Gianfranco Zenerato - ICON





€1 |
|---|
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 138275 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Gianfranco Zenerato apresenta ICON, original de 2026 pintado à mão em acrílico sobre tela, 29x29 cm incluindo a moldura, assinado e vendido com moldura de madeira de alta qualidade da Larson-Juhl Rubens, da Itália.
Descrição fornecida pelo vendedor
OPORTUNIDADE PARA COLECIONADORES E INVESTIDORES DE ARTE
Entre os artistas contemporâneos mais valorizados e com crescimento mais rápido na Catawiki, Gianfranco Zenerato já conquistou a confiança de mais de 180 colecionadores internacionais.
ADICIONE À SUA COLEÇÃO UMA OBRA EXCLUSIVA E DISTINTA, CAPAZ DE VALORIZAR O PRESTÍGIO DO SEU PATRIMÔNIO ARTÍSTICO!
- 216 obras vendidas
- 100% feedbacks positivos
- 84 avaliações certificadas
Prezados Colecionadores,
caso estejam de férias ou momentaneamente ausentes, convido-os a entrar em contato para combinarmos juntos a programação da entrega do lote adquirido. Ficarei feliz em atender às suas necessidades logísticas, para que a entrega ocorra nos prazos e modos mais convenientes para vocês.
www.zenerato.com
Peça única 100% PINTADA À MÃO em tela - ilumina o escuro
POR QUE COLECIONAR UMA OBRA DE GIANFRANCO ZENERATO
✓ Mais de 35 anos de carreira profissional
Ativo desde 1990, Gianfranco Zenerato desenvolveu, ao longo do tempo, uma linguagem artística pessoal, reconhecida e apreciada por colecionadores e críticos de arte.
✓ Mais de 600 exposições e manifestações artísticas
Presença constante no panorama artístico nacional e internacional, construída ao longo de décadas de atividade expositiva.
✓ Mais de 500 prêmios e reconhecimentos
Trajeto artístico premiado por instituições, críticos e organizações culturais que reconheceram seu valor e qualidade.
✓ Obras presentes em coleções privadas e públicas
Seus quadros integram coleções na Itália, Europa, América e Ásia, comprovando o interesse internacional por seu trabalho.
✓ Apreciado pela crítica especializada
Sua produção artística tem sido analisada e apresentada por críticos e historiadores de arte renomados, entre eles Paolo Levi, Giammarco Puntelli, Sandro Serradifalco, Giorgio Grasso e muitos outros profissionais do setor.
✓ Um estilo único e imediatamente reconhecível
As obras de Zenerato combinam tradição figurativa, simbolismo e contemporaneidade. Cada pintura conta uma história e convida o observador a uma leitura pessoal e sempre nova.
✓ Obras realizadas com alta qualidade técnica
Grande atenção aos detalhes, equilíbrio composicional e intensidade cromática tornam cada trabalho uma peça de forte impacto visual e colecionável.
✓ Não apenas decoração
Cada obra nasce de um percurso de pesquisa desenvolvido ao longo de mais de três décadas de atividade profissional e representa uma síntese da visão artística do autor.
Uma oportunidade para o colecionador
Adquirir uma obra de Gianfranco Zenerato significa possuir um trabalho original criado por um artista com longa carreira documentada, centenas de reconhecimentos e uma presença consolidada em coleções internacionais.
Uma obra pensada não apenas para ser admirada hoje, mas para manter ao longo do tempo seu valor artístico, cultural e colecionável.
"ICON" é uma reflexão visual sobre a sacralidade da tecnologia. O objeto cotidiano, um mouse, é sublimado a relíquia do pensamento digital, centro de uma energia cromática que vibra como uma aura. A matéria pictórica torna-se linguagem do fluxo informático, traduzindo o gesto mecânico em percepção interior. O artista transforma a funcionalidade em símbolo, devolvendo ao presente uma imagem de culto: o ícone do nosso tempo conectado.
Possuir ICON significa guardar um fragmento da contemporaneidade mais autêntica: uma obra que une estética, reflexão e memória tecnológica. Um quadro destinado a tornar-se testemunho da nossa passagem do ser humano analógico ao humano digital.
Certificado de arquivamento Internacional - Certificado de autenticidade assinado pelo autor - Fichário contendo o percurso profissional do artista
Obra única 100% PINTADA À MÃO em tela - dimensões totais incluindo moldura 29x29x3cm - acrílico, cores luminescentes em tela - 2026
Pronta para pendurar - Linda moldura de madeira de alta qualidade LARSON-JUHL RUBENS, marca reconhecida internacionalmente pela produção de molduras refinadas e duráveis.
