Ferrari - Formula 1 - Michael Schumacher - 2002 - Programa de evento, Livro, Prancheta e Calendários

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Conjunto de Memorabilia Desportiva Original, composto por uma Prancheta do Grande Prémio de Mónaco de 1974, um Livro da temporada de Fórmula 1 de 2002 e 26 Calendários de Bolso, em muito bom estado.

Resumo assistido por IA

Descrição fornecida pelo vendedor

Conjunto de Memorabilia Desportiva - Fórmula Um - Prancheta do Grande Prémio do Mónaco, Livro F1 e 26 Calendários

Prancheta do Grand Prix do Mónaco de 1974 do Automobilie Clube de Monaco

O Grande Prémio do Mónaco de 1974 foi uma das corridas mais dramáticas da história da Fórmula 1, realizada no circuito urbano de Monte Carlo

Vencedor: Ronnie Peterson (Team Lotus), 2º lugar: Jody Scheckter e 3º lugar: Jean-Pierre Jarier

A prova ficou marcada por um final absolutamente caótico:
Nas últimas voltas, vários líderes abandonaram ou tiveram problemas mecânicos.
Niki Lauda, que dominava a corrida com a Ferrari, teve problemas e perdeu a vitória.
Emerson Fittipaldi também abandonou quando estava em posição forte.

Isso permitiu que Ronnie Peterson herdasse a liderança quase no fim — uma vitória inesperada e memorável.

A época de 1974 foi extremamente competitiva.
O título mundial acabou por ser conquistado por Emerson Fittipaldi.

Monte Carlo, Mónaco
Características: ruas estreitas, poucas zonas de ultrapassagem e alto risco — um dos circuitos mais icónicos da F1.

Ronnie Peterson

Bengt Ronnie Peterson (1944–1978) foi um piloto sueco de Fórmula 1, considerado um dos mais rápidos da década de 1970. Conhecido como “SuperSwede”, competiu entre 1970 e 1978 e tornou-se uma figura lendária pela sua velocidade e estilo agressivo ao volante.

Factos principais
• Nascimento: 14 de fevereiro de 1944, Örebro, Suécia
• Falecimento: 11 de setembro de 1978, Milão, Itália
• Equipa principal: Team Lotus
• Vitórias em Grandes Prémios: 10
• Pódios: 26 • Poles: 14 • Pontos totais: 206

Início e ascensão

Peterson iniciou-se no karting antes de progredir para a Fórmula 3 e vencer o campeonato europeu de Fórmula 2 em 1971 . Nesse mesmo ano estreou-se em destaque na Fórmula 1 com a March, terminando vice-campeão mundial atrás de Jackie Stewart. O seu talento levou-o à Lotus em 1973, onde conquistou a primeira vitória, no Grande Prémio de França, e ficou em terceiro no campeonato.

Anos de Lotus e o auge

Entre 1973 e 1974, Peterson venceu sete corridas com a Lotus 72, consolidando-se como um dos pilotos mais espetaculares do pelotão . Após passagens por March e Tyrrell, regressou à Lotus em 1978 para pilotar o revolucionário Lotus 79 com efeito de solo, servindo como companheiro de equipa de Mario Andretti. Apesar de ser frequentemente o segundo piloto, venceu duas corridas e terminou novamente vice-campeão.

Morte e legado

Peterson sofreu um acidente grave na partida do Grande Prémio de Itália de 1978, em Monza, falecendo no dia seguinte devido a complicações de lesões nas pernas . Tinha assinado com a McLaren para 1979. A sua morte provocou reformas de segurança na Fórmula 1 e deixou um legado duradouro como o mais bem-sucedido piloto sueco da categoria.

Estilo e reputação

Reconhecido pela condução arrojada e domínio técnico, Ronnie Peterson era admirado pelos colegas e fãs pela humildade e espírito de equipa. É lembrado como um dos pilotos mais talentosos a não conquistar um título mundial.

O Automobile Club de Monaco (ACM) é a entidade responsável por organizar e promover as principais competições automóveis no Mónaco.

Fundado em 1890, o ACM começou como um clube de automobilistas e evoluiu para uma das organizações mais prestigiadas do desporto motorizado.

O clube organiza alguns dos eventos mais famosos do mundo:

Grande Prémio do Mónaco (Fórmula 1), Rali de Monte Carlo e Monaco E-Prix

É membro da Fédération Internationale de l'Automobile (FIA), o organismo global do automobilismo.
O ACM tem uma particularidade: ao contrário de outros Grandes Prémios, ele próprio gere grande parte da organização do circuito urbano de Monte Carlo.

O traçado do Grande Prémio do Mónaco não é um autódromo permanente — o ACM transforma as ruas da cidade num circuito todos os anos, o que exige uma logística enorme.

O Rainier III foi o soberano do Mónaco durante quase 56 anos, sendo uma das figuras mais importantes da história do principado.

Nome completo: Rainier Louis Henri Maxence Bertrand Grimaldi
Nascimento: 31 de maio de 1923
Falecimento: 6 de abril de 2005
Reinado: 1949 – 2005

Rainier III transformou profundamente o Mónaco:

Modernizou a economia, reduzindo a dependência do jogo (casinos).
Desenvolveu o turismo e atraiu investimento internacional.
Expandiu o território do país através de aterros no mar.

Casou-se com a atriz de Hollywood Grace Kelly em 1956 — um dos casamentos mais mediáticos do século XX.

Durante o seu reinado, o Grande Prémio do Mónaco consolidou-se como uma das corridas mais prestigiadas da Fórmula 1, com forte apoio da família principesca.

Após a sua morte, foi sucedido pelo seu filho - Albert II

Rainier III é muitas vezes chamado de “Príncipe Construtor”, devido às grandes obras e transformações urbanas que liderou no Mónaco.

Artigo em muito bom estado de conservação, sem sinais visíveis de desgaste ou idade

Ideal para colecionadores de memorabilia desportiva, em especial os de Formula1, do Automobile Club de Monaco e do Grand Prix de Monaco

Livro sobre a Fórmula 1 - temporada de 2002

O livro fala sobre tudo que esteja relacionado com a temporada de 2002 da fórmula 1, nomeadamente pilotos, equipas, circuitos e estatísticas

Refere pilotos como :
Michael Schumacher • Rubens Barrichello
• David Coulthard • Kimi Raikkonen
• Ralf Schumacher • Juan Pablo Montoya
• Nick Heidfeld. • Felipe Massa
• Giancarlo Fisichella. • Takuma Sato
• Jacques Villeneuve • Olivier Panis
• Jarno Trulli. • Jenson Button
• Eddie Irvine. • Pedro de la Rosa
• Heinz-Harald Frentzen • Enrique Bernoldi
• Mark Webber. • Alexander Yoong
• Mika Salo. • Allan McNish

Entrevista a Michael Schumacher

Equipas : FERRARI. • McLAREN. • WILLIAMS
• SAUBER. • JORDAN. • BAR. RENAULT
• JAGUAR. • ARROWS. • MINARDI. • TOYOTA

Circuitos: Austrália Malaise Brasil São Marino Espanha Austria Monaco Canadá Europe . Grã-Bretanha France Alemanha Hungria Bélgica Itália Estados Unidos Japão

Ideal para fãs de automobilismo e colecionadores de automobilia , em especial os adeptos de Fórmula 1

Livro escrito em francês

26 Calendários de Bolso sobre Equipas de F1

Equipas e Pilotos

Lotus-Renault e Elio de Angelis

Quando se fala da "Lotus Renault" do tempo de Elio de Angelis, estamos a falar da histórica Team Lotus, que utilizava motores Renault turbo nos anos 1980. Não tem relação direta com a Lotus Renault GP de 2011, além do nome Lotus.

A parceria Lotus-Renault

Em 1983, a Lotus abandonou os tradicionais motores Ford Cosworth atmosféricos e passou a utilizar os motores turbo V6 da Renault, numa altura em que a F1 entrava na era dos turbos. O primeiro modelo competitivo desta fase foi o Lotus 94T, desenhado por Gérard Ducarouge, que revitalizou a equipa.

O grande ano: 1984

O auge de De Angelis com a Lotus-Renault aconteceu em 1984 com o Lotus 95T.

Terminou o campeonato em 3.º lugar, atrás apenas de Niki Lauda e Alain Prost.
Conseguiu vários pódios apesar de não vencer nenhuma corrida.
A Lotus terminou em 3.º no Mundial de Construtores, o melhor resultado da equipa desde o final dos anos 70.
Muitos consideram 1984 a melhor época da carreira de De Angelis, pela sua enorme consistência. Chegou a marcar pontos em 11 das 16 corridas da temporada.
A vitória em Imola

Em 1985, ao volante do Lotus 97T, equipado com o Renault turbo EF4, De Angelis conquistou a sua última vitória na Fórmula 1 no Grande Prémio de San Marino de 1985. Foi uma época especial porque teve como novo colega de equipa um jovem Ayrton Senna.

A partir de meados de 1985, a Lotus começou a centrar-se cada vez mais em Senna, que era extremamente rápido em qualificação. De Angelis continuou competitivo e regular, mas decidiu sair da equipa no final da temporada.

