Ennio Finzi (1931-2024) - Scale transcromatiche






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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Ennio Finzi, Scale transcromatiche, pastel sobre cartolina preta, 20 × 19,5 cm, edição original, assinado à mão, Itália, datado nos anos 1980.
Descrição fornecida pelo vendedor
Ennio Finzi Projeto Cinético (escala transcromáticas) datado 1974, mas reproduzido no final dos anos noventa
"sem título" 1970-1990.
cm 19,8 x 25
pastéis sobre cartão preto
assinado e datado no canto inferior direito "Finzi 74"
Obra ARQUIVADA
Será enviada a documentação atestando seu arquivamento no Arquivo Finzi.
Envio com courier e embalagem rígida.
Ennio Finzi (Veneza, 1931), entre os mais importantes abstracionistas italianos, estreia em 1947 na Fondazione Bevilacqua La Masa de Veneza, onde em 1956 e 1958 realiza duas exposições pessoais importantes apresentadas no catálogo por Toni Toniato e Umbro Apollonio. Em 1957 expõe na Galleria Schneider de Roma (apresentado por Virgilio Guidi) e na Numero de Florença, enquanto em 1958 na Apollinaire de Milão (com texto crítico de Giuseppe Marchiori) apresenta as últimas pesquisas sobre o tema dos “ritmos luz-vibração” que interessam Lucio Fontana. Ainda nos anos cinquenta expõe em exposições coletivas sobre o Espacialismo na Galleria del Cavallino de Carlo Cardazzo. Participa por convite da Quadriennale de 1959 e novamente na edição de 2000. Em 1986 participa também da Biennale Internacional de Arte de Veneza.
Considerado entre os precursores italianos no âmbito do cinetismo e da arte programada, já nos anos cinquenta desenvolve sua pesquisa dentro da visualidade pura. A rigorosa estruturação de sua linguagem plástica, que se desenvolve por todos os anos sessenta e setenta, é teoricamente sustentada por Umbro Apollonio e Carlo Belloli. Posteriormente elabora uma pesquisa fundamentada novamente no color, contribuindo para a definição de uma nova linha de abstração que desde os anos oitenta perdura até hoje. Também realizou trabalhos sobre papel, projetos sobre visualidade estruturada e obras a pastel com colagem sobre cartão desde os anos cinquenta.
Ennio Finzi Projeto Cinético (escala transcromáticas) datado 1974, mas reproduzido no final dos anos noventa
"sem título" 1970-1990.
cm 19,8 x 25
pastéis sobre cartão preto
assinado e datado no canto inferior direito "Finzi 74"
Obra ARQUIVADA
Será enviada a documentação atestando seu arquivamento no Arquivo Finzi.
Envio com courier e embalagem rígida.
Ennio Finzi (Veneza, 1931), entre os mais importantes abstracionistas italianos, estreia em 1947 na Fondazione Bevilacqua La Masa de Veneza, onde em 1956 e 1958 realiza duas exposições pessoais importantes apresentadas no catálogo por Toni Toniato e Umbro Apollonio. Em 1957 expõe na Galleria Schneider de Roma (apresentado por Virgilio Guidi) e na Numero de Florença, enquanto em 1958 na Apollinaire de Milão (com texto crítico de Giuseppe Marchiori) apresenta as últimas pesquisas sobre o tema dos “ritmos luz-vibração” que interessam Lucio Fontana. Ainda nos anos cinquenta expõe em exposições coletivas sobre o Espacialismo na Galleria del Cavallino de Carlo Cardazzo. Participa por convite da Quadriennale de 1959 e novamente na edição de 2000. Em 1986 participa também da Biennale Internacional de Arte de Veneza.
Considerado entre os precursores italianos no âmbito do cinetismo e da arte programada, já nos anos cinquenta desenvolve sua pesquisa dentro da visualidade pura. A rigorosa estruturação de sua linguagem plástica, que se desenvolve por todos os anos sessenta e setenta, é teoricamente sustentada por Umbro Apollonio e Carlo Belloli. Posteriormente elabora uma pesquisa fundamentada novamente no color, contribuindo para a definição de uma nova linha de abstração que desde os anos oitenta perdura até hoje. Também realizou trabalhos sobre papel, projetos sobre visualidade estruturada e obras a pastel com colagem sobre cartão desde os anos cinquenta.
