Pingente protetor celta - Bronze Amulet (Sem preço de reserva)






Dirigiu o Museu da Coleção Ifergan, especializado em arqueologia fenícia.
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Amuleto protetor celta, um pendente de bronze, utilizável, datado do 1º milénio d.C., objeto autêntico/original em bom estado, adquirido junto de uma casa de leilões nos Países Baixos em 2025 a partir de uma coleção privada.
Descrição fornecida pelo vendedor
Um amuleto de bronze antigo, profundamente simbólico, composto por três elementos distintos e apresentado como um pingente usável. Esta peça evocativa pode ser interpretada dentro das tradições espirituais do mundo Celta, onde fogo, lar e continuidade formaram a base da vida e da crença.
O laço superior pode ser visto como o símbolo da fagulha sagrada — o carvão ainda fumegante levado dos altares sagrados. Na tradição celta, especialmente durante Samhain, o festival de fim de colheita que marca a transição para a metade mais sombria do ano, grandes fogueiras eram acesas em terreno elevado. Destas fogueiras, brasas protetoras eram retiradas e trazidas para o lar, acreditando-se que carregavam proteção divina e renovação para o ano que se aproxima.
No centro, o anel circular perfeitamente formado representa a eternidade e o ciclo ininterrupto da vida — um símbolo universal encontrado em várias culturas antigas, refletindo continuidade, unidade e o vínculo duradouro da família.
A estrutura inferior pode ser entendida como uma representação estilizada do fogão/lareira, o coração sagrado do lar. Na crença celta, a lareira não era apenas um lugar de calor e alimento, mas também um centro espiritual, protegido por forças ancestrais e energias protetoras.
Juntas, essas três formas compõem uma poderosa visão simbólica:
O fagulha sagrada (proteção dos deuses)
O círculo eterno (continuidade da vida)
A lareira (lar, família e segurança)
Usado como amuleto, este peça pode ser vista como incorporando a ideia de proteção eterna sobre a casa, guardando tanto o portador quanto seus entes queridos — assim como o fogo de Samhain já protegia comunidades inteiras.
A superfície apresenta uma rica pátina desenvolvida naturalmente, em tons de bronze terrosos, com uma leve oxidação verde, que realça sua autenticidade e caráter antigo.
Amuleto de bronze antigo, circa 1º milênio d.C.
Interpretado dentro da tradição simbólica céltica/medieval inicial
Composição em três partes: fagulha — eternidade — lareira
Significado apotropaico (protetor) forte
Conectado aos rituais de fogo de Samhain e à proteção do lar
Pátina bonita e envelhecida e forma usável
Embora a função original exata possa ter variado, a forma desta peça favorece fortemente a interpretação como um amuleto protetor, refletindo crenças antigas sobre fogo, continuidade e a salvaguarda do lar.
Um objeto raro e significativo — mais do que um ornamento, é um símbolo de calor, proteção e o vínculo eterno da família, ecoando os fogos sagrados que uma vez uniram e protegeram comunidades inteiras.
Um amuleto de bronze antigo, profundamente simbólico, composto por três elementos distintos e apresentado como um pingente usável. Esta peça evocativa pode ser interpretada dentro das tradições espirituais do mundo Celta, onde fogo, lar e continuidade formaram a base da vida e da crença.
O laço superior pode ser visto como o símbolo da fagulha sagrada — o carvão ainda fumegante levado dos altares sagrados. Na tradição celta, especialmente durante Samhain, o festival de fim de colheita que marca a transição para a metade mais sombria do ano, grandes fogueiras eram acesas em terreno elevado. Destas fogueiras, brasas protetoras eram retiradas e trazidas para o lar, acreditando-se que carregavam proteção divina e renovação para o ano que se aproxima.
No centro, o anel circular perfeitamente formado representa a eternidade e o ciclo ininterrupto da vida — um símbolo universal encontrado em várias culturas antigas, refletindo continuidade, unidade e o vínculo duradouro da família.
A estrutura inferior pode ser entendida como uma representação estilizada do fogão/lareira, o coração sagrado do lar. Na crença celta, a lareira não era apenas um lugar de calor e alimento, mas também um centro espiritual, protegido por forças ancestrais e energias protetoras.
Juntas, essas três formas compõem uma poderosa visão simbólica:
O fagulha sagrada (proteção dos deuses)
O círculo eterno (continuidade da vida)
A lareira (lar, família e segurança)
Usado como amuleto, este peça pode ser vista como incorporando a ideia de proteção eterna sobre a casa, guardando tanto o portador quanto seus entes queridos — assim como o fogo de Samhain já protegia comunidades inteiras.
A superfície apresenta uma rica pátina desenvolvida naturalmente, em tons de bronze terrosos, com uma leve oxidação verde, que realça sua autenticidade e caráter antigo.
Amuleto de bronze antigo, circa 1º milênio d.C.
Interpretado dentro da tradição simbólica céltica/medieval inicial
Composição em três partes: fagulha — eternidade — lareira
Significado apotropaico (protetor) forte
Conectado aos rituais de fogo de Samhain e à proteção do lar
Pátina bonita e envelhecida e forma usável
Embora a função original exata possa ter variado, a forma desta peça favorece fortemente a interpretação como um amuleto protetor, refletindo crenças antigas sobre fogo, continuidade e a salvaguarda do lar.
Um objeto raro e significativo — mais do que um ornamento, é um símbolo de calor, proteção e o vínculo eterno da família, ecoando os fogos sagrados que uma vez uniram e protegeram comunidades inteiras.
