Cesare Frugiuele - Piet





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Cesare Frugiuele apresenta Piet, uma diptyque original de 2022 em acrílico sobre cartão, composta por duas peças de 35×50 cm cada (não unidas), assinada e em excelente estado, Itália, vendida diretamente pelo artista, dimensões totais 50 cm de altura por 70 cm de largura, peso 500 g.
Descrição fornecida pelo vendedor
Autor: CESARE FRUGIUELE - Itália
Título: "Piet." - 2022
Dítico em acrílico sobre cartolina, composto por duas peças de 35x50 cm, não unidas e para emoldurar com proteção de vidro.
Com Certificado de Autenticidade.
Visite o meu site:
www.artepassionedivita.com
Descobrir a arte aos treze anos, autodidata, quase por acaso, foi uma experiência única, empolgante.
Ainda hoje, a sessenta anos de distância, revivo-a como então.
Desde o início, nutri instinctivamente uma autêntica paixão pelo desenho e pela pintura.
Ao longo dos anos, passei a apreciar a arte figurativa e a tendência contida à abstração, admirando a obra dos “Grandes” e zelando constantemente pelo aspecto cromático como protagonista.
Depois, como impõe a evolução natural da busca artística íntima, o interesse desloca-se para novos influências, novas técnicas.
A contribuição pessoal transforma-se, torna-se mais íntima e reinterpretativa, em traços positiva e condicionada também pelas expressões de sinais primordiais da humanidade.
O fio condutor do percurso, mesmo com as mudanças aparentes de estilo, nunca consegue renunciar à interpretação impulsiva, espontânea da cor da vida…
Autor: CESARE FRUGIUELE - Itália
Título: "Piet." - 2022
Dítico em acrílico sobre cartolina, composto por duas peças de 35x50 cm, não unidas e para emoldurar com proteção de vidro.
Com Certificado de Autenticidade.
Visite o meu site:
www.artepassionedivita.com
Descobrir a arte aos treze anos, autodidata, quase por acaso, foi uma experiência única, empolgante.
Ainda hoje, a sessenta anos de distância, revivo-a como então.
Desde o início, nutri instinctivamente uma autêntica paixão pelo desenho e pela pintura.
Ao longo dos anos, passei a apreciar a arte figurativa e a tendência contida à abstração, admirando a obra dos “Grandes” e zelando constantemente pelo aspecto cromático como protagonista.
Depois, como impõe a evolução natural da busca artística íntima, o interesse desloca-se para novos influências, novas técnicas.
A contribuição pessoal transforma-se, torna-se mais íntima e reinterpretativa, em traços positiva e condicionada também pelas expressões de sinais primordiais da humanidade.
O fio condutor do percurso, mesmo com as mudanças aparentes de estilo, nunca consegue renunciar à interpretação impulsiva, espontânea da cor da vida…

