Relicário - Bakota - Gabão (Sem preço de reserva)





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Reliquíria Kota do Gabão, cultura Bakota, em madeira com placas de cobre, medindo 51 cm de altura, 23 cm de largura e 4 cm de profundidade, em bom estado com alguns sinais de desgaste pela idade, sem suporte.
Descrição fornecida pelo vendedor
Relíquário Bakota no Gabão
Relíquário Bakota
Na arte africana, os Kota (Bakota) deixavam o corpo de seus mortos exposto aos elementos, na floresta. Eles começaram a enterrar seus chefes, depois exumar seus ossos para colocá-los em caixas de casca ou cestos chamados bwété, sobre os quais uma estátua era colocada. Tais estátuas, chamadas de “guardião de reliquário” Kota, eram confiadas a chefes de clã que as mantinham ocultas, às vezes envolvendo o poder das relíquias em benefício do clã. Quando crises graves atingiam a vila (uma vila que reunia vários clãs), os chefes reuniam seus relicários para realizar ritos. Esse culto era conhecido pelo nome de bwiti pelos Mahongwé e vizinhos, para quem os guardiões constituíam os “faces” do bwété. Bela aparência dourada e cobertura dupla. Os Kota, ou Bakota, formam uma população de língua bantu da África Central, vivendo metade a leste do Gabão (província do Ogooué-Ivindo), e metade do outro lado da fronteira, na República do Congo. Suas figuras de relicários em madeira cobertas por placas de cobre são bastante conhecidas. O termo « Kota » designa seja um subgrupo, que é também designado « Kota-Kota » para distingui-lo do grupo mais amplo ao qual pertence, e que muitas vezes é também chamado de « Bakota », contando, junto com os Kota-Kota ou Kota, os Kwele, Mahongwe, Shamaye, Shake, Ndambomo, Wumbu e Ndasa.
Relíquário Bakota no Gabão
Relíquário Bakota
Na arte africana, os Kota (Bakota) deixavam o corpo de seus mortos exposto aos elementos, na floresta. Eles começaram a enterrar seus chefes, depois exumar seus ossos para colocá-los em caixas de casca ou cestos chamados bwété, sobre os quais uma estátua era colocada. Tais estátuas, chamadas de “guardião de reliquário” Kota, eram confiadas a chefes de clã que as mantinham ocultas, às vezes envolvendo o poder das relíquias em benefício do clã. Quando crises graves atingiam a vila (uma vila que reunia vários clãs), os chefes reuniam seus relicários para realizar ritos. Esse culto era conhecido pelo nome de bwiti pelos Mahongwé e vizinhos, para quem os guardiões constituíam os “faces” do bwété. Bela aparência dourada e cobertura dupla. Os Kota, ou Bakota, formam uma população de língua bantu da África Central, vivendo metade a leste do Gabão (província do Ogooué-Ivindo), e metade do outro lado da fronteira, na República do Congo. Suas figuras de relicários em madeira cobertas por placas de cobre são bastante conhecidas. O termo « Kota » designa seja um subgrupo, que é também designado « Kota-Kota » para distingui-lo do grupo mais amplo ao qual pertence, e que muitas vezes é também chamado de « Bakota », contando, junto com os Kota-Kota ou Kota, os Kwele, Mahongwe, Shamaye, Shake, Ndambomo, Wumbu e Ndasa.

