Francisco Diaz Sanchez (1912-?) - Spring In El Born





Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 134559 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Spring In El Born, uma pintura a óleo de Espanha (1960–1970), vendida com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
RUA DO BORN NA PRIMAVERA, BARCELONA
Francisco Díaz Sanz
Óleo sobre tela
Medidas da obra: 27 x 22 cm
Medidas totais aproximadas: 46 x 42 cm
Assinado no canto inferior direito
Técnica: óleo sobre tela
Autor: Francisco Díaz Sanz
Cronologia: século XX
Escola: pintura espanhola de sensibilidade pós-impressionista
Suporte: tela
Medidas da obra: 27 x 22 cm
Medidas totais: 46 x 42 cm
Assinatura: assinada no canto inferior direito
Tema: vista urbana de Barcelona, com evocação do bairro do Born na primavera
Estado de conservação: bom estado geral, com sinais normais decorrentes da técnica, da idade e de sua manipulação
Apresentação: a obra é apresentada emoldurada, com moldura decorativa de época posterior, conforme pode ser visto nas fotografias
-- A obra será embaladas de forma profissional com embalagem sob medida e enviada com seguro para qualquer destino internacional.
-- Trabalhamos com centro logístico especializado, com preparação e distribuição aproximadamente em 3 dias após a confirmação do pagamento.
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1. Natureza da obra
Estamos diante de um óleo sobre tela assinado por Francisco Díaz Sanz, realizado dentro de uma linguagem de clara sensibilidade pós-impressionista, em pequeno formato, com uma composição de caráter íntimo e muito sugestivo.
A pintura apresenta uma vista urbana de Barcelona interpretada com liberdade cromática e uma pincelada viva, centrada em uma arquitetura reconhecível que emerge entre a vegetação e a vibração atmosférica do entorno.
1.2. Tema representado
A cena evoca uma rua ou canto do Born de Barcelona na primavera, onde a arquitetura, a luz e o folhaje dialogam em uma imagem de grande encanto visual.
A torre campanário que se ergue ao fundo atua como eixo da composição e confere identidade ao conjunto, enquanto a vegetação, tratada com pincelada solta e colorida, envolve a cena em uma atmosfera luminosa e sazonal.
2. DESCRIÇÃO ARTÍSTICA
2.1. Composição
A composição está organizada a partir de um caminho ou rua que ascende suavemente em direção ao núcleo arquitetônico do fundo.
A igreja ou edifício principal aparece parcialmente velado pela massa vegetal, o que reforça a sensação de intimidade e de descoberta visual, como se o espectador descobrisse um canto escondido da cidade.
2.2. Pincelada e cor
Um dos maiores encantos da obra reside em sua pincelada solta, vibrante e decididamente pictórica.
A paleta combina verdes, violetas, azuis, ocre, amarelos e rosas com grande frescor, gerando uma superfície viva, rica em nuances e especialmente atrativa pela liberdade expressiva. A matéria pictórica não persegue uma descrição minuciosa, mas uma impressão sensível do lugar, onde a luz e a cor têm protagonismo absoluto.
3. ESTILO, ESCOLA E ICONOGRAFIA
3.1. Linguagem pós-impressionista
A obra inscreve-se dentro de uma sensibilidade pós-impressionista, perceptível na autonomia da pincelada, na construção da forma por manchas de cor e na vontade de captar uma atmosfera antes de uma transcrição literal da realidade.
O artista simplifica certos elementos arquitetônicos e naturais para reforçar a musicalidade do conjunto, favorecendo uma leitura plástica mais livre, espontânea e moderna.
3.2. Contexto visual e afinidade catalã
Apesar de se tratar de uma obra de pequeno formato, possui presença notável e identidade muito ligada ao gosto por recantos urbanos mediterrâneos.
A relação entre arquitetura e vegetação, bem como o protagonismo da luz suave e o cromatismo matizado, remetem a uma tradição pictórica espanhola e catalã de cenas urbanas intimistas, onde a paisagem vivida se torna emoção visual.
4. ESTADO DE CONSERVAÇÃO
4.1. Conservação geral
A obra apresenta bom estado geral de conservação.
Apreendem-se sinais leves e normais de acordo com a técnica, o passar do tempo e sua manipulação, mas não comprometem nem a leitura estética nem a presença decorativa do conjunto.