A Lotus-Renault de De Angelis é recordada por:

A icónica pintura preta e dourada da John Player Special.
Os poderosos motores turbo Renault.
O elegante estilo de condução de De Angelis.
A transição entre duas gerações de pilotos: De Angelis, o "cavalheiro" da F1, e Senna, a futura superestrela.
Muitos fãs consideram os Lotus 95T e 97T dos carros mais bonitos e carismáticos da era turbo da Fórmula 1.

Brabham-Bmw

A Brabham-BMW foi uma das equipas mais icónicas da era turbo da Fórmula 1 nos anos 1980. A parceria entre a equipa britânica Motor Racing Developments (Brabham) e a BMW produziu um dos carros mais revolucionários e um dos motores mais temidos da história da F1.

Os protagonistas
Nelson Piquet
Riccardo Patrese
Gordon Murray (designer)
Bernie Ecclestone (proprietário da equipa)
Paul Rosche (responsável pelo motor)

O lendário BT52

O carro mais famoso da parceria foi o Brabham BT52, lançado em 1983. Após a proibição do efeito-solo pela FIA, Gordon Murray criou um monolugar extremamente original, com formato de "dardo", radiadores colocados atrás do cockpit e uma enorme asa traseira para recuperar carga aerodinâmica.

O motor BMW turbo

O coração do BT52 era o motor BMW M12/13 de 1,5 litros turbo, um quatro-cilindros em linha que se tornou lendário. Em corrida produzia cerca de 650 cv, mas em configuração de qualificação estima-se que ultrapassasse os 1.200 cv, sendo um dos motores mais potentes de sempre na Fórmula 1.

O título de 1983

Em 1983, Piquet conquistou o Campeonato do Mundo de Pilotos com o BT52, tornando-se o primeiro campeão mundial da história da F1 a vencer com um motor turbo. A Brabham terminou terceira entre os construtores.

Porque é tão especial?

Para muitos fãs da era turbo, a Brabham-BMW representa:

Engenharia inovadora de Gordon Murray.
O brutal motor BMW turbo.
A inteligência estratégica de Piquet.

Tyrrell Ford

A Tyrrell-Ford é uma das equipas mais históricas da Fórmula 1. Fundada por Ken Tyrrell, ficou famosa por utilizar os motores Ford Cosworth DFV, que dominaram a F1 durante os anos 1970.

Os anos dourados

A Tyrrell atingiu o topo com o escocês Jackie Stewart:

Campeã de Pilotos em 1971 com Stewart.
Campeã de Construtores em 1971.
Novos títulos de Pilotos em 1971 e 1973 com Stewart.
Tornou-se uma das equipas mais respeitadas da grelha.

Os carros Tyrrell da época, como o 001, 003 e 006, eram simples, leves e muito eficazes, aproveitando ao máximo o motor Ford Cosworth DFV.

A era do P34 de seis rodas

O carro mais famoso da equipa é provavelmente o Tyrrell P34, apresentado em 1976.

Tyrrell P34 tinha quatro rodas pequenas à frente e duas normais atrás. A ideia era reduzir a resistência aerodinâmica mantendo uma grande área de contacto dos pneus.

Foi muito mais do que uma curiosidade:

Venceu o Grande Prémio da Suécia de 1976.
Conseguiu uma dobradinha com Jody Scheckter e Patrick Depailler.
Terminou em 3.º no Mundial de Construtores de 1976.

Muitos consideram o P34 o carro mais ousado da história da Fórmula 1.

Anos 80

Com a chegada do efeito-solo e depois dos motores turbo, a Tyrrell teve mais dificuldades financeiras do que equipas como Brabham, Lotus, McLaren ou Williams.

Mesmo assim revelou talentos como:

Michele Alboreto
Stefan Bellof
Martin Brundle
Jean Alesi

Em 1984, a equipa foi excluída do campeonato devido a uma polémica técnica relacionada com peso e abastecimento de água, um dos episódios mais controversos da história da F1.

O fim da Tyrrell

A equipa continuou até 1998, quando foi comprada pela British American Tobacco. A estrutura transformou-se na British American Racing, que mais tarde evoluiu para:

Honda Racing F1 Team
Brawn GP
Mercedes-AMG Petronas Formula One Team

Ou seja, existe uma linha histórica direta entre a velha Tyrrell de Jackie Stewart e a atual Mercedes-AMG Petronas Formula One Team.

Para muitos fãs das décadas de 1970 e 1980, a Tyrrell-Ford representa a Fórmula 1 clássica: equipas independentes, chassis engenhosos, motores Cosworth DFV e pilotos lendários como Jackie Stewart, Scheckter, Depailler, Alboreto e Bellof.

Ferrari

A Scuderia Ferrari é a equipa mais antiga, mais vitoriosa e mais emblemática da história da Fórmula 1. É também a única equipa que participou em todas as temporadas do Campeonato do Mundo desde 1950.

Origem

A equipa foi fundada por Enzo Ferrari e estreou-se no Campeonato do Mundo em 1950. O seu primeiro triunfo aconteceu em 1951, no Grande Prémio da Grã-Bretanha de 1951.

A Ferrari sempre teve uma característica rara na F1: constrói tanto o chassis como o motor dos seus carros.

Os grandes campeões

Ao longo da sua história, a Ferrari contou com alguns dos maiores pilotos de sempre:

Alberto Ascari
Juan Manuel Fangio
John Surtees
Niki Lauda
Jody Scheckter
Michael Schumacher
Kimi Räikkönen
A era de ouro de Schumacher

O período mais dominante da Ferrari foi entre 2000 e 2004.

Com Schumacher, o diretor desportivo Jean Todt, o diretor técnico Ross Brawn e o projetista Rory Byrne, a equipa conquistou:

5 títulos consecutivos de pilotos (2000–2004).
6 títulos consecutivos de construtores (1999–2004).

Os modelos F2002 e F2004 são frequentemente considerados dos carros mais dominantes da história da F1.

Identidade

A Ferrari é conhecida por:

A cor vermelha "Rosso Corsa".
A paixão dos adeptos italianos, os Tifosi.
O cavalo empinado (Cavallino Rampante).
A sua ligação histórica a Maranello, onde está sediada.
Estatísticas históricas

A Ferrari detém vários recordes na Fórmula 1, incluindo:

Mais vitórias.
Mais pole positions.
Mais pódios.
Mais títulos de construtores.

Apesar de períodos menos competitivos nas últimas décadas, continua a ser uma das equipas mais populares e influentes do desporto.

Para muitos fãs, se a Lotus-Renault representa a criatividade, a Brabham-BMW a inovação e a Tyrrell-Ford o espírito das equipas independentes, a Ferrari representa a própria essência histórica da Fórmula 1: tradição, paixão, prestígio e competição ao mais alto nível.

Ram - Hart

A RAM-Hart foi uma das típicas equipas independentes da Fórmula 1 dos anos 1980: pequena, com poucos recursos, mas determinada a competir contra gigantes como Ferrari, McLaren, Williams, Lotus e Brabham. A equipa utilizava os motores turbo Hart desenvolvidos por Brian Hart. foi fundada por Mike Ralph e John Macdonald (o nome RAM vem das iniciais dos apelidos). Competiu na F1 entre 1976 e 1985, primeiro com chassis de outras equipas e depois com carros próprios.


Os principais pilotos foram:

Philippe Alliot
Manfred Winkelhock
Kenny Acheson

Ao lado de equipas como Spirit e AGS, é uma das formações mais lembradas pelos aficionados dos anos 80.

Spirit Hart

A Spirit-Hart é uma daquelas pequenas equipas que os fãs da Fórmula 1 dos anos 80 recordam com carinho. Nunca marcou pontos nem lutou por vitórias, mas representava o espírito das equipas independentes que tentavam sobreviver na era dos motores turbo. e Gordon Coppuck, inicialmente para competir na Fórmula 2 com apoio da Honda. O projeto serviu como plataforma para o regresso da Honda à Fórmula 1. . O melhor resultado foi um 7.º lugar no Grande Prémio dos Países Baixos. .
Huub Rothengatter

O carro utilizado era o Spirit 101, equipado com o motor Hart 415T turbo de 1,5 litros. Apesar de ser tecnicamente interessante, a falta de orçamento impedia a equipa de competir ao nível das melhores formações.

Williams
Team Lotus
Brabham
Scuderia Ferrari

A aventura terminou após apenas três corridas em 1985, quando o dinheiro acabou e a equipa abandonou o campeonato.

Alfa Romeo e Eddie Chever

Eddie Cheever, ele correu pela equipa oficial Alfa Romeo nas temporadas de 1984 e 1985, tendo como colega de equipa o italiano Riccardo Patrese. - Patrese conseguiu um 3.º lugar em , o último pódio da Alfa Romeo como construtora na F1. por muitos problemas mecânicos. ia alcançar. ar as limitações do material.

A equipa oficial da Alfa Romeo Formula One Team em que correu Eddie Cheever é uma das mais fascinantes da era turbo.

Alfa Romeo em 1984

A equipa era patrocinada pela Benetton e utilizava o carro Alfa Romeo 184T, equipado com o motor Alfa Romeo 890T V8 turbo de 1,5 litros. O carro tinha velocidade razoável, mas sofria muito com o consumo de combustível e a fiabilidade.