Gianfranco Zenerato (Artista Profissional - Itália)
• Ativo desde 1990, com mais de 600 participações em eventos de arte nacionais e internacionais.
• Reconhecido pela alta qualidade das obras, com mais de 500 prêmios recebidos.
• Presente em coleções públicas e privadas na Itália, Europa, América e Ásia.
• Exibiu ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc.
• Ressaltado pelos principais críticos italianos.
NOTA IMPORTANTE PARA OFERTANTES FORA DA UNIÃO EUROPEIA
Envios para países extracomunitários são possíveis, mas devido às complexas formalidades burocráticas (autorizações ministeriais, procedimentos aduaneiros, etc.), implicam custos adicionais já incluídos nas despesas de envio indicadas na inserção.
Pelo mesmo motivo, os prazos de entrega podem ser mais longos que o normal.
Obrigado pela compreensão.
GIANFRANCO ZENERATO (Artista Profissional - Itália)
Ativo desde 1990, trilhou um percurso artístico que o levou a participar de mais de 600 eventos de arte, recebendo reconhecimentos nacionais e internacionais pela qualidade de suas obras. Com mais de 500 prêmios em seu currículo, suas criações enriquecem coleções públicas e privadas de destaque na Itália, Europa, América e Ásia. Exibiu ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc...
Atualmente, colabora com o famoso crítico de arte, Prof. Giammarco Puntelli.
Algumas críticas de renomados especialistas do setor:
Gianfranco Zenerato insere-se naquela corrente de artistas dos anos 70, portadores de severas mensagens à sociedade ocidental. Enquanto o milanês Antonio Recalcati e o romano Franco Mulas expressavam raiva social, Zenerato, ao contrário, é portador de um doloroso aviso, onde a derrota do homem pode representar também a antecâmara de uma redenção laica. Trata-se de uma visão densa em significados simbólicos, de um pintor de escola moderna, que com talento sabe conciliar a pesquisa com a experimentação. (Paolo Levi)
Percebe-se aqui um convite à meditação sobre a beleza de uma natureza morta, de uma flor e de uma jovem mulher. A classicidade dessas imagens silenciosas rompe a atmosfera suspensa de um mundo cinzento, o contemporâneo, que nos afasta do sonho. (Paolo Levi)
Nessa mensagem visual inquietante, porém explícita, o diálogo entre a essencialidade cromática e a harmonia das formas testemunha a tensão expressiva e a maestria de um artista hábil. Interessante e inédita a mistura entre flores, frutos e objetos tecnológicos da contemporaneidade. (Stefania Bison)
Gianfranco Zenerato elabora narrativas sinalísticas que revelam, etapa a etapa, as infinitas possibilidades de um imaginário fértil, organizado segundo sequências ordenadas de suas elaborações mentais. Suas construções fantasiosas poderiam confundir o julgamento crítico ao defini-lo como surrealista. Não é o caso, pois ele não nos propõe um imaginário absurdo e irreal, mas, ao contrário, pinta uma realidade para nós familiar, com o objetivo, porém, de comunicar e simbolizar fortemente. (Sandro Serradifalco)
Este quadro de Gianfranco Zenerato é tecnicamente bem estruturado, finamente e ricamente articulado, e propõe a realidade construída pela mente de um visionário. Suas obras têm uma forte componente scenográfica, e quem investiga essas mensagens ainda precisa decifrar qual significado o autor atribuiu a elas. Ele, de fato, brinca com símbolos e alusões, divertindo-se a confundir as coordenadas interpretativas do que pode ser o entrelaçamento de uma história camuflada de irrealidade. (Salvatore Russo)
Com Gianfranco Zenerato temos uma excelente ideia, transformada com grande habilidade naquilo que é uma figuração de espera, onde a modernidade se encontra com um tempo que não existe mais para nos fazer reencontrar sentimentos... (Giammarco Puntelli)
O autor apostando na sobreposição e interseção de gêneros, em uma pesquisa alusiva e metafórica incisiva nos sujeitos e nas cores. Com uma intuição fulminante, unifica passado (natureza morta), presente (a imagem feminina) e futuro (o simbolismo, a escrita criptografada ...), de modo que a obra se torna um paradigma artístico e também literário e metanarrativo. Pressiona ao pintor identificar um novo universo visual, perscrutar os limites da iconografia tradicional para demonstrar quanto a pintura hoje — em meio a tanto barulho — ainda é uma disciplina original. A criatividade do artista, então, reafirma — também graças às cores vibrantes — como a abordagem ligada ao gênero ainda tem cidadania na pintura do século XXI.
