Gianfranco Zenerato - ICON

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Anthony Chrisp
Especialista
Selecionado por Anthony Chrisp

Mais de 10 anos de experiência no comércio de arte; fundou sua própria galeria.

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ICON, pintura acrílica original de 2025 de Gianfranco Zenerato, 35 cm de altura por 25 cm de largura, vendida com moldura, assinada à mão, Itália, contemporânea, período 2020+.

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Descrição fornecida pelo vendedor

OPORTUNIDADE PARA COLECIONADORES E INVESTIDORES DE ARTE

Entre os artistas contemporâneos mais valorizados e em rápido crescimento na Catawiki, Gianfranco Zenerato já conquistou a confiança de mais de 180 colecionadores internacionais.

ADICIONE À SUA COLEÇÃO UMA OBRA EXCLUSIVA E DISTINTIVA, CAPAZ DE VALORIZAR O PRESTÍGIO DO SEU PATRIMÔNIO ARTÍSTICO!

- 216 obras vendidas
- 100% de feedback positivo
- 84 avaliações certificadas

Prezados Colecionadores,
caso estejam de férias ou momentaneamente ausentes, convido-os a entrar em contato comigo para combinarmos a programação da entrega do lote adquirido. Ficarei feliz em atender às suas necessidades organizacionais, para que a entrega ocorra nos prazos e modos que lhes forem mais convenientes.

www.zenerato.com

Peça única 100% PINTADA A MÃO - brilha no escuro

POR QUE COLECIONAR UMA OBRA DE GIANFRANCO ZENERATO

✓ Mais de 35 anos de carreira profissional
Ativo desde 1990, Gianfranco Zenerato desenvolveu ao longo do tempo uma linguagem artística pessoal, reconhecível e apreciada por colecionadores e críticos de arte.

✓ Mais de 600 exposições e manifestações artísticas
Presença constante no panorama artístico nacional e internacional, construída ao longo de décadas de atividade expositiva.

✓ Mais de 500 prêmios e reconhecimentos
Percurso artístico premiado por instituições, críticos e organizações culturais que reconheceram seu valor e qualidade.

✓ Obras presentes em coleções privadas e públicas
Seus quadros fazem parte de coleções na Itália, Europa, América e Ásia, confirmando o interesse internacional por seu trabalho.

✓ Apreciado pela crítica especializada
Sua pesquisa artística foi analisada e apresentada por críticos e historiadores de arte de reconhecido prestígio, entre eles Paolo Levi, Giammarco Puntelli, Sandro Serradifalco, Giorgio Grasso e muitos outros profissionais do setor.

✓ Um estilo único e imediatamente reconhecível
As obras de Zenerato unem tradição figurativa, simbolismo e contemporaneidade. Cada pintura conta uma história e convida o observador a uma leitura pessoal e sempre nova.

✓ Obras realizadas com elevada qualidade técnica
Grande atenção aos detalhes, equilíbrio composicional e intensidade cromática tornam cada trabalho de forte impacto visual e colecionável.

✓ Não apenas uma simples decoração
Cada obra nasce de um percurso de pesquisa desenvolvido em mais de três décadas de atuação profissional e representa uma síntese da visão artística do autor.

Uma oportunidade para o colecionador

Adquirir uma obra de Gianfranco Zenerato significa possuir um trabalho original criado por um artista com uma longa carreira documentada, centenas de reconhecimentos e uma presença consolidada em coleções internacionais.

Uma obra pensada não apenas para ser admirada hoje, mas para manter ao longo do tempo seu valor artístico, cultural e colecionável.

Gianfranco Zenerato (Artista Profissional - Itália)

• Ativo desde 1990, com mais de 600 participações em eventos de arte nacionais e internacionais.
• Reconhecido pela alta qualidade das obras, com mais de 500 prêmios recebidos.
• Presente em coleções públicas e privadas na Itália, Europa, América e Ásia.
• Exibiu-se ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc.
• Anotado pelos principais críticos italianos.

Adquirir hoje uma obra como “ICON” significa dar um passo à frente, semelhante àqueles que, nos fervores dos anos Sessenta, reconheceram a força disruptiva de uma nova visão artística, aparentemente incompreensível na época, mas destinada a redefinir os parâmetros da arte contemporânea.
“ICON” não é apenas uma pintura: é um manifesto estético e conceitual que intercetta o tempo presente e o transcende. O objeto cotidiano, a camada cromática, o inlaid material que simula a superfície tecnológica — tudo contribui para uma linguagem que não apenas dialoga com a história da arte, mas a ressignifica em uma dimensão outra, reflexiva e perturbadora.
Quem hoje escolhe dialogar com essa visão não realiza apenas um ato de colecionismo, mas adere a uma intuição profunda: reconhecer na obra de arte não um objeto decorativo, mas um vetor de sentido, um investimento cultural capaz de ganhar, ao longo do tempo, relevância que desafia as lógicas lineares do mercado.
Justamente como aconteceu então, naqueles anos cruciais em que a arte parecia perder referências e, ao mesmo tempo, estava a construir as bases do presente, hoje também alguns artistas estão traçando novos horizontes. “ICON” é um desses sinais claros, fortes, inconfundíveis. E reconhecê-los antes que se tornem evidentes para todos é privilégio de poucos.