Os pilotos eram:

Riccardo Patrese
Eddie Cheever

Cheever conseguiu um excelente 4.º lugar no GP do Brasil, a sua melhor classificação da época, mas a equipa sofreu muitos abandonos.

O drama de Monza 1984

Um dos episódios mais conhecidos aconteceu no Grande Prémio de Itália de 1984.

Cheever estava em posição de pódio perante os tifosi, mas ficou sem combustível nas voltas finais. O colega Patrese herdou o 3.º lugar e conquistou o único pódio da Alfa Romeo nessa temporada.

Este problema era frequente porque as regras de 1984 limitavam o combustível a 220 litros por corrida, e o V8 turbo Alfa era conhecido por ser um dos motores mais "sedentos" da grelha.
Alfa Romeo em 1985

A equipa lançou o novo Alfa Romeo 185T, mas o resultado foi dececionante. O carro era lento e pouco fiável, sendo considerado por muitos como um dos piores da época. A meio da temporada a Alfa abandonou o 185T e voltou a utilizar uma versão atualizada do carro de 1984, chamada 184TB.

Mesmo assim houve um momento brilhante: Cheever qualificou-se em 4.º lugar no Grande Prémio do
Mónaco de 1985, atrás apenas dos carros mais competitivos da época.

O fim da Alfa Romeo

No final de 1985, a Alfa Romeo abandonou a Fórmula 1 como construtora. O 185T tornou-se o último carro oficial da marca até ao seu regresso décadas mais tarde através da parceria com a Sauber.

Para muitos adeptos da era turbo, a Alfa Romeo de Cheever e Patrese é lembrada pela sua bela decoração vermelha com patrocínio Benetton, pelo característico V8 turbo e por representar uma equipa com enorme tradição mas que nunca conseguiu transformar o potencial em resultados consistentes. Alguns fãs descrevem-na como uma das equipas mais carismáticas e frustrantes dos anos 80.

Nigel Mansell

Nigel Mansell é uma das figuras mais populares da história da Fórmula 1. Conhecido pelo seu estilo agressivo, coragem nas ultrapassagens e pelo famoso bigode, tornou-se um ídolo para os adeptos britânicos e um dos pilotos mais espetaculares das décadas de 1980 e 1990.

Início na Fórmula 1

Mansell estreou-se em 1980 pela Team Lotus, onde foi colega de pilotos como:

Elio de Angelis
Ayrton Senna

Na Lotus mostrou grande velocidade, mas também sofreu vários acidentes e problemas mecânicos.

Ferrari (1989–1990)

Em 1989 transferiu-se para a Scuderia Ferrari e tornou-se imediatamente popular entre os tifosi.

Momentos marcantes:

Vitória na estreia no Grande Prémio do Brasil de 1989.
Famosa vitória no Grande Prémio da Hungria de 1989, após partir apenas da 12.ª posição.
Rivalidade interna com Alain Prost.
Williams e o título mundial

O auge da carreira chegou com a Williams.

Em 1992, ao volante do lendário Williams FW14B, conquistou:

9 vitórias.
14 pole positions.
O Campeonato do Mundo de Pilotos.

O FW14B é frequentemente considerado um dos carros mais avançados e dominantes da história da Fórmula 1, graças à suspensão ativa e à eletrónica sofisticada.

CART IndyCar

Após o título de F1, Mansell mudou-se para a série americana CART em 1993 e fez história ao conquistar o campeonato logo na época de estreia, algo extremamente raro.

Características

Mansell era conhecido por:

Não desistir facilmente de uma ultrapassagem.
Pilotagem muito física.
Grande rapidez em corrida.
Relação emocional intensa com os adeptos.

Uma das suas ultrapassagens mais famosas foi sobre Gerhard Berger por fora da curva Peraltada no Grande Prémio do México de 1990, considerada uma das melhores manobras da história da F1.

Estatísticas principais
1 título mundial (1992)
31 vitórias em Grandes Prémios
59 pódios
32 pole positions

Apesar de ter conquistado "apenas" um campeonato, muitos especialistas consideram Mansell um dos pilotos mais talentosos da sua geração, ao lado de Ayrton Senna, Alain Prost e Nelson Piquet.

Para quem aprecia a F1 dos anos 80, Mansell é praticamente o símbolo do piloto combativo: Lotus-Renault, Williams-Honda, Ferrari e Williams-Renault foram as máquinas que marcaram a sua carreira.

Brabham Bmw e Nelson Piquet

A parceria entre Nelson Piquet e a Brabham equipada com motores BMW é uma das combinações mais importantes da história da Fórmula 1.

O título de 1983

Em 1983, Piquet conquistou o Campeonato do Mundo ao volante do lendário:

Brabham BT52

O carro foi desenhado por Gordon Murray e utilizava o motor BMW M12/13 turbo de 1,5 litros.

Foi um marco histórico porque Piquet se tornou o primeiro campeão mundial da Fórmula 1 a vencer um campeonato com um motor turbo.

O motor BMW Turbo

O BMW M12/13 tornou-se lendário.

Características:

4 cilindros em linha.
1,5 litros turbo.
Cerca de 650–800 cv em corrida.
Mais de 1.200 cv em qualificação, segundo várias estimativas da época.

Conta-se que alguns blocos do motor provinham de motores BMW de estrada usados durante milhares de quilómetros antes de serem preparados para competição, porque o envelhecimento do metal ajudava a suportar as enormes pressões do turbo.

O BT52

O BT52 tinha um desenho revolucionário:

Nariz muito estreito.
Radiadores recuados.
Depósitos de combustível adaptados às novas regras.
Excelente tração nas saídas de curva.

Era visualmente muito diferente dos carros rivais da Ferrari, Renault ou Lotus.

A rivalidade com Prost

O principal adversário de Piquet em 1983 foi:

Alain Prost

que conduzia para a Renault.

O campeonato decidiu-se apenas na última corrida, no Grande Prémio da África do Sul de 1983, quando problemas mecânicos impediram Prost de terminar a prova.

BT53 e BT54

Após o título:

O BT53 (1984) continuou competitivo.
O BT54 (1985) venceu corridas mas já enfrentava a forte concorrência da Williams-Honda, Lotus-Renault e McLaren-TAG Porsche.

Piquet conquistou várias vitórias com estes carros, mas não voltou a ser campeão pela Brabham.

O fim da parceria

No final de 1985, Piquet deixou a Brabham para se juntar à Williams com motores Honda.

Pouco depois, a Brabham entrou em declínio e deixou de ser uma força de topo.

Porque é tão lembrada?

Para muitos fãs da era turbo, a Brabham-BMW de Piquet representa:

Engenharia inovadora de Gordon Murray.
Potência brutal do motor BMW.
Inteligência tática de Piquet.
A clássica decoração branca e azul da Parmalat.

Ao lado da Lotus-Renault de Senna e De Angelis, da Williams-Honda de Mansell e Piquet e da McLaren-TAG Porsche de Prost e Lauda, a Brabham-BMW é considerada uma das equipas mais emblemáticas dos anos 80.

Renault e Patrick Tambay

A ligação entre Patrick Tambay e a Renault ocorreu nas temporadas de 1984 e 1985, já na fase final da aventura da Renault como equipa oficial na primeira era turbo da Fórmula 1.

Chegada à Renault

Depois de passagens pela Scuderia Ferrari e pela Theodore, Tambay foi contratado pela Renault para substituir Alain Prost, que tinha deixado a equipa no final de 1983.

Era uma tarefa difícil: Prost tinha sido vice-campeão do mundo em 1983 e era o grande símbolo da Renault.

Renault RE50 (1984)

Em 1984, Tambay pilotou o:

Renault RE50


A Renault continuava a ter um dos motores turbo mais potentes da grelha, mas a fiabilidade já não era tão superior como nos anos anteriores, e equipas como McLaren e Brabham estavam muito fortes.

Tambay conseguiu vários pódios durante a temporada e terminou o campeonato em 7.º lugar.

Renault RE60 (1985)

Em 1985 surgiu o:

Renault RE60

O carro revelou-se menos competitivo do que o esperado.

Apesar disso, Tambay conseguiu alguns resultados respeitáveis e ajudou a Renault a manter-se no grupo intermédio da grelha.

O fim da Renault oficial

No final de 1985, a Renault decidiu abandonar a Fórmula 1 como equipa construtora.

A marca continuou presente como fornecedora de motores, tornando-se mais tarde uma das fabricantes mais bem-sucedidas da história da F1, fornecendo motores campeões para:

Williams
Benetton
Red Bull Racing

Porque é uma dupla lembrada?

A Renault-Tambay simboliza o fim de uma era:

Os primeiros motores turbo vencedores da F1.
A tentativa francesa de conquistar um título mundial com equipa, motor e piloto franceses.
Os últimos anos da Renault oficial antes da retirada de 1985.

Quando os fãs falam da Renault dos anos 80, normalmente lembram-se de Jean-Pierre Jabouille, René Arnoux e Prost. Mas Tambay e Warwick foram os homens que conduziram os últimos Renault amarelos oficiais da primeira era turbo.

Uma curiosidade: o Renault amarelo e preto de 1984–85 é frequentemente considerado um dos carros mais elegantes da década, especialmente o RE50 pilotado por Tambay e Warwick.

