Gaetano D' Aquino (1969) - Etna






Mestre em pintura renascentista, estágio na Sotheby's e 15 anos de experiência.
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Pintura a óleo sobre tela intitulada Etna por Gaetano D'Aquino (1969), criada em 2020+ na Itália, 45 × 48 cm, assinada à mão, em excelentes condições, edição original, vendida diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Óleo sobre tela 48x45 de Gaetano D'Aquino com foto autenticada
Gaetano D`Aquino nasceu em Catania em 30 de agosto de 1969, onde atualmente reside e trabalha. Depois de obter o diploma de maturidade artística no liceu, aderiu a diversos movimentos artísticos contemporâneos.
D`Aquino iniciou sua jornada pessoal no âmbito da pintura, dando vida às suas visões criativas através de uma variedade de temas e técnicas. Esse percurso o tornou um distinto representante da arte contemporânea.
As obras de D`Aquino foram adquiridas em inúmeras coleções importantes, tanto públicas quanto privadas, e encontraram espaço em diversas revistas especializadas e catálogos de arte.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS E COLETIVAS:
1998 Maio Artístico Catanese, Catania (coletiva)
2000 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2000 Encontro com a Pintura, Mascalucia (coletiva)
2001 Galeria, Giotto, Catania (pessoal)
2004 Primeira mostra de arte contemporânea, BOHEMIEN, palácio municipal, Acireale
2004 Evento de Arte KATACLOÒ, Teatro Metropolitan, Catania (Coletiva)
2004 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2005 Segunda Estemporânea de Pintura a cargo de Vittorio Sgarbi, Nineo
2005 Prêmio Literário e Artístico ARETUSA Terceiro Milênio, seção pintura, primeiro classificado, Centro Siculo para a Difusão da Cultura, Sede Regional Siracusa
2006 Os Cores Dentro e Fora do Retângulo Verde, Mostra de Artes Visuais Contemporâneas, Hotel Luna, (Oleggio Castello, Milão) a cargo de Donat Conenna
2007 Arte Fiera, Le Ciminiere, Catania
2007 Galeria, Arte Nuvò, Catania (pessoal)
2007 Galeria, Art Gallery Ortigia, Siracusa (pessoal)
2008 Tremestieri, Arte XIV edição, Tremestieri Etneo
2009 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2012 Galeria, Civico 69, Firenze (pessoal)
2015 Dia da Arte e da Criatividade EMPIRE, Catania (coletiva)
2015 Europa Eventi Arte, centro comercial Porte di Catania (Coletiva)
2016 Galeria, Collezioni Contemporanee, Enna Bassa (coletiva)
GAETANO D`AQUINO E A VERDADE DO SER DE DONAT CONENNA
Para alcançar a verdade do ser (no personagem, no objeto, e em todo outro conceito visual) é necessário que haja o sofrimento do proceder cognitivo. Traduzido em palavras simples: é preciso saber pintar.
Em um segundo momento podemos considerar todos os movimentos do “eu” (expressar, exteriorizar, escutar, expor) que levam o homem a tornar-se exprimente das realidades, a ele externas e internas.
Para enquadrar na luz certa o caso D`Aquino, Gaetano D`Aquino de Catania, é preciso parafrasear Descartes. Penso, logo existo. Um axioma que leva o mito da imagem, do qual todos nós somos portadores inconscientes por herança cultural, a indicar a possibilidade do pensamento alcançar o ser. Para os artistas, esse tipo de “síndrome de Buonarroti” (“Por que não falas?”) é sentido - naturalmente mais ou menos - em relação às próprias possibilidades narrativas.
Os motivos pelos quais Gaetano D`Aquino se aproxima da tela branca e a “incigna”, começando a marcar o traçado gráfico, que depois ilumina com cores, conferindo assim a graça da verdade à imagem obtida, residem justamente naquela operação de mimesis, que nós, pobres mortais comuns, não sabemos fazer: isto é, trazer à superfície - na tela, mesmo limitada e limitante - os horizontes externos e internos do cenário, objeto, personagem, conceito.
Uma operação que, em vários estilos, percorreu séculos e a história da arte mas que voca (de vocare, vocação) cada vez mais raramente artistas de realidade “total”, como D`Aquino.
Operador da imagem, principalmente anatômica, que pode bem ser definido hiperrealista, quando em suas “ícones” civis, laicas, profanas, salva o sujeito retratado em primeiro plano, na tela, das ciladas da impressão, isto é da tentação de resumir, de essencializar. O suave “Corpo de mulher” é a narrativa de um corpo de mulher: a ninguém ocorreria ver o outro.
D`Aquino trabalha com infinito esmero, brincando com uma marcação capilar dos detalhes epidérmicos da obra, que depois envolve em uma sequência de camadas cromáticas, até obter a unicidade do sujeito, exatamente - “como se” - o pintor de Catania quisesse captar do mundo aquelas (agora raras) frações de integridade plástica e quisesse fazê-las reviver para sempre em suas telas. Mas não é fácil dizer isso, naturalmente.
