Feltrinelli - il Gattopardo del 1963





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O célebre filme O Leopardo foi realizado em 1963. Dirigido pelo cineasta Luchino Visconti, é adaptado do romance homônimo de Giuseppe Tomasi di Lampedusa. A obra-prima é célebre por seu elenco estelar que inclui Burt Lancaster, Alain Delon e Claudia Cardinale, além de ter vencido a Palma de Ouro no Festival de Cannes.
Uma foto magnífica do filme O Leopardo de Luchino Visconti
Dimensões 70 cm x 50 cm
O Leopardo foi o caso literário de 1959: venceu o prêmio Strega e vendeu em poucos meses mais de 100 000 cópias. O Leopardo teve repercussão internacional, em um período em que os romances italianos dificilmente ultrapassavam as fronteiras nacionais. Protagonista do romance é o príncipe de Salina, o Leopardo, que no momento da transição da Sicília do regime borbónico para o Reino da Itália olha com ceticismo para a mudança e o novo. Provocou vivas discussões: àqueles que, como Eugenio Montale, viam no romance "um sentimento da existência que é ao mesmo tempo estoico e profundamente caritativo", contrapunha-se a crítica de esquerda, que enfatizava o misoneísmo do protagonista, intimamente ligado a uma ideologia reacionária. O diretor Luchino Visconti, que em 1963 alcançou o sucesso do romance com a sua adaptação cinematográfica, viu na obra de Tomasi di Lampedusa a crítica do transformismo político e a consciência da morte, inclusive da própria casta social, que permeia o príncipe de Salina.
O célebre filme O Leopardo foi realizado em 1963. Dirigido pelo cineasta Luchino Visconti, é adaptado do romance homônimo de Giuseppe Tomasi di Lampedusa. A obra-prima é célebre por seu elenco estelar que inclui Burt Lancaster, Alain Delon e Claudia Cardinale, além de ter vencido a Palma de Ouro no Festival de Cannes.
Uma foto magnífica do filme O Leopardo de Luchino Visconti
Dimensões 70 cm x 50 cm
O Leopardo foi o caso literário de 1959: venceu o prêmio Strega e vendeu em poucos meses mais de 100 000 cópias. O Leopardo teve repercussão internacional, em um período em que os romances italianos dificilmente ultrapassavam as fronteiras nacionais. Protagonista do romance é o príncipe de Salina, o Leopardo, que no momento da transição da Sicília do regime borbónico para o Reino da Itália olha com ceticismo para a mudança e o novo. Provocou vivas discussões: àqueles que, como Eugenio Montale, viam no romance "um sentimento da existência que é ao mesmo tempo estoico e profundamente caritativo", contrapunha-se a crítica de esquerda, que enfatizava o misoneísmo do protagonista, intimamente ligado a uma ideologia reacionária. O diretor Luchino Visconti, que em 1963 alcançou o sucesso do romance com a sua adaptação cinematográfica, viu na obra de Tomasi di Lampedusa a crítica do transformismo político e a consciência da morte, inclusive da própria casta social, que permeia o príncipe de Salina.