Peça única 100% PINTADA A MÃO
Certificado de arquivamento internacional - Certificado de autenticidade assinado pelo autor - Dossiê contendo o percurso profissional do artista - Acrílico, pigmentos metalizados e vernizes fosforescentes em tela - dimensões totais com moldura 25x35x6cm - Brilha no escuro - 2025
Pronta para ser pendurada - Belíssima moldura em madeira artesanalmente preparada
(Modern icons series)

NOTA IMPORTANTE PARA OFERTANTES FORA DA UNIÃO EUROPEIA
Os envios para países fora da UE são possíveis, mas devido aos complexos trâmites burocráticos (autorização ministerial, trâmites aduaneiros, etc.), implicam custos adicionais já incluídos nas despesas de envio indicadas na inserção.
Pelo mesmo motivo, os prazos de entrega podem ser mais longos que o normal.
Obrigado pela compreensão.

GIANFRANCO ZENERATO (Artista Profissional - Itália)

Ativo desde 1990, iniciou um percurso artístico que o levou a participar de mais de 600 eventos de arte, recebendo reconhecimentos nacionais e internacionais pela qualidade de suas obras. Com mais de 500 prêmios em seu currículo, suas criações enriquecem coleções públicas e privadas de destaque na Itália, Europa, América e Ásia. Exibiu ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc...

Atualmente colabora com o conhecido crítico de arte, Prof. Giammarco Puntelli.

Algumas das inúmeras avaliações de especialistas renomados do setor artístico:

Gianfranco Zenerato pertence à corrente de artistas dos anos 70, severos mensageiros da sociedade ocidental. Enquanto o milanês Antonio Recalcati e o romano Franco Mulas expressavam raiva social, Zenerato é portador de uma amarga advertência, onde a derrota do homem pode representar também a antecâmara de uma redenção laica. Trata-se de uma visão repleta de significados simbólicos, de um pintor de escola moderna, que com talento sabe conciliar pesquisa com experimentação. (Paolo Levi)

Percebe-se neste retrato emblemático um convite à meditação sobre a beleza de uma natureza morta, de uma flor e de uma jovem. A classicidade dessas imagens silenciosas interrompe a atmosfera suspensa de um mundo cinzento, o contemporâneo, que nos distrai do sonho. (Paolo Levi)

Neste mensagem visual inquietante mas explícita, o diálogo entre essencialidade cromática e a harmonia das formas testemunha a tensão expressiva e a maestria de um artista experiente. Interessante e inédita a mistura entre flores, frutos e objetos tecnológicos da contemporaneidade. (Stefania Bison)

Gianfranco Zenerato elabora narrativas semânticas que revelam, etapa a etapa, as infinitas possibilidades de uma imaginação fértil, organizada segundo sequências ordenadas de suas próprias elaborações mentais. Suas construções fantasiosas poderiam, portanto, confundir o juízo crítico ao defini-lo como surrealista. Não é exato, pois ele não nos propõe uma imaginação absurda e irreal, mas, ao contrário, pinta uma realidade a nós familiar, com um objetivo comunicativo e altamente simbólico. (Sandro Serradifalco)

Este quadro de Gianfranco Zenerato está tecnicamente bem estruturado, finamente e ricamente articulado, e propõe a realidade construída pela mente de um visionário. Suas obras possuem uma forte componente scenográfica, e para quem investiga essas mensagens resta decipher qual o significado que o autor atribuiu, pois ele brinca com símbolos e alusões, divertindo-se a confundir as coordenadas interpretativas do que pode ser o entrelaçamento de uma história camuflada de irrealidade. (S. Russo)

Com Gianfranco Zenerato temos uma excelente ideia, transformada com grande capacidade naquilo que é uma figura de espera, onde a modernidade encontra um tempo que não existe mais para nos fazer reencontrar os sentimentos... (Giammarco Puntelli)

O autor aposta na sobreposição e interseção de gêneros, numa pesquisa alusiva e metafórica incisiva nos sujeitos e nas cores. Com insight fulminante unifica passado (natureza morta), presente (a imagem feminina) e futuro (o simbolismo, a escrita críptica ...) de modo que a obra se torna um paradigma artístico, mas também literário e metanarrativo. Pressiona ao pintor identificar um novo universo visual, sondar os limites da iconografia tradicional para demonstrar quanto a pintura hoje — em meio a tanto barulho — ainda é uma disciplina original. A criatividade do artista então reafirma — também graças às cromias vívidas — que a abordagem ligada ao gênero ainda tem cidadania na pintura do século XXI.

