JuKa - Silent Frequencies






Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.
€100 |
|---|
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 135253 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
JuKa, Silent Frequencies, uma pintura acrílica original assinada à mão de 2026, no estilo Pop Art, 90 × 70 cm, retrato, produzida na Europa, vendida diretamente pelo artista, com certificado de autenticidade.
Descrição fornecida pelo vendedor
JuKa - Frequências Silenciosas
Grande tela de acrílica pintada à mão por JuKa (90 × 70 cm).
Assinada e datada (JuKa 2026).
Acompanha certificado de autenticidade.
JuKa (nascida em 1985), uma artista emergente que descobriu sua paixão pela arte ainda jovem, é movida pela liberdade de criação e pela constante exploração de diferentes materiais e técnicas.
Em suas criações, ela costuma combinar abordagens tradicionais e experimentais, resultando em um mundo visual único e facilmente reconhecível. Um elemento recorrente em suas obras é a expressão de emoções e experiências internas, que às vezes aparecem de forma sutil, outras com grande intensidade, por meio da interação entre formas e cores.
Para JuKa, criar não é apenas uma forma de autoexpressão, mas também um diálogo contínuo com o mundo. Ela busca inspiração nos pequenos detalhes do cotidiano, nas mudanças da natureza e na diversidade das relações humanas. Suas obras convidam o espectador a fazer uma pausa por um instante e a se conectar com o que vê por meio de seus próprios sentimentos e pensamentos.
Como artista emergente, seu objetivo é alcançar um público cada vez mais amplo enquanto desenvolve continuamente seu próprio estilo e seus meios de expressão. Ela acredita que a arte cria uma ponte entre as pessoas e tem o poder de abrir novas perspectivas para a compreensão do mundo.
Frequências Silenciosas
Em um mundo saturado de ruído, o significado costuma surgir no silêncio. Através de lentes vermelhas e encerrada em uma paisagem sonora particular, a figura se retira do mundo visível e se volta para uma frequência interior. A obra explora a tensão entre conexão e isolamento, percepção e imaginação, convidando o espectador a considerar os sinais invisíveis que moldam nossa realidade emocional. As reflexões vermelhas tornam-se símbolos de intuição, memória e das correntes invisíveis que existem além da percepção comum.
JuKa - Frequências Silenciosas
Grande tela de acrílica pintada à mão por JuKa (90 × 70 cm).
Assinada e datada (JuKa 2026).
Acompanha certificado de autenticidade.
JuKa (nascida em 1985), uma artista emergente que descobriu sua paixão pela arte ainda jovem, é movida pela liberdade de criação e pela constante exploração de diferentes materiais e técnicas.
Em suas criações, ela costuma combinar abordagens tradicionais e experimentais, resultando em um mundo visual único e facilmente reconhecível. Um elemento recorrente em suas obras é a expressão de emoções e experiências internas, que às vezes aparecem de forma sutil, outras com grande intensidade, por meio da interação entre formas e cores.
Para JuKa, criar não é apenas uma forma de autoexpressão, mas também um diálogo contínuo com o mundo. Ela busca inspiração nos pequenos detalhes do cotidiano, nas mudanças da natureza e na diversidade das relações humanas. Suas obras convidam o espectador a fazer uma pausa por um instante e a se conectar com o que vê por meio de seus próprios sentimentos e pensamentos.
Como artista emergente, seu objetivo é alcançar um público cada vez mais amplo enquanto desenvolve continuamente seu próprio estilo e seus meios de expressão. Ela acredita que a arte cria uma ponte entre as pessoas e tem o poder de abrir novas perspectivas para a compreensão do mundo.
Frequências Silenciosas
Em um mundo saturado de ruído, o significado costuma surgir no silêncio. Através de lentes vermelhas e encerrada em uma paisagem sonora particular, a figura se retira do mundo visível e se volta para uma frequência interior. A obra explora a tensão entre conexão e isolamento, percepção e imaginação, convidando o espectador a considerar os sinais invisíveis que moldam nossa realidade emocional. As reflexões vermelhas tornam-se símbolos de intuição, memória e das correntes invisíveis que existem além da percepção comum.
