feitas, com seu disco de ardósia pronto para girar e encher a sala de um som que hoje já é quase arqueologia sonora.
Envio certificado e bom embalo.