E eis seu lento, meditativo direcionamento ao real: mesmo na fixidez de um único fotograma, o ser, o “viver” de uma paisagem, de um objeto, de um personagem, de um conceito, são atravessados por uma luz que nós, por definição, chamamos de “fotográfica”, mas que não é outra coisa em Gaetano D`Aquino senão o desejo voluptuoso de alcançar a mimesis do absoluto natural, de marcar com rigor o circundante, de devolver exata fidelidade somática às anatomias.
Seria fácil, como sempre acontece com os pintores realistas, realistas, hiperrealistas, também neste caso, invocar os já ultrapassados direitos à interpretação que o homem, indubitavelmente, deve reivindicar, e que - historicamente comprovado - levou o conceito de arte à não distinção entre significado e significante do abstracionismo, à casualidade conceitual das performances, ao politicamente correto gestual da arte informe, pardon informal, aos automatismos efetivos do clique fotográfico, à não verdade especular, aliás virtual da arte informática, aos ilusionismos da arte cinética. Em uma palavra, ao caos das definições.
A dez mil anos de Altamira, ainda não sabemos dizer o que é a arte. Exatamente o contrário da direção na qual se colocou esse operador siciliano, com sua reafirmada, calma, palmária, tátil, completa narrativa antropogógica.
Donat Conenna
BREVE DESCRIÇÃO DA MINHA VISÃO ARTÍSTICA
Desde a minha infância, tive o privilégio de mergulhar na arte, admirando os maravilhosos retratos de Emanuele Di Giovanni, o célebre pintor catanês. Este foi o encantamento inicial que desencadeou minha fascinante jornada no mundo da pintura; feita de variados sucessos artísticos, exposições individuais e de minhas obras presentes pelo mundo. Comecei com o retratismo para então enfrentar diferentes temas como paisagem, natureza morta e o nu.
Eu, pessoalmente, procuro expressar e destacar aquilo que os outros não veem e fazê-lo ver aos meus olhos. Defino a pintura como uma poesia muda, como dizia Leonardo Da Vinci.
Hoje, após uma longa experiência pictórica e depois de enfrentar diversos assuntos, foquei no estudo intenso da Sicília, minha terra. Em particular a água, em todas as suas nuances, seus reflexos, cores, brilho, transparência e como elemento de vida característico da minha ilha; como o Vulcão Etna, também parte dos meus estudos, com seus fluxos de lava.
Concluí até hoje que o estudo da água é uma das coisas mais difíceis de representar e, ao observar as pinturas de Turner, entendi que água e luz são quase impossíveis de esencializar.
Gaetano D`Aquino
Óleo sobre tela 48x45 de Gaetano D'Aquino com foto autenticada
Gaetano D`Aquino nasceu em Catania em 30 de agosto de 1969, onde atualmente reside e trabalha. Depois de obter o diploma de maturidade artística no liceu, aderiu a diversos movimentos artísticos contemporâneos.
D`Aquino iniciou sua jornada pessoal no âmbito da pintura, dando vida às suas visões criativas através de uma variedade de temas e técnicas. Esse percurso o tornou um distinto representante da arte contemporânea.
As obras de D`Aquino foram adquiridas em inúmeras coleções importantes, tanto públicas quanto privadas, e encontraram espaço em diversas revistas especializadas e catálogos de arte.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS E COLETIVAS:
1998 Maio Artístico Catanese, Catania (coletiva)
2000 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2000 Encontro com a Pintura, Mascalucia (coletiva)
2001 Galeria, Giotto, Catania (pessoal)
2004 Primeira mostra de arte contemporânea, BOHEMIEN, palácio municipal, Acireale
2004 Evento de Arte KATACLOÒ, Teatro Metropolitan, Catania (Coletiva)
2004 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2005 Segunda Estemporânea de Pintura a cargo de Vittorio Sgarbi, Nineo
2005 Prêmio Literário e Artístico ARETUSA Terceiro Milênio, seção pintura, primeiro classificado, Centro Siculo para a Difusão da Cultura, Sede Regional Siracusa
2006 Os Cores Dentro e Fora do Retângulo Verde, Mostra de Artes Visuais Contemporâneas, Hotel Luna, (Oleggio Castello, Milão) a cargo de Donat Conenna
2007 Arte Fiera, Le Ciminiere, Catania
2007 Galeria, Arte Nuvò, Catania (pessoal)
2007 Galeria, Art Gallery Ortigia, Siracusa (pessoal)
2008 Tremestieri, Arte XIV edição, Tremestieri Etneo
2009 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2012 Galeria, Civico 69, Firenze (pessoal)
2015 Dia da Arte e da Criatividade EMPIRE, Catania (coletiva)
2015 Europa Eventi Arte, centro comercial Porte di Catania (Coletiva)
2016 Galeria, Collezioni Contemporanee, Enna Bassa (coletiva)
GAETANO D`AQUINO E A VERDADE DO SER DE DONAT CONENNA
Para alcançar a verdade do ser (no personagem, no objeto, e em todo outro conceito visual) é necessário que haja o sofrimento do proceder cognitivo. Traduzido em palavras simples: é preciso saber pintar.
