Gianfranco Zenerato - PSYCHEDELIC MOUSE

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Egidio Emiliano Bianco
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Selecionado por Egidio Emiliano Bianco

É bacharel em história da arte e mestre em gestão artística e cultural.

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Gianfranco Zenerato PSYCHEDELIC MOUSE é uma pintura original a óleo de 2023, com 58 × 47 cm com moldura, assinada à mão, em excelente estado, peça única pintada à mão na Itália.

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Descrição fornecida pelo vendedor

IDEAL PARA INVESTIMENTO - ENTRE OS 5 PRIMEIROS ARTISTAS EM RITMO RASANTE DE CRESCIMENTO NA CATAWIKI
Mais de 180 colecionadores já adquiriram obras de Gianfranco Zenerato na Catawiki.

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210 OBRAS VENDIDAS - 100% Positivo - 80 Avaliações

www.zenerato.com

Peça única 100% PINTADA A MÃO COM CORES A ÓLEO

Gianfranco Zenerato (Artista Profissional - Itália)

• Ativo desde 1990, participou de mais de 600 eventos de arte nacionais e internacionais.
• Reconhecido pela alta qualidade de suas obras, com mais de 500 prêmios recebidos.
• Presente em coleções públicas e privadas na Itália, na Europa, América e Ásia.
• Exibiu ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc.
• Crítico pelos principais críticos italianos.

Certificado de Arquivamento Internacional
Peça única pintada 100% à mão - dimensões totais com moldura 47x58x3cm - óleo e areia sobre suporte - 2023
Pronta para pendurar - Belíssima moldura em madeira barroca preparada artesanalmente (conforme foto)

NOTA IMPORTANTE PARA OFERTANTES FORA DA UNIÃO EUROPEIA
As remessas para países fora da UE são possíveis, porém devido aos procedimentos burocráticos complexos (autorizações ministeriais, trâmites aduaneiros, etc.), implicam custos adicionais já incluídos nas despesas de envio indicadas no anúncio.
Pelas mesmas razões, os prazos de entrega podem ser mais longos que o normal.
Obrigado pela compreensão.

GIANFRANCO ZENERATO (Artista Profissional - Itália)

Ativo desde 1990, seguiu um percurso artístico que o levou a participar de mais de 600 eventos de arte, recebendo reconhecimentos nacionais e internacionais pela qualidade de suas obras. Com mais de 500 prêmios, suas criações enriquecem coleções públicas e privadas de destaque na Itália, Europa, América e Ásia. Exibiu ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc...

Atualmente, colabora com o conhecido crítico de arte, Prof. Giammarco Puntelli.

Algumas das inúmeras avaliações de renomados especialistas do setor artístico:

Gianfranco Zenerato integra aquela corrente de artistas dos anos setenta, severos mensageiros da sociedade ocidental. Enquanto o milanês Antonio Recalcati e o romano Franco Mulas expressavam raiva social, Zenerato é portador de um pungente aviso, onde a derrota do homem pode representar também a antecâmara de uma redenção laica. Trata-se de uma visão densa em significados simbólicos, de um pintor de escola moderna, que com talento sabe conciliar pesquisa e experimentação. (Paolo Levi)

Percebe-se nesta imagem emblemática um convite à meditação sobre a beleza de uma natureza morta, de uma flor e de uma jovem. A atemporalidade dessas imagens silentes interrompe a atmosfera suspensa de um mundo cinzento, o contemporâneo, que nos distrai do sonho. (Paolo Levi)

Neste mensaje visual inquietante e explícito, o diálogo entre essencialidade cromática e a harmonia das formas testemunha a tensão expressiva e a maestria de um artista hábil. Interessante e inédito o casamento entre flores, frutos e objetos tecnológicos da contemporaneidade. (Stefania Bison)

Gianfranco Zenerato elabora narrativas semânticas que revelam, passo a passo, as infinitas possibilidades de um imaginário fértil, organizado segundo sequências ordenadas das próprias elaborações mentais. Suas construções fantásticas poderiam, portanto, confundir o julgamento crítico ao defini-lo como surrealista. Não é o caso, pois ele não nos propõe um imaginário absurdo e irreal, mas pelo contrário, pinta uma realidade a nós familiar, com um objetivo comunicativo e altamente simbólico. (Sandro Serradifalco)