4.2. Observações sobre marco e apresentação
A obra apresenta-se com moldura, o que realça sua presença e favorece sua leitura como peça pronta para exibição.
Como é habitual, o marco é considerado um elemento complementar e é entregue como cortesia, conforme mostrado nas fotografias.
5. GARANTIA, TRANSPARÊNCIA E ENVIO
5.1. Catalogação prudente
A obra é catalogada como original de Francisco Díaz Sanz, conforme a assinatura visível e as informações fornecidas.
A atribuição aqui indicada é formulada com vontade descritiva e comercial prudente, baseando-se nos elementos materiais e visuais disponíveis.
5.2. Fotografias como parte da descrição
As fotografias constituem parte essencial da descrição.
Nelas é possível apreciar o estado de conservação, a assinatura, a factura pictórica, a apresentação geral e os aspectos materiais da obra, pelo que não serão aceiras reclamações sobre elementos visíveis ou razoavelmente dedutíveis a partir dessas imagens.
5.3. Embalagem e condições de envio
A obra será embalada profissionalmente com embalagem sob medida e enviada com seguro para qualquer destino internacional.
Trabalhamos com centro logístico especializado, com preparação e expedição aproximadas em 3 dias após a confirmação do pagamento. Em destinos insulares, zonas remotas, áreas de tarifa elevada ou envios extracomunitários, os possíveis custos adicionais ficarão a cargo do comprador.
6. CONSIDERAÇÃO
6.1. Um canto íntimo de Barcelona
Esta pintura possui o encanto de formatos pequenos que contêm muito mais do que aparentam.
Não precisa de monumentalidade para emocionar: basta uma rua, uma torre, um caminho insinuado e uma vegetação vibrante para construir uma cena cheia de memória, de estação e de presença.
6.2. Primavera, cidade e pintura
Há nesta obra uma sensação muito agradável de primavera urbana.
A arquitetura aparece envolta pela natureza, como se a cidade respirasse entre jardins e silêncios. A pincelada livre, a cor acesa e o formato íntimo transformam a pintura numa peça especialmente atrativa para quem aprecia a poesia visual dos cantos barceloneses e o calor da pintura pós-impressionista.
Mais sobre o vendedor
RUA DO BORN NA PRIMAVERA, BARCELONA
Francisco Díaz Sanz
Óleo sobre tela
Medidas da obra: 27 x 22 cm
Medidas totais aproximadas: 46 x 42 cm
Assinado no canto inferior direito
Técnica: óleo sobre tela
Autor: Francisco Díaz Sanz
Cronologia: século XX
Escola: pintura espanhola de sensibilidade pós-impressionista
Suporte: tela
Medidas da obra: 27 x 22 cm
Medidas totais: 46 x 42 cm
Assinatura: assinada no canto inferior direito
Tema: vista urbana de Barcelona, com evocação do bairro do Born na primavera
Estado de conservação: bom estado geral, com sinais normais decorrentes da técnica, da idade e de sua manipulação
Apresentação: a obra é apresentada emoldurada, com moldura decorativa de época posterior, conforme pode ser visto nas fotografias
-- A obra será embaladas de forma profissional com embalagem sob medida e enviada com seguro para qualquer destino internacional.
-- Trabalhamos com centro logístico especializado, com preparação e distribuição aproximadamente em 3 dias após a confirmação do pagamento.
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1. Natureza da obra
Estamos diante de um óleo sobre tela assinado por Francisco Díaz Sanz, realizado dentro de uma linguagem de clara sensibilidade pós-impressionista, em pequeno formato, com uma composição de caráter íntimo e muito sugestivo.
A pintura apresenta uma vista urbana de Barcelona interpretada com liberdade cromática e uma pincelada viva, centrada em uma arquitetura reconhecível que emerge entre a vegetação e a vibração atmosférica do entorno.
1.2. Tema representado
A cena evoca uma rua ou canto do Born de Barcelona na primavera, onde a arquitetura, a luz e o folhaje dialogam em uma imagem de grande encanto visual.
A torre campanário que se ergue ao fundo atua como eixo da composição e confere identidade ao conjunto, enquanto a vegetação, tratada com pincelada solta e colorida, envolve a cena em uma atmosfera luminosa e sazonal.