Em um segundo momento podemos considerar todos os movimentos do “eu” (expressar, exteriorizar, escutar, expor) que levam o homem a tornar-se exprimente das realidades, a ele externas e internas.
Para enquadrar na luz certa o caso D`Aquino, Gaetano D`Aquino de Catania, é preciso parafrasear Descartes. Penso, logo existo. Um axioma que leva o mito da imagem, do qual todos nós somos portadores inconscientes por herança cultural, a indicar a possibilidade do pensamento alcançar o ser. Para os artistas, esse tipo de “síndrome de Buonarroti” (“Por que não falas?”) é sentido - naturalmente mais ou menos - em relação às próprias possibilidades narrativas.
Os motivos pelos quais Gaetano D`Aquino se aproxima da tela branca e a “incigna”, começando a marcar o traçado gráfico, que depois ilumina com cores, conferindo assim a graça da verdade à imagem obtida, residem justamente naquela operação de mimesis, que nós, pobres mortais comuns, não sabemos fazer: isto é, trazer à superfície - na tela, mesmo limitada e limitante - os horizontes externos e internos do cenário, objeto, personagem, conceito.
Uma operação que, em vários estilos, percorreu séculos e a história da arte mas que voca (de vocare, vocação) cada vez mais raramente artistas de realidade “total”, como D`Aquino.
Operador da imagem, principalmente anatômica, que pode bem ser definido hiperrealista, quando em suas “ícones” civis, laicas, profanas, salva o sujeito retratado em primeiro plano, na tela, das ciladas da impressão, isto é da tentação de resumir, de essencializar. O suave “Corpo de mulher” é a narrativa de um corpo de mulher: a ninguém ocorreria ver o outro.
D`Aquino trabalha com infinito esmero, brincando com uma marcação capilar dos detalhes epidérmicos da obra, que depois envolve em uma sequência de camadas cromáticas, até obter a unicidade do sujeito, exatamente - “como se” - o pintor de Catania quisesse captar do mundo aquelas (agora raras) frações de integridade plástica e quisesse fazê-las reviver para sempre em suas telas. Mas não é fácil dizer isso, naturalmente.
E eis seu lento, meditativo direcionamento ao real: mesmo na fixidez de um único fotograma, o ser, o “viver” de uma paisagem, de um objeto, de um personagem, de um conceito, são atravessados por uma luz que nós, por definição, chamamos de “fotográfica”, mas que não é outra coisa em Gaetano D`Aquino senão o desejo voluptuoso de alcançar a mimesis do absoluto natural, de marcar com rigor o circundante, de devolver exata fidelidade somática às anatomias.
Seria fácil, como sempre acontece com os pintores realistas, realistas, hiperrealistas, também neste caso, invocar os já ultrapassados direitos à interpretação que o homem, indubitavelmente, deve reivindicar, e que - historicamente comprovado - levou o conceito de arte à não distinção entre significado e significante do abstracionismo, à casualidade conceitual das performances, ao politicamente correto gestual da arte informe, pardon informal, aos automatismos efetivos do clique fotográfico, à não verdade especular, aliás virtual da arte informática, aos ilusionismos da arte cinética. Em uma palavra, ao caos das definições.
A dez mil anos de Altamira, ainda não sabemos dizer o que é a arte. Exatamente o contrário da direção na qual se colocou esse operador siciliano, com sua reafirmada, calma, palmária, tátil, completa narrativa antropogógica.
Donat Conenna
BREVE DESCRIÇÃO DA MINHA VISÃO ARTÍSTICA
Desde a minha infância, tive o privilégio de mergulhar na arte, admirando os maravilhosos retratos de Emanuele Di Giovanni, o célebre pintor catanês. Este foi o encantamento inicial que desencadeou minha fascinante jornada no mundo da pintura; feita de variados sucessos artísticos, exposições individuais e de minhas obras presentes pelo mundo. Comecei com o retratismo para então enfrentar diferentes temas como paisagem, natureza morta e o nu.
Eu, pessoalmente, procuro expressar e destacar aquilo que os outros não veem e fazê-lo ver aos meus olhos. Defino a pintura como uma poesia muda, como dizia Leonardo Da Vinci.
Hoje, após uma longa experiência pictórica e depois de enfrentar diversos assuntos, foquei no estudo intenso da Sicília, minha terra. Em particular a água, em todas as suas nuances, seus reflexos, cores, brilho, transparência e como elemento de vida característico da minha ilha; como o Vulcão Etna, também parte dos meus estudos, com seus fluxos de lava.
Concluí até hoje que o estudo da água é uma das coisas mais difíceis de representar e, ao observar as pinturas de Turner, entendi que água e luz são quase impossíveis de esencializar.
Gaetano D`Aquino
