Josep Soler (1941) - La rosa





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Josep Soler (nascido em 1941) apresenta La rosa, pintura a óleo sobre tela em edição Original dos anos 2000, assinada à mão, em bom estado e vendida com moldura; moldura mede 47x55x5 cm e a obra 38x46 cm.
Descrição fornecida pelo vendedor
A Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Josep Soler, que representa uma refinada natureza-morta composta por recipientes de vidro e cerâmica, tecidos de cores intensas e uma rosa vermelha, simbolizando a beleza, a harmonia e a elegância dos objetos do cotidiano. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 47x55x5 cm.
· Dimensões da obra: 38x46 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto direito da obra, J. Soler.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com moldura preciosa (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma exclusiva coleção privada em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será feito pelos Correios ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro apresenta uma refinada natureza-morta na qual diversos objetos do cotidiano se reúnem para formar uma composição elegante, equilibrada e carregada de atmosfera. Sobre uma mesa coberta por ricos pregas de tecido azul dispõem-se cuidadosamente vários recipientes de vidro e cerâmica, acompanhados por uma delicada rosa vermelha que acrescenta um toque romântico e vibrante ao conjunto. A cena transmite uma sensação de calma e sofisticação, evocando aqueles bodegões clássicos em que os objetos mais simples adquirem uma presença quase cerimonial. Cada elemento parece ter sido colocado com intenção, criando um diálogo visual que convida o espectador a deter-se e contemplar os pequenos detalhes que compõem a composição.
No centro da obra destaca-se uma garrafa de cristal envolta por uma estrutura protetora entrelaçada, cuja forma estilizada se transforma no eixo principal da cena. Ao seu redor situam-se outros recipientes de diferentes tamanhos e materiais que enriquecem visualmente o conjunto, através de contrastes de formas, texturas e reflexos. A transparência de alguns objetos permite captar os efeitos da luz sobre as suas superfícies, enquanto outros apresentam acabamentos mais opacos e sólidos que transmitem sensação de estabilidade. Esta variedade de elementos gera um equilíbrio harmonioso que evita a monotonia e transforma a natureza-morta numa cena repleta de interesse visual.
Um dos aspectos mais atrativos da obra é o tratamento das telas que servem de fundo e suporte aos objetos. As pregas do tecido azul caem suavemente ao redor da composição, criando uma estrutura visual dinâmica que confere profundidade e movimento. O contraste entre o intenso azul do tecido e os tons quentes do fundo gera uma atmosfera envolvente e elegante. As sombras e reflexos que aparecem sobre as pregas acrescentam riqueza visual e ajudam a integrar todos os elementos dentro do mesmo espaço. O tecido não atua apenas como fundo decorativo, mas como um elemento fundamental que organiza e confere unidade ao conjunto.
A rosa vermelha situada em primeiro plano introduz uma dimensão emocional e simbólica especialmente sugestiva. Sua cor intensa atrai imediatamente o olhar e estabelece um poderoso contraste frente aos tons azuis, verdes e neutros que predominam na composição. A flor aporta delicadeza, frescor e uma sensação de vida dentro de uma cena composta por objetos inanimados. Sua presença pode interpretar-se como uma alusão à beleza efémera, ao passo do tempo ou ao caráter transitório dos momentos mais belos. Este pequeno detalhe floral enriquece a leitura da obra e adiciona uma nota de sensibilidade e romantismo que transforma a natureza-morta em algo mais do que uma simples representação de objetos.
Em conjunto, este quadro é uma elegante celebração da harmonia entre forma, cor e luz. A cuidada disposição das garrafas, recipientes, cristais e elementos decorativos cria uma composição equilibrada que transmite serenidade, refinamento e beleza. A riqueza cromática, a profundidade das telas e a delicada presença da rosa transformam a cena numa imagem repleta de encanto e sofisticação. A obra convida a contemplar a beleza escondida nos objetos do cotidiano, demonstrando como a luz, a cor e a composição podem transformar elementos simples em protagonistas de uma cena profundamente evocadora e atemporal.
A Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Josep Soler, que representa uma refinada natureza-morta composta por recipientes de vidro e cerâmica, tecidos de cores intensas e uma rosa vermelha, simbolizando a beleza, a harmonia e a elegância dos objetos do cotidiano. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 47x55x5 cm.
· Dimensões da obra: 38x46 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto direito da obra, J. Soler.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com moldura preciosa (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma exclusiva coleção privada em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será feito pelos Correios ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro apresenta uma refinada natureza-morta na qual diversos objetos do cotidiano se reúnem para formar uma composição elegante, equilibrada e carregada de atmosfera. Sobre uma mesa coberta por ricos pregas de tecido azul dispõem-se cuidadosamente vários recipientes de vidro e cerâmica, acompanhados por uma delicada rosa vermelha que acrescenta um toque romântico e vibrante ao conjunto. A cena transmite uma sensação de calma e sofisticação, evocando aqueles bodegões clássicos em que os objetos mais simples adquirem uma presença quase cerimonial. Cada elemento parece ter sido colocado com intenção, criando um diálogo visual que convida o espectador a deter-se e contemplar os pequenos detalhes que compõem a composição.
No centro da obra destaca-se uma garrafa de cristal envolta por uma estrutura protetora entrelaçada, cuja forma estilizada se transforma no eixo principal da cena. Ao seu redor situam-se outros recipientes de diferentes tamanhos e materiais que enriquecem visualmente o conjunto, através de contrastes de formas, texturas e reflexos. A transparência de alguns objetos permite captar os efeitos da luz sobre as suas superfícies, enquanto outros apresentam acabamentos mais opacos e sólidos que transmitem sensação de estabilidade. Esta variedade de elementos gera um equilíbrio harmonioso que evita a monotonia e transforma a natureza-morta numa cena repleta de interesse visual.
Um dos aspectos mais atrativos da obra é o tratamento das telas que servem de fundo e suporte aos objetos. As pregas do tecido azul caem suavemente ao redor da composição, criando uma estrutura visual dinâmica que confere profundidade e movimento. O contraste entre o intenso azul do tecido e os tons quentes do fundo gera uma atmosfera envolvente e elegante. As sombras e reflexos que aparecem sobre as pregas acrescentam riqueza visual e ajudam a integrar todos os elementos dentro do mesmo espaço. O tecido não atua apenas como fundo decorativo, mas como um elemento fundamental que organiza e confere unidade ao conjunto.
A rosa vermelha situada em primeiro plano introduz uma dimensão emocional e simbólica especialmente sugestiva. Sua cor intensa atrai imediatamente o olhar e estabelece um poderoso contraste frente aos tons azuis, verdes e neutros que predominam na composição. A flor aporta delicadeza, frescor e uma sensação de vida dentro de uma cena composta por objetos inanimados. Sua presença pode interpretar-se como uma alusão à beleza efémera, ao passo do tempo ou ao caráter transitório dos momentos mais belos. Este pequeno detalhe floral enriquece a leitura da obra e adiciona uma nota de sensibilidade e romantismo que transforma a natureza-morta em algo mais do que uma simples representação de objetos.
Em conjunto, este quadro é uma elegante celebração da harmonia entre forma, cor e luz. A cuidada disposição das garrafas, recipientes, cristais e elementos decorativos cria uma composição equilibrada que transmite serenidade, refinamento e beleza. A riqueza cromática, a profundidade das telas e a delicada presença da rosa transformam a cena numa imagem repleta de encanto e sofisticação. A obra convida a contemplar a beleza escondida nos objetos do cotidiano, demonstrando como a luz, a cor e a composição podem transformar elementos simples em protagonistas de uma cena profundamente evocadora e atemporal.

