David Lynch - Lynch - 2004





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David Lynch – Lynch, primeira edição japonesa, livro de fotografia publicado pela Esquire (2004), 84 páginas, em bom estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
“Lynch’s Cinematic Space — Lynch,” um livro visual que explora o mundo cinematográfico de David Lynch (1946–2025). Lynch ganhou status de culto com *Eraserhead* e, através de *Blue Velvet*, *Wild at Heart*, *Lost Highway*, *Mulholland Drive* e da série de televisão *Twin Peaks*, estabeleceu um universo cinematográfico único onde sonhos e realidade, o cotidiano e os pesadelos, se entrelaçam. Publicado pela primeira vez em 2004 como um mook japonês e editado por Junsei Toyama, este livro explora a sensibilidade espacial e a estética visual que fundamentam o trabalho de Lynch através de uma riqueza de imagens estáticas e texto. Oferece uma visão abrangente de como o chamado mundo “Lynchiano” é moldado por motivos como o desconforto oculto sob paisagens suburbanas tranquilas, cortinas vermelhas, interiores sombrios, ruídos, o corpo e identidades fragmentadas. Também serve como porta de entrada para entender Lynch não apenas como diretor de cinema, mas como um artista multidisciplinar que se envolveu em pintura, fotografia e música, tornando-o um volume introdutório fascinante para refletir sobre o conjunto de sua obra criativa após seu falecimento em 2025.
“Lynch’s Cinematic Space — Lynch,” um livro visual que explora o mundo cinematográfico de David Lynch (1946–2025). Lynch ganhou status de culto com *Eraserhead* e, através de *Blue Velvet*, *Wild at Heart*, *Lost Highway*, *Mulholland Drive* e da série de televisão *Twin Peaks*, estabeleceu um universo cinematográfico único onde sonhos e realidade, o cotidiano e os pesadelos, se entrelaçam. Publicado pela primeira vez em 2004 como um mook japonês e editado por Junsei Toyama, este livro explora a sensibilidade espacial e a estética visual que fundamentam o trabalho de Lynch através de uma riqueza de imagens estáticas e texto. Oferece uma visão abrangente de como o chamado mundo “Lynchiano” é moldado por motivos como o desconforto oculto sob paisagens suburbanas tranquilas, cortinas vermelhas, interiores sombrios, ruídos, o corpo e identidades fragmentadas. Também serve como porta de entrada para entender Lynch não apenas como diretor de cinema, mas como um artista multidisciplinar que se envolveu em pintura, fotografia e música, tornando-o um volume introdutório fascinante para refletir sobre o conjunto de sua obra criativa após seu falecimento em 2025.