2. DESCRIÇÃO ARTÍSTICA
2.1. Composição
A composição está organizada a partir de um caminho ou rua que ascende suavemente em direção ao núcleo arquitetônico do fundo.
A igreja ou edifício principal aparece parcialmente velado pela massa vegetal, o que reforça a sensação de intimidade e de descoberta visual, como se o espectador descobrisse um canto escondido da cidade.
2.2. Pincelada e cor
Um dos maiores encantos da obra reside em sua pincelada solta, vibrante e decididamente pictórica.
A paleta combina verdes, violetas, azuis, ocre, amarelos e rosas com grande frescor, gerando uma superfície viva, rica em nuances e especialmente atrativa pela liberdade expressiva. A matéria pictórica não persegue uma descrição minuciosa, mas uma impressão sensível do lugar, onde a luz e a cor têm protagonismo absoluto.
3. ESTILO, ESCOLA E ICONOGRAFIA
3.1. Linguagem pós-impressionista
A obra inscreve-se dentro de uma sensibilidade pós-impressionista, perceptível na autonomia da pincelada, na construção da forma por manchas de cor e na vontade de captar uma atmosfera antes de uma transcrição literal da realidade.
O artista simplifica certos elementos arquitetônicos e naturais para reforçar a musicalidade do conjunto, favorecendo uma leitura plástica mais livre, espontânea e moderna.
3.2. Contexto visual e afinidade catalã
Apesar de se tratar de uma obra de pequeno formato, possui presença notável e identidade muito ligada ao gosto por recantos urbanos mediterrâneos.
A relação entre arquitetura e vegetação, bem como o protagonismo da luz suave e o cromatismo matizado, remetem a uma tradição pictórica espanhola e catalã de cenas urbanas intimistas, onde a paisagem vivida se torna emoção visual.
4. ESTADO DE CONSERVAÇÃO
4.1. Conservação geral
A obra apresenta bom estado geral de conservação.
Apreendem-se sinais leves e normais de acordo com a técnica, o passar do tempo e sua manipulação, mas não comprometem nem a leitura estética nem a presença decorativa do conjunto.
4.2. Observações sobre marco e apresentação
A obra apresenta-se com moldura, o que realça sua presença e favorece sua leitura como peça pronta para exibição.
Como é habitual, o marco é considerado um elemento complementar e é entregue como cortesia, conforme mostrado nas fotografias.
5. GARANTIA, TRANSPARÊNCIA E ENVIO
5.1. Catalogação prudente
A obra é catalogada como original de Francisco Díaz Sanz, conforme a assinatura visível e as informações fornecidas.
A atribuição aqui indicada é formulada com vontade descritiva e comercial prudente, baseando-se nos elementos materiais e visuais disponíveis.
5.2. Fotografias como parte da descrição
As fotografias constituem parte essencial da descrição.
Nelas é possível apreciar o estado de conservação, a assinatura, a factura pictórica, a apresentação geral e os aspectos materiais da obra, pelo que não serão aceiras reclamações sobre elementos visíveis ou razoavelmente dedutíveis a partir dessas imagens.
5.3. Embalagem e condições de envio
A obra será embalada profissionalmente com embalagem sob medida e enviada com seguro para qualquer destino internacional.
Trabalhamos com centro logístico especializado, com preparação e expedição aproximadas em 3 dias após a confirmação do pagamento. Em destinos insulares, zonas remotas, áreas de tarifa elevada ou envios extracomunitários, os possíveis custos adicionais ficarão a cargo do comprador.
6. CONSIDERAÇÃO
6.1. Um canto íntimo de Barcelona
Esta pintura possui o encanto de formatos pequenos que contêm muito mais do que aparentam.
Não precisa de monumentalidade para emocionar: basta uma rua, uma torre, um caminho insinuado e uma vegetação vibrante para construir uma cena cheia de memória, de estação e de presença.
6.2. Primavera, cidade e pintura
Há nesta obra uma sensação muito agradável de primavera urbana.
A arquitetura aparece envolta pela natureza, como se a cidade respirasse entre jardins e silêncios. A pincelada livre, a cor acesa e o formato íntimo transformam a pintura numa peça especialmente atrativa para quem aprecia a poesia visual dos cantos barceloneses e o calor da pintura pós-impressionista.