A pintura de Gianfranco Zenerato nos conduz a uma visão da realidade operada em três níveis. É uma viagem no tempo que vamos enfrentar com o artista, que, através de várias experiências, chegou a colocar sua visão num presente que "olha" para o passado como um mundo ideal, mas já perdido, e a um futuro cheio de contaminações artificiais e artificiais.
É um aviso e um alerta a mensagem que transparece dos elementos colocados na tela que cercam sua visão de conjunto. A "bateria" que encontramos como elemento fixo, está nos dizendo "atenção", o tempo está prestes a vencer, e o forte chamado de elementos naturais em primeiro plano, contaminados por objetos do mundo tecnológico (o mouse, o CD ou o despertador) ressaltam o quão importante é não romper o vínculo com o passado, com um mundo em que a natureza era predominante.
O elemento feminino, colocado no plano temporal do presente, representa o arquétipo da Mãe-Terra posta na terra de meia entre passado e futuro.
Gianfranco, como Ulisses, viaja nessa dimensão temporal, buscando as forças que nos sustentam e modelam, alteram ou governam nosso destino. Impulsionado para o futuro, o homem-artista encara a viagem com força e determinação, mas percebe a própria fragilidade diante da complexidade de um mundo que criou, o tecnológico, que lhe escapa das mãos e sente, portanto, a necessidade de retornar de onde partiu. Assim retorna a ciclicidade em que a viagem é esse eterno chamado à vida e à morte. Devemos retornar ao ponto de partida para nos encontrarmos e a figura feminina torna-se símbolo de quem nos permite renascer.
As palavras "partir" e "partir de parto" contêm ambas o conceito de separação e desligamento e em cada viagem realizada por Gianfranco Zenerato há esse respiro temporal circular, esse partir e depois retornar. Ao mirar o futuro não resta senão voltar o olhar ao passado para não perder nossas raízes, para não sermos desumanizados pelo mundo tecnológico e pós-tecnológico.
Cada viagem coloca em igual plano racionalidade e emoções, faz nascer dúvidas e medos, os tempos do cotidiano distorcem-se e assumem significados diferentes.
Ir em direção ao futuro torna-se um desafio, captado pelo olhar feminino, mas também um perigo, pois é quase uma perda de identidade. Partir implica enfrentar a separação do "eu antigo", feito de hábitos, papéis e certezas. Partir continua sendo liberdade e, mesmo que seja limitada pela aproximação do desconhecido, ela consegue colocar ordem no passado. A perspectiva em movimento torna-se centrífuga e centrípeta, o fluxo da expansão é a direção para onde se caminha, enquanto o centro de contração é a direção de onde se vem e, nas obras de Zenerato, essa sensação de proveniência de um lugar e direção para outro se faz presente. No centro, a figura feminina como ponto de referência: é a consciência do artista, o coração de ir, com seus ritmos, ruídos, tempos, dificuldades, descobertas e emoções.
O plano temporal do futuro que representa a chegada é, em algumas obras, desumanizado, e a figura feminina é quase desintegrada porque o próprio artista não se reconhece nessa colocação: é como se a perda de identidade fosse um resignado desapego à perda de ligação com o passado, e também os elementos das naturezas mortas às vezes tornam-se ausentes ou dominados por elementos tecnológicos.
Torna-se, então, fundamental proteger-se desse futuro, que avança de modo perigoso e quase incontrolável, e refugiar-se em algo conhecido e antigo onde até as ilusões são reais.
Com Gianfranco Zenerato temos realmente a chance de viajar através de sonhos, sinais e símbolos, onde cada um de nós verá seu próprio reflexo em um espelho. Partir com ele significará momentaneamente obscurecer esses espelhos à espera de descobrir uma imagem diferente de nós mesmos. Encontraremos, talvez, nossa essência, compreenderemos a relatividade dos valores e dos pontos de vista próprios e alheios. Podemos nos perder e depois nos reencontrar, percebendo uma natureza, um destino, uma identidade comuns. (Gaetana Foletto)

