Ben Dauchez - Bauhaus Maroc #5






Tem mais de dez anos de experiência em arte, com especialização em fotografia do pós-guerra e arte contemporânea.
€23 | ||
|---|---|---|
€20 | ||
€15 | ||
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 138275 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Série "An after noon at Majorelle "
- Título At Majorelle #7
- Tiragem Fine Art 30X45 Numeroté assinado 1/20 ao formato
Fusão de dois mundos: a multiposição permite sobrepor esses dois universos — aquele da rigidez formal do Bauhaus e a riqueza sensorial e histórica do Marrocos. Talvez as linhas limpas do Bauhaus se entrelacem com motivos arquitetônicos marroquinos, como arcos, mosaicos e as texturas das paredes em barro batido ou em pedra. Essa fusão cria uma espécie de diálogo visual entre modernidade e tradição.
Abordagem conceitual: o uso da multiposição pode também simbolizar a ideia de interação entre o passado e o presente, entre a arquitetura moderna e tradicional. O Marrocos, rico em símbolos culturais, poderia ser visto aqui como um terreno de experimentação para transpor conceitos ocidentais do Bauhaus para um contexto mais oriental, quiçá mediterrâneo.
Jogos de luz e cor: o contraste entre as sombras nítidas do Bauhaus e as cores quentes e difusas típicas do Marrocos (ocre, vermelhos, azuis e laranjas) poderia ser acentuado. Isso poderia oferecer uma dimensão poética onde cada imagem sobreposta evoca uma impressão de movimento, transformação e imersão em um espaço híbrido entre o oriente e o ocidente.
O impacto da multiposição:
Temporalidade e espacialidade
: Ao sobrepor vários momentos ou espaços, a técnica da multiposição poderia também sugerir uma experiência temporal, como se viajássemos através de diferentes épocas ou percepções do Marrocos. Esse jogo com o tempo e o espaço faz eco às noções de fluidez e transição na cultura do Bauhaus, inspirando-se nas múltiplas camadas de sentido e história que o Marrocos incorpora.
Dualidade cultural e estética: Por fim, esta obra poderia expressar uma reflexão sobre as relações entre as culturas ocidentais e orientais, entre o funcionalismo europeu do Bauhaus e a sensualidade das formas marroquinas. A multiposição pode criar uma atmosfera onde os dois mundos não são opostos, mas sim interconectados em uma mesma visão artística.
Apaixonado pela fotografia desde a mais tenra idade, Ben DAUCHEZ iniciou nos estúdios de bairro de La Rochelle. Lá ele adquiriu o conjunto de bases da fotografia da técnica clássica, desde a captura até a retocagem, passando pelo laboratório. A 22 anos, recém-formado, partiu para Paris para aperfeiçoar sua formação, tornando-se assistente de platô para os estúdios Daguerre, o Petit Oiseau va sortir e o Studio Zéro. Teve a chance de colaborar e assistir aos fotógrafos dos mais talentosos: Bettina RHEIMS, Patrick DEMARCHELIER, Terry RICHARDSON, Ellen VON UNWERTH, Marcus MAM... De alguns encontros decisivos nasceram belos projetos e longas colaborações, especialmente com André RAU, Bettina RHEIMS (a exposição sulfúrea INRI e seu livro homônimo nas Edições Albin Michel) e Peter BEARD (calendário Pirelli 2009 no Botswana).
Suas fotos são publicadas, entre outras, nas Edições Condé Nast (francesas e internacionais), Première, Wallpaper, ID, Madame Figaro, Lifestyles, Dandy Magazine... Seu universo também desperta o interesse de marcas com códigos identitários muito diferentes, para as quais assinou a realização de campanhas institucionais e/ou publicitárias, como Dior (beleza), L'Oréal, Peugeot, Philip Morris ou ainda Burger King (Publicidade premiada no Dubai Lynx).
Ben DAUCHEZ também realizou numerosos retratos de celebridades (IGGY POP, Woody HALLEN, Grace JONES, Jean DUJARDIN, Gilles LELLOUCHE, Olivier MARCHAL, Carole BOUQUET, Charlotte GAINSBOURG, ...) de beleza, de homens do mundo (Olivier DASSAULT, Jacques SEGUELA...) e de viajantes...