Este quadro de Gianfranco Zenerato é tecnicamente bem estruturado, finamente e ricamente articulado, e propõe a realidade construída pela mente de um visionário. Suas obras possuem forte componente cenográfico e, ao investigar essas mensagens, resta decifrar qual significado o autor attribuiu a elas. Ele joga com símbolos e referências e diverte-se a confundir as coordenadas interpretativas do que pode ser o entrelaçamento de uma história camuflada de irrealidade. (S. Russo)

Com Gianfranco Zenerato temos uma excelente ideia, transformada com grande capacidade naquilo que é uma representação de espera, onde a modernidade encontra um tempo que não existe mais para nos fazer reencontrar os sentimentos... (Giammarco Puntelli)

O autor foca na sobreposição e interseção de gêneros, numa busca alusiva e metafórica incisiva nos temas e nas cores. Com insight fulminante, unifica passado (natureza morta), presente (a imagem feminina) e futuro (o simbolismo, a escrita criptográfica...) de modo que a obra se torne um paradigma artístico, mas também literário e metanarrativo. Pressiona o pintor a identificar um novo universo visual, explorar os limites da iconografia tradicional para demonstrar o quanto a pintura hoje — em meio a tanto ruído — ainda é uma disciplina original. A criatividade do artista reafirma, então — também graças às cromias chamativas — como a abordagem ligada ao gênero ainda tem cidadania na pintura do século XXI.

A pintura de Gianfranco Zenerato nos leva a uma visão da realidade operada em três níveis. É uma viagem no tempo que vamos enfrentar com o artista, que, por meio de várias experiências, chegou ao longo dos anos a situar sua visão num presente que “olha” para o passado como um mundo ideal, porém já perdido, e para um futuro cheio de contaminações artificiais e artificiais.
É um aviso e um presságio a mensagem que transparece dos elementos dispostos na tela que contornam sua visão de conjunto. A “bateria” que encontramos como elemento fixo nos diz “atenção”; o tempo está para expirar, e o forte apelo de elementos naturais em primeiro plano, contaminados por objetos do mundo tecnológico (o mouse, o CD ou o despertador) ressaltam o quão importante é não cortar o vínculo com o passado, com um mundo em que a natureza era predominante.
O elemento feminino, colocado no plano temporal do presente, representa o arquétipo da mãe-Terra posta no meio do caminho entre passado e futuro.
Gianfranco, como Ulisses, viaja nesta dimensão temporal, buscando as forças que nos sustentam e moldam, alteram ou governam nosso destino. Empurrado para o futuro, o homem-artista encara a viagem com força e determinação, mas percebe então a própria fragilidade diante da complexidade de um mundo que criou, o tecnológico, que lhe foge de mão e sente, portanto, a necessidade de retornar de onde partiu. Assim retorna a ciclicidade em que a viagem é esse eterno apelo à vida e à morte. Teremos que voltar ao ponto de partida para encontrarmos a nós mesmos, e a figura feminina torna-se símbolo de quem nos permite renascer.
As palavras “partir” e “partir” contêm ambas o conceito de separação e distanciamento, e em cada viagem realizada por Gianfranco Zenerato há esse registro temporal circular, esse partir e depois retornar. Quando olhamos para o futuro, só nos resta voltar o olhar ao passado para não perder nossas raízes, para não nos desumanizar diante do mundo tecnológico e pós-tecnológico.
Cada viagem coloca em pé de igualdade racionalidade e emoções, faz nascer dúvidas e medos, os tempos do cotidiano distorcem-se e passam a ter significados diferentes.
Ir em direção ao futuro torna-se desafio, captado no olhar feminino, mas também perigo, pois é quase uma perda de identidade. Partir implica enfrentar a separação do “eu antigo”, feito de hábitos, papéis e certezas. Partir é, de toda forma, liberdade, e mesmo que essa liberdade seja limitada porque vamos ao encontro do desconhecido, ela consegue colocar ordem no passado. A perspectiva em movimento torna-se centrífuga e centrípeta; o fluxo de expansão é a direção para onde se vai, enquanto o centro de contração é a direção de onde se vem, e nas obras de Zenerato temos essa sensação de vir de um lugar e ir para outro. No centro, a figura feminina como ponto de referência: é a consciência do artista, o coração do ir, com seus ritmos, barulhos, tempos, dificuldades, descobertas e emoções.
O plano temporal do futuro que representa a chegada é, em algumas obras, desumanizado, e a figura feminina é quase desintegrada porque o próprio artista não se reconhece nessa posição: é como se a perda de identidade fosse uma resignedação melancólica à perda de vínculo com o passado, e também os elementos das naturezas mortas tornam-se, em alguns casos, quase ausentes e sobrepostos por elementos tecnológicos.
Tornou-se fundamental, então, proteger-se desse futuro, que avança perigoso e quase incontrolável, e refugiar-se em algo conhecido e antigo onde até “as ilusões são reais”.
Com Gianfranco Zenerato temos realmente a possibilidade de viajar por meio de sonhos, sinais e símbolos, onde cada um de nós verá a si mesmo refletido em um espelho. Partir com ele significará ofuscar momentaneamente esses espelhos em busca de descobrir uma imagem diferente de nós mesmos. Encontraremos, talvez, nossa essência, perceberemos a relatividade dos valores e dos pontos de vista próprios e alheios. Poderemos nos perder e depois nos encontrar, percebendo uma natureza, um destino, uma identidade comuns. (Gaetana Foletto)