O artista partindo do passado clássico com uma linguagem de pré-astracionismo figurativo, ao fundo do seu cosmo historiador interior, move o cursor móvel de sua consciência de desenvolvimento emergente, até às extremas emergências do presente, submetendo sua douta técnica à energia do sonho, do sinal, do símbolo e, principalmente, daquela do colorido, rico em nitidez e pureza tímbrica, para interagir com o presente também tecnológico. Sua modernidade é genuinamente psicológica e expressão intensiva de sua carga expressiva de variáveis da transavanguarda citacionista de final do século XX em diante... com sobreposições perspectívicas caravaggescas ... e psicologia moderna de origem pós-renascentista (Rembrandt ...). Zenerato possui potenciais criativos de vasto alcance histórico, soube combiná-los poeticamente, assemblando, fazendo vibrar a lira da poesia da alma sobre as coordenadas da história da arte em valores universais, e em variação sobre o cursor de sua infinita evolução imagética, através do hyperrealismo de seu sonho visionário, uma janela aberta somada à razão. dialogando com o presente. (Prof. Alfredo Pasolino)

Muito interessante sua pesquisa: a figurativa alcança efeitos cenográficos em um espaço no qual vibra uma frequência simbólica, confiada vez por vez ao sonho, ao mito, ou à realidade cotidiana, tudo harmonizado por um lindo jogo cromático.

O Artista do rigor e da modernidade
A cargo de Francesco Cairone

Os autores mais originais não o são porque promovem o que é novo, mas porque expõem o que têm a dizer de uma forma que parece nunca ter sido dita antes.
(Gothe)

É necessário partir da frase incisiva de Goethe para falar da rica e inovadora pintura do artista Gianfranco Zenerato, e isso porque, através dessa simples frase, conta-se uma grande verdade, isto é, que já se fez de tudo na pintura e hoje o artista que busca conquistar uma própria individualidade, sem se deixar influenciar pelas correntes e pelos Mestres do passado, deve superar obstáculos enormes, pois, como também dizia Giorgio Morandi, “De novo ao mundo não há nada ou quase nada”, e portanto para ser original seria preciso pintar levando em conta as evoluções sociais, tecnológicas e científicas.

Dizem que a arte é de todos, mas não é para todos; cada um tem direito de se emocionar diante de uma obra-prima, mas pintar e criar é um dom que Deus concedeu apenas a alguns escolhidos que, capazes de ver o que os outros frequentemente não percebem, conseguem transformar as emoções que emergem das pequenas coisas, de um gesto, de uma carícia, de um olhar, em tons vibrantes que coloram a mediocridade do mundo que nos cerca.
Entre esses sortudos, certamente, está o Mestre Zenerato, artista talentoso como poucos, que faz da minúcia, do rigor e da fantasia um estilo pictórico que, embora lembre mestres passados, demonstra que o artista soube tirar proveito das lições da bela pintura, roubando aos grandes uma técnica irrepreensível, apresentando uma unicidade e uma individualidade visíveis naquele toque de elegante modernidade presente em cada criação, que o torna uma mosca branca no cenário artístico nacional.
Ramos de flores e de frutos maduros e exuberantes, repousando sobre altos muros de mármore desgastados pelos anos e frequentemente manchados pelos desenhos amorosos de dois jovens amantes, entrelaçam-se com objetos da modernidade cotidiana, como um CD-ROM, um mouse, uma espátula, que se tornam elo de ligação entre passado, presente e futuro; a paisagem ao redor, quase sempre captada ao anoitecer, quando o raio verde saúda o sol e dá as boas-vindas à lua, emerge com ainda mais vigor aquilo que Zenerato bania nas tábuas de mármore em primeiro plano, onde sobressai uma cor cada vez mais viva que varia do vermelho, ao amarelo, ao verde, e a todas as tonalidades mais quentes do arco-íris.
E o arco-íris parece sobrepor-se à carreira deste jovem e promissor artista, prosador da arte porque cria um estilo que primeiro é poético e depois pictórico, com o qual ele consegue representar o que sente filtrando as feiúras e as negatividades que o nosso mundo carrega.

Escreveram dele ou avaliaram suas obras:

Paolo Levi, Paolo Rizzi, Giammarco Puntelli, Giorgio Grasso, Sergio Capellini, Pietro Gasperini, Francois Buisson, R. Boschi, Michele Nocera, Carlo Alberto Gobbetti, Antonella Gotti, Gianni Ingolia, Dino Pasquali, Umberto Zaccaria, Umberto Tessari, Ottorino Stefani, Giulio Gasparotti, Carlo Federico Teodoro, Carlo Rigoni, Giorgio Trevisan, Vera Meneguzzo, Claudio Radaelli, Grillo Biagio, Luca Dall’Olio, Franco Brescianini, Giovanni B. Bianchini, Mara Frignani, Aldo Tavella, Angelo Marchiori, Walter Coccetta, Paolo Baratella, Luciano Chinese, Luigi Consonni, Giuseppe Possa, Silvano Valentini, Siro Perin, Alfredo Pasolino etc...

