Alberto Ricardo (XXI) - Luz de atrdecer





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Descrição fornecida pelo vendedor
Obra de arte do artista Alberto Ricardo realizada na técnica de impressão giclée em canvas profissional de alta qualidade, 100% algodão, máxima resistência à manipulação e agentes externos da marca Eco Canvas Roma Glossy, acetinado.
\nGarantimos um produto durável e de qualidade visual.
\nDimensão de 65 x 100 cm de pintura com 5 cm de profundidade.
\nEdição limitada 4/5 assinada à mão na parte frontal.
\nNo verso da peça poderá encontrar os dados sobre a obra.
\nO envio será realizado através da empresa United Parcel Service (UPS), para Espanha e Europa, e através da empresa FedEx para o resto do mundo.
\nA obra virá enrolada e estará protegida por várias camadas de embalagem, filme bolha e colocada em um tubo resistente.
\nUma vez paga a obra, são necessários três dias para o processo de embalagem e entrega à empresa de envio.
\nA peça chegará ao destino em cerca de dez dias, conforme o país de destino.
\nO retrato, aqui fragmentado, não busca contar tudo. Deixa de fora os olhos, mas não a alma. O que a primeira vista pode parecer uma omissão — a ausência do rosto completo — revela-se, em vez disso, como uma poderosa escolha estética. Esta imagem não precisa de olhares para comover. Basta-lhe uma boca contida, uma clavícula que brilha sob a luz, ombros que respiram dignidade e pele. Basta a matéria pictórica, o fogo da cor, a carnalidade do traço. Impressa em canvas, esta obra não se contempla: sente-se como um batimento.
\nDo ponto de vista técnico, estamos diante de uma pintura com grande carga sensorial. A superfície pictórica é construída com uma técnica de espatulado rica em matéria: pinceladas grossas, texturas ondulantes, camadas sobrepostas que dão vida à pele, às flores, ao fundo. O domínio da luz é magistral. Não há branco puro, mas a iluminação está presente nos reflexos dourados sobre os ombros e o decote. Cada sombra está carregada de matizes: violetas, terras, vermelhos. A pele não é plana nem uniforme; é um campo de energia onde o óleo vibra, sussurra.
\nA cor é protagonista indiscutível. Vermelhos ardentes, laranjas saturados, amarelos intensos, azuis profundos: tudo parece inflamado por uma emoção contida. O contraste entre o calor do corpo e o frescor do azul no fundo gera uma tensão visual envolvente. As flores — ou chamas, ou explosões, conforme se olhe — não são enfeites: são extensões emocionais do personagem, uma manifestação da paisagem interior que brota do peito e transborda para o espaço.
\nConceitualmente, a obra brinca com o fragmentário para propor uma totalidade simbólica. Ao eliminar o rosto, nos obriga a olhar de outra maneira. O anonimato não anula a identidade: a universaliza. Esta mulher, sem nome nem olhar, representa muitas. É corpo, é cor, é símbolo. O uso dos anéis dourados, claramente visíveis, sugere uma continuidade cultural, uma âncora numa tradição visual que associa o adorno ao orgulho, à herança, ao poder suave do feminino.
\nImpressa em canvas, o resultado é profundamente físico. A textura do tecido reforça a matéria pictórica original, conferindo à imagem um caráter quase escultórico. A luz natural que incide sobre a tela impressa acentua os volumes, dá vida a cada pincelada. Esta é uma obra que, longe de ser apenas um objeto visual, torna-se presença: uma figura que respira da parede, que ilumina e aquece o espaço que habita.
\nEm suma, esta imagem impressa em canvas é um ato poético e pictórico ao mesmo tempo. É um corpo que fala sem voz, uma linguagem de cor que se impõe ao relato literal. Técnica, simbologia e emoção fundem-se numa única superfície que não precisa dizer muito para dizer tudo. Em seu silêncio, esta imagem diz: aqui estou. E o canvas, com sua humildade texturada, responde: eu também sou pele.