O artista, partindo do passatismo clássico com uma linguagem de pré-abstractação figurativa, dentro do seu cosmos historiador interior, desloca o cursor móvel de sua consciência de desenvolvimento emergente, até as extremas emergências do presente, submetendo sua técnica erudita à energia do sonho, do sinal, do símbolo e, sobretudo, da cor, rica em brilho, e de timbre puro, para interagir com o presente, inclusive tecnológico. Sua modernidade é genuinamente psicológica e expressão intensiva de sua carga expressiva de variáveis da transavanguardia citazionista do final do século XX em diante... com sobreposições perspectivas caravaggescas ... e psicologia moderna de origem pós-renascentista (Rembrandt ...). Zenerato possui potenciais criativos de largo alcance histórico, sabendo combiná-los poeticamente, remontando, fazendo vibrar a lira da poesia da alma sobre as coordenadas da história da arte em valores universais, e na varredura do cursor de sua infinita evolução imaginativa, por meio do hiper-realismo de seu sonho visionário, uma janela aberta somada à razão. dialogando com o presente. (Prof. Alfredo Pasolino)

Muito interessante a sua pesquisa: a figuração alcança efeitos cenográficos num espaço onde vibra uma frequência simbólica, confiada de vez em quando ao sonho, ao mito, ou à realidade cotidiana, tudo harmonizado por um maravilhoso jogo cromático.

O Artista do rigor e da modernidade
A cargo de Francesco Cairone

Os autores mais originais não o são porque promovem o que é novo, mas porque exibem aquilo que têm a dizer de um modo que pareça nunca ter sido dito antes.
(Goethe)

É necessário partir da frase incisiva de Goethe para falar da rica e inovadora pintura do artista Gianfranco Zenerato, e isso porque, através daquela simples frase, conta-se uma grande verdade: hoje em dia na pintura já foi feito de tudo, e o artista que busca conquistar uma identidade própria, sem se deixar influenciar pelas correntes e pelos Mestres do passado, precisa superar obstáculos enormes, pois, como também dizia Giorgio Morandi, “Novamente ao mundo não há nada ou quase nada”, e, portanto, para ser original, é preciso pintar levando em conta as evoluções sociais, tecnológicas e científicas.