A pintura de Gianfranco Zenerato nos conduz a uma visão da realidade operada em três níveis. É uma viagem no tempo que vamos enfrentar com o artista, que, através de diversas experimentações, chegou ao longo dos anos a situar sua visão em um presente que "olha" para o passado como um mundo ideal, porém já perdido, e a um futuro cheio de contaminações artificiais e artificiosas.
É um aviso e um alerta a mensagem que transparece dos elementos na tela que cercam a sua visão de conjunto. A "bateria" que encontramos como elemento fixo, está nos dizendo "atenção", o tempo está prestes a expirar, e o forte chamado de elementos naturais em primeiro plano, contaminados por objetos do mundo tecnológico (o mouse, o CD ou o despertador) ressaltam quão importante é não romper o elo com o passado, com um mundo onde a natureza era predominante.
O elemento feminino, posicionado no plano temporal do presente, representa o arquétipo da mãe-Terra colocada na meia-quadra entre passado e futuro.
Gianfranco, como um Odisseu, viaja nesta dimensão temporal, buscando as forças que nos sustentam e nos moldam, alteram ou governam nosso destino. Empurrado para o futuro, o homem-artista encara a viagem com força e determinação, mas então percebe a própria fragilidade diante da complexidade de um mundo que criou, o tecnológico, que lhe escapa de mãos e sente, então, a necessidade de retornar de onde partiu. Volta assim a ciclicidade em que a viagem é esse eterno chamado à vida e à morte. Teremos de retornar ao ponto de partida para encontrarmos a nós mesmos e a figura feminina torna-se então o símbolo de quem nos permite renascer.
As palavras "partir" e "partir-para" contêm ambas o conceito de separação e afastamento e, em cada viagem realizada por Gianfranco Zenerato, há esse eco temporal circular, esse partir e depois retornar. Ao olhar para o futuro, resta apenas voltar o olhar ao passado para não perder nossas raízes, para não nos deixarmos desumanizar pelo mundo tecnológico e pós-tecnológico.
Cada viagem coloca em igualdade razão e emoção, faz surgir dúvidas e medos, os tempos do cotidiano distorcem-se e assumem significados diferentes.
Ir em direção ao futuro torna-se desafio, captado no olhar feminino, mas também perigo porque é quase uma perda de identidade. Partir implica enfrentar a separação do "eu antigo", feito de hábitos, papéis e certezas. Partir é, de qualquer forma, liberdade, e mesmo que essa liberdade seja limitada por se deparar com o desconhecido, ela consegue colocar ordem no passado. A perspectiva em movimento torna-se centrífuga e centrípeta, o fluxo da expansão é a direção para onde se está indo, enquanto o núcleo da contração é a direção de onde se retorna e, nas obras de Zenerato, se tem essa sensação de proveniência de um lugar e de direção para outro. No centro está a figura feminina como ponto de referência: é a consciência do artista, o coração do ir, com seus ritmos, ruídos, tempos, dificuldades, descobertas e emoções.
O plano temporal do futuro que representa a chegada é, em algumas obras, desumanizado, e a figura feminina é quase desintegrada, pois o próprio artista não se reconhece nessa colocação: é como se a perda de identidade fosse uma resignação desolada à perda de ligação com o passado e até os elementos das naturezas mortas tornam-se, em alguns casos, quase ausentes e dominados pelos elementos tecnológicos.
Torna-se fundamental, então, proteger-se desse futuro, que avança de forma perigosa e quase descontrolável, e refugiar-se em algo conhecido e antigo onde até as ilusões são reais.
Com Gianfranco Zenerato temos realmente a possibilidade de viajar por meio de sonhos, sinais e símbolos, onde cada um de nós verá-se refletido em um espelho. Partir com ele significará ofuscar momentaneamente esses espelhos à espera de descobrir uma imagem diferente de nós mesmos. Encontraremos, talvez, nossa essência, perceberemos a relatividade dos valores e dos pontos de vista próprios e alheios. Podemos nos perder e depois nos reencontrar, percebendo uma natureza, um destino, uma identidade comuns. (Gaetana Foletto)
O artista partindo do passado clássico com uma linguagem de pré-abstração figurativa, ao fundo de seu cosmos historiador interior, desloca o cursor móvel de sua consciência de desenvolvimento emergente, até aos extremos do presente, subjugando sua técnica erudita à energia do sonho, do sinal, do símbolo e principalmente àquela da cor, rica em claridade e pureza de timbre, para interagir com o presente, inclusive tecnológico. Sua modernidade é genuinamente psicológica e expressão intensiva de sua carga expressiva de variáveis da transavanguardia citacionista de fim de século XX até hoje... com sobreposições perspectivas caravaggescas ... e psicologia moderna de origem pós-renascentista (Rembrandt ...). Zenerato possui potencial criativo de amplo espectro histórico, sabendo combiná-los poeticamente, assemblando, fazendo vibrar a lira da poesia da alma sobre as coordenadas da história da arte em valores universais, e em varredura do cursor de sua infinita evolução imaginativa, mediante o hiper-realismo de seu sonho visionário, uma janela aberta somada à razão. dialogando com o presente. (Prof. Alfredo Pasolino)
Muito interessante é sua pesquisa: a figuração atinge efeitos cenográficos em um espaço onde vibra uma frequência simbólica, confiada vez a vez ao sonho, ao mito, ou à realidade quotidiana, tudo harmonizado por um esplêndido jogo cromático.
