Félix Cano (XX) - El arrastre del toro





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Pintura a óleo sobre cartão original de Félix Cano (Espanha, 1993), com o título «El arrastre del toro», assinado à mão pelo artista, em bom estado, retratando animais; vendida com moldura, dimensões com moldura 41 x 49 x 5 cm, sem moldura 23 x 32 cm.
Descrição fornecida pelo vendedor
Pintura, óleo sobre cartolina, “El arrastre del toro”, Félix Cano, Espanha, 1993
Excelente pintura de Félix Cano, artista vallisoletano, intitulada "El arrastre del toro". Realizada em sua fase de maturidade, esta peça sintetiza vários dos elementos que definem seu linguagem visual: a pincelada empastada, a tensão entre figuração e abstração, e uma paleta cromática que evoca atmosferas emocionais mais que cenários descritivos.
A cena representa o arrastre do toro após a corrida, um instante carregado de simbolismo dentro do imaginário taurino. Três mulas, guiadas por dois muleteiros, retiram o corpo do animal da praça. Cano não busca uma representação literal nem detalhada, mas reduz as figuras a volumes essenciais, construídos com pinceladas grossas e rápidas que aportam dinamismo e immediatesa através do gesto. A anatomia do toro, as telas laranjas e os corpos dos muleteiros, mal sugeridos, se entrelaçam com o fundo criando um jogo entre figureação e abstração.
A pincelada empastada, herança direta de seu contato com o artista Candido Portinari no Brasil, é um dos traços mais distintivos da obra. Cano adota de Portinari o uso decidido da espátula, que lhe permite trabalhar a superfície como um espaço tátil em que a matéria se acumula, se desloca e se sobrepõe, gerando uma textura que confere à pintura uma presença física contundente.
A paleta cromática reforça essa leitura. Os tons alaranjados, rosados e dourados evocam um entardecer quente, uma luz que envolve a cena e expressa o fim do dia e, portanto, do espetáculo. O contraste entre estas cores claras e o negro do toro ou o vermelho das telas introduz uma tensão visual entre figura e fundo, sendo este último além disso quase abstrato.
Este tipo de composições, onde a figuração se insinua mas nunca se completa, é característico da produção de Cano nos anos noventa. A obra situa-se em um território liminal entre o que se vê e o que se intui, convidando o espectador a observar e construir a cena.
• Categoria: Pintura
• Técnica: Óleo sobre cartolina
• Título: “El arrastre del toro”
• Autor: Félix Cano
• Assinatura: Assinado na base pelo autor. Inscrições na parte traseira
• Época: 1993
• País de origem: Espanha
• Dimensões:
Dimensões com moldura: 41 x 49 x 5 cm
Dimensões sem moldura: 23 x 32 cm
• Estado de conservação: Estado de conservação bom, sem marcas visíveis de deterioração.
• Proveniência: Coleção particular Valladolid.
O envio do produto será pago pelo comprador de acordo com as dimensões, peso e destino, entraremos em contato para gerenciar o envio. O envio será realizado sob as condições Incoterms DAP (Delivered at Place). Estas despesas incluem embalagem profissional sob medida, rastreamento e garantia de transporte. A moldura é entregue como presente sem custo adicional; qualquer dano nesta que não afete a obra não será motivo de reclamação.
Pintura, óleo sobre cartolina, “El arrastre del toro”, Félix Cano, Espanha, 1993
Excelente pintura de Félix Cano, artista vallisoletano, intitulada "El arrastre del toro". Realizada em sua fase de maturidade, esta peça sintetiza vários dos elementos que definem seu linguagem visual: a pincelada empastada, a tensão entre figuração e abstração, e uma paleta cromática que evoca atmosferas emocionais mais que cenários descritivos.
A cena representa o arrastre do toro após a corrida, um instante carregado de simbolismo dentro do imaginário taurino. Três mulas, guiadas por dois muleteiros, retiram o corpo do animal da praça. Cano não busca uma representação literal nem detalhada, mas reduz as figuras a volumes essenciais, construídos com pinceladas grossas e rápidas que aportam dinamismo e immediatesa através do gesto. A anatomia do toro, as telas laranjas e os corpos dos muleteiros, mal sugeridos, se entrelaçam com o fundo criando um jogo entre figureação e abstração.
A pincelada empastada, herança direta de seu contato com o artista Candido Portinari no Brasil, é um dos traços mais distintivos da obra. Cano adota de Portinari o uso decidido da espátula, que lhe permite trabalhar a superfície como um espaço tátil em que a matéria se acumula, se desloca e se sobrepõe, gerando uma textura que confere à pintura uma presença física contundente.
A paleta cromática reforça essa leitura. Os tons alaranjados, rosados e dourados evocam um entardecer quente, uma luz que envolve a cena e expressa o fim do dia e, portanto, do espetáculo. O contraste entre estas cores claras e o negro do toro ou o vermelho das telas introduz uma tensão visual entre figura e fundo, sendo este último além disso quase abstrato.
Este tipo de composições, onde a figuração se insinua mas nunca se completa, é característico da produção de Cano nos anos noventa. A obra situa-se em um território liminal entre o que se vê e o que se intui, convidando o espectador a observar e construir a cena.
• Categoria: Pintura
• Técnica: Óleo sobre cartolina
• Título: “El arrastre del toro”
• Autor: Félix Cano
• Assinatura: Assinado na base pelo autor. Inscrições na parte traseira
• Época: 1993
• País de origem: Espanha
• Dimensões:
Dimensões com moldura: 41 x 49 x 5 cm
Dimensões sem moldura: 23 x 32 cm
• Estado de conservação: Estado de conservação bom, sem marcas visíveis de deterioração.
• Proveniência: Coleção particular Valladolid.
O envio do produto será pago pelo comprador de acordo com as dimensões, peso e destino, entraremos em contato para gerenciar o envio. O envio será realizado sob as condições Incoterms DAP (Delivered at Place). Estas despesas incluem embalagem profissional sob medida, rastreamento e garantia de transporte. A moldura é entregue como presente sem custo adicional; qualquer dano nesta que não afete a obra não será motivo de reclamação.

