Jone Hopper - La Byzantine





€90 | ||
|---|---|---|
€85 | ||
€80 | ||
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 138658 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
La Byzantine, de Jone Hopper, é uma giclée sobre tela montada em tela, edição limitada a 10 exemplares numerados e assinados à mão no verso da obra, 50 x 40 cm, fabricada em França em 2020 ou posterior, com certificado de autenticidade assinado à mão e em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
- Edição numerada em 10 exemplares e assinada à mão no verso da obra
- Giclée em tela montada em cavalete no estúdio do artista
- Certificado de autenticidade assinado à mão
Né em 1977, Jone Hopper é um artista francês.
No fim dos anos 80, ele faz seus "aprendizados" nas ruas por meio de um movimento emergente na época, o graffiti. Ele marca o seu nome na rua, nas paredes e nos trens. Reconhecido por seus personagens e assinaturas com aerossol, ele cria o coletivo TBS (The Brutal Style) com Skepa e alguns outros grafiteiros engajados. Sabemos pouco sobre ele, pois o artista permanece fiel ao espírito do graffiti e deseja permanecer anônimo, considerando que é a obra que deve ser destacada e não o personagem. Inexistente nas redes sociais, ausente das vernissagens, artista sem rosto, ele continua um verdadeiro mistério, exceto para alguns galeristas que o conhecem em segredo. Ele compara sua pintura a um pedaço de Hip Hop, empresta a Basquiat, Keith Haring, Picasso, Matisse, Andy Warhol ou mesmo Bacon, pega de todas as correntes pictóricas, do Moderno ao Contemporâneo passando pelo Clássico, age como um sampler... amostra, recorta, junta e assim cria novas imagens.
- Edição numerada em 10 exemplares e assinada à mão no verso da obra
- Giclée em tela montada em cavalete no estúdio do artista
- Certificado de autenticidade assinado à mão
Né em 1977, Jone Hopper é um artista francês.
No fim dos anos 80, ele faz seus "aprendizados" nas ruas por meio de um movimento emergente na época, o graffiti. Ele marca o seu nome na rua, nas paredes e nos trens. Reconhecido por seus personagens e assinaturas com aerossol, ele cria o coletivo TBS (The Brutal Style) com Skepa e alguns outros grafiteiros engajados. Sabemos pouco sobre ele, pois o artista permanece fiel ao espírito do graffiti e deseja permanecer anônimo, considerando que é a obra que deve ser destacada e não o personagem. Inexistente nas redes sociais, ausente das vernissagens, artista sem rosto, ele continua um verdadeiro mistério, exceto para alguns galeristas que o conhecem em segredo. Ele compara sua pintura a um pedaço de Hip Hop, empresta a Basquiat, Keith Haring, Picasso, Matisse, Andy Warhol ou mesmo Bacon, pega de todas as correntes pictóricas, do Moderno ao Contemporâneo passando pelo Clássico, age como um sampler... amostra, recorta, junta e assim cria novas imagens.

