Lídia Vives - Limerence






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Descrição fornecida pelo vendedor
Impressão e autenticidade
Impressão Fine Art em papel Hahnemühle Baryta com acabamento extrabrilhante.
A obra é entregue assinada e numerada, com certificado de autenticidade.
Edição
Edição limitada 4/7.
Envio
A obra é enviada em envelope rígido ou tubo, conforme destino.
Inclui luvas de algodão e uma carta postal assinada.
Autorretrato.
SOBRE A OBRA — Limerence
Limerence captura um instante de dissolução: o momento exato em que o amor não correspondido se transforma em algo etéreo e inalcançável. Inspirada em A Pequena Sereia, de Hans Christian Andersen, a imagem retrata o segundo em que a protagonista percebe que seu amado ama outra pessoa e, como no conto, começa a tornar-se espuma do mar.
A suavidade da composição e a serenidade do rosto contrasta com a tragédia do relato. Os tons apagados e a textura do vestido, que quase se funde com o ambiente, reforçam a sensação de passagem entre o físico e o intangível, entre a presença e o desaparecimento. As flores que segura na mão funcionam como um último gesto poético: um suspiro final antes de desaparecer.
Para além do conto, a obra lança uma pergunta universal: a limerência é amor real ou uma ilusão moldada pelo desejo?
Mais sobre o vendedor
Impressão e autenticidade
Impressão Fine Art em papel Hahnemühle Baryta com acabamento extrabrilhante.
A obra é entregue assinada e numerada, com certificado de autenticidade.
Edição
Edição limitada 4/7.
Envio
A obra é enviada em envelope rígido ou tubo, conforme destino.
Inclui luvas de algodão e uma carta postal assinada.
Autorretrato.
SOBRE A OBRA — Limerence
Limerence captura um instante de dissolução: o momento exato em que o amor não correspondido se transforma em algo etéreo e inalcançável. Inspirada em A Pequena Sereia, de Hans Christian Andersen, a imagem retrata o segundo em que a protagonista percebe que seu amado ama outra pessoa e, como no conto, começa a tornar-se espuma do mar.
A suavidade da composição e a serenidade do rosto contrasta com a tragédia do relato. Os tons apagados e a textura do vestido, que quase se funde com o ambiente, reforçam a sensação de passagem entre o físico e o intangível, entre a presença e o desaparecimento. As flores que segura na mão funcionam como um último gesto poético: um suspiro final antes de desaparecer.
Para além do conto, a obra lança uma pergunta universal: a limerência é amor real ou uma ilusão moldada pelo desejo?