O Artista do rigor e da modernidade
A cargo de Francesco Cairone
Os autores mais originais não o são porque promovem o que é novo, mas porque expõem o que têm a dizer de uma forma que pareça nunca ter sido dito antes.
(Goethe)
É necessário partir da frase incisiva de Goethe para falar da rica e inovadora pintura do artista Gianfranco Zenerato, e isso porque, através daquela simples frase, se conta uma grande verdade: que hoje em dia na pintura já foi feito de tudo, e o artista que busca conquistar uma própria individualidade, sem se deixar influenciar pelas correntes e pelos Mestres do passado, precisa superar obstáculos enormes, pois como também dizia Giorgio Morandi “De novo ao mundo não há nada ou quase nada”, e, portanto, para ser original seria preciso pintar levando em conta as evoluções sociais, tecnológicas e científicas.
Dizem que a arte é de todos, mas não é para todos; cada um tem direito de se emocionar diante de uma obra-prima, mas pintar e criar é um dom que Deus concedeu apenas a poucos eleitos que, capazes de ver aquilo que os outros muitas vezes não percebem, conseguem transformar as emoções que emanam das pequenas coisas, de um gesto, de uma carícia, de um olhar, em tons vibrantes que coloram a cinza do mundo que nos cerca.
Entre esses sortudos está, sem dúvida, o Mestre Zenerato, artista talentoso como poucos, que faz da minúcia, do rigor e da fantasia um estilo pictórico que, embora lembre mestres do passado, demonstra que o artista soube aproveitar as lições da bela pintura, roubando aos grandes uma técnica irrepreensível, apresentando uma unicidade e uma individualidade visíveis nesse toque de elegante modernidade presente em cada criação, o que o torna uma mosca branca no panorama artístico nacional.
Cachos de flores e de frutos maduros e exuberantes, repousando em altos muros de mármore desgastados pelos anos e frequentemente manchados por desenhos amorosos de dois jovens amantes, entrelaçam-se com objetos da vida moderna cotidiana, como um CD-ROM, um mouse, uma espátula, que se tornam elo de ligação entre passado, presente e futuro; a paisagem ao redor, quase sempre captada ao entardecer, quando o raio verde saúda o sol e dá as boas-vindas à lua, emerge com ainda mais vigor aquilo que Zenerato proíbe nas superfícies de mármore em primeiro plano, em que se destaca uma cor cada vez mais viva que vai do vermelho, ao amarelo, ao verde, e a todas as tonalidades mais quentes do arco-íris.
E o arco-íris parece sobrepor-se à carreira deste jovem e promissor artista, prosador da arte por ser criador de um estilo que primeiro é poético e depois pictórico, com o qual consegue representar o que ele sente filtrando as feiuras e negatividades que o nosso mundo carrega consigo.
Alguns críticos já escreveram ou avaliaram suas obras:
Paolo Levi, Paolo Rizzi, Giammarco Puntelli, Giorgio Grasso, Sergio Capellini, Pietro Gasperini, Francois Buisson, Ruggero Boschi, Michele Nocera, Carlo Alberto Gobbetti, Antonella Gotti, Gianni Ingolia, Dino Pasquali, Umberto Zaccaria, Umberto Tessari, Ottorino Stefani, Giulio Gasparotti, Carlo Federico Teodoro, Carlo Rigoni, Giorgio Trevisan, Vera Meneguzzo, Claudio Radaelli, Grillo Biagio, Luca Dall'olio, Franco Brescianini, Giovanni B. Bianchini, Mara Frignani, Aldo Tavella, Angelo Marchiori, Walter Coccetta, Paolo Baratella, Luciano Chinese, Luigi Consonni, Giuseppe Possa, Silvano Valentini, Siro Perin, Alfredo Pasolino, etc...
