Lídia Vives - Too young for any shit

08
dias
21
horas
33
minutos
01
segundo
Licitação inicial
€ 1
Preço de reserva não foi atingido
Elena Vaninetti
Especialista
Selecionado por Elena Vaninetti

Tem mais de dez anos de experiência em arte, com especialização em fotografia do pós-guerra e arte contemporânea.

Estimativa  € 450 - € 550
Nenhuma licitação

Proteção do comprador da Catawiki

O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes

Trustpilot 4.4 | 136595 avaliações

Classificada como Excelente na Trustpilot.

Descrição fornecida pelo vendedor

Impressão y autenticidad
Impresión Fine Art en papel Hahnemühle Baryta con acabado extrabrillante.
Se entrega firmada y numerada, con certificado de autenticidad.

Envío
La obra se envía en tubo o sobre rígido según destino.
En el paquete se incluyen guantes de algodón y una postal firmada.

SOBRE LA OBRA — Too young for any shit

Esta fotografía fue creada con motivo de mi cumpleaños y parte de una contradicción deliberada. La frase escrita en el pastel, Too young for any shit, invierte la expresión habitual Too old for that shit para cuestionar las normas invisibles que empiezan a imponerse —especialmente a las mujeres— al cruzar la frontera de los treinta.

A partir de cierta edad, parece activarse un guion no escrito: cómo deberíamos vernos, comportarnos, desear, y qué cosas deberíamos abandonar con discreción. La estética juvenil, lo lúdico, lo sensible, lo suave o lo fantasioso se etiqueta con facilidad como inapropiado, frívolo o ridículo. En cambio, la madurez se nos exige seria, contenida, controlada.

Too young for any shit se opone a esa narrativa. La escena doméstica —pastel, tonos pastel y apariencia dulce— está cuidadosamente construida para ocultar una tensión sutil: el pastel caído, el cuchillo, la quietud del gato y la mirada de la protagonista sugieren un instante de pausa más que una celebración. Bajo el encanto superficial aparece una resistencia silenciosa: la decisión de no encajar en una idea prescrita de “madurar correctamente”.

En el fondo, la obra habla de recuperar la agencia sobre el deseo y la identidad. Para mí, crecer no significa renunciar a ciertos colores, películas, estéticas o formas de vestir. Al contrario: la verdadera magia de la adultez es la libertad de darme por fin lo que antes se me negó. Elegir la alegría, la nostalgia o la ternura no por inmadurez, sino por convicción.

Esta imagen no trata de negarse a envejecer; trata de negarse a envejecer como se espera. Propone que la madurez no es un destino, sino una construcción personal donde pueden convivir juego, contradicción y placer con el paso del tiempo.

Mais sobre o vendedor

Lídia Vives é uma artista visual e fotógrafa de fine art em Barcelona. Seu trabalho parte da tradição pictórica, narrativa simbólica e estética da moda contemporânea, criando imagens cuidadosamente construídas que vão além da beleza superficial para revelar camadas ocultas de significado. Ela é conhecida por incorporar detalhes narrativos sutis e elementos simbólicos recorrentes dentro de suas fotografias, convidando os espectadores a desacelerar e se envolver com a imagem além de sua primeira leitura. Esses sinais visuais tornaram-se uma parte distintiva de sua linguagem artística. Influenciada pela pintura renascentista e barroca, Vives equilibra o atemporal e o surreal, muitas vezes trabalhando com ambientes encenados, objetos de cenografia feitos sob medida e autorretratos. Sua prática combina direção de arte meticulosa com um forte senso de atmosfera e coesão visual. Além de seu trabalho artístico pessoal, ela colabora com marcas, mídias e instituições em projetos editoriais, culturais e comerciais, mantendo sempre uma abordagem orientada pelo conceito e uma identidade visual consistente. Seu trabalho tem sido exposto em museus, galerias e feiras de arte internacionais, e já teve destaque em publicações como Esquire. Ela colaborou com instituições e marcas incluindo RTVE e Penguin Random House, e suas obras estão presentes em coleções privadas ao redor do mundo.
Traduzido pelo Google Tradutor

Impressão y autenticidad
Impresión Fine Art en papel Hahnemühle Baryta con acabado extrabrillante.
Se entrega firmada y numerada, con certificado de autenticidad.

