Matteo Ciffo - Frammenti - Nefertiti






É bacharel em história da arte e mestre em gestão artística e cultural.
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Escultura contemporânea de Matteo Ciffo, Frammenti - Nefertiti, 2026, edição 6/8, fusão a frio de pós de mármore e pedra, 40 cm de altura, 25 cm de largura, 26 cm de profundidade, peso 6,5 kg, assinada e autenticada pelo artista, vendida diretamente pelo artista, em excelente estado, Itália.
Descrição fornecida pelo vendedor
*CAUSA FECHAMENTO A EXPEDIÇÃO PARTIRÁ NO DIA 18/06/26*
- Escultura contemporânea de Matteo Ciffo (Itália - 1987). Título Fragmentos-Nefertiti
- Ano 2026. Edição nº 6/8 - Assinada e autenticada pelo artista, com certificado de autenticidade
- Material: Fosso a frio de pós de mármore e pedra
- Condições excelentes
Coleção FRAMMENTI
O confronto com a escultura clássica constitui um elemento central desta coleção. Aqueles formatos, historicamente associados à ideia de perfeição, eternidade e memória coletiva, são assumidos como ponto de partida e submetidos a um processo de fragmentação e redefinição.
A forma não é mais entendida como unidade estável, mas como condição transitória. É interrompida, desmontada e recomposta, revelando a própria natureza instável. O volume se abre, se separa em blocos e fragmentos, gerando uma nova estrutura em que o tempo não está mais escondido, mas se torna um elemento visível.
Essa tensão elimina a ideia de perfeição como estado absoluto. O que parece eterno revela a própria vulnerabilidade. A forma clássica sobrevive, mas transformada: não mais símbolo de imortalidade, mas presença atravessada pelo tempo, exposta à mutação e devolvida a uma nova dimensão.
MATTEO CIFFO
Nascido em Biella em 1987, desde 2007 desenvolve uma pesquisa centrada na matéria, em sua transformação e na memória que ela conserva. Meu trabalho nasce de uma relação direta com materiais nobres e complexos, como pós de mármore e pedra, pigmentos naturais, terras argilas, óxidos e metais. Não os considero meros instrumentos expressivos, mas presenças vivas, portadores de tempo, história e possibilidades de renascimento.
Através de um processo que considero mais ritual do que escultórico: um renascer da pedra guiado pela minha mão. A prática nasce da observação e do desejo de devolver vida àquilo que foi esmagado, abandonado ou esquecido. Fragmentos e restos, muitas vezes provenientes do trabalho de outros escultores, tornam-se matéria-prima para meus trabalhos.
Trata-se de materiais que já trazem uma história consigo. Desmonto-os e recomponho, gerando formas que não pertencem mais ao seu estado anterior, mas a uma nova condição. Cada obra emerge de um equilíbrio frágil entre perda e renascimento, entre memória e possibilidade, tornando visível o momento em que a matéria deixa de ser o que era e se torna algo diferente.
O percurso assume a forma de uma transformação que supera a escultura tradicional, aproximando-se de uma dimensão quase alquímica. Utilizo matérias que já tiveram existência, desmonto-as e as recomponho para gerar novas formas e identidades. Cada criação nasce de uma tensão entre destruição e regeneração, entre perda e memória, tornando visível um estado contínuo de mutação.
A pesquisa confronta materiais que incorporam uma contradição profunda: aparentemente eternos e indestrutíveis, mas ao mesmo tempo sensíveis e vulneráveis. O que parece imutável revela uma natureza instável, capaz de reagir, oxidar-se e transformar-se com o tempo. Essa condição torna a matéria parte ativa do trabalho, envolvida em um diálogo constante com o tempo e o ambiente.
A perfeição cede espaço à fragilidade, e a eternidade se manifesta como experiência viva e humana. A matéria não é subordinada, mas torna-se coautora, conservando na superfície as marcas do gesto, do processo e da própria evolução.
Autodidata, construí meu caminho por meio de experimentação, observação e escuta. A abordagem não visa ao controle, mas ao acompanhamento da matéria em sua transformação. As formas resultantes refletem o funcionamento da memória: estruturas nas quais fragmentos, traços e ausências convivem e se regeneram.
