Nagore Legaretta - Hysteron - 2018





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Trustpilot 4.4 | 135960 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Caixa de metal fechada e redonda. Diâmetro 210 mm.
Dentro: Caderno fotográfico, EP e Postal serigráfico.
Interior com papel vergê 135 g, P/B.
EM LÍNGUA BASCA.
A artista optou por usar a técnica de fotografia pinhole, que ela domina e com a qual tem trabalhado há anos, como o material ideal para a obra. Este objeto utiliza o vazio como espaço para a gestação da imagem, e esse é exatamente o valor que Legarreta lhe atribuiu; o que diz respeito à sua relação com o conceito de útero.
Foi a própria artista quem criou suas próprias câmeras a partir de latas de metal. Ela também as dotou com quatro pequenos furos, ou pinholes, com a intenção de gerar um tipo de imagem multiplicada que tropeça, tropeça, encontra … e se funde casualmente. A técnica do furo cego cria imagens embaçadas, sem muita nitidez, atemporais, descartadas; um fato que também tem sido utilizado por Legarreta para apostar num contexto de transe, onírico, primitivo e indefinido, onde a artista brinca com a fronteira entre a mancha e a imagem.
Caixa de metal fechada e redonda. Diâmetro 210 mm.
Dentro: Caderno fotográfico, EP e Postal serigráfico.
Interior com papel vergê 135 g, P/B.
EM LÍNGUA BASCA.
A artista optou por usar a técnica de fotografia pinhole, que ela domina e com a qual tem trabalhado há anos, como o material ideal para a obra. Este objeto utiliza o vazio como espaço para a gestação da imagem, e esse é exatamente o valor que Legarreta lhe atribuiu; o que diz respeito à sua relação com o conceito de útero.
Foi a própria artista quem criou suas próprias câmeras a partir de latas de metal. Ela também as dotou com quatro pequenos furos, ou pinholes, com a intenção de gerar um tipo de imagem multiplicada que tropeça, tropeça, encontra … e se funde casualmente. A técnica do furo cego cria imagens embaçadas, sem muita nitidez, atemporais, descartadas; um fato que também tem sido utilizado por Legarreta para apostar num contexto de transe, onírico, primitivo e indefinido, onde a artista brinca com a fronteira entre a mancha e a imagem.