Obra de arte do artista Alberto Ricardo realizada na técnica de impressão giclée em canvas profissional de alta qualidade, 100% algodão, máxima resistência à manipulação e agentes externos da marca Eco Canvas Roma Glossy, acetinado.
\nGarantimos um produto durável e de qualidade visual.
\nDimensão de 65 x 100 cm de pintura com 5 cm de profundidade.
\nEdição limitada 4/5 assinada à mão na parte frontal.
\nNo verso da peça poderá encontrar os dados sobre a obra.
\nO envio será realizado através da empresa United Parcel Service (UPS), para Espanha e Europa, e através da empresa FedEx para o resto do mundo.
\nA obra virá enrolada e estará protegida por várias camadas de embalagem, filme bolha e colocada em um tubo resistente.
\nUma vez paga a obra, são necessários três dias para o processo de embalagem e entrega à empresa de envio.
\nA peça chegará ao destino em cerca de dez dias, conforme o país de destino.
\nO retrato, aqui fragmentado, não busca contar tudo. Deixa de fora os olhos, mas não a alma. O que a primeira vista pode parecer uma omissão — a ausência do rosto completo — revela-se, em vez disso, como uma poderosa escolha estética. Esta imagem não precisa de olhares para comover. Basta-lhe uma boca contida, uma clavícula que brilha sob a luz, ombros que respiram dignidade e pele. Basta a matéria pictórica, o fogo da cor, a carnalidade do traço. Impressa em canvas, esta obra não se contempla: sente-se como um batimento.
\nDo ponto de vista técnico, estamos diante de uma pintura com grande carga sensorial. A superfície pictórica é construída com uma técnica de espatulado rica em matéria: pinceladas grossas, texturas ondulantes, camadas sobrepostas que dão vida à pele, às flores, ao fundo. O domínio da luz é magistral. Não há branco puro, mas a iluminação está presente nos reflexos dourados sobre os ombros e o decote. Cada sombra está carregada de matizes: violetas, terras, vermelhos. A pele não é plana nem uniforme; é um campo de energia onde o óleo vibra, sussurra.
\nA cor é protagonista indiscutível. Vermelhos ardentes, laranjas saturados, amarelos intensos, azuis profundos: tudo parece inflamado por uma emoção contida. O contraste entre o calor do corpo e o frescor do azul no fundo gera uma tensão visual envolvente. As flores — ou chamas, ou explosões, conforme se olhe — não são enfeites: são extensões emocionais do personagem, uma manifestação da paisagem interior que brota do peito e transborda para o espaço.
\nConceitualmente, a obra brinca com o fragmentário para propor uma totalidade simbólica. Ao eliminar o rosto, nos obriga a olhar de outra maneira. O anonimato não anula a identidade: a universaliza. Esta mulher, sem nome nem olhar, representa muitas. É corpo, é cor, é símbolo. O uso dos anéis dourados, claramente visíveis, sugere uma continuidade cultural, uma âncora numa tradição visual que associa o adorno ao orgulho, à herança, ao poder suave do feminino.
\nImpressa em canvas, o resultado é profundamente físico. A textura do tecido reforça a matéria pictórica original, conferindo à imagem um caráter quase escultórico. A luz natural que incide sobre a tela impressa acentua os volumes, dá vida a cada pincelada. Esta é uma obra que, longe de ser apenas um objeto visual, torna-se presença: uma figura que respira da parede, que ilumina e aquece o espaço que habita.
\nEm suma, esta imagem impressa em canvas é um ato poético e pictórico ao mesmo tempo. É um corpo que fala sem voz, uma linguagem de cor que se impõe ao relato literal. Técnica, simbologia e emoção fundem-se numa única superfície que não precisa dizer muito para dizer tudo. Em seu silêncio, esta imagem diz: aqui estou. E o canvas, com sua humildade texturada, responde: eu também sou pele.

