Pons Martí (1956) - Bajo el gran sol





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Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Pons Martí, que representa uma cena minimalista e contemplativa onde dois árvores nus sob um grande sol simbolizam a passagem do tempo, a serenidade e a beleza essencial da natureza. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 50x40x2 cm.
· Dimensões da obra: 34x24 cm.
· Técnica mista assinada à mão pelo artista no canto direito da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com moldura preciosa com vidro protetor (incluído no leilão como brinde).
A obra procede de uma exclusiva coleção privada em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas são parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças em relação ao artigo real quanto a cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envíos disponíveis a nível internacional.
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Este quadro apresenta uma visão poética e minimalista de uma paisagem desnuda, onde alguns poucos elementos cuidadosamente dispostos são suficientes para construir uma cena carregada de simbolismo, emoção e contemplação. Sobre uma ampla extensão de terreno de tonalidades quentes e suaves erguem-se dois árvores despojados de folhas, cujas silhuetas escuras se destacam com força sobre o fundo luminoso. Dominando a composição aparece um grande sol suspenso no céu, uma presença serena e poderosa que parece envolver todo o cenário em uma atmosfera silenciosa e quase onírica. A simplicidade da cena convida o espectador a deter-se e descobrir a profundidade que se oculta por trás da aparente austeridade de suas formas.
A composição caracteriza-se por um equilíbrio visual extraordinário. A árvore situada em primeiro plano ocupa uma posição dominante e transforma-se no principal protagonista da obra. Seus galhos estendem-se para o céu como gestos expressivos, criando linhas que proporcionam dinamismo dentro de uma cena essencialmente tranquila. A certa distância surge uma segunda árvore, menor e solitária, reforçando a sensação de profundidade e de espaço aberto. Entre as duas estabelece-se uma relação visual que pode interpretar-se como um diálogo silencioso entre duas presenças que partilham um mesmo território e uma mesma luz. Esta disposição gera uma sensação de harmonia e de contemplação que transcende a simples representação paisagística.
O grande sol que ocupa a parte superior da imagem desempenha um papel fundamental na construção da atmosfera. Sua forma perfeitamente circular contrasta com as linhas irregulares das árvores e aporta estabilidade ao conjunto. A luz que emana dessa esfera parece impregnar toda a cena de uma suavidade calorosa e envolvente, criando uma paisagem suspensa num momento indeterminado entre o amanhecer e o entardecer. A ausência de elementos narrativos concretos permite que o espectador projete as suas próprias emoções e experiências sobre a obra, convertendo a paisagem num espaço aberto a múltiplas interpretações. O céu, amplo e límpido, contribui para reforçar esta sensação de serenidade absoluta.
As tonalidades empregadas geram uma atmosfera de grande delicadeza visual. Os matizes terrosos, rosados e alaranjados combinam-se para construir um ambiente de grande suavidade, enquanto os perfis escuros das árvores introduzem um contraste que confere força e personalidade à composição. As linhas horizontais que percorrem o terreno sugerem pequenas ondulações e delimitam o espaço sem necessidade de descrevê-lo de forma detalhada. Esta economia de recursos transforma cada forma e cada cor em elementos significativos, permitindo que a obra transmita muito mais do que aparenta. A simplicidade formal transforma-se assim numa poderosa ferramenta expressiva.
No conjunto, este quadro oferece uma reflexão visual sobre a solidão, a passagem do tempo e a permanência da natureza. A combinação de árvores nuas, um horizonte desobstruído e um sol dominante cria uma cena de grande carga simbólica que transmite calma, introspecção e equilíbrio. A ausência de elementos supérfluos permite que a atenção se concentre na relação entre a terra, a luz e as formas essenciais da paisagem. O resultado é uma imagem evocadora e atemporal que convida à contemplação silenciosa e à busca de significado na beleza do que é simples.
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Pons Martí, que representa uma cena minimalista e contemplativa onde dois árvores nus sob um grande sol simbolizam a passagem do tempo, a serenidade e a beleza essencial da natureza. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 50x40x2 cm.
· Dimensões da obra: 34x24 cm.
· Técnica mista assinada à mão pelo artista no canto direito da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com moldura preciosa com vidro protetor (incluído no leilão como brinde).
A obra procede de uma exclusiva coleção privada em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas são parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças em relação ao artigo real quanto a cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envíos disponíveis a nível internacional.
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Este quadro apresenta uma visão poética e minimalista de uma paisagem desnuda, onde alguns poucos elementos cuidadosamente dispostos são suficientes para construir uma cena carregada de simbolismo, emoção e contemplação. Sobre uma ampla extensão de terreno de tonalidades quentes e suaves erguem-se dois árvores despojados de folhas, cujas silhuetas escuras se destacam com força sobre o fundo luminoso. Dominando a composição aparece um grande sol suspenso no céu, uma presença serena e poderosa que parece envolver todo o cenário em uma atmosfera silenciosa e quase onírica. A simplicidade da cena convida o espectador a deter-se e descobrir a profundidade que se oculta por trás da aparente austeridade de suas formas.
A composição caracteriza-se por um equilíbrio visual extraordinário. A árvore situada em primeiro plano ocupa uma posição dominante e transforma-se no principal protagonista da obra. Seus galhos estendem-se para o céu como gestos expressivos, criando linhas que proporcionam dinamismo dentro de uma cena essencialmente tranquila. A certa distância surge uma segunda árvore, menor e solitária, reforçando a sensação de profundidade e de espaço aberto. Entre as duas estabelece-se uma relação visual que pode interpretar-se como um diálogo silencioso entre duas presenças que partilham um mesmo território e uma mesma luz. Esta disposição gera uma sensação de harmonia e de contemplação que transcende a simples representação paisagística.
O grande sol que ocupa a parte superior da imagem desempenha um papel fundamental na construção da atmosfera. Sua forma perfeitamente circular contrasta com as linhas irregulares das árvores e aporta estabilidade ao conjunto. A luz que emana dessa esfera parece impregnar toda a cena de uma suavidade calorosa e envolvente, criando uma paisagem suspensa num momento indeterminado entre o amanhecer e o entardecer. A ausência de elementos narrativos concretos permite que o espectador projete as suas próprias emoções e experiências sobre a obra, convertendo a paisagem num espaço aberto a múltiplas interpretações. O céu, amplo e límpido, contribui para reforçar esta sensação de serenidade absoluta.
As tonalidades empregadas geram uma atmosfera de grande delicadeza visual. Os matizes terrosos, rosados e alaranjados combinam-se para construir um ambiente de grande suavidade, enquanto os perfis escuros das árvores introduzem um contraste que confere força e personalidade à composição. As linhas horizontais que percorrem o terreno sugerem pequenas ondulações e delimitam o espaço sem necessidade de descrevê-lo de forma detalhada. Esta economia de recursos transforma cada forma e cada cor em elementos significativos, permitindo que a obra transmita muito mais do que aparenta. A simplicidade formal transforma-se assim numa poderosa ferramenta expressiva.
No conjunto, este quadro oferece uma reflexão visual sobre a solidão, a passagem do tempo e a permanência da natureza. A combinação de árvores nuas, um horizonte desobstruído e um sol dominante cria uma cena de grande carga simbólica que transmite calma, introspecção e equilíbrio. A ausência de elementos supérfluos permite que a atenção se concentre na relação entre a terra, a luz e as formas essenciais da paisagem. O resultado é uma imagem evocadora e atemporal que convida à contemplação silenciosa e à busca de significado na beleza do que é simples.