Essa trajetória fotográfica permite desde então imortalizar, com plena liberdade, a beleza humana, estética e espiritual de cada personalidade.
Série "An after noon at Majorelle "
- Título At Majorelle #7
- Tiragem Fine Art 30X45 Numeroté assinado 1/20 ao formato
Fusão de dois mundos: a multiposição permite sobrepor esses dois universos — aquele da rigidez formal do Bauhaus e a riqueza sensorial e histórica do Marrocos. Talvez as linhas limpas do Bauhaus se entrelacem com motivos arquitetônicos marroquinos, como arcos, mosaicos e as texturas das paredes em barro batido ou em pedra. Essa fusão cria uma espécie de diálogo visual entre modernidade e tradição.
Abordagem conceitual: o uso da multiposição pode também simbolizar a ideia de interação entre o passado e o presente, entre a arquitetura moderna e tradicional. O Marrocos, rico em símbolos culturais, poderia ser visto aqui como um terreno de experimentação para transpor conceitos ocidentais do Bauhaus para um contexto mais oriental, quiçá mediterrâneo.
Jogos de luz e cor: o contraste entre as sombras nítidas do Bauhaus e as cores quentes e difusas típicas do Marrocos (ocre, vermelhos, azuis e laranjas) poderia ser acentuado. Isso poderia oferecer uma dimensão poética onde cada imagem sobreposta evoca uma impressão de movimento, transformação e imersão em um espaço híbrido entre o oriente e o ocidente.
O impacto da multiposição:
Temporalidade e espacialidade
: Ao sobrepor vários momentos ou espaços, a técnica da multiposição poderia também sugerir uma experiência temporal, como se viajássemos através de diferentes épocas ou percepções do Marrocos. Esse jogo com o tempo e o espaço faz eco às noções de fluidez e transição na cultura do Bauhaus, inspirando-se nas múltiplas camadas de sentido e história que o Marrocos incorpora.
Dualidade cultural e estética: Por fim, esta obra poderia expressar uma reflexão sobre as relações entre as culturas ocidentais e orientais, entre o funcionalismo europeu do Bauhaus e a sensualidade das formas marroquinas. A multiposição pode criar uma atmosfera onde os dois mundos não são opostos, mas sim interconectados em uma mesma visão artística.
Apaixonado pela fotografia desde a mais tenra idade, Ben DAUCHEZ iniciou nos estúdios de bairro de La Rochelle. Lá ele adquiriu o conjunto de bases da fotografia da técnica clássica, desde a captura até a retocagem, passando pelo laboratório. A 22 anos, recém-formado, partiu para Paris para aperfeiçoar sua formação, tornando-se assistente de platô para os estúdios Daguerre, o Petit Oiseau va sortir e o Studio Zéro. Teve a chance de colaborar e assistir aos fotógrafos dos mais talentosos: Bettina RHEIMS, Patrick DEMARCHELIER, Terry RICHARDSON, Ellen VON UNWERTH, Marcus MAM... De alguns encontros decisivos nasceram belos projetos e longas colaborações, especialmente com André RAU, Bettina RHEIMS (a exposição sulfúrea INRI e seu livro homônimo nas Edições Albin Michel) e Peter BEARD (calendário Pirelli 2009 no Botswana).
Suas fotos são publicadas, entre outras, nas Edições Condé Nast (francesas e internacionais), Première, Wallpaper, ID, Madame Figaro, Lifestyles, Dandy Magazine... Seu universo também desperta o interesse de marcas com códigos identitários muito diferentes, para as quais assinou a realização de campanhas institucionais e/ou publicitárias, como Dior (beleza), L'Oréal, Peugeot, Philip Morris ou ainda Burger King (Publicidade premiada no Dubai Lynx).
Ben DAUCHEZ também realizou numerosos retratos de celebridades (IGGY POP, Woody HALLEN, Grace JONES, Jean DUJARDIN, Gilles LELLOUCHE, Olivier MARCHAL, Carole BOUQUET, Charlotte GAINSBOURG, ...) de beleza, de homens do mundo (Olivier DASSAULT, Jacques SEGUELA...) e de viajantes...
Essa trajetória fotográfica permite desde então imortalizar, com plena liberdade, a beleza humana, estética e espiritual de cada personalidade.
