Escultura, TESTA DI UOMO E BUCRANIO - 48 cm - Cerâmica






Tem 18 anos de experiência, foi especialista júnior na Sotheby’s e gerente na Kunsthandel Jacques Fijnaut.
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Busto de porcelana cerâmica com bucrânio – Mito do Boi Sagrado – Escultura difusora aromática
Este busto escultórico em porcelana e cerâmica representa uma figura masculina entrelaçada com o antigo símbolo do bucrânio, evocando a mitologia atemporal do touro como um animal sagrado e liminar entre culturas mediterrâneas.
O bucrânio, tradicionalmente associado a rituais sacrificiais e ofertas divinas na antiguidade grega e romana, transforma-se aqui não em símbolo de morte, mas de transformação e continuidade entre o humano e o animal, o mortal e o divino. O touro, em sua dimensão mythológica, personifica força, fertilidade, instinto e poder cósmico — uma presença que acompanha a humanidade desde suas primeiras expressões simbólicas.
O rosto humano emerge dessa estrutura, sugerindo uma fusão entre a consciência e a força primitiva: a razão e o instinto contidos em uma única forma arquetípica.
A obra se coloca como uma meditação sobre a natureza sagrada da animalidade e sua presença duradoura na identidade humana.
Além de seu valor escultórico, o objeto funciona como difusor aromático. Foi concebido para liberar suavemente fragrâncias no ambiente, transformando o espaço circundante em uma experiência sensorial imersiva. Nesse sentido, a escultura torna-se não apenas um objeto visual e simbólico, mas também uma presença viva que interage com o ar, o tempo e a percepção.
Uma obra que une mitologia, memória ritual e função contemporânea, convidando à contemplação da dimensão sagrada da natureza e de sua continuidade ocultada na cultura humana.
Busto de porcelana cerâmica com bucrânio – Mito do Boi Sagrado – Escultura difusora aromática
Este busto escultórico em porcelana e cerâmica representa uma figura masculina entrelaçada com o antigo símbolo do bucrânio, evocando a mitologia atemporal do touro como um animal sagrado e liminar entre culturas mediterrâneas.
O bucrânio, tradicionalmente associado a rituais sacrificiais e ofertas divinas na antiguidade grega e romana, transforma-se aqui não em símbolo de morte, mas de transformação e continuidade entre o humano e o animal, o mortal e o divino. O touro, em sua dimensão mythológica, personifica força, fertilidade, instinto e poder cósmico — uma presença que acompanha a humanidade desde suas primeiras expressões simbólicas.
O rosto humano emerge dessa estrutura, sugerindo uma fusão entre a consciência e a força primitiva: a razão e o instinto contidos em uma única forma arquetípica.
A obra se coloca como uma meditação sobre a natureza sagrada da animalidade e sua presença duradoura na identidade humana.
Além de seu valor escultórico, o objeto funciona como difusor aromático. Foi concebido para liberar suavemente fragrâncias no ambiente, transformando o espaço circundante em uma experiência sensorial imersiva. Nesse sentido, a escultura torna-se não apenas um objeto visual e simbólico, mas também uma presença viva que interage com o ar, o tempo e a percepção.
Uma obra que une mitologia, memória ritual e função contemporânea, convidando à contemplação da dimensão sagrada da natureza e de sua continuidade ocultada na cultura humana.
