saname (1980) - Peinture fraiche






Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.
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Original de street art de Saname (1980), Peinture fraiche (2021), acrílica e spray sobre tela de algodão, 70 × 50 cm, assinado à mão, certificado de autenticidade, em excelente estado, origem França, vendido diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
"Pintura fresca"
Pintura original de Saname
Pintura acrílica e spray sobre tela de algodão de alta qualidade montada em oca
50 x 70 cm
Valor da galeria: 1100€
A tela está envernizada e vendida com certificado de autenticidade
Envio cuidadoso com seguro.
O resultado é mais belo e apreciável na realidade do que na foto, impacto garantido!
Esta pintura apresenta-se como uma declaração de vitalidade, um tríptico tipográfico onde cada camada de cor parece afirmar uma nuance diferente de uma mesma palavra, de um mesmo sopro. O artista não se limita a escrever: esculpe a letra, faz-na vibrar, empurra-a para se tornar matéria, ritmo, pulsação.
A superposição das três grafias — roxo e rosa em apesantamento, verde e amarelo mais terrosos, depois azul e vermelho como um batimento — cria um efeito de reverberação visual. Dá a impressão de que a palavra se repete para se afirmar melhor, como se a pintura procurasse capturar a essência mutável de uma identidade, de uma energia, de um estado de ser. Cada camada torna-se uma variação, uma modulação, um eco.
O fundo estilhaçado, saturado de gotas, projeções e halos cromáticos, inscreve a obra na tradição do graffiti gestual, onde o muro não é nunca um simples suporte, mas um campo de batalha cromático. Aqui, a cor não é decorativa: é afirmação, presença, urgência.
O que impressiona é a tensão entre a rigidez do lettering — dominado, estruturado, quase caligráfico — e a liberdade do fundo, que respira, salpica, transborda. O artista joga com essa dualidade para fazer emergir uma forma de poesia urbana, onde a palavra se torna ao mesmo tempo símbolo e emoção.
Conjunto evoca uma celebração: da frescura, da feminilidade, ou talvez, mais amplamente, da pluralidade das vozes que compõem a rua. Uma obra que não procura ilustrar, mas fazer sentir — pela cor, pelo ritmo, pela repetição — o poder de uma palavra que se recusa a ficar calada.
Artista discreto Saname está em plena ascensão !!!!
"Pintura fresca"
Pintura original de Saname
Pintura acrílica e spray sobre tela de algodão de alta qualidade montada em oca
50 x 70 cm
Valor da galeria: 1100€
A tela está envernizada e vendida com certificado de autenticidade
Envio cuidadoso com seguro.
O resultado é mais belo e apreciável na realidade do que na foto, impacto garantido!
Esta pintura apresenta-se como uma declaração de vitalidade, um tríptico tipográfico onde cada camada de cor parece afirmar uma nuance diferente de uma mesma palavra, de um mesmo sopro. O artista não se limita a escrever: esculpe a letra, faz-na vibrar, empurra-a para se tornar matéria, ritmo, pulsação.
A superposição das três grafias — roxo e rosa em apesantamento, verde e amarelo mais terrosos, depois azul e vermelho como um batimento — cria um efeito de reverberação visual. Dá a impressão de que a palavra se repete para se afirmar melhor, como se a pintura procurasse capturar a essência mutável de uma identidade, de uma energia, de um estado de ser. Cada camada torna-se uma variação, uma modulação, um eco.
O fundo estilhaçado, saturado de gotas, projeções e halos cromáticos, inscreve a obra na tradição do graffiti gestual, onde o muro não é nunca um simples suporte, mas um campo de batalha cromático. Aqui, a cor não é decorativa: é afirmação, presença, urgência.
O que impressiona é a tensão entre a rigidez do lettering — dominado, estruturado, quase caligráfico — e a liberdade do fundo, que respira, salpica, transborda. O artista joga com essa dualidade para fazer emergir uma forma de poesia urbana, onde a palavra se torna ao mesmo tempo símbolo e emoção.
Conjunto evoca uma celebração: da frescura, da feminilidade, ou talvez, mais amplamente, da pluralidade das vozes que compõem a rua. Uma obra que não procura ilustrar, mas fazer sentir — pela cor, pelo ritmo, pela repetição — o poder de uma palavra que se recusa a ficar calada.
Artista discreto Saname está em plena ascensão !!!!
