Gaetano D' Aquino (1969) - Melegrane





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Melegrane, óleo sobre tela original de 50 × 50 cm, por Gaetano D'Aquino (Itália), 2025, período 2010–2020, assinado à mão e em excelente estado, vendido directamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Óleo sobre tela 50X50 de Gaetano D' Aquino com foto autenticada
Gaetano D`Aquino nasceu em Catania em 30 de agosto de 1969, onde atualmente reside e trabalha. Depois de obter o diploma de maturidade artística no liceu, aderiu a diversos movimentos artísticos contemporâneos.
D`Aquino iniciou sua jornada pessoal no âmbito da pintura, dando vida às suas visões criativas através de uma variedade de temas e técnicas. Esse percurso o tornou um distinto representante da arte contemporânea.
As obras de D`Aquino têm sido adquiridas em várias coleções importantes, públicas e privadas, e encontraram espaço em inúmeras revistas especializadas e catálogos de arte.
EXPOSIÇÕES PESSOAIS E COLETIVAS:
1998 Maio Arte Catanese, Catania (coletiva)
2000 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2000 Encontro com a Pintura, Mascalucia (coletiva)
2001 Galeria, Giotto, Catania (pessoal)
2004 Primeira mostra de arte contemporânea, BOHEMIEN, palácio municipal, Acireale
2004 Evento de Arte KATACLOÒ, Teatro Metropolitan, Catania (Coletiva)
2004 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2005 Segunda Estemporânea de Pintura a cargo de Vittorio Sgarbi, Nineo
2005 Prêmio Literário e Artístico ARETUSA Terzo Millennio, seção pintura, classificado em primeiro lugar, Centro Siculo para a Difusão da Cultura, Sede Regional Siracusa
2006 I Colori Dentro e Fuori o Rettangolo Verde, Mostra de Artes Visuais Contemporâneas, Hotel Luna, (Oleggio Castello, Milão) a cargo de Donat Conenna
2007 Arte Fiera, Le Ciminiere, Catania
2007 Galeria, Arte Nuvò, Catania (pessoal)
2007 Galeria, Art Gallery Ortigia, Siracusa (pessoal)
2008 Tremestieri, Arte XIV edição, Tremestieri Etneo
2009 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2012 Galeria, Civico 69, Firenze (pessoal)
2015 Dia da Arte e da Criatividade EMPIRE, Catania (coletiva)
2015 Europa Eventi Arte, centro comercial Porte di Catania (Coletiva)
2016 Galeria, Collezioni Contemporanee, Enna Bassa (coletiva)
GAETANO D`AQUINO E A VERDADE DO SER DE DONAT CONENNA
Para alcançar a verdade do ser (no personagem, no objeto e em qualquer outro conceito visual) é preciso que haja a dor do procedimento cognitivo. Traduzido em palavras simples: é preciso saber pintar.
Em um segundo momento podemos considerar todos os movimentos do “eu” (expressar, exteriorizar, escutar, expor) que levam o homem a tornar-se expressor das realidades, externas e internas a ele.
Para enquadrar na devida luz o caso D`Aquino, Gaetano D`Aquino de Catania, é preciso parafrasear Descartes. Pinto, logo existo. Um postulado que leva o mito da imagem, do qual todos nós somos portadores inconscientes por herança cultural, a indicar a possibilidade do pensamento alcançar o ser. Para os artistas, esse tipo de “síndrome de Buonarroti”, (“Por quê não falas?”) é sentida – naturalmente mais ou menos – em relação às suas próprias possibilidades narrativas.
Os motivos pelos quais Gaetano D`Aquino se aproxima da tela branca e a “inicia”, começando a traçar o esboço gráfico, que depois ilumina com cores, concedendo assim a graça da verdade à imagem obtida, residem justamente naquela operação de mímica, que nós, meros mortais, não sabemos fazer: ou seja, trazer à superfície – na tela, ainda que limitada – os horizontes externos e internos da paisagem, objeto, personagem, conceito.
Uma operação que, em vários estilo, percorreu séculos e a história da arte mas que vocação (da vocação) cada vez mais raramente artistas de realidade “total”, como D`Aquino.
Operador da imagem, sobretudo anatômica, que pode bem ser definido hiperrealista, quando em suas “ícones” civis, laicas, profanas, salva o sujeito retratado em primeiro plano, na tela, das armadilhas da impressão, isto é, da tentação de resumir, de essencializar. O macio “Corpo de mulher” é a narrativa de um corpo de mulher: a ninguém virá à cabeça ver o outro.
D`Aquino trabalha com infinito esmero, brincando com uma marcação capilar nos detalhes epidérmicos da obra, que depois envolve em uma sequência de camadas cromáticas, até obter o unicismo do sujeito, justamente – “como se” – o pintor de Catania quisesse capturar ao mundo aquelas (agora raras) frações de integridade plástica e quisesse fazê-las reviver para sempre em suas telas. Mas não é fácil, naturalmente.