Dizem que a arte é de todos, mas não é para todos; cada um, portanto, tem direito de se emocionar diante de uma obra-prima, mas pintar e criar é um dom que Deus concedeu apenas a poucos eleitos que, capazes de ver o que os outros muitas vezes não percebem, conseguem transformar as emoções que emergem das pequenas coisas, de um gesto, de uma carícia, de um olhar, em tons vibrantes que coloram o cinza do mundo que nos cerca.
Entre esses sortudos, certamente, está o Maestro Zenerato, artista talentoso como poucos, que faz da meticulousidade, do rigor e da fantasia um estilo pictórico que, ainda que remeta a mestres passados, demonstra que o artista aproveitou as lições da bela pintura, roubando aos grandes uma técnica irrepreensível, apresentando uma unicidade e uma individualidade visíveis naquele toque de moderna elegância presente em cada criação, que o torna uma mosca branca no cenário artístico nacional.
Corpos de flores e de frutos maduros e exuberantes, repousando em altos muros de mármore desgastados pelos anos e frequentemente manchados por desenhos amorosos de dois jovens amantes, entrelaçam-se com objetos da cotidiano moderno, como um CD-ROM, um mouse, uma espátula, que passam a ser o elo de ligação entre passado, presente e futuro; a paisagem ao redor, quase sempre captada ao crepúsculo, quando o raio verde cumprimenta o sol e dá as boas-vindas à Lua, emerge com ainda mais força aquilo que Zenerato banifica nas tábuas de mármore em primeiro plano, onde sobressai uma cor cada vez mais viva que varia do vermelho ao amarelo, ao verde, e a todas as tonalidades mais quentes do arco-íris.
E o arco-íris parece sobrepor-se à carreira deste jovem e promissor artista, prosador da arte, pois cria um estilo que primeiro é poético e depois pictórico, com o qual consegue representar o que ele sente, filtrando as feiuras e as negatividades que o nosso mundo carrega.

Quem escreveu sobre ele ou avaliou suas obras:

Paolo Levi, Paolo Rizzi, Giammarco Puntelli, Giorgio Grasso, Sergio Capellini, Pietro Gasperini, Francois Buisson, R. Boschi, Michele Nocera, Carlo Alberto Gobbetti, Antonella Gotti, Gianni Ingolia, Dino Pasquali, Umberto Zaccaria, Umberto Tessari, Ottorino Stefani, Giulio Gasparotti, Carlo Federico Teodoro, Carlo Rigoni, Giorgio Trevisan, Vera Meneguzzo, Claudio Radaelli, Grillo Biagio, Luca Dall’olio, Franco Brescianini, Giovanni B. Bianchini, Mara Frignani, Aldo Tavella, Angelo Marchiori, Walter Coccetta, Paolo Baratella, Luciano Chinese, Luigi Consonni, Giuseppe Possa, Silvano Valentini, Siro Perin, Alfredo Pasolino, etc...

Colaborou com as seguintes galerias:

Galleria Cd Studio d'Arte
Galleria New Dimensione Arte
Galleria Emmediarte
Galleria La Spadarina
Galleria l'Artista
Galleria Arttime
Galleria Orler

IDEAL PARA INVESTIMENTO - ENTRE OS 5 PRIMEIROS ARTISTAS EM RITMO RASANTE DE CRESCIMENTO NA CATAWIKI
Mais de 180 colecionadores já adquiriram obras de Gianfranco Zenerato na Catawiki.

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210 OBRAS VENDIDAS - 100% Positivo - 80 Avaliações

www.zenerato.com

Peça única 100% PINTADA A MÃO COM CORES A ÓLEO

Gianfranco Zenerato (Artista Profissional - Itália)

• Ativo desde 1990, participou de mais de 600 eventos de arte nacionais e internacionais.
• Reconhecido pela alta qualidade de suas obras, com mais de 500 prêmios recebidos.
• Presente em coleções públicas e privadas na Itália, na Europa, América e Ásia.
• Exibiu ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc.
• Crítico pelos principais críticos italianos.

Certificado de Arquivamento Internacional
Peça única pintada 100% à mão - dimensões totais com moldura 47x58x3cm - óleo e areia sobre suporte - 2023
Pronta para pendurar - Belíssima moldura em madeira barroca preparada artesanalmente (conforme foto)

NOTA IMPORTANTE PARA OFERTANTES FORA DA UNIÃO EUROPEIA
As remessas para países fora da UE são possíveis, porém devido aos procedimentos burocráticos complexos (autorizações ministeriais, trâmites aduaneiros, etc.), implicam custos adicionais já incluídos nas despesas de envio indicadas no anúncio.
Pelas mesmas razões, os prazos de entrega podem ser mais longos que o normal.
Obrigado pela compreensão.

GIANFRANCO ZENERATO (Artista Profissional - Itália)

Ativo desde 1990, seguiu um percurso artístico que o levou a participar de mais de 600 eventos de arte, recebendo reconhecimentos nacionais e internacionais pela qualidade de suas obras. Com mais de 500 prêmios, suas criações enriquecem coleções públicas e privadas de destaque na Itália, Europa, América e Ásia. Exibiu ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc...

Atualmente, colabora com o conhecido crítico de arte, Prof. Giammarco Puntelli.

