MEDSAN - Death Note : The Shinigami's Bargain (デスノート) - UNIQUE WORK






Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.
€2 | ||
|---|---|---|
€1 |
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 134884 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Medsan, Death Note : The Shinigami's Bargain (デスノート) – OBRA ÚNICA, giclée em madeira 40 × 60 cm, assinada à mão, edição 1/1, ano 2026, produzida na França, em excelente estado, vendida diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
NÃO EXISTE MAIS QUE UM NO MUNDO - EDIÇÃO 1/1
Com esta obra em formato retrato, Medsan assina uma reinterpretação magistral de uma das sagas de mangá mais celebradas do início do século XXI, transpondo o universo psicológico de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata para a linguagem da estampa japonesa tradicional de Edo. Esta gravura única coloca em cena o célebre pacto funesto entre Light Yagami e o shinigami Ryuk — duas figuras emblemáticas da cultura pop japonesa contemporânea — reimaginadas à maneira dos grandes mestres do ukiyo-e do século XIX.
A magia da composição reside nesta transposição temporal vertiginosa. Em primeiro plano, o jovem Kira de kimono escuro, seu chapéu de palha tradicional (sandogasa) protegendo seu olhar decidido da chuva incessante, anota com concentração os nomes amaldiçoados no Death Note — este caderno da morte cujo poder sobrenatural pode matar quem tiver seu nome inscrito. A profusão de penas entre seus dedos dialoga com os caracteres japoneses (デスノート) inscritos na capa do caderno. Algumas maçãs pretas — essas frutas tão caras a Ryuk — jazem pelo calçamento molhado aos seus pés, abandonadas como oferendas ao deus da morte. Ao fundo, empoleirado na vedação de uma viela antiga de Edo, Ryuk em pessoa inclina-se sobre o episódio — silhueta bem delineada com longos cabelos negros eriçados, mandíbula aterradora, sorriso sinistro estendido, olhos inflamados de um vermelho sangrento que atravessam a noite chuvosa. O shinigami, espírito da morte na mitologia japonesa, observa seu protegido humano com aquela mistura característica de divertimento cínico e indiferença milenar.
O impacto da composição é magistralmente valorizado por um tratamento pictural que reproduz fielmente os códigos gráficos do ukiyo-e do XIX século — traço negro firme, planos de cores limitados, hachuração minuciosa dos cabelos e dos têxteis, luminárias de papel (chochin) suspensas ao longo da viela noturna. A paleta dominante — azuis de Prússia profundos da chuva e do céu, cinza ardósia das calçadas molhadas, beges do chapéu de palha e ocres dourados das lanternas, toques de vermelho-sangue para os olhos do shinigami e o hanko na maçã — cria uma atmosfera crepuscular, fascinante pela autenticidade histórica. O papel washi envelhecido com bordas levemente amareladas simula com perfeição o aspecto das gravuras antigas de séculos passados. O cartucho vertical tradicional no canto superior direito, que abriga o título
NÃO EXISTE MAIS QUE UM NO MUNDO - EDIÇÃO 1/1
Com esta obra em formato retrato, Medsan assina uma reinterpretação magistral de uma das sagas de mangá mais celebradas do início do século XXI, transpondo o universo psicológico de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata para a linguagem da estampa japonesa tradicional de Edo. Esta gravura única coloca em cena o célebre pacto funesto entre Light Yagami e o shinigami Ryuk — duas figuras emblemáticas da cultura pop japonesa contemporânea — reimaginadas à maneira dos grandes mestres do ukiyo-e do século XIX.
A magia da composição reside nesta transposição temporal vertiginosa. Em primeiro plano, o jovem Kira de kimono escuro, seu chapéu de palha tradicional (sandogasa) protegendo seu olhar decidido da chuva incessante, anota com concentração os nomes amaldiçoados no Death Note — este caderno da morte cujo poder sobrenatural pode matar quem tiver seu nome inscrito. A profusão de penas entre seus dedos dialoga com os caracteres japoneses (デスノート) inscritos na capa do caderno. Algumas maçãs pretas — essas frutas tão caras a Ryuk — jazem pelo calçamento molhado aos seus pés, abandonadas como oferendas ao deus da morte. Ao fundo, empoleirado na vedação de uma viela antiga de Edo, Ryuk em pessoa inclina-se sobre o episódio — silhueta bem delineada com longos cabelos negros eriçados, mandíbula aterradora, sorriso sinistro estendido, olhos inflamados de um vermelho sangrento que atravessam a noite chuvosa. O shinigami, espírito da morte na mitologia japonesa, observa seu protegido humano com aquela mistura característica de divertimento cínico e indiferença milenar.
O impacto da composição é magistralmente valorizado por um tratamento pictural que reproduz fielmente os códigos gráficos do ukiyo-e do XIX século — traço negro firme, planos de cores limitados, hachuração minuciosa dos cabelos e dos têxteis, luminárias de papel (chochin) suspensas ao longo da viela noturna. A paleta dominante — azuis de Prússia profundos da chuva e do céu, cinza ardósia das calçadas molhadas, beges do chapéu de palha e ocres dourados das lanternas, toques de vermelho-sangue para os olhos do shinigami e o hanko na maçã — cria uma atmosfera crepuscular, fascinante pela autenticidade histórica. O papel washi envelhecido com bordas levemente amareladas simula com perfeição o aspecto das gravuras antigas de séculos passados. O cartucho vertical tradicional no canto superior direito, que abriga o título
