Joan Torres de Torres (1953) - Costa mediterránea

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Antonio Yera
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Joan Torres de Torres (1953) apresenta Costa mediterránea, uma obra original a óleo sobre tela assinada pelo artista no canto inferior esquerdo, em bom estado, vendida com moldura, medidas da obra 38 x 55 cm (moldura 41 x 58 x 4 cm), período 1990–2000.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Torres de Torres, que representa uma baía serena com uma praia curvada e uma pequena vila costeira protegida pelas montanhas, em uma atmosfera de calma, silêncio e suave melancolia. A pintura destaca pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.

· Dimensões da moldura: 41x58x4 cm.
· Dimensões da obra: 38x55 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra, Torres de Torres.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com a linda moldura (incluída no lance como presente).

A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.

Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças em relação ao artigo real em cor, escala e detalhes.

A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir sua proteção. O preço de envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será feito por Correos ou GLS com rastreamento. Enviões disponíveis a nível internacional.

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Este quadro representa uma tranquila baía costeira contemplada de uma perspectiva elevada, onde uma praia de areia descreve uma suave curva até encontrar um pequeno núcleo de casas situado aos pés das colinas. A composição é dominada pela amplitude da água, que ocupa grande parte da superfície e transmite uma sensação imediata de profundidade, silêncio e contemplação. A paisagem aparece envolvida por uma luz tenue que unifica o mar, a costa e as montanhas sob uma atmosfera serena e levemente misteriosa.

A praia se estende desde a margem esquerda e avança em diagonal até o centro da cena. Sua forma curva cria um percurso natural que conduz o olhar do primeiro plano às construções ao fundo. Os tons ocre, bege, dourados apagados e marrons suaves diferenciam a areia da água e trazem uma nota quente dentro de uma composição dominada por cores frias.

A linha onde o mar alcança a borda é marcada por uma sucessão de pequenos reflexos brancos e acinzentados. Essas faixas luminosas sugerem o movimento suave das ondas ao romper sobre a areia. A ondulação parece tranquila, sem violência, reforçando a impressão de uma baía protegida e de um dia em que a natureza permanece em repouso.

A água torna-se a grande protagonista visual da obra. Os verdes profundos, azuis acinzentados, turquesas apagados e violetas misturam-se formando uma superfície mutável e cheia de nuances. As variações de cor evocam a profundidade do mar, o reflexo do céu e a presença de correntes que percorrem discretamente a baía.

Nas zonas mais próximas à margem aparecem reflexos claros que acrescentam movimento e luminosidade. À medida que o olhar avança para o centro, a água adquire tonalidades mais escuras e densas, criando uma sensação de profundidade. À direita, alguns azuis e verdes mais claros voltam a iluminar a superfície, estabelecendo um delicado equilíbrio entre luz e sombra.

A amplitude do mar oferece um espaço de respiração diante da riqueza de detalhes concentrada no horizonte. A ausência de embarcações e de figuras humanas intensifica a sensação de quietude, como se a cena tivesse sido capturada em um momento especialmente silencioso. Essa calma transforma a baía em um espaço íntimo, apartado do movimento cotidiano.

Ao fundo surge um pequeno vilarejo costeiro formado por casas claras e telhados avermelhados. As construções agrupam-se junto à água e distribuem-se de maneira irregular ao longo da costa. Seus tons brancos e creme destacam‑se sobre os verdes escuros da vegetação, trazendo pequenos pontos de luz que animam o horizonte sem romper a serenidade geral.

A população parece integrarse plenamente na paisagem. As casas junto à água sugerem uma comunidade historicamente ligada ao mar, às suas mudanças e aos seus ritmos. A baía surge assim não apenas como um elemento natural, mas como o centro silencioso ao redor do qual todo o cenário se organiza.

Atrás da vila ergue-se várias colinas cobertas de vegetação. Seus perfis amplos e ondulados fecham a baía e criam a impressão de um espaço protegido. Os verdes oliva, marrons, cinzas e tons quase pretos distribuem-se pelas encostas, enquanto algumas manchas claras sugerem habitações dispersas ou zonas iluminadas ao longe.