E eis o seu lento, meditativo direcionamento para o real: mesmo na fixidez de apenas um fotograma, o ser, o “viver” de uma paisagem, de um objeto, de um personagem, de um conceito, são atravessados por uma luz que chamamos, por definição, de “fotográfica”, mas que nada mais é em Gaetano D`Aquino senão o desejo voluptuoso de alcançar a mímica do absoluto natural, de marcar com rigor o circundante, de devolver exata fidelidade somática às anatomias.
Seria fácil, como acontece sempre com os pintores realistas, realistas, hiperrealistas, também neste caso, invocar os já obsoletos direitos à interpretação que o homem, indubitavelmente, deve reivindicar, e que – historicamente assegurado, levou o conceito de arte para a não distinção entre significado e significante do abstracionismo, para a casualidade conceitual das performances, para o populismo gestual da arte informe, perdón informal, para os automatismos efetivos do clique fotográfico, para a não verdade especular, aliás virtual, da arte informática, para os ilusionismos da arte cinética. Em uma palavra, para o caos das definições.
A dez mil anos de Altamira, ainda não sabemos dizer o que é a arte. Exatamente o oposto da direção em que se colocou esse operador siciliano, com a sua reafirmada, calma, palmária, tátil, completa narrativa antropógica.
Donat Conenna
BREVE DESCRIÇÃO DA MINHA VISÃO ARTÍSTICA
Desde a minha infância, tive o privilégio de mergulhar na arte, apreciando os maravilhosos retratos de Emanuele Di Giovanni, o célebre pintor catanês. Esse foi o encanto inicial que desencadeou minha fascinante jornada no mundo da pintura; marcada por inúmeros sucessos artísticos, exposições pessoais e minhas obras presentes ao redor do mundo. comecei com retratismo para então enfrentar diversos temas, como paisagismo, natureza morta e nu.
Pessoalmente busco expressar e evidenciar aquilo que os outros não veem e fazê-lo prosperar com meus olhos. Defino a pintura como uma poesia muda, como dizia Leonardo Da Vinci.
Hoje, após uma longa experiência pictórica e depois de ter enfrentado vários temas, foquei-me no estudo intenso da Sicília, minha terra. Em particular sobre a água, em todas as suas nuances, seus reflexos, cores, brilho, transparência e como elemento de vida característico da minha Ilha; como o vulcão Etna, também parte dos meus estudos, com suas lavas.
Eu concluí até hoje que o estudo da água é uma das coisas mais difíceis de representar e, observando as obras de Turner, entendi que água e luz são quase impossíveis de objetivar.
Gaetano D`Aquino
Óleo sobre tela 50X50 de Gaetano D' Aquino com foto autenticada
Gaetano D`Aquino nasceu em Catania em 30 de agosto de 1969, onde atualmente reside e trabalha. Depois de obter o diploma de maturidade artística no liceu, aderiu a diversos movimentos artísticos contemporâneos.
D`Aquino iniciou sua jornada pessoal no âmbito da pintura, dando vida às suas visões criativas através de uma variedade de temas e técnicas. Esse percurso o tornou um distinto representante da arte contemporânea.
As obras de D`Aquino têm sido adquiridas em várias coleções importantes, públicas e privadas, e encontraram espaço em inúmeras revistas especializadas e catálogos de arte.
EXPOSIÇÕES PESSOAIS E COLETIVAS:
1998 Maio Arte Catanese, Catania (coletiva)
2000 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2000 Encontro com a Pintura, Mascalucia (coletiva)
2001 Galeria, Giotto, Catania (pessoal)
2004 Primeira mostra de arte contemporânea, BOHEMIEN, palácio municipal, Acireale
2004 Evento de Arte KATACLOÒ, Teatro Metropolitan, Catania (Coletiva)
2004 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2005 Segunda Estemporânea de Pintura a cargo de Vittorio Sgarbi, Nineo
2005 Prêmio Literário e Artístico ARETUSA Terzo Millennio, seção pintura, classificado em primeiro lugar, Centro Siculo para a Difusão da Cultura, Sede Regional Siracusa
2006 I Colori Dentro e Fuori o Rettangolo Verde, Mostra de Artes Visuais Contemporâneas, Hotel Luna, (Oleggio Castello, Milão) a cargo de Donat Conenna
2007 Arte Fiera, Le Ciminiere, Catania
2007 Galeria, Arte Nuvò, Catania (pessoal)
2007 Galeria, Art Gallery Ortigia, Siracusa (pessoal)
2008 Tremestieri, Arte XIV edição, Tremestieri Etneo
2009 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2012 Galeria, Civico 69, Firenze (pessoal)
2015 Dia da Arte e da Criatividade EMPIRE, Catania (coletiva)
2015 Europa Eventi Arte, centro comercial Porte di Catania (Coletiva)
2016 Galeria, Collezioni Contemporanee, Enna Bassa (coletiva)
GAETANO D`AQUINO E A VERDADE DO SER DE DONAT CONENNA
Para alcançar a verdade do ser (no personagem, no objeto e em qualquer outro conceito visual) é preciso que haja a dor do procedimento cognitivo. Traduzido em palavras simples: é preciso saber pintar.