Williams Honda e Keke Rosberg

A parceria entre Keke Rosberg e a Williams foi uma das mais importantes dos anos 1980, mas há um detalhe interessante: Rosberg conquistou o seu título mundial em 1982 com motores Ford Cosworth, antes da chegada da Honda.

A chegada da Honda

Em 1983, a Williams iniciou a colaboração com a Honda. Inicialmente, os motores turbo Honda ainda estavam em desenvolvimento e eram menos competitivos que os melhores Renault ou BMW.

Rosberg foi essencial para ajudar a desenvolver esta nova combinação Williams-Honda.

Primeiras vitórias Honda-Williams

Em 1984, Rosberg conseguiu a primeira vitória da parceria no:

Grande Prémio de Dallas de 1984

Foi um resultado histórico para a Honda, que começava a afirmar-se como uma potência na era turbo.

O lendário FW10

Em 1985 surgiu o:

Williams FW10

Equipado com o motor Honda RA165E V6 turbo, tornou-se um dos carros mais rápidos da grelha.

Rosberg venceu:

Grande Prémio de Detroit de 1985
Grande Prémio da Austrália de 1985

O seu colega de equipa era:

Nigel Mansell
O "Rei da Qualificação"

Rosberg era conhecido pela sua velocidade pura.

Uma das voltas mais famosas da história aconteceu em:

Grande Prémio da Grã-Bretanha de 1985

onde fez uma pole position com média superior a 258 km/h, algo extraordinário para a época.

O fim da parceria

No final de 1985, Rosberg deixou a Williams para correr pela:

McLaren

Em 1986, a Williams-Honda tornou-se a equipa dominante do campeonato, com:

Nigel Mansell
Nelson Piquet

Muitos fãs gostam de dizer que Rosberg ajudou a construir a base técnica que permitiu à Williams-Honda dominar a Fórmula 1 nos anos seguintes.

Porque é lembrada?

A Williams-Honda de Keke Rosberg representa:

A transição da Williams da era Cosworth para a era turbo.
O nascimento da potência Honda na F1 moderna.
Um piloto extremamente rápido e corajoso.
Alguns dos carros mais belos da década, com a clássica decoração branca, amarela e azul da Williams-Honda.

Embora não tenha sido campeão com a Honda, Rosberg foi a peça-chave que ligou a Williams campeã de 1982 à Williams dominante de 1986–1987.

McLaren Tag e Niki Lauda

A parceria entre Niki Lauda e a McLaren equipada com motores TAG-Porsche é uma das histórias mais marcantes da Fórmula 1 dos anos 80.

O regresso inesperado

Lauda tinha abandonado a F1 no final de 1979, após a sua passagem pela Ferrari. Muitos acreditavam que a sua carreira tinha terminado.

Mas em 1982, o chefe da McLaren, Ron Dennis, convenceu-o a regressar.

Lauda voltou ao volante da McLaren e mostrou rapidamente que continuava entre os melhores pilotos do mundo.

A chegada do motor TAG-Porsche

Em 1984, a McLaren passou a utilizar o motor:

TAG-Porsche TTE P01

O projeto era financiado pela empresa TAG e desenvolvido pela Porsche.

O carro era o lendário:

McLaren MP4/2

Pilotado por:

Niki Lauda
Alain Prost
O título de 1984

A temporada de 1984 produziu uma das disputas mais famosas da história.

Lauda venceu o campeonato por apenas meio ponto sobre Prost, a menor margem de sempre num Mundial de Fórmula 1.

Resultados de Lauda:
5 vitórias
Grande regularidade
Excelente gestão de corrida e combustível

Enquanto Prost era frequentemente mais rápido numa volta, Lauda compensava com experiência e consistência.

O mestre da inteligência

Lauda não era conhecido por ser o piloto mais espetacular da grelha.

Era conhecido por:

Análise técnica apurada.
Capacidade de desenvolver o carro.
Gestão de pneus e combustível.
Inteligência estratégica.

Muitos engenheiros da época consideravam o seu feedback técnico excecional.

1985: último triunfo

Em 1985, Lauda conseguiu a sua última vitória na Fórmula 1:

Grande Prémio dos Países Baixos de 1985

Foi também a sua 25.ª e última vitória em Grandes Prémios.

Reforma definitiva

No final de 1985, Lauda retirou-se definitivamente da Fórmula 1.

Deixou o desporto com:

3 títulos mundiais.
25 vitórias.
Reputação de um dos pilotos mais inteligentes e resilientes de sempre.

A McLaren TAG-Porsche

A combinação:

Lauda
Prost
Ron Dennis
Motor TAG-Porsche

transformou a McLaren na força dominante da Fórmula 1 em meados dos anos 80.

O MP4/2 venceu 12 das 16 corridas em 1984, um domínio impressionante para a época.

Porque é tão especial?

Para muitos fãs da era turbo, a McLaren TAG-Porsche de Niki Lauda representa o auge da eficiência:

Não era o carro mais extravagante.
Não tinha a potência brutal do BMW turbo.
Nem a agressividade visual da Lotus-Renault.

Mas era extremamente equilibrada, fiável e eficaz.

Por isso, quando se fala dos grandes conjuntos dos anos 80 — Brabham-BMW/Piquet, Lotus-Renault/Senna, Williams-Honda/Mansell e Rosberg — a McLaren TAG-Porsche/Lauda surge quase sempre como uma das referências máximas da década.

Ferrari e Michele Alboreto

A parceria entre Michele Alboreto e a Scuderia Ferrari é uma das histórias mais emocionantes da Fórmula 1 dos anos 80.

Alboreto foi o último piloto da Ferrari a lutar seriamente por um título mundial antes da era de Michael Schumacher.

Chegada à Ferrari

Depois de se destacar na Tyrrell, Alboreto foi contratado pela Ferrari para a temporada de 1984.

Para os tifosi, era o candidato ideal:

Italiano.
Muito rápido.
Tecnicamente inteligente.
Elegante na condução.

A imprensa italiana chegou a vê-lo como o sucessor natural de Gilles Villeneuve.

Ferrari 156/85 e a luta pelo título

O grande ano foi 1985.

Alboreto conduziu o:

Ferrari 156/85

Equipado com o motor Ferrari V6 turbo.

Durante a primeira metade da temporada, Alboreto parecia ter todas as condições para conquistar o campeonato.

Venceu:
Grande Prémio do Canadá de 1985
Grande Prémio da Alemanha de 1985
Grande Prémio da Europa de 1985
Grande Prémio de Detroit de 1985
Grande Prémio de San Marino de 1985

A meio da época liderava o campeonato.

O desmoronar da campanha

Na segunda metade do ano, a situação mudou.

A Ferrari começou a sofrer:

Problemas de fiabilidade.
Falhas de turbo.
Problemas de consumo.
Menor desenvolvimento do carro.

Enquanto isso, a McLaren de Prost manteve uma regularidade impressionante.

Alboreto perdeu pontos preciosos com vários abandonos.

No final:

Prost foi campeão.
Alboreto terminou vice-campeão.

Foi a melhor classificação de um piloto Ferrari entre os títulos de Jody Scheckter (1979) e Schumacher (2000).

Relação com a Ferrari
Apesar do talento e da popularidade, os anos seguintes foram mais difíceis.

Os carros Ferrari de 1986, 1987 e 1988 não conseguiram manter a competitividade necessária para disputar títulos.

Alboreto deixou a Ferrari no final de 1988.

Porque é tão lembrado?

Para muitos adeptos italianos, Alboreto representa:

O último grande herói italiano da Ferrari do século XX.
Um piloto extremamente técnico e consistente.
A última esperança italiana de conquistar um título pela Ferrari antes da era Schumacher.

Muitos tifosi ainda olham para 1985 com alguma nostalgia, porque durante vários meses parecia que um piloto italiano numa Ferrari italiana iria conquistar o campeonato do mundo — algo que teria sido um sonho para Enzo Ferrari.

Williams e Jacques Lafitte

Williams antes da Honda

Laffite correu pela Williams quando a equipa ainda estava nos seus primeiros anos, utilizando motores Ford Cosworth. Nessa fase, a Williams estava longe de ser a potência que viria a tornar-se nos anos 80.

Os resultados foram modestos, e Laffite acabou por regressar à Ligier, onde alcançou os maiores sucessos da sua carreira.

O verdadeiro símbolo da Ligier

É com a Ligier que Laffite ficou para a história:

6 vitórias em Grandes Prémios.
Vários pódios.
Vice-campeão oficioso entre os melhores pilotos do início dos anos 80.
Figura central da Fórmula 1 francesa.

Os carros mais famosos da sua carreira foram os:

Ligier JS11
Ligier JS17
Williams-Honda: outros pilotos

Quando a Williams passou a utilizar motores Honda (1983-1987), os pilotos principais eram:

Keke Rosberg
Nigel Mansell
Nelson Piquet

Por isso, quando se fala em Williams-Honda, os nomes mais associados são Rosberg, Mansell e Piquet; quando se fala em Jacques Laffite, a associação quase automática é à Ligier, uma das equipas francesas mais emblemáticas da história da F1.