Colaborou com as seguintes galerias:

Galleria Cd Studio d'Arte
Galleria New Dimensione Arte
Galleria Emmediarte
Galleria La Spadarina
Galleria l'Artista
Galleria Arttime
Galleria Orler

OPORTUNIDADE PARA COLECIONADORES E INVESTIDORES DE ARTE

Entre os artistas contemporâneos mais valorizados e em rápido crescimento na Catawiki, Gianfranco Zenerato já conquistou a confiança de mais de 180 colecionadores internacionais.

ADICIONE À SUA COLEÇÃO UMA OBRA EXCLUSIVA E DISTINTIVA, CAPAZ DE VALORIZAR O PRESTÍGIO DO SEU PATRIMÔNIO ARTÍSTICO!

- 216 obras vendidas
- 100% de feedback positivo
- 84 avaliações certificadas

Prezados Colecionadores,
caso estejam de férias ou momentaneamente ausentes, convido-os a entrar em contato comigo para combinarmos a programação da entrega do lote adquirido. Ficarei feliz em atender às suas necessidades organizacionais, para que a entrega ocorra nos prazos e modos que lhes forem mais convenientes.

www.zenerato.com

Peça única 100% PINTADA A MÃO - brilha no escuro

POR QUE COLECIONAR UMA OBRA DE GIANFRANCO ZENERATO

✓ Mais de 35 anos de carreira profissional
Ativo desde 1990, Gianfranco Zenerato desenvolveu ao longo do tempo uma linguagem artística pessoal, reconhecível e apreciada por colecionadores e críticos de arte.

✓ Mais de 600 exposições e manifestações artísticas
Presença constante no panorama artístico nacional e internacional, construída ao longo de décadas de atividade expositiva.

✓ Mais de 500 prêmios e reconhecimentos
Percurso artístico premiado por instituições, críticos e organizações culturais que reconheceram seu valor e qualidade.

✓ Obras presentes em coleções privadas e públicas
Seus quadros fazem parte de coleções na Itália, Europa, América e Ásia, confirmando o interesse internacional por seu trabalho.

✓ Apreciado pela crítica especializada
Sua pesquisa artística foi analisada e apresentada por críticos e historiadores de arte de reconhecido prestígio, entre eles Paolo Levi, Giammarco Puntelli, Sandro Serradifalco, Giorgio Grasso e muitos outros profissionais do setor.

✓ Um estilo único e imediatamente reconhecível
As obras de Zenerato unem tradição figurativa, simbolismo e contemporaneidade. Cada pintura conta uma história e convida o observador a uma leitura pessoal e sempre nova.

✓ Obras realizadas com elevada qualidade técnica
Grande atenção aos detalhes, equilíbrio composicional e intensidade cromática tornam cada trabalho de forte impacto visual e colecionável.

✓ Não apenas uma simples decoração
Cada obra nasce de um percurso de pesquisa desenvolvido em mais de três décadas de atuação profissional e representa uma síntese da visão artística do autor.

Uma oportunidade para o colecionador

Adquirir uma obra de Gianfranco Zenerato significa possuir um trabalho original criado por um artista com uma longa carreira documentada, centenas de reconhecimentos e uma presença consolidada em coleções internacionais.

Uma obra pensada não apenas para ser admirada hoje, mas para manter ao longo do tempo seu valor artístico, cultural e colecionável.

Gianfranco Zenerato (Artista Profissional - Itália)

• Ativo desde 1990, com mais de 600 participações em eventos de arte nacionais e internacionais.
• Reconhecido pela alta qualidade das obras, com mais de 500 prêmios recebidos.
• Presente em coleções públicas e privadas na Itália, Europa, América e Ásia.
• Exibiu-se ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc.
• Anotado pelos principais críticos italianos.

Adquirir hoje uma obra como “ICON” significa dar um passo à frente, semelhante àqueles que, nos fervores dos anos Sessenta, reconheceram a força disruptiva de uma nova visão artística, aparentemente incompreensível na época, mas destinada a redefinir os parâmetros da arte contemporânea.
“ICON” não é apenas uma pintura: é um manifesto estético e conceitual que intercetta o tempo presente e o transcende. O objeto cotidiano, a camada cromática, o inlaid material que simula a superfície tecnológica — tudo contribui para uma linguagem que não apenas dialoga com a história da arte, mas a ressignifica em uma dimensão outra, reflexiva e perturbadora.
Quem hoje escolhe dialogar com essa visão não realiza apenas um ato de colecionismo, mas adere a uma intuição profunda: reconhecer na obra de arte não um objeto decorativo, mas um vetor de sentido, um investimento cultural capaz de ganhar, ao longo do tempo, relevância que desafia as lógicas lineares do mercado.
Justamente como aconteceu então, naqueles anos cruciais em que a arte parecia perder referências e, ao mesmo tempo, estava a construir as bases do presente, hoje também alguns artistas estão traçando novos horizontes. “ICON” é um desses sinais claros, fortes, inconfundíveis. E reconhecê-los antes que se tornem evidentes para todos é privilégio de poucos.

