Ben Dauchez - Blu Ray Surimpression






Tem mais de dez anos de experiência em arte, com especialização em fotografia do pós-guerra e arte contemporânea.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 138578 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Série "Surimpression contemporaine "
-Título Blu Ray Surimpression
-Tiragem Fine Art
80X80 Numéroté signé 1/15au format non encadrée
-Certificat D'Authenticité
À a fronteira entre fotografia contemporânea e pintura abstrata, esta obra em sobreimpressão sobrepõe texturas, luzes e gestos gráficos numa composição vibrante dominada por nuances de azul profundo. As marcas brancas evocam o movimento do pincel na tela, enquanto as diferentes camadas de imagens criam uma profundidade quase pictórica. Uma criação imersiva em que a fotografia se transforma em matéria artística, lembrando a energia do expressionismo abstrato e a liberdade do gesto pintado.
Fusão de dois mundos: a multi-exposição permite sobrepor estes dois universos — aquele da rigidez formal do Bauhaus e a riqueza sensorial e histórica do Marrocos. Talvez as linhas limpas do Bauhaus se entrelacem com motivos arquiteturais marroquinos, como arcos, mosaicos e as texturas de paredes de terra batida ou de pedra. Essa fusão cria uma espécie de diálogo visual entre modernidade e tradição.
Abordagem conceitual: o uso da multi-exposição pode também simbolizar a ideia de interação entre passado e presente, entre a arquitetura moderna e tradicional. O Marrocos, rico em símbolos culturais, poderia ser visto aqui como um terreno de experimentação para transpor conceitos ocidentais do Bauhaus para um contexto mais oriental, quiçá mediterrâneo.
Temporalidade e espacialidade
: Ao sobrepor vários momentos ou espaços, a técnica da multi-exposição pode também sugerir uma experiência temporal, como se estivéssemos viajando por diferentes épocas ou diferentes percepções do Marrocos. Esse jogo com o tempo e o espaço faz eco às noções de fluidez e transição na cultura do Bauhaus, ao mesmo tempo em que se inspira nas múltiplas camadas de sentido e história que o Marrocos encerra.
Dualidade cultural e estética: Por fim, esta obra poderia expressar uma reflexão sobre as relações entre culturas ocidentais e orientais, entre o funcionalismo europeu do Bauhaus e a sensualidade das formas marroquinas. A multi-exposição pode criar uma atmosfera em que os dois mundos não são opostos, mas sim interconectados numa mesma visão artística.
Apaixonado pela fotografia desde jovem, Ben DAUCHEZ iniciou nos estúdios de bairro de La Rochelle. Lá adquiriu o conjunto das bases da fotografia da técnica clássica, desde a captura até a retificação passando pelo laboratório. Com 22 anos, recém-formado, mudou-se para Paris para aperfeiçoar sua formação, tornando-se assistente de palco para os estúdios Daguerre, Le Petit Oiseau Va Sortir e o Studio Zéro. Ele teve a sorte de colaborar e assistir então aos fotógrafos mais talentosos: Bettina RHEIMS, Patrick DEMARCHELIER, Terry RICHARDSON, Ellen VON UNWERTH, Marcus MAM... De alguns encontros determinantes nasceram belos projetos e longas colaborações, principalmente com André RAU, Bettina RHEIMS (a exposição sulfúrica INRI e seu livro homônimo nas Edições Albin Michel) e Peter BEARD (calendário Pirelli 2009 no Botswana).
Suas fotos são publicadas, entre outras, nas Edições Condé Nast (francesas e internacionais), Première, WallPaper, ID, Madame Figaro, Lifestyles, Dandy Magazine... Seu universo também interessa a marcas com códigos identitários muito diferentes para as quais ele assinou a realização de campanhas Institucionais e/ou publicitárias como Dior (beleza), L'Oréal, Peugeot, Philip Morris ou ainda Burger King (Publicidade premiada no Dubai Lynx).
Ben DAUCHEZ também realizou inúmeros retratos de celebridades (IGGY POP, Woody HALLEN, Grace JONES, Jean DUJARDIN, Gilles LELLOUCHE, Olivier MARCHAL, Carole BOUQUET, Charlotte GAINSBOURG, ...) de beleza, de homens do mundo (Olivier DASSAULT, Jacques SEGUELA...) e de viajantes...
