Francien Krieg - The fading light






Possui mestrado em Mediação Artística e Cultural e experiência como assistente de galeria.
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Descrição fornecida pelo vendedor
Quadro de alumínio e linho de Bruxelas, incluindo moldura
Há mais de vinte anos Francien Krieg pinta o corpo humano como um lugar onde a vida deixa suas marcas. Na série *Precious Bodies* ela foca em mulheres cujos corpos já não correspondem aos ideais dominantes de juventude, perfeição e domínio.
Rugas, dobras da pele, cicatrizes e vulnerabilidade não são ocultadas, mas justamente tornadas visíveis. O corpo não aparece como algo a ser aperfeiçoado ou corrigido, mas como um portador do tempo. A pele torna-se um arquivo de experiências, perdas, resiliência e mudança.
As mulheres nessas pinturas não estão idealizadas, mas também não são retratadas como vítimas. Elas situam-se na zona entre força e vulnerabilidade, entre presença e impermanência. Em uma cultura em que juventude e perfeição costumam ser a norma, *Precious Bodies* coloca uma outra pergunta: o que acontece quando um corpo pode existir sem ter que pedir desculpas?
Com um olhar direto e observador, Krieg investiga onde a beleza realmente reside. Não na perfeição, mas na presença. Não na juventude, mas nas marcas visíveis de uma vida vivida.
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Quadro de alumínio e linho de Bruxelas, incluindo moldura
Há mais de vinte anos Francien Krieg pinta o corpo humano como um lugar onde a vida deixa suas marcas. Na série *Precious Bodies* ela foca em mulheres cujos corpos já não correspondem aos ideais dominantes de juventude, perfeição e domínio.
Rugas, dobras da pele, cicatrizes e vulnerabilidade não são ocultadas, mas justamente tornadas visíveis. O corpo não aparece como algo a ser aperfeiçoado ou corrigido, mas como um portador do tempo. A pele torna-se um arquivo de experiências, perdas, resiliência e mudança.
As mulheres nessas pinturas não estão idealizadas, mas também não são retratadas como vítimas. Elas situam-se na zona entre força e vulnerabilidade, entre presença e impermanência. Em uma cultura em que juventude e perfeição costumam ser a norma, *Precious Bodies* coloca uma outra pergunta: o que acontece quando um corpo pode existir sem ter que pedir desculpas?
Com um olhar direto e observador, Krieg investiga onde a beleza realmente reside. Não na perfeição, mas na presença. Não na juventude, mas nas marcas visíveis de uma vida vivida.
