NWA TYPE 3 não classificado, com boa forma e orientação Meteorito de condrite - 54 g - (1)





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Meteorito de chondrite NWA TYPE 3 não classificado, proveniente do Marrocos, chamado NWA TYPE 3 non classé avec une belle forme avec orientation, peso 54 g.
Descrição fornecida pelo vendedor
As cóndritas são os mais comuns entre os meteoritos (85%). São fragmentos de pequenos asteroides, ejetados da cintura principal por uma colisão-impacto entre dois asteroides. A fotografia principal mostra uma seção polida de uma côndrita ordinária (côndrita H) encontrada no Marrocos.
Composição de uma côndrita. Uma côndrita é composta de côndros, presos numa matriz. Os côndros (c) são pequenas esferas resultantes da solidificação rápida de microgotas de um líquido silicatado levemente ferroso, que se solidificam rapidamente na forma de uma esfera de vidro (agora recristalizada). A matriz é constituída por um agregado de pequenos cristais de silicatos (s) marrom- a-verde (olivina e piroxênio mais ou menos hidratados, portanto muito parcialmente serpentinizados e/ou argilizados), com ferro metálico (f) preso entre os cristais de silicatos. A química dos côndros é próxima daquela dos silicatos da matriz. Globalmente, uma côndrita (côndro + matriz) compreende aproximadamente 20-30% de ferro metálico, e 70-80% de silicatos. A mistura silicática (densidade de 3,3) e o ferro (densidade 8) mostram que essa mistura nunca derreteu após a sua formação, caso contrário a diferença de densidade teria provocado a separação, a diferenciação, entre a parte silicata e a parte metálica. Essa química corresponde exatamente à dos elementos refratários do Sol (obtida por estudo espectral). Por outro lado, conhece-se (relativamente) bem a química do manto e das crostas terrestres; a química do núcleo é muito mais circunstancial, mas os dados da sismologia, combinados com medidas experimentais, sugerem fortemente que o núcleo é constituído, no mínimo, de 80% de ferro metálico. Somando as crostas + manto + núcleo terrestres (com suas proporções relativas), obtém-se uma composição química teórica da Terra (com as incertezas correspondentes às incertezas relativas ao núcleo). A composição das côndridas é próxima (com as devidas margens de incerteza) daquela (teórica) da Terra. Supondo então que as côndridas e a Terra tenham exatamente a mesma composição, pode-se calcular a composição precisa do núcleo terrestre, removendo de uma côndrita os elementos do manto+crosta.
Origem das côndridas. Durante a condensação da nebulosa, poeiras de ferro e de silicato “flutuavam” entre 0,5 e 3 Unidades Astronômicas do Sol. Um fenômeno muito mal explicado gerou as côndridas, pequenas gotas de líquidos solidificadas rapidamente. Outro fenômeno, igualmente mal compreendido, reuniu as côndridas e poeiras silicato-ferrosas em corpos de tamanho hectométrico a quilométrico: os “planetesimais”. Então, a gravidade entrou em ação e os planetesimais se agregaram em corpos cada vez maiores, os asteroides e os planetas. O calor gerado pela acreção provocou fusão, diferenciação (pela gravidade) e a separação núcleo/manto dos corpos maiores (a Terra, por exemplo), não dos menores. As côndridas provêm de asteroides pequenos demais para terem sido fundidos. Elas foram arrancadas “recentemente” de seus corpos progenitores (pequenos asteroides) por colisões inter-asteroidais, em algum lugar da cintura de asteroides.
As cóndritas são os mais comuns entre os meteoritos (85%). São fragmentos de pequenos asteroides, ejetados da cintura principal por uma colisão-impacto entre dois asteroides. A fotografia principal mostra uma seção polida de uma côndrita ordinária (côndrita H) encontrada no Marrocos.
Composição de uma côndrita. Uma côndrita é composta de côndros, presos numa matriz. Os côndros (c) são pequenas esferas resultantes da solidificação rápida de microgotas de um líquido silicatado levemente ferroso, que se solidificam rapidamente na forma de uma esfera de vidro (agora recristalizada). A matriz é constituída por um agregado de pequenos cristais de silicatos (s) marrom- a-verde (olivina e piroxênio mais ou menos hidratados, portanto muito parcialmente serpentinizados e/ou argilizados), com ferro metálico (f) preso entre os cristais de silicatos. A química dos côndros é próxima daquela dos silicatos da matriz. Globalmente, uma côndrita (côndro + matriz) compreende aproximadamente 20-30% de ferro metálico, e 70-80% de silicatos. A mistura silicática (densidade de 3,3) e o ferro (densidade 8) mostram que essa mistura nunca derreteu após a sua formação, caso contrário a diferença de densidade teria provocado a separação, a diferenciação, entre a parte silicata e a parte metálica. Essa química corresponde exatamente à dos elementos refratários do Sol (obtida por estudo espectral). Por outro lado, conhece-se (relativamente) bem a química do manto e das crostas terrestres; a química do núcleo é muito mais circunstancial, mas os dados da sismologia, combinados com medidas experimentais, sugerem fortemente que o núcleo é constituído, no mínimo, de 80% de ferro metálico. Somando as crostas + manto + núcleo terrestres (com suas proporções relativas), obtém-se uma composição química teórica da Terra (com as incertezas correspondentes às incertezas relativas ao núcleo). A composição das côndridas é próxima (com as devidas margens de incerteza) daquela (teórica) da Terra. Supondo então que as côndridas e a Terra tenham exatamente a mesma composição, pode-se calcular a composição precisa do núcleo terrestre, removendo de uma côndrita os elementos do manto+crosta.
Origem das côndridas. Durante a condensação da nebulosa, poeiras de ferro e de silicato “flutuavam” entre 0,5 e 3 Unidades Astronômicas do Sol. Um fenômeno muito mal explicado gerou as côndridas, pequenas gotas de líquidos solidificadas rapidamente. Outro fenômeno, igualmente mal compreendido, reuniu as côndridas e poeiras silicato-ferrosas em corpos de tamanho hectométrico a quilométrico: os “planetesimais”. Então, a gravidade entrou em ação e os planetesimais se agregaram em corpos cada vez maiores, os asteroides e os planetas. O calor gerado pela acreção provocou fusão, diferenciação (pela gravidade) e a separação núcleo/manto dos corpos maiores (a Terra, por exemplo), não dos menores. As côndridas provêm de asteroides pequenos demais para terem sido fundidos. Elas foram arrancadas “recentemente” de seus corpos progenitores (pequenos asteroides) por colisões inter-asteroidais, em algum lugar da cintura de asteroides.