Em um segundo momento podemos considerar todos os movimentos do “eu” (expressar, exteriorizar, escutar, expor) que levam o homem a tornar-se expressor das realidades, externas e internas a ele.
Para enquadrar na devida luz o caso D`Aquino, Gaetano D`Aquino de Catania, é preciso parafrasear Descartes. Pinto, logo existo. Um postulado que leva o mito da imagem, do qual todos nós somos portadores inconscientes por herança cultural, a indicar a possibilidade do pensamento alcançar o ser. Para os artistas, esse tipo de “síndrome de Buonarroti”, (“Por quê não falas?”) é sentida – naturalmente mais ou menos – em relação às suas próprias possibilidades narrativas.
Os motivos pelos quais Gaetano D`Aquino se aproxima da tela branca e a “inicia”, começando a traçar o esboço gráfico, que depois ilumina com cores, concedendo assim a graça da verdade à imagem obtida, residem justamente naquela operação de mímica, que nós, meros mortais, não sabemos fazer: ou seja, trazer à superfície – na tela, ainda que limitada – os horizontes externos e internos da paisagem, objeto, personagem, conceito.
Uma operação que, em vários estilo, percorreu séculos e a história da arte mas que vocação (da vocação) cada vez mais raramente artistas de realidade “total”, como D`Aquino.
Operador da imagem, sobretudo anatômica, que pode bem ser definido hiperrealista, quando em suas “ícones” civis, laicas, profanas, salva o sujeito retratado em primeiro plano, na tela, das armadilhas da impressão, isto é, da tentação de resumir, de essencializar. O macio “Corpo de mulher” é a narrativa de um corpo de mulher: a ninguém virá à cabeça ver o outro.
D`Aquino trabalha com infinito esmero, brincando com uma marcação capilar nos detalhes epidérmicos da obra, que depois envolve em uma sequência de camadas cromáticas, até obter o unicismo do sujeito, justamente – “como se” – o pintor de Catania quisesse capturar ao mundo aquelas (agora raras) frações de integridade plástica e quisesse fazê-las reviver para sempre em suas telas. Mas não é fácil, naturalmente.
E eis o seu lento, meditativo direcionamento para o real: mesmo na fixidez de apenas um fotograma, o ser, o “viver” de uma paisagem, de um objeto, de um personagem, de um conceito, são atravessados por uma luz que chamamos, por definição, de “fotográfica”, mas que nada mais é em Gaetano D`Aquino senão o desejo voluptuoso de alcançar a mímica do absoluto natural, de marcar com rigor o circundante, de devolver exata fidelidade somática às anatomias.
Seria fácil, como acontece sempre com os pintores realistas, realistas, hiperrealistas, também neste caso, invocar os já obsoletos direitos à interpretação que o homem, indubitavelmente, deve reivindicar, e que – historicamente assegurado, levou o conceito de arte para a não distinção entre significado e significante do abstracionismo, para a casualidade conceitual das performances, para o populismo gestual da arte informe, perdón informal, para os automatismos efetivos do clique fotográfico, para a não verdade especular, aliás virtual, da arte informática, para os ilusionismos da arte cinética. Em uma palavra, para o caos das definições.
A dez mil anos de Altamira, ainda não sabemos dizer o que é a arte. Exatamente o oposto da direção em que se colocou esse operador siciliano, com a sua reafirmada, calma, palmária, tátil, completa narrativa antropógica.
Donat Conenna
BREVE DESCRIÇÃO DA MINHA VISÃO ARTÍSTICA
Desde a minha infância, tive o privilégio de mergulhar na arte, apreciando os maravilhosos retratos de Emanuele Di Giovanni, o célebre pintor catanês. Esse foi o encanto inicial que desencadeou minha fascinante jornada no mundo da pintura; marcada por inúmeros sucessos artísticos, exposições pessoais e minhas obras presentes ao redor do mundo. comecei com retratismo para então enfrentar diversos temas, como paisagismo, natureza morta e nu.
Pessoalmente busco expressar e evidenciar aquilo que os outros não veem e fazê-lo prosperar com meus olhos. Defino a pintura como uma poesia muda, como dizia Leonardo Da Vinci.
Hoje, após uma longa experiência pictórica e depois de ter enfrentado vários temas, foquei-me no estudo intenso da Sicília, minha terra. Em particular sobre a água, em todas as suas nuances, seus reflexos, cores, brilho, transparência e como elemento de vida característico da minha Ilha; como o vulcão Etna, também parte dos meus estudos, com suas lavas.
Eu concluí até hoje que o estudo da água é uma das coisas mais difíceis de representar e, observando as obras de Turner, entendi que água e luz são quase impossíveis de objetivar.
Gaetano D`Aquino

