Palmira Teixidor (1928-2011) - Bouquet





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Palmira Teixidor, Bouquet, óleo sobre tela, edição original, período 2010-2020, assinado a mão, 48 cm de altura por 29,5 cm de largura (com passe-partout branco).
Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Palmira Teixidor, que representa uma visão poética e abstrata de um universo floral cheio de movimento, sensibilidade e emoção, onde a natureza se transforma em uma expressão livre e profundamente evocadora. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões com passe-partout branco: 48x29,5x1 cm.
· Dimensões da obra: 30x16 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto direito da obra, Teixidor.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envíos disponíveis a nível internacional.
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Este quadro seduz imediatamente pela sua extraordinária riqueza visual e pela forma como transforma um motivo floral numa composição cheia de energia, sofisticação e sensibilidade poética. A obra parece construída a partir de impulsos emocionais e gestos espontâneos que se entrelaçam até formar uma espécie de jardim abstrato suspenso no espaço. Sobre um fundo claro e luminoso desenvolve-se uma grande massa floral em tons suaves, onde rosas delicadas, brancos cremosos, pretos profundos e verdes escuros se fundem numa coreografia visual de enorme intensidade. Mais do que representar um ramo convencional, a obra transmite a sensação de estar contemplando a própria essência da natureza em expansão, como se as flores se desfizessem e renascessem continuamente perante o olhar do espectador.
A composição possui uma verticalidade elegante que dirige o olhar para cima, criando uma sensação de crescimento orgânico e movimento ascendente. As formas florais aparecem abertas, fragmentadas e superpostas, gerando uma textura muito rica que confere profundidade e dinamismo. Os tons rosados introduzem uma delicadeza emocional extraordinária, enquanto as cores neutras e terrosas equilibram a cena com uma atmosfera serena e sofisticada. As manchas escuras e as linhas rápidas que atravessam o conjunto acrescentam tensão e vitalidade, lembrando ramos, folhas ou gestos caligráficos que flutuam ao redor das flores. Cada elemento parece surgir de forma livre e intuitiva, mas ao mesmo tempo tudo mantém uma harmonia interna muito refinada.
Um dos aspectos mais fascinantes da obra é a maneira como combina fragilidade e força dentro de uma mesma imagem. Algumas flores parecem abrir-se suavemente, enquanto outras se transformam em formas quase abstratas que se misturam com o fundo. O quadro não busca uma representação exata da realidade, mas uma interpretação emocional da natureza. A matéria visual adquire aqui um protagonismo absoluto: as camadas, relevos e gestos geram uma sensação tátil muito poderosa que convida a contemplar cada canto com atenção. A luz parece filtrar-se entre pétalas e sombras, criando destelhos sutis que fazem com que a composição respire e permaneça viva.
A atmosfera geral transmite uma mistura de serenidade e energia contida. Existe algo profundamente contemporâneo na liberdade com que as formas são estruturadas, mas também uma grande sensibilidade lírica que conecta a obra à tradição das composições florais mais evocadoras. O espectador pode sentir que as flores simbolizam emoções, lembranças ou estados da alma em transformação constante. A ausência de limites definidos entre as formas transforma a cena numa experiência quase onírica, onde tudo parece fluir e expandir-se além do próprio quadro. A obra possui assim uma dimensão íntima e contemplativa que a torna especialmente atraente e envolvente.
No conjunto, este quadro é uma celebração da natureza entendida como emoção, movimento e liberdade criativa. A delicadeza cromática, a riqueza de texturas e a força gestual convertem a composição numa peça profundamente elegante e expresiva, capaz de transmitir beleza, sensibilidade e dinamismo em cada detalhe.
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Palmira Teixidor, que representa uma visão poética e abstrata de um universo floral cheio de movimento, sensibilidade e emoção, onde a natureza se transforma em uma expressão livre e profundamente evocadora. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões com passe-partout branco: 48x29,5x1 cm.
· Dimensões da obra: 30x16 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto direito da obra, Teixidor.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envíos disponíveis a nível internacional.
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Este quadro seduz imediatamente pela sua extraordinária riqueza visual e pela forma como transforma um motivo floral numa composição cheia de energia, sofisticação e sensibilidade poética. A obra parece construída a partir de impulsos emocionais e gestos espontâneos que se entrelaçam até formar uma espécie de jardim abstrato suspenso no espaço. Sobre um fundo claro e luminoso desenvolve-se uma grande massa floral em tons suaves, onde rosas delicadas, brancos cremosos, pretos profundos e verdes escuros se fundem numa coreografia visual de enorme intensidade. Mais do que representar um ramo convencional, a obra transmite a sensação de estar contemplando a própria essência da natureza em expansão, como se as flores se desfizessem e renascessem continuamente perante o olhar do espectador.
A composição possui uma verticalidade elegante que dirige o olhar para cima, criando uma sensação de crescimento orgânico e movimento ascendente. As formas florais aparecem abertas, fragmentadas e superpostas, gerando uma textura muito rica que confere profundidade e dinamismo. Os tons rosados introduzem uma delicadeza emocional extraordinária, enquanto as cores neutras e terrosas equilibram a cena com uma atmosfera serena e sofisticada. As manchas escuras e as linhas rápidas que atravessam o conjunto acrescentam tensão e vitalidade, lembrando ramos, folhas ou gestos caligráficos que flutuam ao redor das flores. Cada elemento parece surgir de forma livre e intuitiva, mas ao mesmo tempo tudo mantém uma harmonia interna muito refinada.
Um dos aspectos mais fascinantes da obra é a maneira como combina fragilidade e força dentro de uma mesma imagem. Algumas flores parecem abrir-se suavemente, enquanto outras se transformam em formas quase abstratas que se misturam com o fundo. O quadro não busca uma representação exata da realidade, mas uma interpretação emocional da natureza. A matéria visual adquire aqui um protagonismo absoluto: as camadas, relevos e gestos geram uma sensação tátil muito poderosa que convida a contemplar cada canto com atenção. A luz parece filtrar-se entre pétalas e sombras, criando destelhos sutis que fazem com que a composição respire e permaneça viva.
A atmosfera geral transmite uma mistura de serenidade e energia contida. Existe algo profundamente contemporâneo na liberdade com que as formas são estruturadas, mas também uma grande sensibilidade lírica que conecta a obra à tradição das composições florais mais evocadoras. O espectador pode sentir que as flores simbolizam emoções, lembranças ou estados da alma em transformação constante. A ausência de limites definidos entre as formas transforma a cena numa experiência quase onírica, onde tudo parece fluir e expandir-se além do próprio quadro. A obra possui assim uma dimensão íntima e contemplativa que a torna especialmente atraente e envolvente.
No conjunto, este quadro é uma celebração da natureza entendida como emoção, movimento e liberdade criativa. A delicadeza cromática, a riqueza de texturas e a força gestual convertem a composição numa peça profundamente elegante e expresiva, capaz de transmitir beleza, sensibilidade e dinamismo em cada detalhe.