Peça única 100% PINTADA A MÃO
Certificado de arquivamento internacional - Certificado de autenticidade assinado pelo autor - Dossiê contendo o percurso profissional do artista - Acrílico, pigmentos metalizados e vernizes fosforescentes em tela - dimensões totais com moldura 25x35x6cm - Brilha no escuro - 2025
Pronta para ser pendurada - Belíssima moldura em madeira artesanalmente preparada
(Modern icons series)

NOTA IMPORTANTE PARA OFERTANTES FORA DA UNIÃO EUROPEIA
Os envios para países fora da UE são possíveis, mas devido aos complexos trâmites burocráticos (autorização ministerial, trâmites aduaneiros, etc.), implicam custos adicionais já incluídos nas despesas de envio indicadas na inserção.
Pelo mesmo motivo, os prazos de entrega podem ser mais longos que o normal.
Obrigado pela compreensão.

GIANFRANCO ZENERATO (Artista Profissional - Itália)

Ativo desde 1990, iniciou um percurso artístico que o levou a participar de mais de 600 eventos de arte, recebendo reconhecimentos nacionais e internacionais pela qualidade de suas obras. Com mais de 500 prêmios em seu currículo, suas criações enriquecem coleções públicas e privadas de destaque na Itália, Europa, América e Ásia. Exibiu ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc...

Atualmente colabora com o conhecido crítico de arte, Prof. Giammarco Puntelli.

Algumas das inúmeras avaliações de especialistas renomados do setor artístico:

Gianfranco Zenerato pertence à corrente de artistas dos anos 70, severos mensageiros da sociedade ocidental. Enquanto o milanês Antonio Recalcati e o romano Franco Mulas expressavam raiva social, Zenerato é portador de uma amarga advertência, onde a derrota do homem pode representar também a antecâmara de uma redenção laica. Trata-se de uma visão repleta de significados simbólicos, de um pintor de escola moderna, que com talento sabe conciliar pesquisa com experimentação. (Paolo Levi)

Percebe-se neste retrato emblemático um convite à meditação sobre a beleza de uma natureza morta, de uma flor e de uma jovem. A classicidade dessas imagens silenciosas interrompe a atmosfera suspensa de um mundo cinzento, o contemporâneo, que nos distrai do sonho. (Paolo Levi)

Neste mensagem visual inquietante mas explícita, o diálogo entre essencialidade cromática e a harmonia das formas testemunha a tensão expressiva e a maestria de um artista experiente. Interessante e inédita a mistura entre flores, frutos e objetos tecnológicos da contemporaneidade. (Stefania Bison)

Gianfranco Zenerato elabora narrativas semânticas que revelam, etapa a etapa, as infinitas possibilidades de uma imaginação fértil, organizada segundo sequências ordenadas de suas próprias elaborações mentais. Suas construções fantasiosas poderiam, portanto, confundir o juízo crítico ao defini-lo como surrealista. Não é exato, pois ele não nos propõe uma imaginação absurda e irreal, mas, ao contrário, pinta uma realidade a nós familiar, com um objetivo comunicativo e altamente simbólico. (Sandro Serradifalco)

Este quadro de Gianfranco Zenerato está tecnicamente bem estruturado, finamente e ricamente articulado, e propõe a realidade construída pela mente de um visionário. Suas obras possuem uma forte componente scenográfica, e para quem investiga essas mensagens resta decipher qual o significado que o autor atribuiu, pois ele brinca com símbolos e alusões, divertindo-se a confundir as coordenadas interpretativas do que pode ser o entrelaçamento de uma história camuflada de irrealidade. (S. Russo)

Com Gianfranco Zenerato temos uma excelente ideia, transformada com grande capacidade naquilo que é uma figura de espera, onde a modernidade encontra um tempo que não existe mais para nos fazer reencontrar os sentimentos... (Giammarco Puntelli)

O autor aposta na sobreposição e interseção de gêneros, numa pesquisa alusiva e metafórica incisiva nos sujeitos e nas cores. Com insight fulminante unifica passado (natureza morta), presente (a imagem feminina) e futuro (o simbolismo, a escrita críptica ...) de modo que a obra se torna um paradigma artístico, mas também literário e metanarrativo. Pressiona ao pintor identificar um novo universo visual, sondar os limites da iconografia tradicional para demonstrar quanto a pintura hoje — em meio a tanto barulho — ainda é uma disciplina original. A criatividade do artista então reafirma — também graças às cromias vívidas — que a abordagem ligada ao gênero ainda tem cidadania na pintura do século XXI.

