Sandra Chinelate - Mimesis





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Sandra Chinelate, pintura a óleo em tela Mimesis (2026), original contemporâneo, 40 × 50 × 3,5 cm, sem moldura, assinada no canto inferior esquerdo, com certificado de autenticidade.
Descrição fornecida pelo vendedor
Título: Mimesis
Pintura a óleo em tela
Sem moldura
Dimensões: 40 X 50 x 3,5 cm
Bordas totalmente pintadas, além do gancho, tornam a obra pronta para ser pendurada.
Ano: 2026
Com certificado de autenticidade
Assinado na parte inferior esquerda
A obra investiga a tensão entre referente e simulacro, relacionando dois sujeitos que compartilham a mesma matriz visual, embora pertençam a diferentes regimes de realidade. A proximidade entre o orgânico e o artificial suspende toda hierarquia entre original e cópia, transformando a imagem em um espaço de negociação perceptiva. Nesse encontro, a semelhança não confirma a identidade, mas a revela ambiguidade, abrindo uma reflexão sobre como a cultura constrói, reproduz e reconhece o real.
Sandra Chinelate, brasileira, trabalha na investigação física e existencial conduzida com as ferramentas da pintura figurativa. Formada em letras, e ainda criança uma artista autodidata, mudou-se para a Itália e, influenciada por seu múltiplo olhar sociolinguístico, conduz sua pesquisa pictórica com o objetivo de promover um encontro entre os diferentes sujeitos sociais, onde diferentes idades, as cores da pele, as paixões e as inquietudes humanas são contempladas a partir de um forte desejo da artista de exaltar suas facetas, salvaguardando seus personagens de qualquer pré-julgamento. Dedica-se com igual fervor à busca do detalhe, da luz e da perspectiva na sua amada técnica do hiperrealismo, na qual se especializa desde seus primeiros experimentos artísticos. Desde 2005 expõe em inúmeras exposições individuais e coletivas. Trabalha com óleo e técnica mista em tela e em painel.
Para o catálogo de uma de suas mais importantes exposições individuais, a crítica de arte romana Lea Mattarella realizou uma avaliação; ao final dessa avaliação, escreveu: "e se há dor, se há fadiga, Chinelate incorpora às palavras de Rumi, o poeta sufí medieval, convencido de que 'a ferida é o ponto de onde a luz pode penetrar em você'".
Essa leitura Sandra Chinelate aplica tanto à alma humana que ela retrata quanto aos objetos, todos em igual equilíbrio de importância e ordem.
Título: Mimesis
Pintura a óleo em tela
Sem moldura
Dimensões: 40 X 50 x 3,5 cm
Bordas totalmente pintadas, além do gancho, tornam a obra pronta para ser pendurada.
Ano: 2026
Com certificado de autenticidade
Assinado na parte inferior esquerda
A obra investiga a tensão entre referente e simulacro, relacionando dois sujeitos que compartilham a mesma matriz visual, embora pertençam a diferentes regimes de realidade. A proximidade entre o orgânico e o artificial suspende toda hierarquia entre original e cópia, transformando a imagem em um espaço de negociação perceptiva. Nesse encontro, a semelhança não confirma a identidade, mas a revela ambiguidade, abrindo uma reflexão sobre como a cultura constrói, reproduz e reconhece o real.
Sandra Chinelate, brasileira, trabalha na investigação física e existencial conduzida com as ferramentas da pintura figurativa. Formada em letras, e ainda criança uma artista autodidata, mudou-se para a Itália e, influenciada por seu múltiplo olhar sociolinguístico, conduz sua pesquisa pictórica com o objetivo de promover um encontro entre os diferentes sujeitos sociais, onde diferentes idades, as cores da pele, as paixões e as inquietudes humanas são contempladas a partir de um forte desejo da artista de exaltar suas facetas, salvaguardando seus personagens de qualquer pré-julgamento. Dedica-se com igual fervor à busca do detalhe, da luz e da perspectiva na sua amada técnica do hiperrealismo, na qual se especializa desde seus primeiros experimentos artísticos. Desde 2005 expõe em inúmeras exposições individuais e coletivas. Trabalha com óleo e técnica mista em tela e em painel.
Para o catálogo de uma de suas mais importantes exposições individuais, a crítica de arte romana Lea Mattarella realizou uma avaliação; ao final dessa avaliação, escreveu: "e se há dor, se há fadiga, Chinelate incorpora às palavras de Rumi, o poeta sufí medieval, convencido de que 'a ferida é o ponto de onde a luz pode penetrar em você'".
Essa leitura Sandra Chinelate aplica tanto à alma humana que ela retrata quanto aos objetos, todos em igual equilíbrio de importância e ordem.

