Jan Henderikse (1937) - Topps





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Jan Henderikse, Topps, uma collage em papel de 2018 numa edição limitada, 43 × 33 cm, retratando quatro cartas de beisebol num motivo arquitetónico moderno, autografada à mão e em bom estado, vendida pela Galeria.
Descrição fornecida pelo vendedor
JAN HENDERIKSE – “Topps” – colagem de cartões de baseball
“Topps” é uma das colagens assinadas manualmente por Jan Henderikse em 2018, composta por quatro cartões de baseball em uma folha de papel.
Esta multiplicidade faz parte da edição Jan Henderikse de Antoon Melissen (Kerber Verlag, 2018).
Jan Henderikse é artista visual. Ele nasceu em Delft. Durante seus estudos na Vrije Academie em Haia, de 1955 a 1958, ele começa a fazer desenhos de forma informal. Por iniciativa dele, em 1958 ocorre a primeira exposição de arte informal em Delft. Dessa primeira exposição surgiu o Grupo Holandês Informal com Armando, Kees van Bohemen, Henk Peeters e Jan Schoonhoven. Em 1960, desse grupo nasce o movimento holandês Nul. Deste grupo, ele é aquele que trabalhou com produtos industriais, resíduos marcantes e materiais jogados fora, e os utilizou para criar assemblages. Ele não é o homem da teoria do Nul, mas do fazer e do criar; ele se via como o artista com o menor ‘nível de Nul’. Central na obra do grupo de artistas Nul estava a ênfase no impessoal na arte, o objetivo. Isso se manifestou no uso de, para a arte da época, materiais muito incomuns como moedas e rolhas. A busca por procedimentos de fabricação que possuíssem uma regularidade externa e ordem, comparável ao processo de produção dentro de fábricas e empresas. Ele deixou a Holanda e trabalhou sucessivamente em Colônia, Düsseldorf, Curaçao, Antuérpia e Nova Iorque.
JAN HENDERIKSE – “Topps” – colagem de cartões de baseball
“Topps” é uma das colagens assinadas manualmente por Jan Henderikse em 2018, composta por quatro cartões de baseball em uma folha de papel.
Esta multiplicidade faz parte da edição Jan Henderikse de Antoon Melissen (Kerber Verlag, 2018).
Jan Henderikse é artista visual. Ele nasceu em Delft. Durante seus estudos na Vrije Academie em Haia, de 1955 a 1958, ele começa a fazer desenhos de forma informal. Por iniciativa dele, em 1958 ocorre a primeira exposição de arte informal em Delft. Dessa primeira exposição surgiu o Grupo Holandês Informal com Armando, Kees van Bohemen, Henk Peeters e Jan Schoonhoven. Em 1960, desse grupo nasce o movimento holandês Nul. Deste grupo, ele é aquele que trabalhou com produtos industriais, resíduos marcantes e materiais jogados fora, e os utilizou para criar assemblages. Ele não é o homem da teoria do Nul, mas do fazer e do criar; ele se via como o artista com o menor ‘nível de Nul’. Central na obra do grupo de artistas Nul estava a ênfase no impessoal na arte, o objetivo. Isso se manifestou no uso de, para a arte da época, materiais muito incomuns como moedas e rolhas. A busca por procedimentos de fabricação que possuíssem uma regularidade externa e ordem, comparável ao processo de produção dentro de fábricas e empresas. Ele deixou a Holanda e trabalhou sucessivamente em Colônia, Düsseldorf, Curaçao, Antuérpia e Nova Iorque.

