Sofia Pereira - GRANDOLA, VILA MORENA - Década de 2020






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Cartaz “Grândola, Vila Morena” – Coleção Le Son du Manifeste
Apresento este cartaz de autor pertencente à coleção “Le Son du Manifeste”, criada pela cantora, compositora e designer gráfica barcelense Sofia Pereira. Esta coleção estabelece uma ponte entre a música de intervenção e a arte visual, reinterpretando canções que marcaram a história e a luta pela liberdade.
Inspirado em “Grândola, Vila Morena”, de Zeca Afonso, este cartaz traduz visualmente a mensagem de que “o povo é quem mais ordena”. A composição é dominada por cravos vermelhos, símbolo da Revolução de Abril, e por uma poderosa metáfora: o recipiente contém múltiplos rostos de António de Oliveira Salazar, representando a ditadura e o poder autoritário. Em contraste, a figura central simboliza o povo português, que “devora” o ditador, numa inversão da expressão popular de que “o governo chupa o povo até ao osso”.
A obra transmite a ideia de que, apesar da opressão e da exploração exercidas por regimes ditatoriais, a força coletiva do povo é sempre maior. Nenhum ditador consegue resistir à união, à vontade e à voz de um povo determinado a conquistar a sua liberdade. É uma homenagem à resistência, à democracia e ao espírito de Abril, expressa através de uma linguagem gráfica contemporânea e carregada de simbolismo.
* Formato: A3
* Papel: Couché Mate 350 g/m²
* Estado: Excelente, sem vincos, rasgos ou sinais de uso.
Cartaz “Grândola, Vila Morena” – Coleção Le Son du Manifeste
Apresento este cartaz de autor pertencente à coleção “Le Son du Manifeste”, criada pela cantora, compositora e designer gráfica barcelense Sofia Pereira. Esta coleção estabelece uma ponte entre a música de intervenção e a arte visual, reinterpretando canções que marcaram a história e a luta pela liberdade.
Inspirado em “Grândola, Vila Morena”, de Zeca Afonso, este cartaz traduz visualmente a mensagem de que “o povo é quem mais ordena”. A composição é dominada por cravos vermelhos, símbolo da Revolução de Abril, e por uma poderosa metáfora: o recipiente contém múltiplos rostos de António de Oliveira Salazar, representando a ditadura e o poder autoritário. Em contraste, a figura central simboliza o povo português, que “devora” o ditador, numa inversão da expressão popular de que “o governo chupa o povo até ao osso”.
A obra transmite a ideia de que, apesar da opressão e da exploração exercidas por regimes ditatoriais, a força coletiva do povo é sempre maior. Nenhum ditador consegue resistir à união, à vontade e à voz de um povo determinado a conquistar a sua liberdade. É uma homenagem à resistência, à democracia e ao espírito de Abril, expressa através de uma linguagem gráfica contemporânea e carregada de simbolismo.
* Formato: A3
* Papel: Couché Mate 350 g/m²
* Estado: Excelente, sem vincos, rasgos ou sinais de uso.