26 Calendários sobre equipas de F1 míticas dos anos 60 a 80

Envio por Correio registado para todo o mundo



Conjunto de Memorabilia Desportiva - Fórmula Um - Prancheta do Grande Prémio do Mónaco, Livro F1 e 26 Calendários

Prancheta do Grand Prix do Mónaco de 1974 do Automobilie Clube de Monaco

O Grande Prémio do Mónaco de 1974 foi uma das corridas mais dramáticas da história da Fórmula 1, realizada no circuito urbano de Monte Carlo

Vencedor: Ronnie Peterson (Team Lotus), 2º lugar: Jody Scheckter e 3º lugar: Jean-Pierre Jarier

A prova ficou marcada por um final absolutamente caótico:
Nas últimas voltas, vários líderes abandonaram ou tiveram problemas mecânicos.
Niki Lauda, que dominava a corrida com a Ferrari, teve problemas e perdeu a vitória.
Emerson Fittipaldi também abandonou quando estava em posição forte.

Isso permitiu que Ronnie Peterson herdasse a liderança quase no fim — uma vitória inesperada e memorável.

A época de 1974 foi extremamente competitiva.
O título mundial acabou por ser conquistado por Emerson Fittipaldi.

Monte Carlo, Mónaco
Características: ruas estreitas, poucas zonas de ultrapassagem e alto risco — um dos circuitos mais icónicos da F1.

Ronnie Peterson

Bengt Ronnie Peterson (1944–1978) foi um piloto sueco de Fórmula 1, considerado um dos mais rápidos da década de 1970. Conhecido como “SuperSwede”, competiu entre 1970 e 1978 e tornou-se uma figura lendária pela sua velocidade e estilo agressivo ao volante.

Factos principais
• Nascimento: 14 de fevereiro de 1944, Örebro, Suécia
• Falecimento: 11 de setembro de 1978, Milão, Itália
• Equipa principal: Team Lotus
• Vitórias em Grandes Prémios: 10
• Pódios: 26 • Poles: 14 • Pontos totais: 206

Início e ascensão

Peterson iniciou-se no karting antes de progredir para a Fórmula 3 e vencer o campeonato europeu de Fórmula 2 em 1971 . Nesse mesmo ano estreou-se em destaque na Fórmula 1 com a March, terminando vice-campeão mundial atrás de Jackie Stewart. O seu talento levou-o à Lotus em 1973, onde conquistou a primeira vitória, no Grande Prémio de França, e ficou em terceiro no campeonato.

Anos de Lotus e o auge

Entre 1973 e 1974, Peterson venceu sete corridas com a Lotus 72, consolidando-se como um dos pilotos mais espetaculares do pelotão . Após passagens por March e Tyrrell, regressou à Lotus em 1978 para pilotar o revolucionário Lotus 79 com efeito de solo, servindo como companheiro de equipa de Mario Andretti. Apesar de ser frequentemente o segundo piloto, venceu duas corridas e terminou novamente vice-campeão.

Morte e legado

Peterson sofreu um acidente grave na partida do Grande Prémio de Itália de 1978, em Monza, falecendo no dia seguinte devido a complicações de lesões nas pernas . Tinha assinado com a McLaren para 1979. A sua morte provocou reformas de segurança na Fórmula 1 e deixou um legado duradouro como o mais bem-sucedido piloto sueco da categoria.

Estilo e reputação

Reconhecido pela condução arrojada e domínio técnico, Ronnie Peterson era admirado pelos colegas e fãs pela humildade e espírito de equipa. É lembrado como um dos pilotos mais talentosos a não conquistar um título mundial.

O Automobile Club de Monaco (ACM) é a entidade responsável por organizar e promover as principais competições automóveis no Mónaco.

Fundado em 1890, o ACM começou como um clube de automobilistas e evoluiu para uma das organizações mais prestigiadas do desporto motorizado.

O clube organiza alguns dos eventos mais famosos do mundo:

Grande Prémio do Mónaco (Fórmula 1), Rali de Monte Carlo e Monaco E-Prix

É membro da Fédération Internationale de l'Automobile (FIA), o organismo global do automobilismo.
O ACM tem uma particularidade: ao contrário de outros Grandes Prémios, ele próprio gere grande parte da organização do circuito urbano de Monte Carlo.

O traçado do Grande Prémio do Mónaco não é um autódromo permanente — o ACM transforma as ruas da cidade num circuito todos os anos, o que exige uma logística enorme.

O Rainier III foi o soberano do Mónaco durante quase 56 anos, sendo uma das figuras mais importantes da história do principado.

Nome completo: Rainier Louis Henri Maxence Bertrand Grimaldi
Nascimento: 31 de maio de 1923
Falecimento: 6 de abril de 2005
Reinado: 1949 – 2005

Rainier III transformou profundamente o Mónaco:

Modernizou a economia, reduzindo a dependência do jogo (casinos).
Desenvolveu o turismo e atraiu investimento internacional.
Expandiu o território do país através de aterros no mar.

Casou-se com a atriz de Hollywood Grace Kelly em 1956 — um dos casamentos mais mediáticos do século XX.

Durante o seu reinado, o Grande Prémio do Mónaco consolidou-se como uma das corridas mais prestigiadas da Fórmula 1, com forte apoio da família principesca.

Após a sua morte, foi sucedido pelo seu filho - Albert II

Rainier III é muitas vezes chamado de “Príncipe Construtor”, devido às grandes obras e transformações urbanas que liderou no Mónaco.

Artigo em muito bom estado de conservação, sem sinais visíveis de desgaste ou idade

Ideal para colecionadores de memorabilia desportiva, em especial os de Formula1, do Automobile Club de Monaco e do Grand Prix de Monaco

Livro sobre a Fórmula 1 - temporada de 2002

O livro fala sobre tudo que esteja relacionado com a temporada de 2002 da fórmula 1, nomeadamente pilotos, equipas, circuitos e estatísticas

Refere pilotos como :
Michael Schumacher • Rubens Barrichello
• David Coulthard • Kimi Raikkonen
• Ralf Schumacher • Juan Pablo Montoya
• Nick Heidfeld. • Felipe Massa
• Giancarlo Fisichella. • Takuma Sato
• Jacques Villeneuve • Olivier Panis
• Jarno Trulli. • Jenson Button
• Eddie Irvine. • Pedro de la Rosa
• Heinz-Harald Frentzen • Enrique Bernoldi
• Mark Webber. • Alexander Yoong
• Mika Salo. • Allan McNish

Entrevista a Michael Schumacher

Equipas : FERRARI. • McLAREN. • WILLIAMS
• SAUBER. • JORDAN. • BAR. RENAULT
• JAGUAR. • ARROWS. • MINARDI. • TOYOTA

Circuitos: Austrália Malaise Brasil São Marino Espanha Austria Monaco Canadá Europe . Grã-Bretanha France Alemanha Hungria Bélgica Itália Estados Unidos Japão

Ideal para fãs de automobilismo e colecionadores de automobilia , em especial os adeptos de Fórmula 1

Livro escrito em francês

26 Calendários de Bolso sobre Equipas de F1

Equipas e Pilotos

Lotus-Renault e Elio de Angelis

Quando se fala da "Lotus Renault" do tempo de Elio de Angelis, estamos a falar da histórica Team Lotus, que utilizava motores Renault turbo nos anos 1980. Não tem relação direta com a Lotus Renault GP de 2011, além do nome Lotus.

A parceria Lotus-Renault

Em 1983, a Lotus abandonou os tradicionais motores Ford Cosworth atmosféricos e passou a utilizar os motores turbo V6 da Renault, numa altura em que a F1 entrava na era dos turbos. O primeiro modelo competitivo desta fase foi o Lotus 94T, desenhado por Gérard Ducarouge, que revitalizou a equipa.

O grande ano: 1984

O auge de De Angelis com a Lotus-Renault aconteceu em 1984 com o Lotus 95T.

Terminou o campeonato em 3.º lugar, atrás apenas de Niki Lauda e Alain Prost.
Conseguiu vários pódios apesar de não vencer nenhuma corrida.
A Lotus terminou em 3.º no Mundial de Construtores, o melhor resultado da equipa desde o final dos anos 70.
Muitos consideram 1984 a melhor época da carreira de De Angelis, pela sua enorme consistência. Chegou a marcar pontos em 11 das 16 corridas da temporada.
A vitória em Imola

Em 1985, ao volante do Lotus 97T, equipado com o Renault turbo EF4, De Angelis conquistou a sua última vitória na Fórmula 1 no Grande Prémio de San Marino de 1985. Foi uma época especial porque teve como novo colega de equipa um jovem Ayrton Senna.

A partir de meados de 1985, a Lotus começou a centrar-se cada vez mais em Senna, que era extremamente rápido em qualificação. De Angelis continuou competitivo e regular, mas decidiu sair da equipa no final da temporada.

A Lotus-Renault de De Angelis é recordada por:

A icónica pintura preta e dourada da John Player Special.
Os poderosos motores turbo Renault.
O elegante estilo de condução de De Angelis.
A transição entre duas gerações de pilotos: De Angelis, o "cavalheiro" da F1, e Senna, a futura superestrela.
Muitos fãs consideram os Lotus 95T e 97T dos carros mais bonitos e carismáticos da era turbo da Fórmula 1.