A pintura de Gianfranco Zenerato nos conduz a uma visão da realidade operada em três níveis. É uma viagem no tempo que vamos enfrentar com o artista, que, através de várias experiências, chegou a colocar sua visão num presente que "olha" para o passado como um mundo ideal, mas já perdido, e a um futuro cheio de contaminações artificiais e artificiais.
É um aviso e um alerta a mensagem que transparece dos elementos colocados na tela que cercam sua visão de conjunto. A "bateria" que encontramos como elemento fixo, está nos dizendo "atenção", o tempo está prestes a vencer, e o forte chamado de elementos naturais em primeiro plano, contaminados por objetos do mundo tecnológico (o mouse, o CD ou o despertador) ressaltam o quão importante é não romper o vínculo com o passado, com um mundo em que a natureza era predominante.
O elemento feminino, colocado no plano temporal do presente, representa o arquétipo da Mãe-Terra posta na terra de meia entre passado e futuro.
Gianfranco, como Ulisses, viaja nessa dimensão temporal, buscando as forças que nos sustentam e modelam, alteram ou governam nosso destino. Impulsionado para o futuro, o homem-artista encara a viagem com força e determinação, mas percebe a própria fragilidade diante da complexidade de um mundo que criou, o tecnológico, que lhe escapa das mãos e sente, portanto, a necessidade de retornar de onde partiu. Assim retorna a ciclicidade em que a viagem é esse eterno chamado à vida e à morte. Devemos retornar ao ponto de partida para nos encontrarmos e a figura feminina torna-se símbolo de quem nos permite renascer.
As palavras "partir" e "partir de parto" contêm ambas o conceito de separação e desligamento e em cada viagem realizada por Gianfranco Zenerato há esse respiro temporal circular, esse partir e depois retornar. Ao mirar o futuro não resta senão voltar o olhar ao passado para não perder nossas raízes, para não sermos desumanizados pelo mundo tecnológico e pós-tecnológico.
Cada viagem coloca em igual plano racionalidade e emoções, faz nascer dúvidas e medos, os tempos do cotidiano distorcem-se e assumem significados diferentes.
Ir em direção ao futuro torna-se um desafio, captado pelo olhar feminino, mas também um perigo, pois é quase uma perda de identidade. Partir implica enfrentar a separação do "eu antigo", feito de hábitos, papéis e certezas. Partir continua sendo liberdade e, mesmo que seja limitada pela aproximação do desconhecido, ela consegue colocar ordem no passado. A perspectiva em movimento torna-se centrífuga e centrípeta, o fluxo da expansão é a direção para onde se caminha, enquanto o centro de contração é a direção de onde se vem e, nas obras de Zenerato, essa sensação de proveniência de um lugar e direção para outro se faz presente. No centro, a figura feminina como ponto de referência: é a consciência do artista, o coração de ir, com seus ritmos, ruídos, tempos, dificuldades, descobertas e emoções.
O plano temporal do futuro que representa a chegada é, em algumas obras, desumanizado, e a figura feminina é quase desintegrada porque o próprio artista não se reconhece nessa colocação: é como se a perda de identidade fosse um resignado desapego à perda de ligação com o passado, e também os elementos das naturezas mortas às vezes tornam-se ausentes ou dominados por elementos tecnológicos.
Torna-se, então, fundamental proteger-se desse futuro, que avança de modo perigoso e quase incontrolável, e refugiar-se em algo conhecido e antigo onde até as ilusões são reais.
Com Gianfranco Zenerato temos realmente a chance de viajar através de sonhos, sinais e símbolos, onde cada um de nós verá seu próprio reflexo em um espelho. Partir com ele significará momentaneamente obscurecer esses espelhos à espera de descobrir uma imagem diferente de nós mesmos. Encontraremos, talvez, nossa essência, compreenderemos a relatividade dos valores e dos pontos de vista próprios e alheios. Podemos nos perder e depois nos reencontrar, percebendo uma natureza, um destino, uma identidade comuns. (Gaetana Foletto)

O artista partindo do passado clássico com uma linguagem de pré-astracionismo figurativo, ao fundo do seu cosmo historiador interior, move o cursor móvel de sua consciência de desenvolvimento emergente, até às extremas emergências do presente, submetendo sua douta técnica à energia do sonho, do sinal, do símbolo e, principalmente, daquela do colorido, rico em nitidez e pureza tímbrica, para interagir com o presente também tecnológico. Sua modernidade é genuinamente psicológica e expressão intensiva de sua carga expressiva de variáveis da transavanguarda citacionista de final do século XX em diante... com sobreposições perspectívicas caravaggescas ... e psicologia moderna de origem pós-renascentista (Rembrandt ...). Zenerato possui potenciais criativos de vasto alcance histórico, soube combiná-los poeticamente, assemblando, fazendo vibrar a lira da poesia da alma sobre as coordenadas da história da arte em valores universais, e em variação sobre o cursor de sua infinita evolução imagética, através do hyperrealismo de seu sonho visionário, uma janela aberta somada à razão. dialogando com o presente. (Prof. Alfredo Pasolino)

Muito interessante sua pesquisa: a figurativa alcança efeitos cenográficos em um espaço no qual vibra uma frequência simbólica, confiada vez por vez ao sonho, ao mito, ou à realidade cotidiana, tudo harmonizado por um lindo jogo cromático.