Algumas das inúmeras avaliações de renomados especialistas do setor artístico:

Gianfranco Zenerato integra aquela corrente de artistas dos anos setenta, severos mensageiros da sociedade ocidental. Enquanto o milanês Antonio Recalcati e o romano Franco Mulas expressavam raiva social, Zenerato é portador de um pungente aviso, onde a derrota do homem pode representar também a antecâmara de uma redenção laica. Trata-se de uma visão densa em significados simbólicos, de um pintor de escola moderna, que com talento sabe conciliar pesquisa e experimentação. (Paolo Levi)

Percebe-se nesta imagem emblemática um convite à meditação sobre a beleza de uma natureza morta, de uma flor e de uma jovem. A atemporalidade dessas imagens silentes interrompe a atmosfera suspensa de um mundo cinzento, o contemporâneo, que nos distrai do sonho. (Paolo Levi)

Neste mensaje visual inquietante e explícito, o diálogo entre essencialidade cromática e a harmonia das formas testemunha a tensão expressiva e a maestria de um artista hábil. Interessante e inédito o casamento entre flores, frutos e objetos tecnológicos da contemporaneidade. (Stefania Bison)

Gianfranco Zenerato elabora narrativas semânticas que revelam, passo a passo, as infinitas possibilidades de um imaginário fértil, organizado segundo sequências ordenadas das próprias elaborações mentais. Suas construções fantásticas poderiam, portanto, confundir o julgamento crítico ao defini-lo como surrealista. Não é o caso, pois ele não nos propõe um imaginário absurdo e irreal, mas pelo contrário, pinta uma realidade a nós familiar, com um objetivo comunicativo e altamente simbólico. (Sandro Serradifalco)

Este quadro de Gianfranco Zenerato é tecnicamente bem estruturado, finamente e ricamente articulado, e propõe a realidade construída pela mente de um visionário. Suas obras possuem forte componente cenográfico e, ao investigar essas mensagens, resta decifrar qual significado o autor attribuiu a elas. Ele joga com símbolos e referências e diverte-se a confundir as coordenadas interpretativas do que pode ser o entrelaçamento de uma história camuflada de irrealidade. (S. Russo)

Com Gianfranco Zenerato temos uma excelente ideia, transformada com grande capacidade naquilo que é uma representação de espera, onde a modernidade encontra um tempo que não existe mais para nos fazer reencontrar os sentimentos... (Giammarco Puntelli)

O autor foca na sobreposição e interseção de gêneros, numa busca alusiva e metafórica incisiva nos temas e nas cores. Com insight fulminante, unifica passado (natureza morta), presente (a imagem feminina) e futuro (o simbolismo, a escrita criptográfica...) de modo que a obra se torne um paradigma artístico, mas também literário e metanarrativo. Pressiona o pintor a identificar um novo universo visual, explorar os limites da iconografia tradicional para demonstrar o quanto a pintura hoje — em meio a tanto ruído — ainda é uma disciplina original. A criatividade do artista reafirma, então — também graças às cromias chamativas — como a abordagem ligada ao gênero ainda tem cidadania na pintura do século XXI.