Brabham-Bmw

A Brabham-BMW foi uma das equipas mais icónicas da era turbo da Fórmula 1 nos anos 1980. A parceria entre a equipa britânica Motor Racing Developments (Brabham) e a BMW produziu um dos carros mais revolucionários e um dos motores mais temidos da história da F1.

Os protagonistas
Nelson Piquet
Riccardo Patrese
Gordon Murray (designer)
Bernie Ecclestone (proprietário da equipa)
Paul Rosche (responsável pelo motor)

O lendário BT52

O carro mais famoso da parceria foi o Brabham BT52, lançado em 1983. Após a proibição do efeito-solo pela FIA, Gordon Murray criou um monolugar extremamente original, com formato de "dardo", radiadores colocados atrás do cockpit e uma enorme asa traseira para recuperar carga aerodinâmica.

O motor BMW turbo

O coração do BT52 era o motor BMW M12/13 de 1,5 litros turbo, um quatro-cilindros em linha que se tornou lendário. Em corrida produzia cerca de 650 cv, mas em configuração de qualificação estima-se que ultrapassasse os 1.200 cv, sendo um dos motores mais potentes de sempre na Fórmula 1.

O título de 1983

Em 1983, Piquet conquistou o Campeonato do Mundo de Pilotos com o BT52, tornando-se o primeiro campeão mundial da história da F1 a vencer com um motor turbo. A Brabham terminou terceira entre os construtores.

Porque é tão especial?

Para muitos fãs da era turbo, a Brabham-BMW representa:

Engenharia inovadora de Gordon Murray.
O brutal motor BMW turbo.
A inteligência estratégica de Piquet.

Tyrrell Ford

A Tyrrell-Ford é uma das equipas mais históricas da Fórmula 1. Fundada por Ken Tyrrell, ficou famosa por utilizar os motores Ford Cosworth DFV, que dominaram a F1 durante os anos 1970.

Os anos dourados

A Tyrrell atingiu o topo com o escocês Jackie Stewart:

Campeã de Pilotos em 1971 com Stewart.
Campeã de Construtores em 1971.
Novos títulos de Pilotos em 1971 e 1973 com Stewart.
Tornou-se uma das equipas mais respeitadas da grelha.

Os carros Tyrrell da época, como o 001, 003 e 006, eram simples, leves e muito eficazes, aproveitando ao máximo o motor Ford Cosworth DFV.

A era do P34 de seis rodas

O carro mais famoso da equipa é provavelmente o Tyrrell P34, apresentado em 1976.

Tyrrell P34 tinha quatro rodas pequenas à frente e duas normais atrás. A ideia era reduzir a resistência aerodinâmica mantendo uma grande área de contacto dos pneus.

Foi muito mais do que uma curiosidade:

Venceu o Grande Prémio da Suécia de 1976.
Conseguiu uma dobradinha com Jody Scheckter e Patrick Depailler.
Terminou em 3.º no Mundial de Construtores de 1976.

Muitos consideram o P34 o carro mais ousado da história da Fórmula 1.

Anos 80

Com a chegada do efeito-solo e depois dos motores turbo, a Tyrrell teve mais dificuldades financeiras do que equipas como Brabham, Lotus, McLaren ou Williams.

Mesmo assim revelou talentos como:

Michele Alboreto
Stefan Bellof
Martin Brundle
Jean Alesi

Em 1984, a equipa foi excluída do campeonato devido a uma polémica técnica relacionada com peso e abastecimento de água, um dos episódios mais controversos da história da F1.

O fim da Tyrrell

A equipa continuou até 1998, quando foi comprada pela British American Tobacco. A estrutura transformou-se na British American Racing, que mais tarde evoluiu para:

Honda Racing F1 Team
Brawn GP
Mercedes-AMG Petronas Formula One Team

Ou seja, existe uma linha histórica direta entre a velha Tyrrell de Jackie Stewart e a atual Mercedes-AMG Petronas Formula One Team.

Para muitos fãs das décadas de 1970 e 1980, a Tyrrell-Ford representa a Fórmula 1 clássica: equipas independentes, chassis engenhosos, motores Cosworth DFV e pilotos lendários como Jackie Stewart, Scheckter, Depailler, Alboreto e Bellof.

Ferrari

A Scuderia Ferrari é a equipa mais antiga, mais vitoriosa e mais emblemática da história da Fórmula 1. É também a única equipa que participou em todas as temporadas do Campeonato do Mundo desde 1950.

Origem

A equipa foi fundada por Enzo Ferrari e estreou-se no Campeonato do Mundo em 1950. O seu primeiro triunfo aconteceu em 1951, no Grande Prémio da Grã-Bretanha de 1951.

A Ferrari sempre teve uma característica rara na F1: constrói tanto o chassis como o motor dos seus carros.

Os grandes campeões

Ao longo da sua história, a Ferrari contou com alguns dos maiores pilotos de sempre:

Alberto Ascari
Juan Manuel Fangio
John Surtees
Niki Lauda
Jody Scheckter
Michael Schumacher
Kimi Räikkönen
A era de ouro de Schumacher

O período mais dominante da Ferrari foi entre 2000 e 2004.

Com Schumacher, o diretor desportivo Jean Todt, o diretor técnico Ross Brawn e o projetista Rory Byrne, a equipa conquistou:

5 títulos consecutivos de pilotos (2000–2004).
6 títulos consecutivos de construtores (1999–2004).

Os modelos F2002 e F2004 são frequentemente considerados dos carros mais dominantes da história da F1.

Identidade

A Ferrari é conhecida por:

A cor vermelha "Rosso Corsa".
A paixão dos adeptos italianos, os Tifosi.
O cavalo empinado (Cavallino Rampante).
A sua ligação histórica a Maranello, onde está sediada.
Estatísticas históricas

A Ferrari detém vários recordes na Fórmula 1, incluindo:

Mais vitórias.
Mais pole positions.
Mais pódios.
Mais títulos de construtores.

Apesar de períodos menos competitivos nas últimas décadas, continua a ser uma das equipas mais populares e influentes do desporto.

Para muitos fãs, se a Lotus-Renault representa a criatividade, a Brabham-BMW a inovação e a Tyrrell-Ford o espírito das equipas independentes, a Ferrari representa a própria essência histórica da Fórmula 1: tradição, paixão, prestígio e competição ao mais alto nível.

Ram - Hart

A RAM-Hart foi uma das típicas equipas independentes da Fórmula 1 dos anos 1980: pequena, com poucos recursos, mas determinada a competir contra gigantes como Ferrari, McLaren, Williams, Lotus e Brabham. A equipa utilizava os motores turbo Hart desenvolvidos por Brian Hart. foi fundada por Mike Ralph e John Macdonald (o nome RAM vem das iniciais dos apelidos). Competiu na F1 entre 1976 e 1985, primeiro com chassis de outras equipas e depois com carros próprios.


Os principais pilotos foram:

Philippe Alliot
Manfred Winkelhock
Kenny Acheson

Ao lado de equipas como Spirit e AGS, é uma das formações mais lembradas pelos aficionados dos anos 80.

Spirit Hart

A Spirit-Hart é uma daquelas pequenas equipas que os fãs da Fórmula 1 dos anos 80 recordam com carinho. Nunca marcou pontos nem lutou por vitórias, mas representava o espírito das equipas independentes que tentavam sobreviver na era dos motores turbo. e Gordon Coppuck, inicialmente para competir na Fórmula 2 com apoio da Honda. O projeto serviu como plataforma para o regresso da Honda à Fórmula 1. . O melhor resultado foi um 7.º lugar no Grande Prémio dos Países Baixos. .
Huub Rothengatter

O carro utilizado era o Spirit 101, equipado com o motor Hart 415T turbo de 1,5 litros. Apesar de ser tecnicamente interessante, a falta de orçamento impedia a equipa de competir ao nível das melhores formações.

Williams
Team Lotus
Brabham
Scuderia Ferrari

A aventura terminou após apenas três corridas em 1985, quando o dinheiro acabou e a equipa abandonou o campeonato.

Alfa Romeo e Eddie Chever

Eddie Cheever, ele correu pela equipa oficial Alfa Romeo nas temporadas de 1984 e 1985, tendo como colega de equipa o italiano Riccardo Patrese. - Patrese conseguiu um 3.º lugar em , o último pódio da Alfa Romeo como construtora na F1. por muitos problemas mecânicos. ia alcançar. ar as limitações do material.

A equipa oficial da Alfa Romeo Formula One Team em que correu Eddie Cheever é uma das mais fascinantes da era turbo.

Alfa Romeo em 1984

A equipa era patrocinada pela Benetton e utilizava o carro Alfa Romeo 184T, equipado com o motor Alfa Romeo 890T V8 turbo de 1,5 litros. O carro tinha velocidade razoável, mas sofria muito com o consumo de combustível e a fiabilidade.

Os pilotos eram:

Riccardo Patrese
Eddie Cheever

Cheever conseguiu um excelente 4.º lugar no GP do Brasil, a sua melhor classificação da época, mas a equipa sofreu muitos abandonos.

O drama de Monza 1984

Um dos episódios mais conhecidos aconteceu no Grande Prémio de Itália de 1984.

