Gino Farina - Anatomía del tiempo





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Gino Farina, Anatomia do tempo, pintura acrílica (61 × 50 cm, 1 kg), 2025, edição original, retrato, vendida com moldura diretamente do artista, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Anatomia do Tempo
Descrição artística
Anatomia do Tempo é uma exploração da condição humana através de um rosto que parece emergir da própria substância da tela. Cada ruga, cada mancha e cada gesto inacabado constroem um relato onde o tempo deixa de ser uma mera medida de cronologia e passa a ser uma presença visível.
A obra funde o realismo figurativo com uma linguagem gestual e abstrata, permitindo que as pinceladas, os gotejos e os signos permaneçam expostos como parte essencial do discurso visual. O amarelo irrompe na composição como símbolo da memória, da consciência e da energia que persiste mesmo quando a matéria começa a transformar-se.
Mais do que representar uma pessoa específica, o retrato fala de todos nós. É um mapa de experiências, perdas, aprendizados e silêncios acumulados. A pintura não busca idealizar a passagem do tempo, mas revelar a beleza existente naquilo que permanece, se desgasta e continua deixando sua marca.
Anatomy of Time
Descrição artística
Anatomy of Time é uma exploração da condição humana através de um rosto que parece emergir da própria substância da pintura. Cada rugas, cada mancha e cada gesto inacabado constroem uma narrativa em que o tempo deixa de ser meramente uma medida de cronologia e passa a ser uma presença visível.
A obra funde o realismo figurativo com uma linguagem visual gestual e abstrata, permitindo que as pinceladas, os gotejos e as marcas simbólicas permaneçam expostas como parte essencial do seu discurso visual. O amarelo vibrante rompe a composição como símbolo da memória, da consciência e da energia duradoura que persiste mesmo quando a matéria começa a transformar-se.
Ao invés de retratar um indivíduo específico, o retrato fala a todos nós. Torna-se um mapa de experiências, perdas, lições e silêncios acumulados. A pintura não busca idealizar a passagem do tempo; pelo contrário, revela a beleza encontrada naquilo que persiste, no que se desgasta e no que continua a deixar sua marca.
Anatomia do Tempo
Descrição artística
Anatomia do Tempo é uma exploração da condição humana através de um rosto que parece emergir da própria substância da tela. Cada ruga, cada mancha e cada gesto inacabado constroem um relato onde o tempo deixa de ser uma mera medida de cronologia e passa a ser uma presença visível.
A obra funde o realismo figurativo com uma linguagem gestual e abstrata, permitindo que as pinceladas, os gotejos e os signos permaneçam expostos como parte essencial do discurso visual. O amarelo irrompe na composição como símbolo da memória, da consciência e da energia que persiste mesmo quando a matéria começa a transformar-se.
Mais do que representar uma pessoa específica, o retrato fala de todos nós. É um mapa de experiências, perdas, aprendizados e silêncios acumulados. A pintura não busca idealizar a passagem do tempo, mas revelar a beleza existente naquilo que permanece, se desgasta e continua deixando sua marca.
Anatomy of Time
Descrição artística
Anatomy of Time é uma exploração da condição humana através de um rosto que parece emergir da própria substância da pintura. Cada rugas, cada mancha e cada gesto inacabado constroem uma narrativa em que o tempo deixa de ser meramente uma medida de cronologia e passa a ser uma presença visível.
A obra funde o realismo figurativo com uma linguagem visual gestual e abstrata, permitindo que as pinceladas, os gotejos e as marcas simbólicas permaneçam expostas como parte essencial do seu discurso visual. O amarelo vibrante rompe a composição como símbolo da memória, da consciência e da energia duradoura que persiste mesmo quando a matéria começa a transformar-se.
Ao invés de retratar um indivíduo específico, o retrato fala a todos nós. Torna-se um mapa de experiências, perdas, lições e silêncios acumulados. A pintura não busca idealizar a passagem do tempo; pelo contrário, revela a beleza encontrada naquilo que persiste, no que se desgasta e no que continua a deixar sua marca.