Ha colaborado com as seguintes galerias:
Galleria Cd Studio d'Arte
Galleria New Dimensione Arte
Galleria Emmediarte
Galleria La Spadarina
Galleria l'Artista
Galleria Arttime
Galleria Orler
OPORTUNIDADE PARA COLECIONADORES E INVESTIDORES DE ARTE
Entre os artistas contemporâneos mais valorizados e com crescimento mais rápido na Catawiki, Gianfranco Zenerato já conquistou a confiança de mais de 180 colecionadores internacionais.
ADICIONE À SUA COLEÇÃO UMA OBRA EXCLUSIVA E DISTINTA, CAPAZ DE VALORIZAR O PRESTÍGIO DO SEU PATRIMÔNIO ARTÍSTICO!
- 216 obras vendidas
- 100% feedbacks positivos
- 84 avaliações certificadas
Prezados Colecionadores,
caso estejam de férias ou momentaneamente ausentes, convido-os a entrar em contato para combinarmos juntos a programação da entrega do lote adquirido. Ficarei feliz em atender às suas necessidades logísticas, para que a entrega ocorra nos prazos e modos mais convenientes para vocês.
www.zenerato.com
Peça única 100% PINTADA À MÃO em tela - ilumina o escuro
POR QUE COLECIONAR UMA OBRA DE GIANFRANCO ZENERATO
✓ Mais de 35 anos de carreira profissional
Ativo desde 1990, Gianfranco Zenerato desenvolveu, ao longo do tempo, uma linguagem artística pessoal, reconhecida e apreciada por colecionadores e críticos de arte.
✓ Mais de 600 exposições e manifestações artísticas
Presença constante no panorama artístico nacional e internacional, construída ao longo de décadas de atividade expositiva.
✓ Mais de 500 prêmios e reconhecimentos
Trajeto artístico premiado por instituições, críticos e organizações culturais que reconheceram seu valor e qualidade.
✓ Obras presentes em coleções privadas e públicas
Seus quadros integram coleções na Itália, Europa, América e Ásia, comprovando o interesse internacional por seu trabalho.
✓ Apreciado pela crítica especializada
Sua produção artística tem sido analisada e apresentada por críticos e historiadores de arte renomados, entre eles Paolo Levi, Giammarco Puntelli, Sandro Serradifalco, Giorgio Grasso e muitos outros profissionais do setor.
✓ Um estilo único e imediatamente reconhecível
As obras de Zenerato combinam tradição figurativa, simbolismo e contemporaneidade. Cada pintura conta uma história e convida o observador a uma leitura pessoal e sempre nova.
✓ Obras realizadas com alta qualidade técnica
Grande atenção aos detalhes, equilíbrio composicional e intensidade cromática tornam cada trabalho uma peça de forte impacto visual e colecionável.
✓ Não apenas decoração
Cada obra nasce de um percurso de pesquisa desenvolvido ao longo de mais de três décadas de atividade profissional e representa uma síntese da visão artística do autor.
Uma oportunidade para o colecionador
Adquirir uma obra de Gianfranco Zenerato significa possuir um trabalho original criado por um artista com longa carreira documentada, centenas de reconhecimentos e uma presença consolidada em coleções internacionais.
Uma obra pensada não apenas para ser admirada hoje, mas para manter ao longo do tempo seu valor artístico, cultural e colecionável.
"ICON" é uma reflexão visual sobre a sacralidade da tecnologia. O objeto cotidiano, um mouse, é sublimado a relíquia do pensamento digital, centro de uma energia cromática que vibra como uma aura. A matéria pictórica torna-se linguagem do fluxo informático, traduzindo o gesto mecânico em percepção interior. O artista transforma a funcionalidade em símbolo, devolvendo ao presente uma imagem de culto: o ícone do nosso tempo conectado.
Possuir ICON significa guardar um fragmento da contemporaneidade mais autêntica: uma obra que une estética, reflexão e memória tecnológica. Um quadro destinado a tornar-se testemunho da nossa passagem do ser humano analógico ao humano digital.
Certificado de arquivamento Internacional - Certificado de autenticidade assinado pelo autor - Fichário contendo o percurso profissional do artista
Obra única 100% PINTADA À MÃO em tela - dimensões totais incluindo moldura 29x29x3cm - acrílico, cores luminescentes em tela - 2026
Pronta para pendurar - Linda moldura de madeira de alta qualidade LARSON-JUHL RUBENS, marca reconhecida internacionalmente pela produção de molduras refinadas e duráveis.
Gianfranco Zenerato (Artista Profissional - Itália)
• Ativo desde 1990, com mais de 600 participações em eventos de arte nacionais e internacionais.