Envío
La obra se envía en tubo o sobre rígido según destino.
En el paquete se incluyen guantes de algodón y una postal firmada.

SOBRE LA OBRA — Too young for any shit

Esta fotografía fue creada con motivo de mi cumpleaños y parte de una contradicción deliberada. La frase escrita en el pastel, Too young for any shit, invierte la expresión habitual Too old for that shit para cuestionar las normas invisibles que empiezan a imponerse —especialmente a las mujeres— al cruzar la frontera de los treinta.

A partir de cierta edad, parece activarse un guion no escrito: cómo deberíamos vernos, comportarnos, desear, y qué cosas deberíamos abandonar con discreción. La estética juvenil, lo lúdico, lo sensible, lo suave o lo fantasioso se etiqueta con facilidad como inapropiado, frívolo o ridículo. En cambio, la madurez se nos exige seria, contenida, controlada.

Too young for any shit se opone a esa narrativa. La escena doméstica —pastel, tonos pastel y apariencia dulce— está cuidadosamente construida para ocultar una tensión sutil: el pastel caído, el cuchillo, la quietud del gato y la mirada de la protagonista sugieren un instante de pausa más que una celebración. Bajo el encanto superficial aparece una resistencia silenciosa: la decisión de no encajar en una idea prescrita de “madurar correctamente”.

En el fondo, la obra habla de recuperar la agencia sobre el deseo y la identidad. Para mí, crecer no significa renunciar a ciertos colores, películas, estéticas o formas de vestir. Al contrario: la verdadera magia de la adultez es la libertad de darme por fin lo que antes se me negó. Elegir la alegría, la nostalgia o la ternura no por inmadurez, sino por convicción.

Esta imagen no trata de negarse a envejecer; trata de negarse a envejecer como se espera. Propone que la madurez no es un destino, sino una construcción personal donde pueden convivir juego, contradicción y placer con el paso del tiempo.

Mais sobre o vendedor

Lídia Vives é uma artista visual e fotógrafa de fine art em Barcelona. Seu trabalho parte da tradição pictórica, narrativa simbólica e estética da moda contemporânea, criando imagens cuidadosamente construídas que vão além da beleza superficial para revelar camadas ocultas de significado. Ela é conhecida por incorporar detalhes narrativos sutis e elementos simbólicos recorrentes dentro de suas fotografias, convidando os espectadores a desacelerar e se envolver com a imagem além de sua primeira leitura. Esses sinais visuais tornaram-se uma parte distintiva de sua linguagem artística. Influenciada pela pintura renascentista e barroca, Vives equilibra o atemporal e o surreal, muitas vezes trabalhando com ambientes encenados, objetos de cenografia feitos sob medida e autorretratos. Sua prática combina direção de arte meticulosa com um forte senso de atmosfera e coesão visual. Além de seu trabalho artístico pessoal, ela colabora com marcas, mídias e instituições em projetos editoriais, culturais e comerciais, mantendo sempre uma abordagem orientada pelo conceito e uma identidade visual consistente. Seu trabalho tem sido exposto em museus, galerias e feiras de arte internacionais, e já teve destaque em publicações como Esquire. Ela colaborou com instituições e marcas incluindo RTVE e Penguin Random House, e suas obras estão presentes em coleções privadas ao redor do mundo.
Traduzido pelo Google Tradutor

Dados

Data de impressão
2026
Artista
Lídia Vives
Vendido por
Vindo diretamente do artista
Título da obra de arte
Too young for any shit
Estado
Estado original
Técnica
Impressão digital
Altura
36 cm
Edição
1/7
Largura
45 cm
Assinatura
Assinado
Tema
Retrato
Vendido por
EspanhaVerificado
267
Objetos vendidos
100%
pro

Objetos semelhantes

Para si em

Fotografia