A pintura de Gianfranco Zenerato nos leva a uma visão da realidade operada em três níveis. É uma viagem no tempo que vamos enfrentar com o artista, que, por meio de várias experiências, chegou ao longo dos anos a situar sua visão num presente que “olha” para o passado como um mundo ideal, porém já perdido, e para um futuro cheio de contaminações artificiais e artificiais.
É um aviso e um presságio a mensagem que transparece dos elementos dispostos na tela que contornam sua visão de conjunto. A “bateria” que encontramos como elemento fixo nos diz “atenção”; o tempo está para expirar, e o forte apelo de elementos naturais em primeiro plano, contaminados por objetos do mundo tecnológico (o mouse, o CD ou o despertador) ressaltam o quão importante é não cortar o vínculo com o passado, com um mundo em que a natureza era predominante.
O elemento feminino, colocado no plano temporal do presente, representa o arquétipo da mãe-Terra posta no meio do caminho entre passado e futuro.
Gianfranco, como Ulisses, viaja nesta dimensão temporal, buscando as forças que nos sustentam e moldam, alteram ou governam nosso destino. Empurrado para o futuro, o homem-artista encara a viagem com força e determinação, mas percebe então a própria fragilidade diante da complexidade de um mundo que criou, o tecnológico, que lhe foge de mão e sente, portanto, a necessidade de retornar de onde partiu. Assim retorna a ciclicidade em que a viagem é esse eterno apelo à vida e à morte. Teremos que voltar ao ponto de partida para encontrarmos a nós mesmos, e a figura feminina torna-se símbolo de quem nos permite renascer.
As palavras “partir” e “partir” contêm ambas o conceito de separação e distanciamento, e em cada viagem realizada por Gianfranco Zenerato há esse registro temporal circular, esse partir e depois retornar. Quando olhamos para o futuro, só nos resta voltar o olhar ao passado para não perder nossas raízes, para não nos desumanizar diante do mundo tecnológico e pós-tecnológico.
Cada viagem coloca em pé de igualdade racionalidade e emoções, faz nascer dúvidas e medos, os tempos do cotidiano distorcem-se e passam a ter significados diferentes.
Ir em direção ao futuro torna-se desafio, captado no olhar feminino, mas também perigo, pois é quase uma perda de identidade. Partir implica enfrentar a separação do “eu antigo”, feito de hábitos, papéis e certezas. Partir é, de toda forma, liberdade, e mesmo que essa liberdade seja limitada porque vamos ao encontro do desconhecido, ela consegue colocar ordem no passado. A perspectiva em movimento torna-se centrífuga e centrípeta; o fluxo de expansão é a direção para onde se vai, enquanto o centro de contração é a direção de onde se vem, e nas obras de Zenerato temos essa sensação de vir de um lugar e ir para outro. No centro, a figura feminina como ponto de referência: é a consciência do artista, o coração do ir, com seus ritmos, barulhos, tempos, dificuldades, descobertas e emoções.
O plano temporal do futuro que representa a chegada é, em algumas obras, desumanizado, e a figura feminina é quase desintegrada porque o próprio artista não se reconhece nessa posição: é como se a perda de identidade fosse uma resignedação melancólica à perda de vínculo com o passado, e também os elementos das naturezas mortas tornam-se, em alguns casos, quase ausentes e sobrepostos por elementos tecnológicos.
Tornou-se fundamental, então, proteger-se desse futuro, que avança perigoso e quase incontrolável, e refugiar-se em algo conhecido e antigo onde até “as ilusões são reais”.
Com Gianfranco Zenerato temos realmente a possibilidade de viajar por meio de sonhos, sinais e símbolos, onde cada um de nós verá a si mesmo refletido em um espelho. Partir com ele significará ofuscar momentaneamente esses espelhos em busca de descobrir uma imagem diferente de nós mesmos. Encontraremos, talvez, nossa essência, perceberemos a relatividade dos valores e dos pontos de vista próprios e alheios. Poderemos nos perder e depois nos encontrar, percebendo uma natureza, um destino, uma identidade comuns. (Gaetana Foletto)

O artista, partindo do passatismo clássico com uma linguagem de pré-abstractação figurativa, dentro do seu cosmos historiador interior, desloca o cursor móvel de sua consciência de desenvolvimento emergente, até as extremas emergências do presente, submetendo sua técnica erudita à energia do sonho, do sinal, do símbolo e, sobretudo, da cor, rica em brilho, e de timbre puro, para interagir com o presente, inclusive tecnológico. Sua modernidade é genuinamente psicológica e expressão intensiva de sua carga expressiva de variáveis da transavanguardia citazionista do final do século XX em diante... com sobreposições perspectivas caravaggescas ... e psicologia moderna de origem pós-renascentista (Rembrandt ...). Zenerato possui potenciais criativos de largo alcance histórico, sabendo combiná-los poeticamente, remontando, fazendo vibrar a lira da poesia da alma sobre as coordenadas da história da arte em valores universais, e na varredura do cursor de sua infinita evolução imaginativa, por meio do hiper-realismo de seu sonho visionário, uma janela aberta somada à razão. dialogando com o presente. (Prof. Alfredo Pasolino)

Muito interessante a sua pesquisa: a figuração alcança efeitos cenográficos num espaço onde vibra uma frequência simbólica, confiada de vez em quando ao sonho, ao mito, ou à realidade cotidiana, tudo harmonizado por um maravilhoso jogo cromático.