• Reconhecido pela alta qualidade das obras, com mais de 500 prêmios recebidos.
• Presente em coleções públicas e privadas na Itália, Europa, América e Ásia.
• Exibiu ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc.
• Ressaltado pelos principais críticos italianos.
NOTA IMPORTANTE PARA OFERTANTES FORA DA UNIÃO EUROPEIA
Envios para países extracomunitários são possíveis, mas devido às complexas formalidades burocráticas (autorizações ministeriais, procedimentos aduaneiros, etc.), implicam custos adicionais já incluídos nas despesas de envio indicadas na inserção.
Pelo mesmo motivo, os prazos de entrega podem ser mais longos que o normal.
Obrigado pela compreensão.
GIANFRANCO ZENERATO (Artista Profissional - Itália)
Ativo desde 1990, trilhou um percurso artístico que o levou a participar de mais de 600 eventos de arte, recebendo reconhecimentos nacionais e internacionais pela qualidade de suas obras. Com mais de 500 prêmios em seu currículo, suas criações enriquecem coleções públicas e privadas de destaque na Itália, Europa, América e Ásia. Exibiu ao lado de mestres como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò, etc...
Atualmente, colabora com o famoso crítico de arte, Prof. Giammarco Puntelli.
Algumas críticas de renomados especialistas do setor:
Gianfranco Zenerato insere-se naquela corrente de artistas dos anos 70, portadores de severas mensagens à sociedade ocidental. Enquanto o milanês Antonio Recalcati e o romano Franco Mulas expressavam raiva social, Zenerato, ao contrário, é portador de um doloroso aviso, onde a derrota do homem pode representar também a antecâmara de uma redenção laica. Trata-se de uma visão densa em significados simbólicos, de um pintor de escola moderna, que com talento sabe conciliar a pesquisa com a experimentação. (Paolo Levi)
Percebe-se aqui um convite à meditação sobre a beleza de uma natureza morta, de uma flor e de uma jovem mulher. A classicidade dessas imagens silenciosas rompe a atmosfera suspensa de um mundo cinzento, o contemporâneo, que nos afasta do sonho. (Paolo Levi)
Nessa mensagem visual inquietante, porém explícita, o diálogo entre a essencialidade cromática e a harmonia das formas testemunha a tensão expressiva e a maestria de um artista hábil. Interessante e inédita a mistura entre flores, frutos e objetos tecnológicos da contemporaneidade. (Stefania Bison)
Gianfranco Zenerato elabora narrativas sinalísticas que revelam, etapa a etapa, as infinitas possibilidades de um imaginário fértil, organizado segundo sequências ordenadas de suas elaborações mentais. Suas construções fantasiosas poderiam confundir o julgamento crítico ao defini-lo como surrealista. Não é o caso, pois ele não nos propõe um imaginário absurdo e irreal, mas, ao contrário, pinta uma realidade para nós familiar, com o objetivo, porém, de comunicar e simbolizar fortemente. (Sandro Serradifalco)
Este quadro de Gianfranco Zenerato é tecnicamente bem estruturado, finamente e ricamente articulado, e propõe a realidade construída pela mente de um visionário. Suas obras têm uma forte componente scenográfica, e quem investiga essas mensagens ainda precisa decifrar qual significado o autor atribuiu a elas. Ele, de fato, brinca com símbolos e alusões, divertindo-se a confundir as coordenadas interpretativas do que pode ser o entrelaçamento de uma história camuflada de irrealidade. (Salvatore Russo)
Com Gianfranco Zenerato temos uma excelente ideia, transformada com grande habilidade naquilo que é uma figuração de espera, onde a modernidade se encontra com um tempo que não existe mais para nos fazer reencontrar sentimentos... (Giammarco Puntelli)
O autor apostando na sobreposição e interseção de gêneros, em uma pesquisa alusiva e metafórica incisiva nos sujeitos e nas cores. Com uma intuição fulminante, unifica passado (natureza morta), presente (a imagem feminina) e futuro (o simbolismo, a escrita criptografada ...), de modo que a obra se torna um paradigma artístico e também literário e metanarrativo. Pressiona ao pintor identificar um novo universo visual, perscrutar os limites da iconografia tradicional para demonstrar quanto a pintura hoje — em meio a tanto barulho — ainda é uma disciplina original. A criatividade do artista, então, reafirma — também graças às cores vibrantes — como a abordagem ligada ao gênero ainda tem cidadania na pintura do século XXI.
A pintura de Gianfranco Zenerato nos conduz a uma visão da realidade operada em três níveis. É uma viagem no tempo que vamos enfrentar com o artista, que, através de diversas experimentações, chegou ao longo dos anos a situar sua visão em um presente que "olha" para o passado como um mundo ideal, porém já perdido, e a um futuro cheio de contaminações artificiais e artificiosas.
