Lídia Vives - In my head






Tem mais de dez anos de experiência em arte, com especialização em fotografia do pós-guerra e arte contemporânea.
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Descrição fornecida pelo vendedor
Impressão e autenticidade
Impressão Fine Art em papel Hahnemühle Baryta com acabamento extrabrilhante.
É entregue assinada e numerada, com certificado de autenticidade.
Edição
Edição limitada 7/7. A última edição disponível neste tamanho.
Envio
A obra é enviada em envelope rígido ou tubo, conforme o destino.
Inclui luvas de algodão e um postal assinado.
Autorretrato.
SOBRE A OBRA — Na minha cabeça
Na minha cabeça faz parte da série The Stages of a Heartbreak e funciona como sua peça inaugural. A obra se inspira na expressão espanhola “ter pájaros na cabeça”, associada a uma imaginação desenfreada e à tendência de construir histórias maiores do que a realidade.
Aqui, essa ideia se transforma em metáfora do primeiro estágio do enamoramento: o momento em que idealizamos a pessoa amada, a vemos impecável e projetamos sobre ela nossos desejos até o ponto de perder a perspectiva. O retrato, em preto e branco, constrói uma atmosfera etérea onde as aves emergem como símbolos de pensamentos insistentes, fantasias e expectativas que se sobrepõem ao real.
A imagem convida a reconhecer essa fase em que o amor muda a mirada: não vemos o que é, mas o que queremos ver.
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A obra é enviada em envelope rígido ou tubo, conforme o destino.
Inclui luvas de algodão e um postal assinado.
Autorretrato.
SOBRE A OBRA — Na minha cabeça
Na minha cabeça faz parte da série The Stages of a Heartbreak e funciona como sua peça inaugural. A obra se inspira na expressão espanhola “ter pájaros na cabeça”, associada a uma imaginação desenfreada e à tendência de construir histórias maiores do que a realidade.
Aqui, essa ideia se transforma em metáfora do primeiro estágio do enamoramento: o momento em que idealizamos a pessoa amada, a vemos impecável e projetamos sobre ela nossos desejos até o ponto de perder a perspectiva. O retrato, em preto e branco, constrói uma atmosfera etérea onde as aves emergem como símbolos de pensamentos insistentes, fantasias e expectativas que se sobrepõem ao real.
A imagem convida a reconhecer essa fase em que o amor muda a mirada: não vemos o que é, mas o que queremos ver.
