Andreu Torralba (1951) - El tren de Olot






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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Andreu Torralba (1951), aquarela intitulada El tren de Olot, edição Original de 2000–2010, 40 cm por 80 cm, com moldura incluída, assinado à mão, em bom estado, vendido pela Galería.
Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Andreu Torralba, que representa uma antiga estação ferroviária onde uma locomotiva a vapor e seus vagões descansam em um ambiente tranquilo cheio de nostalgia, história e harmonia com a natureza. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 40x80x3 cm.
· Dimensões da obra: 30x70 cm.
· Aquarela assinada à mão pelo artista no canto direito da obra, A. Torralba.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com moldura preciosa com vidro protetor (incluído no leilão como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativo; podem existir diferenças com relação ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro transporta-nos a uma antiga estação ferroviária carregada de nostalgia, memória histórica e encanto industrial, onde uma locomotiva a vapor descansa silenciosamente junto a vários vagões sob um céu suave e luminoso. A cena transmite imediatamente uma sensação de viagem parada no tempo, evocando épocas em que o trem representava progresso, aventura e a conexão entre cidades e paisagens. A grande locomotiva ocupa o protagonismo absoluto da composição, impondo a sua presença robusta e monumental diante do ambiente tranquilo que a envolve. O espectador pode imaginar o som do vapor, o movimento pausado das rodas e a atividade que, noutros tempos, teria preenchido este canto ferroviário de vida e energia.
A locomotiva destaca-se pela sua estrutura metálica poderosa e pela maneira como se representa o seu volume escuro frente aos tons mais quentes e naturais do ambiente. A fumaça que emerge suavemente da chaminé aporta dinamismo e dá a impressão de que o trem ainda conserva algo de vida, como se estivesse prestes a iniciar uma nova viagem. Os vagões alinhados atrás da máquina adicionam profundidade e continuidade visual à cena, reforçando a sensação de percurso e perspetiva. Cada elemento ferroviário está integrado com grande equilíbrio dentro da composição, criando uma atmosfera carregada de autenticidade e romantismo industrial.
Em contraste com a força mecânica do trem, a paisagem natural traz serenidade e frescura à obra. As árvores verdes que rodeiam a estação envolvem a cena com uma sensação de calma e harmonia, suavizando o carácter industrial do conjunto. A vegetação parece abraçar lentamente as antigas vias e estruturas, como se o passar do tempo tivesse unido a natureza e a maquinaria numa convivência silenciosa. Este diálogo entre ferro e natureza dota a pintura de uma dimensão poética muito especial, onde o progresso humano e a paisagem convivem sem conflito. A luz natural, suave e ligeiramente difusa, contribui para criar uma atmosfera evocadora e profundamente emocional.
Um dos aspetos mais atrativos da obra é a presença do edifício rosado do fundo, cuja arquitetura confere um ar elegante e pitoresco a toda a cena. A estação não aparece como um espaço frio ou puramente funcional, mas como um lugar cheio de caráter e memória. As tonalidades quentes das fachadas contrastam harmoniosamente com os tons escuros da locomotiva e com os verdes do entorno, gerando uma composição visual rica e equilibrada. A amplitude do céu e a clareza ambiental reforçam a sensação de espaço aberto e tranquilidade, enquanto os pequenos detalhes dispersos pelo terreno acrescentam naturalidade e vida quotidiana à representação.
No conjunto, este quadro é uma magnífica evocação do mundo ferroviário tradicional, onde a potência da locomotiva, a serenidade da paisagem e o encanto arquitetónico da estação criam uma cena repleta de nostalgia, história e sensibilidade visual. A obra transmite o espírito romântico da viagem e do passar do tempo através de uma composição equilibrada e profundamente evocadora.
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Andreu Torralba, que representa uma antiga estação ferroviária onde uma locomotiva a vapor e seus vagões descansam em um ambiente tranquilo cheio de nostalgia, história e harmonia com a natureza. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 40x80x3 cm.
· Dimensões da obra: 30x70 cm.
· Aquarela assinada à mão pelo artista no canto direito da obra, A. Torralba.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com moldura preciosa com vidro protetor (incluído no leilão como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativo; podem existir diferenças com relação ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro transporta-nos a uma antiga estação ferroviária carregada de nostalgia, memória histórica e encanto industrial, onde uma locomotiva a vapor descansa silenciosamente junto a vários vagões sob um céu suave e luminoso. A cena transmite imediatamente uma sensação de viagem parada no tempo, evocando épocas em que o trem representava progresso, aventura e a conexão entre cidades e paisagens. A grande locomotiva ocupa o protagonismo absoluto da composição, impondo a sua presença robusta e monumental diante do ambiente tranquilo que a envolve. O espectador pode imaginar o som do vapor, o movimento pausado das rodas e a atividade que, noutros tempos, teria preenchido este canto ferroviário de vida e energia.
A locomotiva destaca-se pela sua estrutura metálica poderosa e pela maneira como se representa o seu volume escuro frente aos tons mais quentes e naturais do ambiente. A fumaça que emerge suavemente da chaminé aporta dinamismo e dá a impressão de que o trem ainda conserva algo de vida, como se estivesse prestes a iniciar uma nova viagem. Os vagões alinhados atrás da máquina adicionam profundidade e continuidade visual à cena, reforçando a sensação de percurso e perspetiva. Cada elemento ferroviário está integrado com grande equilíbrio dentro da composição, criando uma atmosfera carregada de autenticidade e romantismo industrial.
Em contraste com a força mecânica do trem, a paisagem natural traz serenidade e frescura à obra. As árvores verdes que rodeiam a estação envolvem a cena com uma sensação de calma e harmonia, suavizando o carácter industrial do conjunto. A vegetação parece abraçar lentamente as antigas vias e estruturas, como se o passar do tempo tivesse unido a natureza e a maquinaria numa convivência silenciosa. Este diálogo entre ferro e natureza dota a pintura de uma dimensão poética muito especial, onde o progresso humano e a paisagem convivem sem conflito. A luz natural, suave e ligeiramente difusa, contribui para criar uma atmosfera evocadora e profundamente emocional.
Um dos aspetos mais atrativos da obra é a presença do edifício rosado do fundo, cuja arquitetura confere um ar elegante e pitoresco a toda a cena. A estação não aparece como um espaço frio ou puramente funcional, mas como um lugar cheio de caráter e memória. As tonalidades quentes das fachadas contrastam harmoniosamente com os tons escuros da locomotiva e com os verdes do entorno, gerando uma composição visual rica e equilibrada. A amplitude do céu e a clareza ambiental reforçam a sensação de espaço aberto e tranquilidade, enquanto os pequenos detalhes dispersos pelo terreno acrescentam naturalidade e vida quotidiana à representação.
No conjunto, este quadro é uma magnífica evocação do mundo ferroviário tradicional, onde a potência da locomotiva, a serenidade da paisagem e o encanto arquitetónico da estação criam uma cena repleta de nostalgia, história e sensibilidade visual. A obra transmite o espírito romântico da viagem e do passar do tempo através de uma composição equilibrada e profundamente evocadora.