A montanha situada no centro possui uma presença especialmente marcante. Sua inclined desce suavemente em direção à água e emoldura a população costeira. As áreas escuras de sua superfície contrastam com as casas claras situadas na base, ressaltando a profundidade e fazendo com que o vilarejo pareça ainda menor diante da grandiosidade da paisagem.

O céu ocupa uma faixa relativamente estreita na parte superior e aparece composto por cinzas, brancos quentes e leves nuances verdosas. Sua tonalidade apagada sugere um dia nublado, talvez nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde. A luz difusa evita contrastes bruscos e envolve a cena em uma atmosfera uniforme, suave e melancólica.

A composição articula-se mediante uma elegante sucessão de linhas curvas e horizontais. A margem orienta o olhar ao vilarejo, a superfície da água cria amplitude e as montanhas fecham o percurso à distância. Esse equilíbrio entre abertura e proteção confere à cena uma estrutura harmônica e favorece uma contemplação lenta e pausada.

A paisagem desperta uma intensa sensação de nostalgia. A praia vazia, o vilarejo silencioso e a luz contida parecem conservar a lembrança de um lugar conhecido ou de um dia já passado junto ao mar. Não há nenhum acontecimento concreto, mas justamente essa ausência permite que o espectador projete suas próprias memórias e emoções sobre a cena.

Também se percebe uma profunda conexão entre a costa e a vida cotidiana do vilarejo. As casas próximas à água sugerem uma comunidade historicamente ligada ao mar, às suas mudanças e aos seus ritmos. A baía aparece assim não apenas como um elemento natural, mas como o centro silencioso ao redor do qual se organiza todo o cenário.

No conjunto, a obra oferece uma visão íntima e envolvente de uma baía tranquila, com sua praia curvada, suas águas profundas e um pequeno vilarejo protegido entre verdes colinas. A harmonia dos tons frios, a luz difusa e a ausência de movimento criam uma atmosfera de calma, melancolia e beleza atemporal. É uma paisagem capaz de trazer serenidade e profundidade a qualquer espaço, evocando o silêncio do mar e a emoção de contemplar a costa à distância.

Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Torres de Torres, que representa uma baía serena com uma praia curvada e uma pequena vila costeira protegida pelas montanhas, em uma atmosfera de calma, silêncio e suave melancolia. A pintura destaca pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.

· Dimensões da moldura: 41x58x4 cm.
· Dimensões da obra: 38x55 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra, Torres de Torres.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com a linda moldura (incluída no lance como presente).

A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.

Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças em relação ao artigo real em cor, escala e detalhes.

A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir sua proteção. O preço de envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será feito por Correos ou GLS com rastreamento. Enviões disponíveis a nível internacional.

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Este quadro representa uma tranquila baía costeira contemplada de uma perspectiva elevada, onde uma praia de areia descreve uma suave curva até encontrar um pequeno núcleo de casas situado aos pés das colinas. A composição é dominada pela amplitude da água, que ocupa grande parte da superfície e transmite uma sensação imediata de profundidade, silêncio e contemplação. A paisagem aparece envolvida por uma luz tenue que unifica o mar, a costa e as montanhas sob uma atmosfera serena e levemente misteriosa.

A praia se estende desde a margem esquerda e avança em diagonal até o centro da cena. Sua forma curva cria um percurso natural que conduz o olhar do primeiro plano às construções ao fundo. Os tons ocre, bege, dourados apagados e marrons suaves diferenciam a areia da água e trazem uma nota quente dentro de uma composição dominada por cores frias.

A linha onde o mar alcança a borda é marcada por uma sucessão de pequenos reflexos brancos e acinzentados. Essas faixas luminosas sugerem o movimento suave das ondas ao romper sobre a areia. A ondulação parece tranquila, sem violência, reforçando a impressão de uma baía protegida e de um dia em que a natureza permanece em repouso.

A água torna-se a grande protagonista visual da obra. Os verdes profundos, azuis acinzentados, turquesas apagados e violetas misturam-se formando uma superfície mutável e cheia de nuances. As variações de cor evocam a profundidade do mar, o reflexo do céu e a presença de correntes que percorrem discretamente a baía.