É um aviso e um alerta a mensagem que transparece dos elementos na tela que cercam a sua visão de conjunto. A "bateria" que encontramos como elemento fixo, está nos dizendo "atenção", o tempo está prestes a expirar, e o forte chamado de elementos naturais em primeiro plano, contaminados por objetos do mundo tecnológico (o mouse, o CD ou o despertador) ressaltam quão importante é não romper o elo com o passado, com um mundo onde a natureza era predominante.
O elemento feminino, posicionado no plano temporal do presente, representa o arquétipo da mãe-Terra colocada na meia-quadra entre passado e futuro.
Gianfranco, como um Odisseu, viaja nesta dimensão temporal, buscando as forças que nos sustentam e nos moldam, alteram ou governam nosso destino. Empurrado para o futuro, o homem-artista encara a viagem com força e determinação, mas então percebe a própria fragilidade diante da complexidade de um mundo que criou, o tecnológico, que lhe escapa de mãos e sente, então, a necessidade de retornar de onde partiu. Volta assim a ciclicidade em que a viagem é esse eterno chamado à vida e à morte. Teremos de retornar ao ponto de partida para encontrarmos a nós mesmos e a figura feminina torna-se então o símbolo de quem nos permite renascer.
As palavras "partir" e "partir-para" contêm ambas o conceito de separação e afastamento e, em cada viagem realizada por Gianfranco Zenerato, há esse eco temporal circular, esse partir e depois retornar. Ao olhar para o futuro, resta apenas voltar o olhar ao passado para não perder nossas raízes, para não nos deixarmos desumanizar pelo mundo tecnológico e pós-tecnológico.
Cada viagem coloca em igualdade razão e emoção, faz surgir dúvidas e medos, os tempos do cotidiano distorcem-se e assumem significados diferentes.
Ir em direção ao futuro torna-se desafio, captado no olhar feminino, mas também perigo porque é quase uma perda de identidade. Partir implica enfrentar a separação do "eu antigo", feito de hábitos, papéis e certezas. Partir é, de qualquer forma, liberdade, e mesmo que essa liberdade seja limitada por se deparar com o desconhecido, ela consegue colocar ordem no passado. A perspectiva em movimento torna-se centrífuga e centrípeta, o fluxo da expansão é a direção para onde se está indo, enquanto o núcleo da contração é a direção de onde se retorna e, nas obras de Zenerato, se tem essa sensação de proveniência de um lugar e de direção para outro. No centro está a figura feminina como ponto de referência: é a consciência do artista, o coração do ir, com seus ritmos, ruídos, tempos, dificuldades, descobertas e emoções.
O plano temporal do futuro que representa a chegada é, em algumas obras, desumanizado, e a figura feminina é quase desintegrada, pois o próprio artista não se reconhece nessa colocação: é como se a perda de identidade fosse uma resignação desolada à perda de ligação com o passado e até os elementos das naturezas mortas tornam-se, em alguns casos, quase ausentes e dominados pelos elementos tecnológicos.
Torna-se fundamental, então, proteger-se desse futuro, que avança de forma perigosa e quase descontrolável, e refugiar-se em algo conhecido e antigo onde até as ilusões são reais.
Com Gianfranco Zenerato temos realmente a possibilidade de viajar por meio de sonhos, sinais e símbolos, onde cada um de nós verá-se refletido em um espelho. Partir com ele significará ofuscar momentaneamente esses espelhos à espera de descobrir uma imagem diferente de nós mesmos. Encontraremos, talvez, nossa essência, perceberemos a relatividade dos valores e dos pontos de vista próprios e alheios. Podemos nos perder e depois nos reencontrar, percebendo uma natureza, um destino, uma identidade comuns. (Gaetana Foletto)
O artista partindo do passado clássico com uma linguagem de pré-abstração figurativa, ao fundo de seu cosmos historiador interior, desloca o cursor móvel de sua consciência de desenvolvimento emergente, até aos extremos do presente, subjugando sua técnica erudita à energia do sonho, do sinal, do símbolo e principalmente àquela da cor, rica em claridade e pureza de timbre, para interagir com o presente, inclusive tecnológico. Sua modernidade é genuinamente psicológica e expressão intensiva de sua carga expressiva de variáveis da transavanguardia citacionista de fim de século XX até hoje... com sobreposições perspectivas caravaggescas ... e psicologia moderna de origem pós-renascentista (Rembrandt ...). Zenerato possui potencial criativo de amplo espectro histórico, sabendo combiná-los poeticamente, assemblando, fazendo vibrar a lira da poesia da alma sobre as coordenadas da história da arte em valores universais, e em varredura do cursor de sua infinita evolução imaginativa, mediante o hiper-realismo de seu sonho visionário, uma janela aberta somada à razão. dialogando com o presente. (Prof. Alfredo Pasolino)
Muito interessante é sua pesquisa: a figuração atinge efeitos cenográficos em um espaço onde vibra uma frequência simbólica, confiada vez a vez ao sonho, ao mito, ou à realidade quotidiana, tudo harmonizado por um esplêndido jogo cromático.