Cheever estava em posição de pódio perante os tifosi, mas ficou sem combustível nas voltas finais. O colega Patrese herdou o 3.º lugar e conquistou o único pódio da Alfa Romeo nessa temporada.

Este problema era frequente porque as regras de 1984 limitavam o combustível a 220 litros por corrida, e o V8 turbo Alfa era conhecido por ser um dos motores mais "sedentos" da grelha.
Alfa Romeo em 1985

A equipa lançou o novo Alfa Romeo 185T, mas o resultado foi dececionante. O carro era lento e pouco fiável, sendo considerado por muitos como um dos piores da época. A meio da temporada a Alfa abandonou o 185T e voltou a utilizar uma versão atualizada do carro de 1984, chamada 184TB.

Mesmo assim houve um momento brilhante: Cheever qualificou-se em 4.º lugar no Grande Prémio do
Mónaco de 1985, atrás apenas dos carros mais competitivos da época.

O fim da Alfa Romeo

No final de 1985, a Alfa Romeo abandonou a Fórmula 1 como construtora. O 185T tornou-se o último carro oficial da marca até ao seu regresso décadas mais tarde através da parceria com a Sauber.

Para muitos adeptos da era turbo, a Alfa Romeo de Cheever e Patrese é lembrada pela sua bela decoração vermelha com patrocínio Benetton, pelo característico V8 turbo e por representar uma equipa com enorme tradição mas que nunca conseguiu transformar o potencial em resultados consistentes. Alguns fãs descrevem-na como uma das equipas mais carismáticas e frustrantes dos anos 80.

Nigel Mansell

Nigel Mansell é uma das figuras mais populares da história da Fórmula 1. Conhecido pelo seu estilo agressivo, coragem nas ultrapassagens e pelo famoso bigode, tornou-se um ídolo para os adeptos britânicos e um dos pilotos mais espetaculares das décadas de 1980 e 1990.

Início na Fórmula 1

Mansell estreou-se em 1980 pela Team Lotus, onde foi colega de pilotos como:

Elio de Angelis
Ayrton Senna

Na Lotus mostrou grande velocidade, mas também sofreu vários acidentes e problemas mecânicos.

Ferrari (1989–1990)

Em 1989 transferiu-se para a Scuderia Ferrari e tornou-se imediatamente popular entre os tifosi.

Momentos marcantes:

Vitória na estreia no Grande Prémio do Brasil de 1989.
Famosa vitória no Grande Prémio da Hungria de 1989, após partir apenas da 12.ª posição.
Rivalidade interna com Alain Prost.
Williams e o título mundial

O auge da carreira chegou com a Williams.

Em 1992, ao volante do lendário Williams FW14B, conquistou:

9 vitórias.
14 pole positions.
O Campeonato do Mundo de Pilotos.

O FW14B é frequentemente considerado um dos carros mais avançados e dominantes da história da Fórmula 1, graças à suspensão ativa e à eletrónica sofisticada.

CART IndyCar

Após o título de F1, Mansell mudou-se para a série americana CART em 1993 e fez história ao conquistar o campeonato logo na época de estreia, algo extremamente raro.

Características

Mansell era conhecido por:

Não desistir facilmente de uma ultrapassagem.
Pilotagem muito física.
Grande rapidez em corrida.
Relação emocional intensa com os adeptos.

Uma das suas ultrapassagens mais famosas foi sobre Gerhard Berger por fora da curva Peraltada no Grande Prémio do México de 1990, considerada uma das melhores manobras da história da F1.

Estatísticas principais
1 título mundial (1992)
31 vitórias em Grandes Prémios
59 pódios
32 pole positions

Apesar de ter conquistado "apenas" um campeonato, muitos especialistas consideram Mansell um dos pilotos mais talentosos da sua geração, ao lado de Ayrton Senna, Alain Prost e Nelson Piquet.

Para quem aprecia a F1 dos anos 80, Mansell é praticamente o símbolo do piloto combativo: Lotus-Renault, Williams-Honda, Ferrari e Williams-Renault foram as máquinas que marcaram a sua carreira.

Brabham Bmw e Nelson Piquet

A parceria entre Nelson Piquet e a Brabham equipada com motores BMW é uma das combinações mais importantes da história da Fórmula 1.

O título de 1983

Em 1983, Piquet conquistou o Campeonato do Mundo ao volante do lendário:

Brabham BT52

O carro foi desenhado por Gordon Murray e utilizava o motor BMW M12/13 turbo de 1,5 litros.

Foi um marco histórico porque Piquet se tornou o primeiro campeão mundial da Fórmula 1 a vencer um campeonato com um motor turbo.

O motor BMW Turbo

O BMW M12/13 tornou-se lendário.

Características:

4 cilindros em linha.
1,5 litros turbo.
Cerca de 650–800 cv em corrida.
Mais de 1.200 cv em qualificação, segundo várias estimativas da época.

Conta-se que alguns blocos do motor provinham de motores BMW de estrada usados durante milhares de quilómetros antes de serem preparados para competição, porque o envelhecimento do metal ajudava a suportar as enormes pressões do turbo.

O BT52

O BT52 tinha um desenho revolucionário:

Nariz muito estreito.
Radiadores recuados.
Depósitos de combustível adaptados às novas regras.
Excelente tração nas saídas de curva.

Era visualmente muito diferente dos carros rivais da Ferrari, Renault ou Lotus.

A rivalidade com Prost

O principal adversário de Piquet em 1983 foi:

Alain Prost

que conduzia para a Renault.

O campeonato decidiu-se apenas na última corrida, no Grande Prémio da África do Sul de 1983, quando problemas mecânicos impediram Prost de terminar a prova.

BT53 e BT54

Após o título:

O BT53 (1984) continuou competitivo.
O BT54 (1985) venceu corridas mas já enfrentava a forte concorrência da Williams-Honda, Lotus-Renault e McLaren-TAG Porsche.

Piquet conquistou várias vitórias com estes carros, mas não voltou a ser campeão pela Brabham.

O fim da parceria

No final de 1985, Piquet deixou a Brabham para se juntar à Williams com motores Honda.

Pouco depois, a Brabham entrou em declínio e deixou de ser uma força de topo.

Porque é tão lembrada?

Para muitos fãs da era turbo, a Brabham-BMW de Piquet representa:

Engenharia inovadora de Gordon Murray.
Potência brutal do motor BMW.
Inteligência tática de Piquet.
A clássica decoração branca e azul da Parmalat.

Ao lado da Lotus-Renault de Senna e De Angelis, da Williams-Honda de Mansell e Piquet e da McLaren-TAG Porsche de Prost e Lauda, a Brabham-BMW é considerada uma das equipas mais emblemáticas dos anos 80.

Renault e Patrick Tambay

A ligação entre Patrick Tambay e a Renault ocorreu nas temporadas de 1984 e 1985, já na fase final da aventura da Renault como equipa oficial na primeira era turbo da Fórmula 1.

Chegada à Renault

Depois de passagens pela Scuderia Ferrari e pela Theodore, Tambay foi contratado pela Renault para substituir Alain Prost, que tinha deixado a equipa no final de 1983.

Era uma tarefa difícil: Prost tinha sido vice-campeão do mundo em 1983 e era o grande símbolo da Renault.

Renault RE50 (1984)

Em 1984, Tambay pilotou o:

Renault RE50


A Renault continuava a ter um dos motores turbo mais potentes da grelha, mas a fiabilidade já não era tão superior como nos anos anteriores, e equipas como McLaren e Brabham estavam muito fortes.

Tambay conseguiu vários pódios durante a temporada e terminou o campeonato em 7.º lugar.

Renault RE60 (1985)

Em 1985 surgiu o:

Renault RE60

O carro revelou-se menos competitivo do que o esperado.

Apesar disso, Tambay conseguiu alguns resultados respeitáveis e ajudou a Renault a manter-se no grupo intermédio da grelha.

O fim da Renault oficial

No final de 1985, a Renault decidiu abandonar a Fórmula 1 como equipa construtora.

A marca continuou presente como fornecedora de motores, tornando-se mais tarde uma das fabricantes mais bem-sucedidas da história da F1, fornecendo motores campeões para:

Williams
Benetton
Red Bull Racing

Porque é uma dupla lembrada?

A Renault-Tambay simboliza o fim de uma era:

Os primeiros motores turbo vencedores da F1.
A tentativa francesa de conquistar um título mundial com equipa, motor e piloto franceses.
Os últimos anos da Renault oficial antes da retirada de 1985.

Quando os fãs falam da Renault dos anos 80, normalmente lembram-se de Jean-Pierre Jabouille, René Arnoux e Prost. Mas Tambay e Warwick foram os homens que conduziram os últimos Renault amarelos oficiais da primeira era turbo.

Uma curiosidade: o Renault amarelo e preto de 1984–85 é frequentemente considerado um dos carros mais elegantes da década, especialmente o RE50 pilotado por Tambay e Warwick.

Williams Honda e Keke Rosberg

A parceria entre Keke Rosberg e a Williams foi uma das mais importantes dos anos 1980, mas há um detalhe interessante: Rosberg conquistou o seu título mundial em 1982 com motores Ford Cosworth, antes da chegada da Honda.

