Alessandro Padovan - BERNARD AUBERTIN

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Catherine Mikolajczak
Especialista
Selecionado por Catherine Mikolajczak

Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.

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Alessandro Padovan, BERNARD AUBERTIN, obra original de 2025 em técnica mista vermelha, 30 × 30 cm, arte conceitual/Screw Art, assinada à mão, vendida com moldura pela Galleria, Itália, em excelente estado, com vitrina de plexiglass.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Obra do artista Alessandro Padovan, famoso em todo o mundo pela sua técnica da Screw Art. A obra é enriquecida por uma vitrine em plexiglass.

Esta obra insere-se no diálogo com a monocromia radical de Bernard Aubertin, reinterpretando a sua linguagem através da matéria industrial. O vermelho absoluto – cor identitária e totalizante – não está aqui apenas na superfície, mas como um campo energético. Como em Aubertin, o monocromo transforma-se em espaço mental, pura tensão, vibração espiritual. No entanto, no lugar do fogo e da combustão, encontramos a porca: elemento mecânico, modular, serial. As porcas emergem do plano como um fio dinâmico, criando um ritmo visual que rompe a bidimensionalidade e transforma o vermelho num território atravessado por forças. Se Aubertin queimava a matéria para liberar a sua essência, aqui a matéria é aparafusada, penetrada, construída. É um gesto oposto mas conceitualmente afim: um ato radical sobre o monocromo.

A vitrine transparente isola e protege, transformando a obra em reliquia contemporânea. O vermelho não é apenas cor, mas experiência imersiva; não é apenas superfície, mas tensão entre ordem e impulso, entre controlo mecânico e vibração emocional.

Nessa perspetiva, a obra apresenta-se como evolução da monocromia: do fogo para a porca, da energia destrutiva àquela construtiva, mantendo intacta a força absoluta do vermelho.

As obras deste artista contemporâneo inserem-se no trilho da Pop Art, Screw Art, da arte conceitual e da arte urbana, evocando, pela linguagem visual e pelo impacto cultural, o trabalho de grandes nomes como Andy Warhol, Jean‑Michel Basquiat, Banksy, Jeff Koons, Keith Haring, Fontana, Imbue, obey, Padovan, Schifano, Nicole Lubbers, Bani, kev munday invader, murakami e Damien Hirst.

Ao mesmo tempo, a pesquisa artística dialoga com o imaginário do luxo, da moda icónica e do design global, evocando símbolos sagrados e marcas universalmente reconhecidas como Louis Vuitton, Gucci, Chanel, Hermès, Rolex, Ferrari Porsche Lamborghini.

As obras não são réplicas nem colaborações oficiais com os artistas ou marcas citados, mas criações originais, realizadas com um estilo pessoal que reflete uma crítica e uma releitura do consumismo, do valor simbólico da marca e da arte como objeto cultural contemporâneo.

Esta abordagem torna as obras particularmente apreciadas por colecionadores e entusiastas de arte contemporânea, Pop Art de luxo, street art conceitual e arte inspirada nos grandes símbolos icónicos, mantendo, contudo, uma forte identidade artística autónoma.

Obra do artista Alessandro Padovan, famoso em todo o mundo pela sua técnica da Screw Art. A obra é enriquecida por uma vitrine em plexiglass.

Esta obra insere-se no diálogo com a monocromia radical de Bernard Aubertin, reinterpretando a sua linguagem através da matéria industrial. O vermelho absoluto – cor identitária e totalizante – não está aqui apenas na superfície, mas como um campo energético. Como em Aubertin, o monocromo transforma-se em espaço mental, pura tensão, vibração espiritual. No entanto, no lugar do fogo e da combustão, encontramos a porca: elemento mecânico, modular, serial. As porcas emergem do plano como um fio dinâmico, criando um ritmo visual que rompe a bidimensionalidade e transforma o vermelho num território atravessado por forças. Se Aubertin queimava a matéria para liberar a sua essência, aqui a matéria é aparafusada, penetrada, construída. É um gesto oposto mas conceitualmente afim: um ato radical sobre o monocromo.

A vitrine transparente isola e protege, transformando a obra em reliquia contemporânea. O vermelho não é apenas cor, mas experiência imersiva; não é apenas superfície, mas tensão entre ordem e impulso, entre controlo mecânico e vibração emocional.

Nessa perspetiva, a obra apresenta-se como evolução da monocromia: do fogo para a porca, da energia destrutiva àquela construtiva, mantendo intacta a força absoluta do vermelho.

As obras deste artista contemporâneo inserem-se no trilho da Pop Art, Screw Art, da arte conceitual e da arte urbana, evocando, pela linguagem visual e pelo impacto cultural, o trabalho de grandes nomes como Andy Warhol, Jean‑Michel Basquiat, Banksy, Jeff Koons, Keith Haring, Fontana, Imbue, obey, Padovan, Schifano, Nicole Lubbers, Bani, kev munday invader, murakami e Damien Hirst.

Ao mesmo tempo, a pesquisa artística dialoga com o imaginário do luxo, da moda icónica e do design global, evocando símbolos sagrados e marcas universalmente reconhecidas como Louis Vuitton, Gucci, Chanel, Hermès, Rolex, Ferrari Porsche Lamborghini.

As obras não são réplicas nem colaborações oficiais com os artistas ou marcas citados, mas criações originais, realizadas com um estilo pessoal que reflete uma crítica e uma releitura do consumismo, do valor simbólico da marca e da arte como objeto cultural contemporâneo.

Esta abordagem torna as obras particularmente apreciadas por colecionadores e entusiastas de arte contemporânea, Pop Art de luxo, street art conceitual e arte inspirada nos grandes símbolos icónicos, mantendo, contudo, uma forte identidade artística autónoma.

Dados

Artista
Alessandro Padovan
Vendido com moldura
Sim
Vendido por
Galeria
Edição
Original
Título da obra de arte
BERNARD AUBERTIN
Técnica
Técnica mista
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Itália
Ano
2025
Estado
Excelente estado
Cor
Vermelho
Altura
30 cm
Largura
30 cm
Estilo
Arte conceptual
Período
Depois de 2020
ItáliaVerificado
1764
Objetos vendidos
100%
pro

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