O Artista do rigor e da modernidade
A cargo de Francesco Cairone
Os autores mais originais não o são porque promovem o que é novo, mas porque expõem o que têm a dizer de uma forma que pareça nunca ter sido dito antes.
(Goethe)
É necessário partir da frase incisiva de Goethe para falar da rica e inovadora pintura do artista Gianfranco Zenerato, e isso porque, através daquela simples frase, se conta uma grande verdade: que hoje em dia na pintura já foi feito de tudo, e o artista que busca conquistar uma própria individualidade, sem se deixar influenciar pelas correntes e pelos Mestres do passado, precisa superar obstáculos enormes, pois como também dizia Giorgio Morandi “De novo ao mundo não há nada ou quase nada”, e, portanto, para ser original seria preciso pintar levando em conta as evoluções sociais, tecnológicas e científicas.
Dizem que a arte é de todos, mas não é para todos; cada um tem direito de se emocionar diante de uma obra-prima, mas pintar e criar é um dom que Deus concedeu apenas a poucos eleitos que, capazes de ver aquilo que os outros muitas vezes não percebem, conseguem transformar as emoções que emanam das pequenas coisas, de um gesto, de uma carícia, de um olhar, em tons vibrantes que coloram a cinza do mundo que nos cerca.
Entre esses sortudos está, sem dúvida, o Mestre Zenerato, artista talentoso como poucos, que faz da minúcia, do rigor e da fantasia um estilo pictórico que, embora lembre mestres do passado, demonstra que o artista soube aproveitar as lições da bela pintura, roubando aos grandes uma técnica irrepreensível, apresentando uma unicidade e uma individualidade visíveis nesse toque de elegante modernidade presente em cada criação, o que o torna uma mosca branca no panorama artístico nacional.
Cachos de flores e de frutos maduros e exuberantes, repousando em altos muros de mármore desgastados pelos anos e frequentemente manchados por desenhos amorosos de dois jovens amantes, entrelaçam-se com objetos da vida moderna cotidiana, como um CD-ROM, um mouse, uma espátula, que se tornam elo de ligação entre passado, presente e futuro; a paisagem ao redor, quase sempre captada ao entardecer, quando o raio verde saúda o sol e dá as boas-vindas à lua, emerge com ainda mais vigor aquilo que Zenerato proíbe nas superfícies de mármore em primeiro plano, em que se destaca uma cor cada vez mais viva que vai do vermelho, ao amarelo, ao verde, e a todas as tonalidades mais quentes do arco-íris.
E o arco-íris parece sobrepor-se à carreira deste jovem e promissor artista, prosador da arte por ser criador de um estilo que primeiro é poético e depois pictórico, com o qual consegue representar o que ele sente filtrando as feiuras e negatividades que o nosso mundo carrega consigo.
Alguns críticos já escreveram ou avaliaram suas obras:
Paolo Levi, Paolo Rizzi, Giammarco Puntelli, Giorgio Grasso, Sergio Capellini, Pietro Gasperini, Francois Buisson, Ruggero Boschi, Michele Nocera, Carlo Alberto Gobbetti, Antonella Gotti, Gianni Ingolia, Dino Pasquali, Umberto Zaccaria, Umberto Tessari, Ottorino Stefani, Giulio Gasparotti, Carlo Federico Teodoro, Carlo Rigoni, Giorgio Trevisan, Vera Meneguzzo, Claudio Radaelli, Grillo Biagio, Luca Dall'olio, Franco Brescianini, Giovanni B. Bianchini, Mara Frignani, Aldo Tavella, Angelo Marchiori, Walter Coccetta, Paolo Baratella, Luciano Chinese, Luigi Consonni, Giuseppe Possa, Silvano Valentini, Siro Perin, Alfredo Pasolino, etc...
Ha colaborado com as seguintes galerias:
Galleria Cd Studio d'Arte
Galleria New Dimensione Arte
Galleria Emmediarte
Galleria La Spadarina
Galleria l'Artista
Galleria Arttime
Galleria Orler