O Artista do rigor e da modernidade
A cargo de Francesco Cairone

Os autores mais originais não o são porque promovem o que é novo, mas porque expõem o que têm a dizer de uma forma que parece nunca ter sido dita antes.
(Gothe)

É necessário partir da frase incisiva de Goethe para falar da rica e inovadora pintura do artista Gianfranco Zenerato, e isso porque, através dessa simples frase, conta-se uma grande verdade, isto é, que já se fez de tudo na pintura e hoje o artista que busca conquistar uma própria individualidade, sem se deixar influenciar pelas correntes e pelos Mestres do passado, deve superar obstáculos enormes, pois, como também dizia Giorgio Morandi, “De novo ao mundo não há nada ou quase nada”, e portanto para ser original seria preciso pintar levando em conta as evoluções sociais, tecnológicas e científicas.

Dizem que a arte é de todos, mas não é para todos; cada um tem direito de se emocionar diante de uma obra-prima, mas pintar e criar é um dom que Deus concedeu apenas a alguns escolhidos que, capazes de ver o que os outros frequentemente não percebem, conseguem transformar as emoções que emergem das pequenas coisas, de um gesto, de uma carícia, de um olhar, em tons vibrantes que coloram a mediocridade do mundo que nos cerca.
Entre esses sortudos, certamente, está o Mestre Zenerato, artista talentoso como poucos, que faz da minúcia, do rigor e da fantasia um estilo pictórico que, embora lembre mestres passados, demonstra que o artista soube tirar proveito das lições da bela pintura, roubando aos grandes uma técnica irrepreensível, apresentando uma unicidade e uma individualidade visíveis naquele toque de elegante modernidade presente em cada criação, que o torna uma mosca branca no cenário artístico nacional.
Ramos de flores e de frutos maduros e exuberantes, repousando sobre altos muros de mármore desgastados pelos anos e frequentemente manchados pelos desenhos amorosos de dois jovens amantes, entrelaçam-se com objetos da modernidade cotidiana, como um CD-ROM, um mouse, uma espátula, que se tornam elo de ligação entre passado, presente e futuro; a paisagem ao redor, quase sempre captada ao anoitecer, quando o raio verde saúda o sol e dá as boas-vindas à lua, emerge com ainda mais vigor aquilo que Zenerato bania nas tábuas de mármore em primeiro plano, onde sobressai uma cor cada vez mais viva que varia do vermelho, ao amarelo, ao verde, e a todas as tonalidades mais quentes do arco-íris.
E o arco-íris parece sobrepor-se à carreira deste jovem e promissor artista, prosador da arte porque cria um estilo que primeiro é poético e depois pictórico, com o qual ele consegue representar o que sente filtrando as feiúras e as negatividades que o nosso mundo carrega.

Escreveram dele ou avaliaram suas obras:

Paolo Levi, Paolo Rizzi, Giammarco Puntelli, Giorgio Grasso, Sergio Capellini, Pietro Gasperini, Francois Buisson, R. Boschi, Michele Nocera, Carlo Alberto Gobbetti, Antonella Gotti, Gianni Ingolia, Dino Pasquali, Umberto Zaccaria, Umberto Tessari, Ottorino Stefani, Giulio Gasparotti, Carlo Federico Teodoro, Carlo Rigoni, Giorgio Trevisan, Vera Meneguzzo, Claudio Radaelli, Grillo Biagio, Luca Dall’Olio, Franco Brescianini, Giovanni B. Bianchini, Mara Frignani, Aldo Tavella, Angelo Marchiori, Walter Coccetta, Paolo Baratella, Luciano Chinese, Luigi Consonni, Giuseppe Possa, Silvano Valentini, Siro Perin, Alfredo Pasolino etc...

Colaborou com as seguintes galerias:

Galleria Cd Studio d'Arte
Galleria New Dimensione Arte
Galleria Emmediarte
Galleria La Spadarina
Galleria l'Artista
Galleria Arttime
Galleria Orler

Dados

Artista
Gianfranco Zenerato
Vendido com moldura
Sim
Vendido por
Vindo diretamente do artista
Edição
Original
Título da obra de arte
ICON
Técnica
Pintura acrílica
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Itália
Ano
2025
Estado
Excelente estado
Altura
35 cm
Largura
25 cm
Estilo
Contemporâneo
Período
Depois de 2020
Vendido por
ItáliaVerificado
217
Objetos vendidos
100%
pro

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