Essa trajetória fotográfica permite desde então eternizar, com total liberdade, a beleza humana, estética e espiritual de cada personalidade.
Série "Surimpression contemporaine "
-Título Blu Ray Surimpression
-Tiragem Fine Art
80X80 Numéroté signé 1/15au format non encadrée
-Certificat D'Authenticité
À a fronteira entre fotografia contemporânea e pintura abstrata, esta obra em sobreimpressão sobrepõe texturas, luzes e gestos gráficos numa composição vibrante dominada por nuances de azul profundo. As marcas brancas evocam o movimento do pincel na tela, enquanto as diferentes camadas de imagens criam uma profundidade quase pictórica. Uma criação imersiva em que a fotografia se transforma em matéria artística, lembrando a energia do expressionismo abstrato e a liberdade do gesto pintado.
Fusão de dois mundos: a multi-exposição permite sobrepor estes dois universos — aquele da rigidez formal do Bauhaus e a riqueza sensorial e histórica do Marrocos. Talvez as linhas limpas do Bauhaus se entrelacem com motivos arquiteturais marroquinos, como arcos, mosaicos e as texturas de paredes de terra batida ou de pedra. Essa fusão cria uma espécie de diálogo visual entre modernidade e tradição.
Abordagem conceitual: o uso da multi-exposição pode também simbolizar a ideia de interação entre passado e presente, entre a arquitetura moderna e tradicional. O Marrocos, rico em símbolos culturais, poderia ser visto aqui como um terreno de experimentação para transpor conceitos ocidentais do Bauhaus para um contexto mais oriental, quiçá mediterrâneo.
Temporalidade e espacialidade
: Ao sobrepor vários momentos ou espaços, a técnica da multi-exposição pode também sugerir uma experiência temporal, como se estivéssemos viajando por diferentes épocas ou diferentes percepções do Marrocos. Esse jogo com o tempo e o espaço faz eco às noções de fluidez e transição na cultura do Bauhaus, ao mesmo tempo em que se inspira nas múltiplas camadas de sentido e história que o Marrocos encerra.
Dualidade cultural e estética: Por fim, esta obra poderia expressar uma reflexão sobre as relações entre culturas ocidentais e orientais, entre o funcionalismo europeu do Bauhaus e a sensualidade das formas marroquinas. A multi-exposição pode criar uma atmosfera em que os dois mundos não são opostos, mas sim interconectados numa mesma visão artística.
Apaixonado pela fotografia desde jovem, Ben DAUCHEZ iniciou nos estúdios de bairro de La Rochelle. Lá adquiriu o conjunto das bases da fotografia da técnica clássica, desde a captura até a retificação passando pelo laboratório. Com 22 anos, recém-formado, mudou-se para Paris para aperfeiçoar sua formação, tornando-se assistente de palco para os estúdios Daguerre, Le Petit Oiseau Va Sortir e o Studio Zéro. Ele teve a sorte de colaborar e assistir então aos fotógrafos mais talentosos: Bettina RHEIMS, Patrick DEMARCHELIER, Terry RICHARDSON, Ellen VON UNWERTH, Marcus MAM... De alguns encontros determinantes nasceram belos projetos e longas colaborações, principalmente com André RAU, Bettina RHEIMS (a exposição sulfúrica INRI e seu livro homônimo nas Edições Albin Michel) e Peter BEARD (calendário Pirelli 2009 no Botswana).
Suas fotos são publicadas, entre outras, nas Edições Condé Nast (francesas e internacionais), Première, WallPaper, ID, Madame Figaro, Lifestyles, Dandy Magazine... Seu universo também interessa a marcas com códigos identitários muito diferentes para as quais ele assinou a realização de campanhas Institucionais e/ou publicitárias como Dior (beleza), L'Oréal, Peugeot, Philip Morris ou ainda Burger King (Publicidade premiada no Dubai Lynx).
Ben DAUCHEZ também realizou inúmeros retratos de celebridades (IGGY POP, Woody HALLEN, Grace JONES, Jean DUJARDIN, Gilles LELLOUCHE, Olivier MARCHAL, Carole BOUQUET, Charlotte GAINSBOURG, ...) de beleza, de homens do mundo (Olivier DASSAULT, Jacques SEGUELA...) e de viajantes...
Essa trajetória fotográfica permite desde então eternizar, com total liberdade, a beleza humana, estética e espiritual de cada personalidade.