O Artista do rigor e da modernidade
A cargo de Francesco Cairone

Os autores mais originais não o são porque promovem o que é novo, mas porque exibem aquilo que têm a dizer de um modo que pareça nunca ter sido dito antes.
(Goethe)

É necessário partir da frase incisiva de Goethe para falar da rica e inovadora pintura do artista Gianfranco Zenerato, e isso porque, através daquela simples frase, conta-se uma grande verdade: hoje em dia na pintura já foi feito de tudo, e o artista que busca conquistar uma identidade própria, sem se deixar influenciar pelas correntes e pelos Mestres do passado, precisa superar obstáculos enormes, pois, como também dizia Giorgio Morandi, “Novamente ao mundo não há nada ou quase nada”, e, portanto, para ser original, é preciso pintar levando em conta as evoluções sociais, tecnológicas e científicas.

Dizem que a arte é de todos, mas não é para todos; cada um, portanto, tem direito de se emocionar diante de uma obra-prima, mas pintar e criar é um dom que Deus concedeu apenas a poucos eleitos que, capazes de ver o que os outros muitas vezes não percebem, conseguem transformar as emoções que emergem das pequenas coisas, de um gesto, de uma carícia, de um olhar, em tons vibrantes que coloram o cinza do mundo que nos cerca.
Entre esses sortudos, certamente, está o Maestro Zenerato, artista talentoso como poucos, que faz da meticulousidade, do rigor e da fantasia um estilo pictórico que, ainda que remeta a mestres passados, demonstra que o artista aproveitou as lições da bela pintura, roubando aos grandes uma técnica irrepreensível, apresentando uma unicidade e uma individualidade visíveis naquele toque de moderna elegância presente em cada criação, que o torna uma mosca branca no cenário artístico nacional.
Corpos de flores e de frutos maduros e exuberantes, repousando em altos muros de mármore desgastados pelos anos e frequentemente manchados por desenhos amorosos de dois jovens amantes, entrelaçam-se com objetos da cotidiano moderno, como um CD-ROM, um mouse, uma espátula, que passam a ser o elo de ligação entre passado, presente e futuro; a paisagem ao redor, quase sempre captada ao crepúsculo, quando o raio verde cumprimenta o sol e dá as boas-vindas à Lua, emerge com ainda mais força aquilo que Zenerato banifica nas tábuas de mármore em primeiro plano, onde sobressai uma cor cada vez mais viva que varia do vermelho ao amarelo, ao verde, e a todas as tonalidades mais quentes do arco-íris.
E o arco-íris parece sobrepor-se à carreira deste jovem e promissor artista, prosador da arte, pois cria um estilo que primeiro é poético e depois pictórico, com o qual consegue representar o que ele sente, filtrando as feiuras e as negatividades que o nosso mundo carrega.

Quem escreveu sobre ele ou avaliou suas obras:

Paolo Levi, Paolo Rizzi, Giammarco Puntelli, Giorgio Grasso, Sergio Capellini, Pietro Gasperini, Francois Buisson, R. Boschi, Michele Nocera, Carlo Alberto Gobbetti, Antonella Gotti, Gianni Ingolia, Dino Pasquali, Umberto Zaccaria, Umberto Tessari, Ottorino Stefani, Giulio Gasparotti, Carlo Federico Teodoro, Carlo Rigoni, Giorgio Trevisan, Vera Meneguzzo, Claudio Radaelli, Grillo Biagio, Luca Dall’olio, Franco Brescianini, Giovanni B. Bianchini, Mara Frignani, Aldo Tavella, Angelo Marchiori, Walter Coccetta, Paolo Baratella, Luciano Chinese, Luigi Consonni, Giuseppe Possa, Silvano Valentini, Siro Perin, Alfredo Pasolino, etc...

Colaborou com as seguintes galerias:

Galleria Cd Studio d'Arte
Galleria New Dimensione Arte
Galleria Emmediarte
Galleria La Spadarina
Galleria l'Artista
Galleria Arttime
Galleria Orler

Dados

Artista
Gianfranco Zenerato
Vendido com moldura
Sim
Vendido por
Vindo diretamente do artista
Edição
Original
Título da obra de arte
PSYCHEDELIC MOUSE
Técnica
Pintura a óleo
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Itália
Ano
2023
Estado
Excelente estado
Altura
58 cm
Largura
47 cm
Estilo
Contemporâneo
Período
Depois de 2020
Vendido por
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