Esta prática explora a matéria como arquivo vivo. As esculturas emergem como presenças suspensas entre ruína e renascimento, entre permanência e transformação, devolvendo à matéria uma dimensão profundamente contemporânea e humana.
*CAUSA FECHAMENTO A EXPEDIÇÃO PARTIRÁ NO DIA 18/06/26*
- Escultura contemporânea de Matteo Ciffo (Itália - 1987). Título Fragmentos-Nefertiti
- Ano 2026. Edição nº 6/8 - Assinada e autenticada pelo artista, com certificado de autenticidade
- Material: Fosso a frio de pós de mármore e pedra
- Condições excelentes
Coleção FRAMMENTI
O confronto com a escultura clássica constitui um elemento central desta coleção. Aqueles formatos, historicamente associados à ideia de perfeição, eternidade e memória coletiva, são assumidos como ponto de partida e submetidos a um processo de fragmentação e redefinição.
A forma não é mais entendida como unidade estável, mas como condição transitória. É interrompida, desmontada e recomposta, revelando a própria natureza instável. O volume se abre, se separa em blocos e fragmentos, gerando uma nova estrutura em que o tempo não está mais escondido, mas se torna um elemento visível.
Essa tensão elimina a ideia de perfeição como estado absoluto. O que parece eterno revela a própria vulnerabilidade. A forma clássica sobrevive, mas transformada: não mais símbolo de imortalidade, mas presença atravessada pelo tempo, exposta à mutação e devolvida a uma nova dimensão.
MATTEO CIFFO
Nascido em Biella em 1987, desde 2007 desenvolve uma pesquisa centrada na matéria, em sua transformação e na memória que ela conserva. Meu trabalho nasce de uma relação direta com materiais nobres e complexos, como pós de mármore e pedra, pigmentos naturais, terras argilas, óxidos e metais. Não os considero meros instrumentos expressivos, mas presenças vivas, portadores de tempo, história e possibilidades de renascimento.
Através de um processo que considero mais ritual do que escultórico: um renascer da pedra guiado pela minha mão. A prática nasce da observação e do desejo de devolver vida àquilo que foi esmagado, abandonado ou esquecido. Fragmentos e restos, muitas vezes provenientes do trabalho de outros escultores, tornam-se matéria-prima para meus trabalhos.
Trata-se de materiais que já trazem uma história consigo. Desmonto-os e recomponho, gerando formas que não pertencem mais ao seu estado anterior, mas a uma nova condição. Cada obra emerge de um equilíbrio frágil entre perda e renascimento, entre memória e possibilidade, tornando visível o momento em que a matéria deixa de ser o que era e se torna algo diferente.
O percurso assume a forma de uma transformação que supera a escultura tradicional, aproximando-se de uma dimensão quase alquímica. Utilizo matérias que já tiveram existência, desmonto-as e as recomponho para gerar novas formas e identidades. Cada criação nasce de uma tensão entre destruição e regeneração, entre perda e memória, tornando visível um estado contínuo de mutação.
A pesquisa confronta materiais que incorporam uma contradição profunda: aparentemente eternos e indestrutíveis, mas ao mesmo tempo sensíveis e vulneráveis. O que parece imutável revela uma natureza instável, capaz de reagir, oxidar-se e transformar-se com o tempo. Essa condição torna a matéria parte ativa do trabalho, envolvida em um diálogo constante com o tempo e o ambiente.
A perfeição cede espaço à fragilidade, e a eternidade se manifesta como experiência viva e humana. A matéria não é subordinada, mas torna-se coautora, conservando na superfície as marcas do gesto, do processo e da própria evolução.
Autodidata, construí meu caminho por meio de experimentação, observação e escuta. A abordagem não visa ao controle, mas ao acompanhamento da matéria em sua transformação. As formas resultantes refletem o funcionamento da memória: estruturas nas quais fragmentos, traços e ausências convivem e se regeneram.
Esta prática explora a matéria como arquivo vivo. As esculturas emergem como presenças suspensas entre ruína e renascimento, entre permanência e transformação, devolvendo à matéria uma dimensão profundamente contemporânea e humana.
