Josep Soler (1941) - NO RESERVE - El jarrón rojo





Adicione aos seus favoritos para receber um alerta quando o leilão começar.

Formada como leiloeira francesa, trabalhou no departamento de avaliação da Sotheby’s Paris.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 136274 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Josep Soler, que representa Um exuberante ramo de flores vermelhas e multicoloridas disposto em um vaso, simbolizando a beleza, a vitalidade e o caráter efémero da natureza. A pintura destaca pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da obra: 55x46x2 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto inferior direito, J. Soler.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativo; podem existir diferenças em relação ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A moldura será embalada de forma profissional por um perito da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos, GLS ou NACEX com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
------------------------------------------------------------------
Este quadro apresenta uma natureza-morta vibrante protagonizada por um exuberante ramo de flores dispostas em um vaso transparente sobre uma mesa de tons azuis. A composição transborda energia visual e capta imediatamente a atenção graças à intensidade cromática das flores, que parecem expandir-se além dos limites físicos do recipiente. O conjunto transmite uma sensação de abundância e vitalidade, como se o ramo acabasse de ser colhido de um jardim em plena floração. A disposição aparentemente espontânea dos caules e pétalas confere frescura e naturalidade, convidando o observador a deter-se e contemplar a beleza efémera do mundo vegetal.
As flores vermelhas dominam a cena com uma presença poderosa e cativante. Suas pétalas abertas mostram uma riqueza visual extraordinária, criando um entrelaçado de formas orgânicas que se sobrepõem e dialogam entre si. Os centros escuros de muitas delas geram pontos de contraste que acentuam a profundidade do vaso e conferem ritmo à composição. Entre as flores aparecem toques de amarelo, branco, azul e verde que enriquecem ainda mais o conjunto, trazendo nuances luminosas que evocam a diversidade e a exuberância da natureza. Esta combinação de cores cria uma atmosfera alegre e expressiva que transmite otimismo e dinamismo.
O vaso ocupa uma posição central e atua como elemento estrutural da obra. Sua superfície reflete parcialmente as cores que o cercam, integrando-se harmoniosamente com o ramo e contribuindo para a sensação de unidade visual. Através de sua transparência percebe-se reflexos e nuances que acrescentam profundidade à composição. A relação entre a fragilidade do recipiente e a força expansiva das flores cria um equilíbrio interessante entre estabilidade e movimento. O vaso não se limita a conter o ramo, mas torna-se um elemento essencial que ajuda a organizar o espaço e a direcionar o olhar para o coração da cena.
A mesa azul sobre a qual repousa o conjunto desempenha um papel fundamental no equilíbrio cromático da obra. Seu tom frio contrasta com os intensos vermelhos e amarelos das flores, potenciando a sua luminosidade e fazendo com que se destaquem ainda mais. Sobre a superfície aparecem várias flores desprendidas, um detalhe que confere naturalismo e um sutil componente narrativo. Estas flores caídas sugerem o passagem do tempo e lembram a natureza transitória de toda floriação. Este contraste entre a plenitude do ramo e as pétalas já separadas dele introduz uma reflexão poética sobre a beleza, a fragilidade e o ciclo constante de renovação presente na natureza.
No conjunto, este quadro é uma celebração da vida, da cor e da força expressiva das flores. A riqueza cromática, a sensação de movimento e a abundância visual transformam a composição em uma imagem repleta de alegria e vitalidade. A obra consegue capturar a essência de um instante fugaz de esplendor natural, transformando-o em uma cena carregada de emoção e beleza. O equilíbrio entre intensidade e delicadeza, entre exuberância e fragilidade, confere ao conjunto uma grande capacidade evocadora que convida a desfrutar da natureza em toda a sua riqueza e luminosidade.
Mais sobre o vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Josep Soler, que representa Um exuberante ramo de flores vermelhas e multicoloridas disposto em um vaso, simbolizando a beleza, a vitalidade e o caráter efémero da natureza. A pintura destaca pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da obra: 55x46x2 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto inferior direito, J. Soler.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativo; podem existir diferenças em relação ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A moldura será embalada de forma profissional por um perito da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos, GLS ou NACEX com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
------------------------------------------------------------------
Este quadro apresenta uma natureza-morta vibrante protagonizada por um exuberante ramo de flores dispostas em um vaso transparente sobre uma mesa de tons azuis. A composição transborda energia visual e capta imediatamente a atenção graças à intensidade cromática das flores, que parecem expandir-se além dos limites físicos do recipiente. O conjunto transmite uma sensação de abundância e vitalidade, como se o ramo acabasse de ser colhido de um jardim em plena floração. A disposição aparentemente espontânea dos caules e pétalas confere frescura e naturalidade, convidando o observador a deter-se e contemplar a beleza efémera do mundo vegetal.
As flores vermelhas dominam a cena com uma presença poderosa e cativante. Suas pétalas abertas mostram uma riqueza visual extraordinária, criando um entrelaçado de formas orgânicas que se sobrepõem e dialogam entre si. Os centros escuros de muitas delas geram pontos de contraste que acentuam a profundidade do vaso e conferem ritmo à composição. Entre as flores aparecem toques de amarelo, branco, azul e verde que enriquecem ainda mais o conjunto, trazendo nuances luminosas que evocam a diversidade e a exuberância da natureza. Esta combinação de cores cria uma atmosfera alegre e expressiva que transmite otimismo e dinamismo.
O vaso ocupa uma posição central e atua como elemento estrutural da obra. Sua superfície reflete parcialmente as cores que o cercam, integrando-se harmoniosamente com o ramo e contribuindo para a sensação de unidade visual. Através de sua transparência percebe-se reflexos e nuances que acrescentam profundidade à composição. A relação entre a fragilidade do recipiente e a força expansiva das flores cria um equilíbrio interessante entre estabilidade e movimento. O vaso não se limita a conter o ramo, mas torna-se um elemento essencial que ajuda a organizar o espaço e a direcionar o olhar para o coração da cena.
A mesa azul sobre a qual repousa o conjunto desempenha um papel fundamental no equilíbrio cromático da obra. Seu tom frio contrasta com os intensos vermelhos e amarelos das flores, potenciando a sua luminosidade e fazendo com que se destaquem ainda mais. Sobre a superfície aparecem várias flores desprendidas, um detalhe que confere naturalismo e um sutil componente narrativo. Estas flores caídas sugerem o passagem do tempo e lembram a natureza transitória de toda floriação. Este contraste entre a plenitude do ramo e as pétalas já separadas dele introduz uma reflexão poética sobre a beleza, a fragilidade e o ciclo constante de renovação presente na natureza.
No conjunto, este quadro é uma celebração da vida, da cor e da força expressiva das flores. A riqueza cromática, a sensação de movimento e a abundância visual transformam a composição em uma imagem repleta de alegria e vitalidade. A obra consegue capturar a essência de um instante fugaz de esplendor natural, transformando-o em uma cena carregada de emoção e beleza. O equilíbrio entre intensidade e delicadeza, entre exuberância e fragilidade, confere ao conjunto uma grande capacidade evocadora que convida a desfrutar da natureza em toda a sua riqueza e luminosidade.