A chegada da Honda

Em 1983, a Williams iniciou a colaboração com a Honda. Inicialmente, os motores turbo Honda ainda estavam em desenvolvimento e eram menos competitivos que os melhores Renault ou BMW.

Rosberg foi essencial para ajudar a desenvolver esta nova combinação Williams-Honda.

Primeiras vitórias Honda-Williams

Em 1984, Rosberg conseguiu a primeira vitória da parceria no:

Grande Prémio de Dallas de 1984

Foi um resultado histórico para a Honda, que começava a afirmar-se como uma potência na era turbo.

O lendário FW10

Em 1985 surgiu o:

Williams FW10

Equipado com o motor Honda RA165E V6 turbo, tornou-se um dos carros mais rápidos da grelha.

Rosberg venceu:

Grande Prémio de Detroit de 1985
Grande Prémio da Austrália de 1985

O seu colega de equipa era:

Nigel Mansell
O "Rei da Qualificação"

Rosberg era conhecido pela sua velocidade pura.

Uma das voltas mais famosas da história aconteceu em:

Grande Prémio da Grã-Bretanha de 1985

onde fez uma pole position com média superior a 258 km/h, algo extraordinário para a época.

O fim da parceria

No final de 1985, Rosberg deixou a Williams para correr pela:

McLaren

Em 1986, a Williams-Honda tornou-se a equipa dominante do campeonato, com:

Nigel Mansell
Nelson Piquet

Muitos fãs gostam de dizer que Rosberg ajudou a construir a base técnica que permitiu à Williams-Honda dominar a Fórmula 1 nos anos seguintes.

Porque é lembrada?

A Williams-Honda de Keke Rosberg representa:

A transição da Williams da era Cosworth para a era turbo.
O nascimento da potência Honda na F1 moderna.
Um piloto extremamente rápido e corajoso.
Alguns dos carros mais belos da década, com a clássica decoração branca, amarela e azul da Williams-Honda.

Embora não tenha sido campeão com a Honda, Rosberg foi a peça-chave que ligou a Williams campeã de 1982 à Williams dominante de 1986–1987.

McLaren Tag e Niki Lauda

A parceria entre Niki Lauda e a McLaren equipada com motores TAG-Porsche é uma das histórias mais marcantes da Fórmula 1 dos anos 80.

O regresso inesperado

Lauda tinha abandonado a F1 no final de 1979, após a sua passagem pela Ferrari. Muitos acreditavam que a sua carreira tinha terminado.

Mas em 1982, o chefe da McLaren, Ron Dennis, convenceu-o a regressar.

Lauda voltou ao volante da McLaren e mostrou rapidamente que continuava entre os melhores pilotos do mundo.

A chegada do motor TAG-Porsche

Em 1984, a McLaren passou a utilizar o motor:

TAG-Porsche TTE P01

O projeto era financiado pela empresa TAG e desenvolvido pela Porsche.

O carro era o lendário:

McLaren MP4/2

Pilotado por:

Niki Lauda
Alain Prost
O título de 1984

A temporada de 1984 produziu uma das disputas mais famosas da história.

Lauda venceu o campeonato por apenas meio ponto sobre Prost, a menor margem de sempre num Mundial de Fórmula 1.

Resultados de Lauda:
5 vitórias
Grande regularidade
Excelente gestão de corrida e combustível

Enquanto Prost era frequentemente mais rápido numa volta, Lauda compensava com experiência e consistência.

O mestre da inteligência

Lauda não era conhecido por ser o piloto mais espetacular da grelha.

Era conhecido por:

Análise técnica apurada.
Capacidade de desenvolver o carro.
Gestão de pneus e combustível.
Inteligência estratégica.

Muitos engenheiros da época consideravam o seu feedback técnico excecional.

1985: último triunfo

Em 1985, Lauda conseguiu a sua última vitória na Fórmula 1:

Grande Prémio dos Países Baixos de 1985

Foi também a sua 25.ª e última vitória em Grandes Prémios.

Reforma definitiva

No final de 1985, Lauda retirou-se definitivamente da Fórmula 1.

Deixou o desporto com:

3 títulos mundiais.
25 vitórias.
Reputação de um dos pilotos mais inteligentes e resilientes de sempre.

A McLaren TAG-Porsche

A combinação:

Lauda
Prost
Ron Dennis
Motor TAG-Porsche

transformou a McLaren na força dominante da Fórmula 1 em meados dos anos 80.

O MP4/2 venceu 12 das 16 corridas em 1984, um domínio impressionante para a época.

Porque é tão especial?

Para muitos fãs da era turbo, a McLaren TAG-Porsche de Niki Lauda representa o auge da eficiência:

Não era o carro mais extravagante.
Não tinha a potência brutal do BMW turbo.
Nem a agressividade visual da Lotus-Renault.

Mas era extremamente equilibrada, fiável e eficaz.

Por isso, quando se fala dos grandes conjuntos dos anos 80 — Brabham-BMW/Piquet, Lotus-Renault/Senna, Williams-Honda/Mansell e Rosberg — a McLaren TAG-Porsche/Lauda surge quase sempre como uma das referências máximas da década.

Ferrari e Michele Alboreto

A parceria entre Michele Alboreto e a Scuderia Ferrari é uma das histórias mais emocionantes da Fórmula 1 dos anos 80.

Alboreto foi o último piloto da Ferrari a lutar seriamente por um título mundial antes da era de Michael Schumacher.

Chegada à Ferrari

Depois de se destacar na Tyrrell, Alboreto foi contratado pela Ferrari para a temporada de 1984.

Para os tifosi, era o candidato ideal:

Italiano.
Muito rápido.
Tecnicamente inteligente.
Elegante na condução.

A imprensa italiana chegou a vê-lo como o sucessor natural de Gilles Villeneuve.

Ferrari 156/85 e a luta pelo título

O grande ano foi 1985.

Alboreto conduziu o:

Ferrari 156/85

Equipado com o motor Ferrari V6 turbo.

Durante a primeira metade da temporada, Alboreto parecia ter todas as condições para conquistar o campeonato.

Venceu:
Grande Prémio do Canadá de 1985
Grande Prémio da Alemanha de 1985
Grande Prémio da Europa de 1985
Grande Prémio de Detroit de 1985
Grande Prémio de San Marino de 1985

A meio da época liderava o campeonato.

O desmoronar da campanha

Na segunda metade do ano, a situação mudou.

A Ferrari começou a sofrer:

Problemas de fiabilidade.
Falhas de turbo.
Problemas de consumo.
Menor desenvolvimento do carro.

Enquanto isso, a McLaren de Prost manteve uma regularidade impressionante.

Alboreto perdeu pontos preciosos com vários abandonos.

No final:

Prost foi campeão.
Alboreto terminou vice-campeão.

Foi a melhor classificação de um piloto Ferrari entre os títulos de Jody Scheckter (1979) e Schumacher (2000).

Relação com a Ferrari
Apesar do talento e da popularidade, os anos seguintes foram mais difíceis.

Os carros Ferrari de 1986, 1987 e 1988 não conseguiram manter a competitividade necessária para disputar títulos.

Alboreto deixou a Ferrari no final de 1988.

Porque é tão lembrado?

Para muitos adeptos italianos, Alboreto representa:

O último grande herói italiano da Ferrari do século XX.
Um piloto extremamente técnico e consistente.
A última esperança italiana de conquistar um título pela Ferrari antes da era Schumacher.

Muitos tifosi ainda olham para 1985 com alguma nostalgia, porque durante vários meses parecia que um piloto italiano numa Ferrari italiana iria conquistar o campeonato do mundo — algo que teria sido um sonho para Enzo Ferrari.

Williams e Jacques Lafitte

Williams antes da Honda

Laffite correu pela Williams quando a equipa ainda estava nos seus primeiros anos, utilizando motores Ford Cosworth. Nessa fase, a Williams estava longe de ser a potência que viria a tornar-se nos anos 80.

Os resultados foram modestos, e Laffite acabou por regressar à Ligier, onde alcançou os maiores sucessos da sua carreira.

O verdadeiro símbolo da Ligier

É com a Ligier que Laffite ficou para a história:

6 vitórias em Grandes Prémios.
Vários pódios.
Vice-campeão oficioso entre os melhores pilotos do início dos anos 80.
Figura central da Fórmula 1 francesa.

Os carros mais famosos da sua carreira foram os:

Ligier JS11
Ligier JS17
Williams-Honda: outros pilotos

Quando a Williams passou a utilizar motores Honda (1983-1987), os pilotos principais eram:

Keke Rosberg
Nigel Mansell
Nelson Piquet

Por isso, quando se fala em Williams-Honda, os nomes mais associados são Rosberg, Mansell e Piquet; quando se fala em Jacques Laffite, a associação quase automática é à Ligier, uma das equipas francesas mais emblemáticas da história da F1.

26 Calendários sobre equipas de F1 míticas dos anos 60 a 80

Envio por Correio registado para todo o mundo



Dados

Desporto
Fórmula 1
Tipo
Book, Clipboard and Calendars, Programa de evento
Número de itens
1
Equipa
Ferrari
Marca
Marlboro
Ano
2002
Atleta
Michael Schumacher
Estado
Muito bom
Evento desportivo
Formula 1
Original/Réplica
Original
PortugalVerificado
104
Objetos vendidos
Privado

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