Vito Perona (1872-1957) - Abstract landschap






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Abstract landscape de Vito Perona, 1920-1930, óleo sobre painel no abstracionismo expressionista, Itália, vendido com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
Maravilhosa, obra de expressão abstrata inicial de Vito Perona.
Perona atuou como precursor da pintura materialista; seu impasto extremo antecipou as camadas de tinta em três dimensões com que Bram Bogart abriria caminho internacionalmente posteriormente.
- Artista: Vito Perona
- Meio: Óleo sobre painel
- Estilo: Expressionismo abstrato
- Período: 1920-1930
- Dimensões: 60 x 33 cm (sem moldura); 70 x 40 cm (com moldura)
- A pintura é vendida com moldura
Vito Perona (1872, Terni – 1957, Belo Horizonte) foi um pintor expressionista italiano conhecido principalmente por suas paisagens orientalistas e bosques abstratos com uma estrutura de tinta espessa (impasto).
Perona possuía um estilo muito individual. Praticamente todas as suas pinturas foram feitas em uma placa de madeira, seu suporte favorito.
Perona foi elogiado por sua técnica refinada de óleo em painéis de madeira e pelo domínio da iluminação. Ele trabalhou sobretudo nas décadas de 1920 e 1930 com camadas de tinta extremamente espessas para enfatizar a roughness da natureza e das paisagens.
Ele viajou e morou até 1934 no Norte de África, onde encontrou inspiração para suas cenas orientalistas características e paisagens. Embora tenha passado curtos períodos em grandes cidades culturais coloniais como Argélia e Tunísia, escolheu Rabat, no Marrocos, como sua base principal.
De Rabat viajou para as capitais europeias, Paris e Londres, para exibir suas pinturas feitas na África.
Um de seus temas recorrentes conhecidos é, entre outros, Marché Tara, no Marrocos.
Em maio de 1933 ele ganhou reconhecimento internacional com uma prestigiosa exposição individual na Koninklijke Kunstzaal em Kleykamp, Haia.
Um ano depois, Vito Perona emigrou para o Brasil, onde continuou sua produtiva carreira artística. Ele morou com seu irmão Peppino Perona, secretário do consulado italiano em Belo Horizonte, e permaneceu lá até sua morte em 26 de maio de 1957, em Belo Horizonte. Sua presença já foi notada no circuito artístico sul-americano. Assim, a Sociedade Brasileira dos Amigos da Itália organizava no país grandes exposições onde as obras de Perona eram expostas.
Suas pinturas encontram-se em coleções privadas, bem como em coleções de museus. A pintura “La Fête du Meyboom”, uma grande obra de 1932, faz parte da coleção do Museu da Cidade de Bruxelas. Obras de Perona também podem ser vistas na Itália, incluindo na Biblioteca Comunale em Terni.
No Brasil, Perona criou importantes pinturas murais no presbitério da Catedral de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. As pinturas murais e afrescos no coro em torno do altar foram concluídos por Vito Perona em 1948. É um de seus projetos religiosos mais extensos que ainda podem ser visitados no local.
Suas pinturas foram expostas em Belo Horizonte e no prestigioso Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.
A pintura à venda será enviada bem embalada.
Maravilhosa, obra de expressão abstrata inicial de Vito Perona.
Perona atuou como precursor da pintura materialista; seu impasto extremo antecipou as camadas de tinta em três dimensões com que Bram Bogart abriria caminho internacionalmente posteriormente.
- Artista: Vito Perona
- Meio: Óleo sobre painel
- Estilo: Expressionismo abstrato
- Período: 1920-1930
- Dimensões: 60 x 33 cm (sem moldura); 70 x 40 cm (com moldura)
- A pintura é vendida com moldura
Vito Perona (1872, Terni – 1957, Belo Horizonte) foi um pintor expressionista italiano conhecido principalmente por suas paisagens orientalistas e bosques abstratos com uma estrutura de tinta espessa (impasto).
Perona possuía um estilo muito individual. Praticamente todas as suas pinturas foram feitas em uma placa de madeira, seu suporte favorito.
Perona foi elogiado por sua técnica refinada de óleo em painéis de madeira e pelo domínio da iluminação. Ele trabalhou sobretudo nas décadas de 1920 e 1930 com camadas de tinta extremamente espessas para enfatizar a roughness da natureza e das paisagens.
Ele viajou e morou até 1934 no Norte de África, onde encontrou inspiração para suas cenas orientalistas características e paisagens. Embora tenha passado curtos períodos em grandes cidades culturais coloniais como Argélia e Tunísia, escolheu Rabat, no Marrocos, como sua base principal.
De Rabat viajou para as capitais europeias, Paris e Londres, para exibir suas pinturas feitas na África.
Um de seus temas recorrentes conhecidos é, entre outros, Marché Tara, no Marrocos.
Em maio de 1933 ele ganhou reconhecimento internacional com uma prestigiosa exposição individual na Koninklijke Kunstzaal em Kleykamp, Haia.
Um ano depois, Vito Perona emigrou para o Brasil, onde continuou sua produtiva carreira artística. Ele morou com seu irmão Peppino Perona, secretário do consulado italiano em Belo Horizonte, e permaneceu lá até sua morte em 26 de maio de 1957, em Belo Horizonte. Sua presença já foi notada no circuito artístico sul-americano. Assim, a Sociedade Brasileira dos Amigos da Itália organizava no país grandes exposições onde as obras de Perona eram expostas.
Suas pinturas encontram-se em coleções privadas, bem como em coleções de museus. A pintura “La Fête du Meyboom”, uma grande obra de 1932, faz parte da coleção do Museu da Cidade de Bruxelas. Obras de Perona também podem ser vistas na Itália, incluindo na Biblioteca Comunale em Terni.
No Brasil, Perona criou importantes pinturas murais no presbitério da Catedral de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. As pinturas murais e afrescos no coro em torno do altar foram concluídos por Vito Perona em 1948. É um de seus projetos religiosos mais extensos que ainda podem ser visitados no local.
Suas pinturas foram expostas em Belo Horizonte e no prestigioso Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.
A pintura à venda será enviada bem embalada.