Nas zonas mais próximas à margem aparecem reflexos claros que acrescentam movimento e luminosidade. À medida que o olhar avança para o centro, a água adquire tonalidades mais escuras e densas, criando uma sensação de profundidade. À direita, alguns azuis e verdes mais claros voltam a iluminar a superfície, estabelecendo um delicado equilíbrio entre luz e sombra.

A amplitude do mar oferece um espaço de respiração diante da riqueza de detalhes concentrada no horizonte. A ausência de embarcações e de figuras humanas intensifica a sensação de quietude, como se a cena tivesse sido capturada em um momento especialmente silencioso. Essa calma transforma a baía em um espaço íntimo, apartado do movimento cotidiano.

Ao fundo surge um pequeno vilarejo costeiro formado por casas claras e telhados avermelhados. As construções agrupam-se junto à água e distribuem-se de maneira irregular ao longo da costa. Seus tons brancos e creme destacam‑se sobre os verdes escuros da vegetação, trazendo pequenos pontos de luz que animam o horizonte sem romper a serenidade geral.

A população parece integrarse plenamente na paisagem. As casas junto à água sugerem uma comunidade historicamente ligada ao mar, às suas mudanças e aos seus ritmos. A baía surge assim não apenas como um elemento natural, mas como o centro silencioso ao redor do qual todo o cenário se organiza.

Atrás da vila ergue-se várias colinas cobertas de vegetação. Seus perfis amplos e ondulados fecham a baía e criam a impressão de um espaço protegido. Os verdes oliva, marrons, cinzas e tons quase pretos distribuem-se pelas encostas, enquanto algumas manchas claras sugerem habitações dispersas ou zonas iluminadas ao longe.

A montanha situada no centro possui uma presença especialmente marcante. Sua inclined desce suavemente em direção à água e emoldura a população costeira. As áreas escuras de sua superfície contrastam com as casas claras situadas na base, ressaltando a profundidade e fazendo com que o vilarejo pareça ainda menor diante da grandiosidade da paisagem.

O céu ocupa uma faixa relativamente estreita na parte superior e aparece composto por cinzas, brancos quentes e leves nuances verdosas. Sua tonalidade apagada sugere um dia nublado, talvez nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde. A luz difusa evita contrastes bruscos e envolve a cena em uma atmosfera uniforme, suave e melancólica.

A composição articula-se mediante uma elegante sucessão de linhas curvas e horizontais. A margem orienta o olhar ao vilarejo, a superfície da água cria amplitude e as montanhas fecham o percurso à distância. Esse equilíbrio entre abertura e proteção confere à cena uma estrutura harmônica e favorece uma contemplação lenta e pausada.

A paisagem desperta uma intensa sensação de nostalgia. A praia vazia, o vilarejo silencioso e a luz contida parecem conservar a lembrança de um lugar conhecido ou de um dia já passado junto ao mar. Não há nenhum acontecimento concreto, mas justamente essa ausência permite que o espectador projete suas próprias memórias e emoções sobre a cena.

Também se percebe uma profunda conexão entre a costa e a vida cotidiana do vilarejo. As casas próximas à água sugerem uma comunidade historicamente ligada ao mar, às suas mudanças e aos seus ritmos. A baía aparece assim não apenas como um elemento natural, mas como o centro silencioso ao redor do qual se organiza todo o cenário.

No conjunto, a obra oferece uma visão íntima e envolvente de uma baía tranquila, com sua praia curvada, suas águas profundas e um pequeno vilarejo protegido entre verdes colinas. A harmonia dos tons frios, a luz difusa e a ausência de movimento criam uma atmosfera de calma, melancolia e beleza atemporal. É uma paisagem capaz de trazer serenidade e profundidade a qualquer espaço, evocando o silêncio do mar e a emoção de contemplar a costa à distância.

Dados

Artista
Joan Torres de Torres (1953)
Vendido com moldura
Sim
Vendido por
Galeria
Edição
Original
Título da obra de arte
Costa mediterránea
Técnica
Pintura a óleo
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Espanha
Estado
Bom estado
Altura
41 cm
Largura
58 cm
Estilo
Pós-impressionista
Período
1990-2000
Vendido por
EspanhaVerificado
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